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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Ponto G "não existe", dizem cientistas britânicos

Um estudo do King's College, de Londres, concluiu que o chamado ponto G --uma suposta zona erógena que, quando estimulada, provocaria elevados níveis de excitação sexual e orgasmos-- pode não existir.

Depois de analisar 1.804 mulheres, o estudo não encontrou provas da existência do ponto G, supostamente um aglomerado de terminações nervosas localizado próximo ao clitóris, descrito pela primeira vez pelo cientista alemão Ernst Gräfenberg em 1950.

Os cientistas acreditam que o ponto G pode ser fruto da imaginação de mulheres, estimulada por revistas e terapias sexuais.

A pesquisa foi feita com base nas repostas dadas por mulheres, de idades de 23 a 83 anos, a um questionário. Todas elas eram gêmeas idênticas ou não idênticas --as gêmeas idênticas têm, exatamente, a mesma configuração genética, enquanto as não idênticas têm 50% dos genes em comum.

Das 56% mulheres entrevistadas que declararam ter o ponto G, a maioria era mais jovem e sexualmente mais ativa do que a média. As gêmeas idênticas demonstraram maior tendência a ter uma resposta afirmativa do que as não-idênticas.

Mas os pesquisadores esperavam que, no caso de uma das mulheres relatar ter o ponto G, a probabilidade de sua irmã ter a mesma resposta seria mais alta, mas a tendência não foi observada, sugerindo que o Ponto G pode ser apenas um mito.

"Esse é de longe o maior estudo já realizado sobre o assunto e mostra, de forma conclusiva, que a ideia do ponto G é subjetiva", afirma Tim Spector, professor de epidemiologia genética e co-autor do estudo.

Andrea Burri, que liderou a pesquisa, disse que o resultado pode ajudar mulheres e homens que sofrem por se sentir inadequados por não encontrar a procurada zona erógena.

"Chega a ser irresponsável afirmar a existência de uma entidade que nunca foi comprovada e pressionar mulheres --e homens também", disse ela.

Mas o estudo foi considerado "falho" por outra autoridade no assunto, a sexóloga Beverley Whipple, que ajudou a popularizar o conceito do ponto G nos anos 70 graças a varios livros e a uma pesquisa tida como pioneira.

Para Whipple, o "o maior problema com essas conclusões é que gêmeas, normalmente, não têm o mesmo parceiro sexual" estudo britânico não levou em consideração a opinião lésbicas e bissexuais ao analisar os efeitos de diferentes técnicas sexuais.

Os resultados do estudo devem ser publicados nesta semana na revista especializada The Journal of Sexual Medicine.Fonte: Folha Online via BBC Brasil

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França quer multa de R$ 1.800 para quem usar burca em público

No próximo passo da campanha francesa contra o uso da burca, o tradicional véu muçulmano que cobre todo o corpo da mulher, o governo francês quer apresentar um polêmico projeto de lei nas próximas semanas que impõe multa de R$ 1.865 para quem usá-la em público.

A multa seria aplicada a qualquer pessoa que mantenha o rosto "completamente coberto", segundo explicou o presidente da coalizão governista União para um Movimento Popular (UMP) na Assembleia Nacional, Jean-François Copé, em entrevista concedida ao "Le Figaro Magazine".

Além disso, o texto prevê uma sanção "agravada para um homem que obrigue uma mulher a usar o véu completo", acrescentou o deputado.

A polêmica lei poderia começar a ser aplicada já no segundo semestre de 2010, caso seja cumprido o calendário de debate parlamentar e consultas às pessoas interessadas, explicou Copé. A seu favor, a coalizão conta com maioria na Assembleia Nacional.

Paralelamente, está em curso uma missão parlamentar que estuda o assunto e deve apresentar suas conclusões no final de janeiro.

A iniciativa de proibir o uso público da burca surgiu no ano passado. Cerca de 60 deputados de diferentes partidos pediram uma comissão de investigação sobre a proliferação da burca, projeto apoiado pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy.

Sarkozy disse no começo de novembro passado, durante um discurso sobre identidade nacional, que "a França é um país onde não há lugar para burca nem para submissão da mulher sob nenhum pretexto, nenhuma condição e nenhuma circunstância".

A França é o único país europeu a ter proibido por lei, em 2004, o porte de qualquer símbolo religioso em lugares públicos, sobretudo nas escolas.

A oposição de esquerda acusa Sarkozy de usar o tema para se aproximar dos eleitores de extrema direita antes das eleições regionais de março de 2010. Fonte: Folha Online e Efe

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Patroa confessa assassinato de diarista em ritual

A diarista Rosana Nascimento, de 17 anos, foi encontrada morta ontem na Rodovia Anhanguera, em Perus, zona norte da capital paulista, com vários cortes no rosto e nas pernas e uma vela preta na boca. O crime envolveria ritual de magia negra. No fim da noite, a operadora de telemarketing Tatiana de Jesus, de 31 anos, patroa de Rosana, confessou o assassinato, segundo a polícia. A prisão temporária da acusada foi pedida à Justiça. A jovem havia desaparecido com a filha de três meses no sábado.

Outro suspeito do crime, um pai de santo, prestou depoimento no 33º Distrito Policial (DP), de Pirituba, e foi liberado. Segundo o delegado titular Antero Leonardo Bianchi, ainda não está claro se ele participou do crime.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, no dia 2, sábado passado, a sogra de Rosana registrou boletim de ocorrência sobre o desaparecimento da nora e da neta. Dois dias depois, o namorado da vítima, um vendedor de 17 anos, foi até outra delegacia para registrar a localização de sua filha. O bebê estava na casa de Tatiana, em Pirituba, na zona oeste de São Paulo. A criança estava bem, mas tinha cortes no rosto, segundo a família.

A patroa da diarista e o namorado da garota foram até o 33º DP. Segundo o vendedor, a patroa de Rosana alegou que a diarista deixou a criança com ela e disse que pretendia fugir de casa por não se dar bem com ele.

A operadora de telemarketing disse ao delegado que no sábado anterior havia recebido um telefonema de Rosana pedindo para encontrá-la no bairro da Lapa. No local combinado, Rosana teria dito que queria ir para a casa da patroa, na Baixada Santista. As duas então compraram fraldas, mamadeira e leite para a criança. A mãe da menina disse que iria para a casa para despistar o namorado, mas não teria voltado mais.

A patroa foi liberada no dia, mas ontem teve de retornar à delegacia. Segundo parentes de Rosana, Tatiana é ligada à magia negra. "Minha cunhada era feliz. Essa patroa se encantou com a criança dela", disse a pedagoga Graziele Ramos. Fonte: Agência Estado

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A humanidade de Jesus – Revista secular Isto É faz 14 perguntas sobre Jesus e a Bíblia

Quais são os mistérios que ecoam na trajetória do homem que mudou a história da humanidade. Na busca pela humanidade de Jesus, e pelo debate de mistérios que intrigam grande parte da humanidade há séculos, a revista ISTOÉ fez 14 perguntas sobre a vida de Cristo a especialistas, autores consagrados e lideranças religiosas.

Confira abaixo a íntegra da matéria:

A descoberta dos restos da casa de uma família que viveu no tempo e na região de Jesus de Nazaré animou arqueólogos e entusiastas bíblicos no último dia 21. Ainda que ela não tenha vínculos diretos com o Messias, essa descoberta joga luz sobre um Jesus que vai além da figura mítica que morreu na cruz, como contam os evangelhos do Novo Testamento. Ela alimenta quem vive para especular o lado humano do Filho de Deus, que a Igreja nunca deixou se sobrepor ao divino. Mas o interesse por detalhes históricos de alguém como Cristo é compreensível. Afinal, foi esse judeu da Galileia quem plantou a semente da religião mais influente do mundo. E, para quem lê os evangelhos como relatos biográficos, um erro de princípio, segundo os especialistas, as lacunas parecem implorar por especulações. O Novo Testamento não traz, por exemplo, nenhum registro sobre a vida e as andanças de Cristo entre os 15 e 30 anos de idade. “Porque esses anos não são importantes”, explica Pedro Vasconcelos Lima, teólogo da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Para a igreja, tudo de relevante sobre a missão de Cristo na terra está na “Bíblia”. Mas é o suficiente? A clareira histórica aberta por esses 15 anos perdidos é uma das brechas mais exploradas por estudiosos, uns mais honestos que outros, para especular sobre a vida e Jesus. Mas ela não é a única. Outras foram encontradas nas entrelinhas dos 27 livros, 260 capítulos e 7.957 versículos do Novo Testamento. Mais algumas foram pesquisadas, com base em descobrimentos arqueológicos que variam de objetos do tempo de Jesus a textos de grupos religiosos do cristianismo primitivo, no longínquo século I d.C. E, por mais que a Igreja prefira não tratar de alguns detalhes das faces divina e humana de Cristo, os mais de um bilhão de fiéis não param de fazer perguntas.

“É na humanidade de Jesus que melhor podemos compreender a dimensão de sua divindade”, reconhece Frei Betto, religioso dominicano autor do recém-lançado “Um Homem Chamado Jesus”. Na busca pela humanidade de Jesus, e pelo debate de mistérios que intrigam grande parte da humanidade há séculos, ISTOÉ fez 14 perguntas sobre a vida de Cristo a especialistas, autores consagrados e lideranças religiosas. Em que época foram escritos os Evangelhos e quem os escreveu? Jesus teve irmãos? Maria foi virgem durante toda sua vida? Jesus estudou? Qual profissão seguiu? Como era fisicamente? Esteve na Índia? Deixou alguma coisa escrita? Teve um relacionamento amoroso com Maria Madalena? Teve filhos? Por mais simples ou absurdas que algumas dessas questões possam parecer, elas merecem uma discussão. “Algumas realmente atormentam a vida dos fiéis”, reconhece o padre mariólogo Vicente André de Oliveira, membro da Academia Marial de Tietê, no interior de São Paulo. As respostas apontam caminhos, mas não têm a aspiração de ser definitivas. O estudo científico da vida do Messias ajuda na construção do que se convencionou chamar de Jesus histórico. Em esforço que surgiu no final do século XVIII e ganhou ritmo com importantes e raras descobertas arqueológicas no século XX (leia quadro na página 76), um Jesus que vai além dos relatos bíblicos começou a ganhar forma.

Ele surgiu do debate acadêmico do que podia e não podia ser considerado fonte para o entendimento da vida que o Nazareno levou na Terra. E, como a fé cristã, evolui e ganha novos contornos diariamente. Para o fiel bem resolvido, não há disputa entre o Jesus histórico e o bíblico, ou divino. “Cristo trouxe uma mensagem poderosa de amor e perdão que é inatingível”, afirma Fernando Altemeyer, professor de teologia e ciências da religião da PUC-SP. Para quem crê, é esse o legado do homem de Nazaré. Mas toda informação que contribuir para montar o quebra-cabeça dessa que é a mais repetida e famosa história da humanidade será bem-vinda.

Jesus nasceu em Belém ou Nazaré?

Embora os evangelhos de Mateus e Lucas afirmem que Jesus tenha nascido em Belém, é muito provável que isso tenha ocorrido em Nazaré. “Todos os grandes especialistas bíblicos são unânimes em admitir que Jesus nasceu em Nazaré”, afirma Frei Betto, religioso dominicano autor do recém-lançado “Um Homem Chamado Jesus”. Ao que tudo indica, Lucas e Mateus teriam escolhido Belém como cidade natal de Jesus para que suas versões da vida de Cristo se alinhassem a uma profecia do Antigo Testamento, segundo a qual o Messias nasceria na Cidade do Rei Judeu, ou seja, a Cidade de Davi, que é Belém. Quanto à afirmação de que Jesus teria nascido em uma manjedoura rodeado de animais, Sylvia Browne, americana autora do best seller “A Vida Mística de Jesus”, é taxativa: “Tanto José quanto Maria provinham de famílias judias nobres e prósperas, de sorte que Jesus nasceu em uma estalagem e não em um estábulo, rodeado de animais”, diz. “José, de família real, não podia ser pobre – era um artesão especializado.” A afirmação de Sylvia é contestada por Fernando Altemeyer, professor de teologia e ciências da religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “Afirmar que a ascendência nobre de José garantiria o bem-estar da família não faz sentido”, argumenta. Ele lembra que Davi é do ano 1000 a.C. e em um milênio sua fortuna certamente teria se dispersado. “Fora que a ascendência entre os judeus vem de mãe, não de pai”, explica. Para o teólogo, são muitas as fontes independentes que tratam da pobreza da família de José e é quase certo que Jesus tenha nascido em um curral e morado em um gruta com o pai e a mãe, que não eram miseráveis, mas tinham pouca terra e viviam como boa parte dos judeus pobres das áreas rurais.

Quando Jesus nasceu?

Uma coisa é certa: ele não nasceu no dia 25 de dezembro. E a razão é simples. Esta data coincide com o solstício de inverno do Hemisfério Norte, quando uma série de festas pagãs, muito anteriores ao nascimento de Cristo, já aconteciam em homenagem a divindades ligadas ao Sol e a outros astros. Ao que tudo indica, o dia foi adotado pelos católicos primitivos na esperança de cristianizar uma festa pagã. Faz sentido. Jesus também significa “Sol da Justiça”, o que faz dele um belo candidato a substituto de uma efeméride como o solstício de inverno. Se Jesus não nasceu em 25 de dezembro, a Igreja Católica também não sabe qual o dia nem o ano exatos. Os registros abrem um leque relativamente grande de possibilidades. É certo, porém, que o nascimento aconteceu antes da morte do rei Herodes, em 4 a.C., já que foi ele quem pediu o recenseamento que teria obrigado a viagem de Maria e José a Belém. Quanto ao mês e o dia, só há especulações. Para o padre mariólogo Vicente André de Oliveira, da Academia Marial de Tietê, no interior de São Paulo, Jesus teria nascido entre os meses de setembro e janeiro, quando, segundo ele, eram tradicionalmente feitos os censos em Belém. Já as pesquisas do astrônomo australiano Dave Reneke mostram que a estrela que teria guiado os Reis Magos apareceu em junho – crença compartilhada por parte da comunidade católica. Wagner Figueiredo, colunista do site Mistérios Antigos e autor de “Trilogia dos Guardiões – O Êxodo”, por sua vez, coloca as fichas no oitavo mês do ano, que, segundo ele, seria o período oficial de recenseamento dos romanos.

Quem e quantos foram os Reis Magos?

Se realmente existiram, os Reis Magos não eram reis e provavelmente não seguiram estrela nenhuma. O único registro dessas figuras nos evangelhos canônicos, ou oficiais, está em Mateus, que fala dos magos do Oriente e de uma estrela seguida por eles. Mas a menção não diz quantos eram os visitantes nem se eram, de fato, reis. “Como esses magos trouxeram três presentes, supõe-se que eram três reis”, explica o cônego Celso Pedro da Silva, professor de teologia e reitor do Centro Universitário Assunção (Unifai), em São Paulo. A versão atual da história se formou junto com o forjar de diversas tradições católicas durante o primeiro milênio da Era Cristã. Convencionou-se chamar os visitantes de Melchior, rei da Pérsia, Gaspar, rei da Índia, e Baltazar, rei da Arábia. Também ficou estabelecido que eles teriam trazido incenso, ouro e mirra como presentes ao recém-nascido. Para Wagner Figueiredo, colunista do site Mistérios Antigos e autor de “Trilogia dos Guardiões – O Êxodo”, os três seriam, ainda, astrólogos ou astrônomos, já que usaram uma estrela para guiá-los até Belém. “Mas não sabemos se a estrela de Belém era mesmo uma estrela”, diz Figueiredo.

“Ela pode ter sido um cometa, uma supernova ou o alinhamento celeste de planetas”, explica. Em consulta ao histórico astronômico de então, Figueiredo descartou a possibilidade de a estrela ser um cometa. Segundo ele, o único fenômeno astronômico desse tipo visível da Terra em anos próximos ao nascimento de Jesus foi a passagem do cometa Halley. Mas o Halley riscou o céu em 12 a.C., no mínimo cinco anos antes do nascimento de Jesus, o que o elimina como candidato a estrela de Belém. Um registro do que hoje chamamos de supernova por astrônomos chineses na constelação de Capricórnio no ano 5 aC. é o candidato mais forte. “A supernova, que é a explosão de uma estrela, cria um forte ponto luminoso no céu”, especula Figueiredo. Ele lembra, ainda, da impressão de movimento que esses fenômenos deixam, o que as alinha com a descrição que se tem da estrela de Belém. A terceira e última possibilidade de explicação astrológica trata do alinhamento de planetas entre os anos 7 a.C. e 6 a.C. Na primeira tese, Júpiter e Saturno se alinharam criando um ponto luminoso que caminhou pelo espaço entre maio e dezembro daquele ano. Já na segunda, Júpiter, Saturno e Marte se aproximaram na constelação de Peixes, formando um único e poderoso ponto luminoso no céu.

Jesus teve irmãos? Maria se manteve virgem?

Muito da discussão em torno dessa pergunta se deve à ambiguidade do termo grego adelphos, que para alguns significa irmão, enquanto para outros significa companheiro, amigo. Nos evangelhos de Mateus e Marcos e na carta de Paulo aos Gálatas, a palavra surge e, para quem é partidário da primeira interpretação, confirma a existência de irmãos e irmãs de Jesus. Segundo Rodrigo Pereira da Silva, professor de teologia do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp-EC), se os irmãos existiram, eles seriam seis – quatro homens e duas mulheres –, identificados no Evangelho de Marcos. Silva lembra também que no evangelho apócrifo de José fala-se que o pai de Jesus era viúvo quando se casou com Maria e que teria filhos do primeiro casamento. O teólogo ressalva, porém, que duas situações narradas pelos evangelhos canônicos, tidos como fonte mais confiável, depõem contra essa interpretação. “Esses supostos irmãos dão ordens a Jesus”, argumenta. “Isso jamais aconteceria se eles fossem, de fato, irmãos, porque Jesus foi o primogênito. E o mais velho, na Galileia de então, tinha autoridade sobre a família”, diz.

Soma-se a isso o fato de Jesus ter confiado sua mãe ao apóstolo João no momento da crucificação, segundo está descrito no Evangelho de João, e não a um de seus supostos irmãos. Sabe-se também, a partir dos textos bíblicos, que, além de Maria, mãe de Jesus, nenhum parente direto do Messias estava ao pé da cruz quando ele foi morto. O rechaço da igreja à possibilidade da existência de irmãos de Jesus se explica. Se a teoria fosse verdadeira, iria contra um dos dogmas marianos segundo o qual a mãe de Jesus teria dado à luz virgem e assim permanecido até a assunção de seu corpo aos céus. Por isso o apego ao problema de tradução da palavra adelphos e aos sinais que estão na “Bíblia” da ausência de irmãos (segundo interpretação oficial). Para o padre mariólogo Ademir Bernardelli, da Academia Marial de Aparecida, no interior de São Paulo, a existência ou não de irmãos é mais simbólica do que prática. “A virgindade de Maria é uma tradição que foi criada com o tempo”, diz Bernardelli. “A pergunta pela virgindade no parto ou depois do parto nunca foi um assunto discutido entre a hierarquia católica primitiva, só surgiu depois”, afirma.

Especulação ou não, a tese de que Jesus teria irmãos ganhou força com um precioso achado arqueológico em 2002. Chamado de ossuário de Tiago, o artefato é uma urna de pedra-sabão com as inscrições “Tiago, filho de José, irmão de Jesus”. Embora a Igreja conteste as inscrições, feitas em aramaico, o objeto atraiu a atenção tanto de sensacionalistas quanto de estudiosos. A urna é, sem dúvida, legítima e data do tempo de Cristo. Já a autenticidade das inscrições, mais especificamente a parte que diz “irmão de Jesus”, ainda está sendo avaliada pela comunidade arqueológica internacional. Se comprovada, esse seria o primeiro e único objeto vinculado diretamente a Jesus já descoberto.

Jesus estudou? Qual profissão seguiu?

Para Wagner Figueiredo, colunista do site Mistérios Antigos e autor de “Trilogia dos Guardiões – O Êxodo”, Jesus teve formação intelectual mais rica do que se supõe a partir dos evangelhos. “Era comum, na Antiguidade, que os mais ricos custeassem os estudos dos prodígios apresentados ao conselho do templo”, diz. Cristo era uma dessas crianças brilhantes e certamente não passou despercebido no templo, onde chegou a protagonizar uma cena curiosa, aos 12 anos, quando colocou os sábios para ouvi-lo. Mas mesmo que tenha tido uma formação, Jesus continuou como um homem de hábitos e mentalidade rurais. “Podemos chamá-lo de um caipira antenado, que tinha sensibilidade suficiente tanto para dialogar com o povo quanto com a elite intelectual de sua época”, resume Paulo Augusto Nogueira, professor de teologia da Universidade Metodista de São Paulo, em São Bernardo do Campo.

Segundo o americano H. Wayne House, autor do livro “O Jesus que Nunca Existiu”, o Messias provavelmente sabia ler em hebraico e aramaico e escrever em pelo menos um desses idiomas. Suspeita-se, também, que falava um pouco de grego, a língua comercial da época.

Quanto à profissão que seguiu, há controvérsias. E as dúvidas surgem por causa de uma palavra ambígua, usada nos registros mais antigos dos evangelhos. Neles, José é apresentado como “tekton”, uma espécie de artesão que faria as vezes de um mestre de obras. Ele teria, portanto, as habilidades de um carpinteiro, mas não apenas. Jesus e José seriam uma espécie de faz-tudo. Faziam a fundação de uma casa, erguiam paredes como pedreiros e construíam portas como carpinteiros. É sabido também que tinham ovelhas e uma pequena plantação. Portanto, teriam algumas noções de pastoreio e agricultura.

Como era Jesus fisicamente?

A imagem de Cristo que se consagrou foi a de um tipo bem europeu: alto, branco, de olhos azuis, cabelos longos ondulados e barba. Mas são grandes as chances de que essa representação esteja errada. “É praticamente certo que ele não foi um homem alto, a julgar pelos objetos, como camas e portas, deixados por seus contemporâneos”, revela a socióloga e biblista Ana Flora Anderson. O fato é que não há registros fieis da aparência do filho de Maria. Essa ausência de documentos se explica. Para os especialistas, até o ano 30 d.C. pouquíssimas pessoas sabiam quem era Jesus. “Mas ele é Deus encarnado. Então teve um corpo, uma aparência física”, afirma padre Benedito Ferraro, professor de teologia na Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC), no interior de São Paulo. E se por um lado a existência carnal de Jesus impôs limites físicos a um Deus todo-poderoso, ela deu asas à imaginação e à especulação dos fieis já no século II e III d.C. sobre a aparência desse Deus em carne e osso.

A julgar pelos registros históricos que contam um pouco da vida na região em que Jesus nasceu e foi criado, o Messias deve ter sido um homem baixo, de pele morena e cabelos escuros e encaracolados (à esq., uma reconstituição feita pelo médico especialista em reconstrução facial inglês Richard Neave, da Universidade de Manchester). Por ser um trabalhador braçal, tinha uma estrutura física bem desenvolvida. “Como palestino, deveria ter as características daquele povo”, lembra frei Betto, dominicano autor do recém-lançado “Um Homem Chamado Jesus”. Esse é o máximo a que chega a especulação baseada em estudos. “Não saberemos nem precisamos saber da real aparência de Jesus – ela não importa”, afirma o cônego Celso Pedro da Silva, professor de teologia e reitor do Centro Universitário Assunção (Unifai).

Jesus foi à Índia?

Teria Cristo pregado às margens do rio Ganges? Quem garante de pés juntos que ele esteve na Índia, cita duas possibilidades cronológicas. A primeira, durante os chamados anos perdidos, dos 12 ou 14 anos de idade aos 28 ou 30 anos. A segunda, depois da ressurreição. Ambas as afirmações são extremamente controversas e têm tanto apaixonados defensores quanto vigorosos detratores. O teológo americano H. Wayne House, do Dallas Theological Seminary no Texas, Estados Unidos, não acredita na visita de Jesus à Índia, mas reconhece que são muitas as fontes que narram uma suposta passagem do Messias, não só pela Índia, mas também pela região das Cordilheiras do Himalaia. Um texto hindu do século I d.C. menciona a suposta visita de Cristo ao rei Shalivahan, empossado mandatário da cidade de Paithan, no Estado de Maharashtra, em 78 d.C.

Sylvia Browne, americana autora do best seller “A Vida Mística de Jesus”, é fervorosa defensora da visita de Jesus à Índia. “Há dezenas de textos de eruditos orientais que confirmam a estada de Jesus na Índia e em regiões vizinhas na época”, conta ela em seu livro. Segundo Sylvia, Jesus recebeu diferentes nomes nas culturas pelas quais circulou, entre eles “Issa”, “Isa”, “Yuz Asaf”, “Budasaf”, “Yuz Asaph”, “San Issa” e “Yesu”.

Para a maioria dos cristãos, essas afirmações são absurdas. “Esses nomes são muito comuns na Índia, não permitem concluir que se referem ao Jesus que reconhecemos como Cristo”, sentencia Rodrigo Pereira da Silva, professor de teologia do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp-EC). Silva explica que uma série de documentos reunidos em livro do alemão Holger Kersten chamado “Jesus Viveu na Índia”, de 1986, incendiaram uma discussão vazia sobre o assunto. “Isso é uma picaretagem”, afirma o teólogo Pedro Vasconcelos Lima, presidente da Associação Brasileira de Pesquisa Bíblica (Abib). Para ele, explorar esse tipo de ideia é caminhar no limite ético da especulação. “Era uma época de efervescência religiosa”, lembra o teólogo Fernando Altemeyer, colega de Lima na PUC-SP. “Um sem-número de sujeitos com o nome Issa ou Yesu pode ter aparecido na Índia e se anunciado profeta ou liderança de Israel”, lembra. Há também o argumento das dificuldades e custos de uma viagem como essa no século I d.C. Jesus, muito provavelmente, não teria como arcar com as despesas de uma empreitada desse tipo.

Jesus foi tentado pelo demônio no deserto?

Que Jesus foi tentado no deserto, não há dúvida. O episódio é relatado por três evangelistas, Mateus, Marcos e Lucas, e citado pelo quarto, João. O que se questiona é a natureza do demônio que se apresenta a ele. Seria ele o demônio feito homem ou apenas uma síntese simbólica das tentações às quais todos os seres humanos estão sujeitos? Para o padre Vicente André de Oliveira, mariólogo da Academia Marial de Tietê, no interior de São Paulo, a tentação do demônio é simbólica. “O deserto e o demônio são maneiras de ilustrar o encontro de Jesus com suas limitações como homem”, diz Oliveira. Simbólico ou não, o encontro aconteceu. E para o teólogo Pedro Vasconcelos Lima, presidente da Associação Brasileira de Pesquisa Bíblica (Abib), segundo os textos oficiais, o demônio se materializa diante de Jesus. Nesse sentido, ele tinha uma aparência física, apesar de ela não estar descrita. Pelos relatos de Mateus e Lucas, sabe-se apenas da conversa entre o Filho de Deus e Satanás. “Eram tentações que tinham como objetivo tirar Jesus de seu caminho”, lembra o mariólogo. A saber: a tentação do poder, da vaidade e do exibicionismo.

Jesus já gozava de fama quando foi levado pelo Espírito Santo para passar 40 dias e 40 noites no deserto. Se quisesse um cargo público na burocracia romana, por exemplo, era praticamente certo que o conseguiria e, com ele, viriam fartos benefícios. Mas isso seria se entregar às tentações. Ele resistiu e saiu recompensado, na visão dos cristãos.

Jesus era um judeu taumaturgo?

Judeus taumaturgos eram figuras muito comuns no tempo de Jesus: homens que circulavam pela Galileia fazendo milagres como uma espécie de mágico. Mas, para a maioria dos especialistas, não há possibilidade de Cristo ter sido um deles, apesar de suas andanças e milagres. A afirmação vem de muitas fontes. “Jesus pedia segredo dos milagres que fazia, não cobrava por eles e evitou fazer curas diante de quem tinha meios de recompensá-lo”, explica Rodrigo Pereira da Silva, professor de teologia do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp-EC). Segundo ele, os taumaturgos jamais agiriam dessa maneira. “Eles eram profissionais da cura. Jesus, não.” Outra diferença importante entre Jesus e os taumaturgos era que o Messias apresentava Deus de maneira acessível aos fiéis. Diferentemente dos taumaturgos, que valorizavam uma espécie de canal exclusivo que teriam com o divino para operar seus milagres, Jesus tentava ensinar as pessoas a cultivar o contato com Deus. E, assim, receber suas graças sem intermediários.

Mas a fama de Jesus como um judeu taumaturgo existiu e, em alguns lugares, ainda existe. Quem afirma é Giordano Cimadon, coordenador da Associação Gnóstica de Curitiba e membro de um dos braços brasileiros do gnosticismo, grupo religioso que condiciona a salvação ao conhecimento. Ele conta que, no início da Idade Média, provavelmente no século VII, alguns escritos chamados “Toledoth Yeshu”, que significa algo como o “Livro da Vida de Jesus”, circularam tentando expor Cristo como mais um entre os muitos judeus taumaturgos da Galileia. “A obra, que mostra Jesus como um falso Messias, circulou também como tradição oral”, conta Cimadon. Depois, ela foi redigida em aramaico e traduzida para ídiche, ladino e latim. A versão mais famosa foi compilada pelo alemão Johann Wagenseil e impressa na segunda metade do século XVII. O texto cria polêmica até hoje por divulgar uma versão deturpada supostamente por grupos de judeus da vida de Jesus. Argumenta-se que ela foi usada para legitimar o antissemitismo entre os séculos XIII e XX.

Qual a relação de Jesus com seus apóstolos?

Há quem argumente que a escolha que Jesus fez dos discípulos tenha sido um desastre. Não houve um sequer, por exemplo, que o acompanhasse durante a crucificação. Mas a Igreja Católica garante que ele confiava nos apóstolos que escolheu, inclusive nos que o traíram. Para o cônego Celso Pedro da Silva, professor de teologia e reitor do Centro Universitário Assunção (Unifai), em São Paulo, Cristo tinha plena consciência de que lidava com homens e que os homens têm suas limitações. “É a beleza da obra de Jesus”, diz. Cristo tratava todos com igualdade, mas com Pedro, João e Tiago tinha mais intimidade. Mesmo sabendo que Pedro, por exemplo, negaria conhecê-lo em três ocasiões no dia de sua morte. Da mesma maneira, Jesus escolheu Judas, que também o traiu. Sobre ele, há farta literatura. Em evangelho atribuído a Judas, o apóstolo não aparece como traidor, mas como engrenagem fundamental do projeto de Deus , pois sem ele Jesus não seria crucificado e não se martirizaria para salvar os homens.

Com que idade Jesus morreu?

Provavelmente não morreu com os consagrados 33 anos. Essa marca foi estabelecida pela tradição durante os primeiros séculos do cristianismo primitivo – ou seja, não há nada que a comprove. Para o espanhol Ramón Teja Cuso, professor de história antiga da Universidade da Cantábria, Jesus não poderia ter morrido com 33 anos. Se ele nasceu entre os anos 6 a.C. e 5 a.C. e Pôncio Pilatos, algoz de Jesus, ocupou o cargo de prefeito da Judeia entre 29 d.C. e 37 d.C., o Messias morreu com, no mínimo, 34 anos e no máximo 43 anos.

Já o professor de filologia grega da Universidade Complutense de Madri, Antonio Piñero, usa a astronomia para fazer suas estimativas. Segundo ele, analisando o calendário de luas cheias no dia da Páscoa judaica, e existem registros desse fenômeno na data da crucificação, há apenas duas possibilidades de morte de Jesus dentro da janela estabelecida pelo professor Teja: 7 de abril de 30 d.C. e 3 de abril de 33 d.C. Nesse sentido, Jesus teria morrido com 36 anos ou 39 anos. Ainda assim, essas são apenas conjecturas. Elas dependem de variáveis que não podem ser verificadas, como, por exemplo, o relato de que havia uma lua cheia na ocasião da morte de Jesus ou que seu ministério teria durado três anos. O ano certo, portanto, dificilmente será conhecido, mas sabe-se, com uma margem mínima de dúvida, que foi entre os anos 29 d.C. e 37 d.C.

O dia da semana é consenso. De acordo com a “Bíblia de Jerusalém”, a tradução mais fiel dos originais das Sagradas Escrituras, Jesus morreu em uma sexta-feira, dia 14 de Nisã, que equivale, no calendário judaico, a 30 dias entre os meses de abril e março. A crença de que essa é a data correta é quase unânime entre os especialistas ouvidos por ISTOÉ.

Jesus manteve um relacionamento amoroso com Maria Madalena?

Como a questão que envolve as possíveis viagens de Jesus ao Vale do Rio Ganges, essa é uma pergunta que gera discussões acaloradas. Um dos grupos que defendem a relação de amor carnal entre Jesus e Maria Madalena com mais fervor é o dos gnósticos. Como Sylvia Browne, americana autora do best seller “A Vida Mística de Jesus”. Para ela, Jesus conheceu Maria Madalena ainda na infância e se casou com ela no que ficou conhecido, nos evangelhos, como o episódio das Bodas de Caná. Nessa ocasião, Jesus transformou água em vinho, que era parte fundamental da cerimônia do matrimônio. “Maria, mãe de Jesus, não ignorava que, pelos costumes judaicos, o noivo era responsável pela distribuição do vinho”, diz Sylvia. “Então quem fabricou o vinho oferecido aos convidados em Caná? Jesus. Era ele o noivo”, afirma em seu livro.

Outro indicador de que Jesus e Maria Madalena teriam uma relação amorosa estaria registrado no evangelho apócrifo de Filipe. Nele estaria escrito que Jesus beijava Maria Madalena na boca – afirmação constestada por uma corrente de tradutores. Ela, por sua vez, o compreendia melhor do que qualquer discípulo. A certa altura, os apóstolos chegam a demonstrar ciúme.

A americana Sylvia vai mais longe. Ela sustenta que Jesus teve filhos com Maria Madalena. As crianças teriam nascido depois da suposta morte de Cristo, que, segundo ela, foi forjada com a ajuda de Pôncio Pilatos e José de Arimateia. Ambos teriam tirado Jesus e Maria Madalena da Galileia num barco que passou pela Turquia e Caxemira, até aportar na França. Durante a estada na Turquia, a primeira filha do casal Jesus e Maria Madalena, chamada Sara, teria nascido. Outra menina e dois meninos teriam sido gerados já na França.

A Igreja Católica rechaça qualquer possibilidade de relação de amor carnal e, portanto, de filhos entre os dois. “Jesus deixou sim descendentes, espiritualmente, bilhões deles espalhados por todo o planeta”, afirma o padre mariólogo Vicente André de Oliveira, da Academia Marial de Tietê, no interior de São Paulo. A instituição religiosa reconhece, porém, que Maria Madalena era de fato muito próxima de Jesus. “Para os homens daquela época, ver Jesus confiar segredos a uma mulher era uma afronta”, lembra o cônego Celso Pedro da Silva, professor de teologia e reitor do Centro Universitário Assunção (Unifai). “Mas da simples confiança concluir que havia uma relação matrimonial é deduzir demais.”

O professor de teologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Rodrigo Pereira da Silva lembra que quando o livro “O Código da Vinci”, de Dan Brown, foi lançado, em 2003, um sem-número de supostos especialistas surgiu para confirmar o que o próprio autor havia classificado de ficção. Uma das afirmações seria de que Leonardo Da Vinci retratou Maria Madalena, e não o apóstolo João, ao lado de Cristo na “Santa Ceia”. “Criei um curso com a Coordenadoria-Geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão (Cogeae) da PUC-SP só para esclarecer a confusão criada pela obra”, lembra. Batizada de “O Código da Vinci e o Cristianismo dos Primeiros Séculos: Polêmicas”, a disciplina foi um sucesso. Ainda assim, muitas das afirmações do livro, que vendeu cerca de 80 milhões de cópias e foi traduzido para mais de 40 idiomas, permaneceram como aparentes verdades para muitos. “Mas não são”, sentencia Silva.

Jesus deixou algo escrito?

“É mais fácil encontrar os vestígios de um palácio do que de uma choupana”, diz o teólogo Pedro Vasconcelos Lima, presidente da Associação Brasileira de Pesquisa Bíblica (Abib). Com essa afirmação, Lima resume o argumento que explica a inexistência não só de qualquer documento escrito por Jesus, mas de objetos que tenham ligação direta com ele. É que, no início do século I d.C., Cristo não tinha nenhuma importância. E, historicamente, os documentos mais antigos só registram os feitos de estadistas e donos de grandes fortunas – como sabemos, ele não foi nenhum dos dois. O único registro que se tem de Jesus escrevendo está nos evangelhos. Eles relatam o episódio da adúltera que seria apedrejada até a morte – supostamente Maria Madalena –, mas que foi salva pelo Messias. Cristo teria escrito algo na areia para afastar quem queria matar a mulher. “Não sabemos o que foi, mas podem ter sido os nomes de quem havia se encontrado com ela, talvez alguém importante ou até alguns dos que queriam apedrejá-la”, explica o cônego Celso Pedro da Silva. Fora isso, porém, não há absolutamente nada escrito por Jesus que tenha sido encontrado – ou para ser achado, suspeita-se. Na melhor das hipóteses, pode haver anotações de um ou outro fiel feitas durante uma das pregações de Cristo. Mas, até hoje, esses registros permanecem perdidos.

Quem escreveu os evangelhos? E quando?

A própria Igreja Católica reconhece que não há como saber se os evangelhos foram, de fato, escritos por Mateus, Marcos, Lucas e João. Nos textos não há menção aos autores. Sylvia Browne, americana autora do best seller “A Vida Mística de Jesus”, usa essas supostas brechas nas escrituras para tecer suas teorias. Ela lembra que a “Bíblia” como a conhecemos só tomou forma a partir do Concílio de Niceia, em 325 d.C., e que nesses três séculos a Igreja manipulou transcrições e traduções dos evangelhos para que eles divulgassem uma mensagem alinhada ao projeto de expansão da instituição. Sylvia sustenta ainda que os evangelhos de Mateus, Lucas e Marcos foram escritos pela mesma pessoa e que apenas o de João teve um autor exclusivo. Supostas contradições, omissões e coincidências seriam sinais da manipulação.

A teoria da coautoria começou a tomar forma no início do século XVIII, com os trabalhos do teólogo protestante alemão Heinrich Julius Holtzmann e do filólogo Karl Lachmann. Chamada de “Questão Sinótica”, ela tem apoio de importantes estudiosos da atualidade, como o inglês Marc Goodacre, responsável pelo núcleo de estudos do Novo Testamento na Universidade Duke, na Inglaterra, e John Dominic Crossan, teólogo e fundador do controverso Jesus Seminar. Em 1968, um outro pesquisador inglês, A.M. Honoré, chegou a fazer um levantamento mostrando que 89% do que está em Marcos se encontra em Mateus, enquanto 72% de Marcos está em Lucas.

“Isso é uma besteira”, argumenta o teólogo e professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Fernando Altemeyer. Para ele, não há contradição nos evangelhos e as omissões e coincidências são justificáveis. “Os evangelhos não foram escritos como biografias de Jesus”, reforça o teólogo Pedro Vasconcelos Lima, presidente da Associação Brasileira de Pesquisa Bíblica (Abib). “Eles contam as partes da vida do Messias que têm importância”, conclui. Os relatos da vida de Cristo que não entraram para o Novo Testamento circulam com o título de evangelhos apócrifos. Entre os séculos XIX e XX houve uma explosão nas descobertas desse tipo de documento. Hoje já são mais de 15 os relatos extraoficiais. A Igreja não os reconhece, embora utilize parte dos que datam dos séculos I d.C. e II d.C. para reconstruir o dia a dia de Jesus, que viveu como mais um dos milhares de judeus remediados da Galileia.

Os evangelhos também não foram escritos logo depois que os fatos aconteceram. Eles datam dos anos 70 d.C. e 90 d.C. e foram redigidos, provavelmente, em aramaico e hebraico. Chegaram até nós por meio de cópias, pois os originais foram perdidos. Não se tem registro de como isso aconteceu, mas não seria difícil danificar um manuscrito em papiro no tempo de Jesus. As cópias foram descobertas em fragmentos e reconstruídas por pesquisadores alemães no início do século XIX. A mais antiga, em papiro grego, data do século II d.C. e foi reconstruída no século XIX pela equipe Nestle & Alland, de Stuttgart, na Alemanha.

O que diz a arqueologia

Só a arqueologia é capaz de preencher as imensas lacunas que compõem a trajetória de Jesus na Terra. Ao se debruçar sobre os costumes e a cultura do tempo do Messias, através de buscas por monumentos, documentos e objetos que compunham aquela época, os pesquisadores da área se movimentam para saciar as centenas de indagações acerca do judeu que mudou a história da humanidade. Praticamente não há esperanças de se achar algo diretamente ligado a Jesus Cristo ou à sua família. Mas há expectativa de se encontrar objetos relacionados a contemporâneos, da mesma classe social, que moravam na Galileia. Nesse quesito, o século XX foi recheado de conquistas. Novas técnicas e o renovado interesse por provar, ou desmentir, o que foi escrito pelos evangelistas alimentaram as buscas pelo que sobrou do tempo de Jesus. E as descobertas foram importantes. Entre papiros e pergaminhos, jarros, urnas, pedras e ruínas comprovou-se parte do que disseram Mateus, Marcos Lucas e João (leia quadro).

Mas, quando o assunto é arqueologia, todo cuidado é pouco. Nem tudo é o que parece. Por isso, o processo de verificação da autenticidade dos objetos é lento e rigoroso. Que o digam os estudiosos do que ainda vem sendo considerado o último grande achado do tempo de Cristo: uma urna que conteria os ossos de Tiago, irmão do Messias. Revelada em 2002, ela já foi reconhecida como objeto do tempo de Cristo, mas as inscrições em aramaico que a identificam como sendo de Tiago ainda estão sob avaliação da comunidade arqueológica internacional. “Pude ver o ossuário em primeira mão, quando estive em Israel no começo de 2009”, conta Rodrigo Pereira da Silva, teólogo, filósofo e doutor em teologia bíblica com pós-doutorado em arqueologia na Andrews University, nos Estados Unidos. “Mas ainda há muito o que ser feito para validar as inscrições.”

Professor de teologia do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp-EC), Silva também é arqueólogo e já participou de escavações em Israel, na Jordânia, no Sudão e na Espanha. Ele conta que, no caso da urna de Tiago, se comprovada a autenticidade de seus escritos em aramaico, esse será o primeiro artefato arqueológico com vínculos diretos com Jesus. No dia 21 de dezembro, um outro achado empolgou os arqueólogos. Foram encontrados os restos de uma casa humilde de Nazaré que datam do século I d.C. Com dois quartos, um pátio e uma cisterna, ela ajuda a resconstruir a vida de judeus do tempo de Cristo. “As informações vêm sempre fragmentadas”, explica Pedro Vasconcelos Lima, professor de teologia e presidente da Associação Brasileira de Pesquisa Bíblica (Abib). “Não podemos esquecer que esses fragmentos não foram criados para responder às nossas perguntas e, por isso, precisam de um cuidadoso trabalho de contextualização.”

Enquanto a contextualização segue a todo vapor, nos departamentos acadêmicos das melhores universidades do planeta, o trabalho de campo tem encontrado mais obstáculos do que de costume. Como se o calor, a areia e as outras tantas dificuldades usuais da arqueologia já não fossem suficientes, questões políticas das regiões escavadas têm influenciado pesadamente as áreas disponíveis para exploração. “Vemos muitas descobertas se esgotarem nelas mesmas”, explica Rafael Rodrigues da Silva, professor do Departamento de Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e teólogo do Centro de Estudos Bíblicos (Cebi). “O sujeito faz a descoberta, quer escavar o entorno, buscar outros sinais e não pode”, afirma. É que boa parte da terra onde estão enterrados muitos desses objetos está em áreas de constante disputa, como é o caso de porções territoriais de Israel. “Se o século XX foi bom para a arqueologia, dos anos 90 para cá temos visto uma calmaria nos achados – mesmo com essa história do ossuário de Tiago”, afirma o professor Silva. Sem achados, sem história.

Fonte: Revista Isto É – Edição 2094 de 23 de dezembro de 2009 / Gospel+

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sábado, 2 de janeiro de 2010

Reflexão

"Quem se propôs a praticar o bem e a caridade, deve ter coragem e paciência, para suportar a ingratidão".
Pastor João Barbosa de Macedo

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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Pastor Macedo sepultado em Ortigueira com pesar, mas com muita alegria pelos belos exemplos de vida deixados a todos que o conheceram


Irmã Rute filha caçula do Pastor Macedo, falando sobre o seu pai
Em cerimônia rápida os assembleianos e familiares choraram mais uma vez e se despediram do pastor Macedo por volta das 11 horas do dia de hoje (01.01), quando o corpo e uma caravana se deslocou até a cidade de Ortigueira onde foi realizado mais um culto fúnebre em homenagem ao pastor Macedo e o sepultamento do grande guerreiro e soldado do evangelho, pastor Macedo.

Na cerimônia no templo central da Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Maringá estiveram mais uma grande quantidade de lideranças evangélicas, autoridades e políticos para prestigiar o nosso querido pastor Macedo e confortar a família enlutada e toda a comunidade de fé assembleiana de Maringá.

O pastor Nilton Tuler que é presidente da Igreja Molivi e que foi presidente fundador da OPEM – Ordem dos Pastores Evangélicos de Maringá, relembrou algumas experiências vividas com o pastor Macedo e do profundo laço de amizade e respeito que nutriam um pelo outro e como o pastor Macedo sempre foi o ancião da comunidade evangélica de Maringá e de como estava sempre pronto aconselhar e orientar a qualquer um.

O Prefeito de Maringá, Silvio Barros II, também fez questão de frisar que estava presente na condição de amigo, de admirador e finalmente na condição de Prefeito para confortar a família e os membros da Igreja, mas para agradecer pelos relevantes trabalhos desenvolvidos pelo homem de Deus, pastor Macedo e de como suas ações tem contribuído para a melhoria da nossa querida Maringá e região.

O Ex-Secretário Estadual do Planejamento e Deputado Estadual, Ênio Verri (PT), também fez questão de estar presente e de afirmar que o pastor Macedo fez grandes coisas por Maringá e que seu nome será sempre lembrado como o de um homem de bem.

Estiveram presentes pela manhã na central da AD de Maringá:
Pastor Nilton Tuler – Igreja Molivi; Pastor José Anunciação - Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Campo Mourão; Pastor Miguel Alves - Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Arapoti; Pastor Moisés Ramos - Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Londrina; Pastor Ivo – Ex- Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Maringá e Londrina e Presidente Emérito da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Londrina; Pastor Mário Silvério - Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Centenário; Pastor Noel – Igreja Anunciai de Maringá; Pastor Elias Anunciação - Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Peabiru e Vice-Presidente da 10ª Região Eclesiástica da CIEADEP; Pastor Jose Navarro - Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Nova Esperança; Prefeito de Maringá, Silvio Magalhães Barros II e o Secretário de Estado do Planejamento, Deputado Estadual Ênio Verri (PT).

Na cidade de Ortigueira estiveram presentes mais uma grande quantidade de familiares do pastor Macedo, e representantes da prefeitura da cidade de Ortigueira e diversas lideranças evangélicas, como:

Pastor Ival Teodoro – Presidente da CIEADEP – Convenção das Igrejas Evangélicas Assembléia de Deus no Estado do Paraná e Presidente da AD em São José dos Pinhais;

Pastor Douglas Scheffel – 2º Tesoureiro da CIEADEP e representante do pastor José Pimentel de Carvalho – Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Curitiba e Presidente Emérito da CIEADEP;

Pastor Aparecido Storben – 2º Secretário da CIEADEP e Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Telêmaco Borba;

Pastor José Carlos – Presidente da Comissão Política da CIEADEP e Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Fazenda Rio Grande

Pastor Manoel Catarino - Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Colombo

Pastor Samuel Moreira - Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de
Pastor Valdivino - Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Ortigueira

Pastor Miguel - Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Faxinal

Pastor Dênio Storben - Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Tamarana

Pastora Ester em nome da família falou aos presente relembrando que o seu pai, pastor Macedo, sempre atendia o telefone dizendo bem firme “PRONTO” como soldado em prontidão e deixou para o elevo de toda a igreja o Salmo 116.15, e mais uma vez agradeceu a todo o corpo de obreiros do Campo Eclesiástico da Igreja Assembléia de Deus de Maringá pelo apoio, carinho e respeito demonstrado a família e ao seu pastor.

Pastor Robson em sua ministração deixou uma palavra bem específica a toda igreja em Maringá e principalmente aos pastores, evangelistas, presbíteros, diáconos e cooperadores: “Em primeiro lugar – ÂNIMO - para nunca olhar para baixo sempre para a frente e para Jesus; Em segundo lugar – IMITAÇÃO - vamos olhar os bons exemplos do pastor Macedo e vamos vivê-los, assim como os exemplos do nosso amado mestre Jesus Cristo; Em terceiro lugar - RESPONSABILIDADE – pelo chamado nosso e pelas necessidades das "ovelhas" e do amor que o pastor Macedo tinha pelas pessoas e pela obra, sempre lembrando do socorro que o pastor Macedo prestava as viúvas dos pastores do Paraná”

A seguir a cerimônia foi encerrada pelo pastor Ival que cantou o hino da Harpa Cristã de número 340 e o corpo do pastor Macedo foi conduzido até o Cemitério Municipal de Ortigueira no Caminhão do Corpo de Bombeiros da cidade e o caixão envolvido pela bandeira do município que foi encaminhada pelo Prefeito da cidade José Fogaça e todos os presente seguiram o cortejo fúnebre do soldado valoroso, Pastor Macedo.

Ponto emocionante foi quando João Gabriel tocou o toque da despedida para o pastor Macedo em homenagem ao militar do Exército Brasileiro e ao soldado dos Exército do Senhor dos Exércitos, General Jesus Cristo.

Saudades, pastor Macedo

Pastor Manoel Catarino de Curitiba falando sobre sua amizade com o Pastor Macedo
Familiares do Pastor Macedo
Familiares do Pastor Macedo
Familiares do Pastor Macedo
Evangelistas Lucio Maia da AD de Iguatemi e Luciano Brito da AD Central de Maringá lendo um breve histórico do Pastor Macedo
Pastora Ester de Conectcut, Brigport, Estados Unidos, que é uma das filhas do Pastor Macedo falando um pouco sobre o legado que o Pastor Macedo deixa para a família, a fé em Jesus Cristo
Pastora Ester fazendo o uso da palavra, ao fundo da esquerda para a direita os pastores: Pr José Carlos - Presidente da AD de Fazenda Rio Grande, Pr Douglas Scheffel - AD Curitiba e 2º Tesoureiro da CIEADEP, Pr Robson Brito - Presidente da AD de Maringá e Pr Ival Teodoro - Presidente da CIEADEP e Presidente da AD de São José dos Pinhais
Pastor Robson Brito falando sobre o Pastor Macedo e de como ele será um exemplo a ser imitado, reverenciado e lembrado

Pastores de Maringá e do Paraná acompanhando a cerimônia em homenagem ao Pastor Macedo no templo central da Igreja Assembleia de Deus de Ortigueira - PR
Débora, filha do Pastor Macedo; Irmã Agripina, esposa do Pastor Macedo e ao fundo netos, João Gabriel agachado chora por seu avó
Familiares do Pastor Macedo, filhos, netos, bisnetos, irmão e sobrinhos acompanharam o culto fúnebre e sepultamento do Pastor Macedo na cidade de Ortigueira-Paraná
Pastor Macedo sendo translado em cortejo fúnebre por caminhão do Corpo de Bombeiros da cidade de Ortigueira



João Gabriel, neto do Pastor Macedo toca o toque de retirada para o seu avó , o soldado que combateu até o último momento e que alcançou a vitória em Cristo



Chegado ao Cemitério Municipal de Ortigueira - Paraná

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Foi marcante a emoção durante o culto fúnebre em homenagem ao Pastor Macedo


O tradicional culto da passagem (31) neste ano de 2009 para o ano de 2010 foi marcante, o culto que também foi um culto fúnebre em homenagem ao Pastor Macedo que faleceu nesta quinta-feira (31) e que foi velado no templo central da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Maringá começou por volta das 21 horas e 40 minutos do dia 31.12 e terminou as 3 horas e contou com cerca de cinco audiências e com a presença de diversos pastores evangélicos de diversas denominações, autoridades e políticos.

A filha do pastor Macedo, pastora Ester Macedo de Conectcut, Bridigport, Estados Unidos falou a igreja representando os familiares agradecendo o carinho, consideração e as condolências prestadas a família enlutada e afirmou que o seu pai, pastor Macedo ensinou a si e a seus irmãos o temor do Senhor e mesmo com suas limitações e imperfeições, assim como ela as tem, seu pai foi amoroso, cuidadoso e muito amigo daqueles que a ele se achegavam.

Esteve presente o pastor Hercílio Tenório, presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Jandaia do Sul e 1º tesoureiro da CIEADEP que representou a mesa diretora da CIEADEP – Convenção das Igrejas Evangélicas Assembléias de Deus no Estado do Paraná que em suas palavras afirmou que o “pastor Macedo, era homem chorão; pastor Macedo, era homem de palavra; pastor Macedo, era homem honesto; pastor Macedo, era homem íntegro; pastor Macedo, era homem de Deus; e que naquele dia estava feliz e que deveríamos ficar felizes, não pela morte, mas pelo grande testemunho de vida e de inistério”

O ministrante da noite foi o pastor Robson Brito que em seu sermão ressaltou que gostaria de expor a igreja que quando se lembra da atuação ministerial do pastor Macedo e de seus exemplos de vida vem a sua mente seis palavras que estavam sempre presentes na vida do pastor Macedo: “fé, ânimo, coragem, santidade, trabalho e perseverança” afirmou que o desejo do pastor Macedo é o de que continuássemos a realizar as boas obras que o Senhor confiou a nós para a Sua glória.

Muitas lideranças evangélicas, autoridades e políticos acompanharam a cerimônia do culto fúnebre e outras centenas de lideranças de todo o Brasil e exterior encaminharam suas condolências via Internet, dentre algumas lideranças estiveram presentes:

Pastor Isaías Guedes – Presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Paranavaí e Presidente da 10ª Região Eclesiástica da CIEADEP;

Pastor Advanir Alves Ferreira – Presidente Nacional da Igreja Evangélica Presbiteriana Renovada no Brasil;

Deputado Estadual, Dr Wilson Quinteiro (PSB);

Pastor Jair Lara - 1ª Igreja Evangélica Presbiteriana Renovada de Maringá;

Pastor Edenias Jacó da Silva - Igreja Missionária Unida do Brasil;

Pastor Dorival – 4ª Igreja Presbiteriana Renovada de Maringá;

Pastor Roque Lourenço – Presidente da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Cianorte;

Pastor João – Igreja Missionária Unida Ipiranga;

Pastor Carlos Eduardo – Representando a Igreja Assembleia de Deus de Curitiba, pastores Wagner Tadeu Gaby e José Pimentel de Carvalho;

Pastor Hercílio Tenório – Presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Jandaia do Sul e 1º Tesoureiro da CIEADEP;

Deputado Estadual, Luis Nishimori (PSDB);

Pastor Silas Faria – Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Apucarana;

Pastor Eliseu de Carvalho – Presidente da OPEM- Ordem dos Pastores Evangélicos de Maringá e Presidente da Igreja Missão Apoio;

Pastor Neucide Oliveira Fernandes - Presidente da Igreja Assembleia de Deus de Bela Vista do Paraíso;

Pastor Josias Oliveira - Projeto Avivar, Avivamento para Argentina;

Pastor Hércules Denobi - Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Guaíra/IBADEP – Instituto Bíblico das Assembleias de Deus do Paraná







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Honra a quem tem honra - Por Pastor Robson Brito



Em 22 de março de 1992, pela primeira vez na sua história a Assembléia Legislativa do Estado do Paraná, transferiu-se de Curitiba para o interior do Estado. Mais precisamente instalou-se no interior do templo sede da Assembléia de Deus em Maringá, em sessão solene, outorgando o Título de Cidadania Benemérita do Paraná ao pastor João Barbosa de Macedo. Posteriormente, ele recebeu também da Câmara de vereadores de Maringá o Título de Cidadania Honorária do Município de Maringá. A essas duas honrarias o Pr. Macedo tributou toda a glória ao seu Senhor Jesus Cristo; declarou que “toda a igreja do Senhor era-lhe partícipe daquela honra que o levava a ser ainda mais humilde e servo de todos”; e destacou enfaticamente a cooperação da sua querida esposa Agripina Lisboa de Macedo.

Nasceu aos cinco dias de agosto de 1920, na cidade de Tibagi, Estado do Paraná, criado no município de Ortigueira - PR. Em 1946 casou-se com Agripina Lisboa de Macedo. Tiveram 16 filhos. Quando ainda pré-adolescente, foi sua tia Ida, a responsável pela primeira leitura da Bíblia Sagrada. Em 1938, quando tinha dezoito anos de idade, decidiu-se por Jesus e pela mensagem pentecostal, quando ainda os pentecostais sofriam grande perseguição no Sul do Brasil. Esse encontro com Jesus se deu em uma pequenina congregação de Faxinal de São Sebastião.

Em meados de 1940, quando transcorria a Segunda Guerra Mundial, apresentou-se para o serviço militar obrigatório, permanecendo no Exército Brasileiro até 1963. Serviu a maior parte do tempo de sua carreira militar, como sargento da cavalaria, destacando-se como instrutor do CPOR - um centro de preparação de oficiais, sendo-lhe aluno gente ilustre como o governador do Paraná, Roberto Requião.

Depois de vinte cinco anos prestados às Forças Armadas, aposentou-se com a patente de Primeiro Tenente, com uma ficha contendo dezenas de elogios. Concomitante a isso, era também soldado de Jesus, nunca deixando de trabalhar na obra de Deus, sendo inclusive um dos pioneiros do movimento pentecostal no Paraná.

Em 1959, já como ministro do evangelho, foi transferido para Curitiba, onde assumiu uma das diretorias do Abrigo Esperança, uma casa de saúde que dava hospedagem, atendimentos médicos prévios e encaminhamento de pessoas carentes que vinham do interior que se dirigiam à Capital buscando tratamento de saúde. Nessa época, pediu baixa do Exército Brasileiro, passando a dedicar-se exclusivamente à obra de Deus. Na Cidade Sorriso, liderou algumas Assembléias de Deus, chegando a ser, por dois anos, Vice-Presidente da Assembléia de Deus em Curitiba.

Por dezesseis anos, atuou como tesoureiro estadual das Assembléias de Deus, sempre por reeleição. Ficou conhecido pela maneira amorosa com que procurou tratar os pastores jubilados bem como a forma com que atendia as viúvas dos jubilados.

No dia 1º de maio de 1977, foi desafiado a assumir a presidência da Igreja Evangélica Assembléia de Deus em Maringá. Através de um sonho e de uma experiência mística com Deus, o Pai celeste orientou-lhe a aceitar a responsabilizante missão. Sua administração, diante dessa comunidade de fé teve como slogan: “Administração Conjunta”.

No dia 24 de abril de 2005, a igreja Evangélica Assembléia de Deus em Maringá comemorou os 28 anos de seu pastorado, rendendo ações de graças, ocasião em que os assembleianos honraram merecidamente seu pastor com o título de Presidente Emérito. Nesse mesmo dia passou a presidência da igreja ao Pastor Robson José Brito, recebendo assim a posição de Presidente Emérito concedido em Assembléia Geral .

Na data de 31 de Dezembro de 2009 às 14:40h passou a estar com o Senhor, na cidade de Maringá PR, por agravamento de problemas decorrentes do mal de halzaimer. Este servo de Deus formou quase trezentos Ministros do Evangelho na fé pentecostal, esparramados por Maringá, pelo Paraná, por todo o Brasil, pela América Latina, pela outra América, pela Europa, Ásia e África.

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Algumas condolências a família do Pastor Macedo e a Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Maringá

Falar sobre o Pastor João Barbosa de Macedo, não é tarefa difícil. Sua vida de dedicação e fidelidade ao Senhor tem muito subsídio para se comentar.Pastor Macedo, como carinhosamente é conhecido, é um servo de Deus de vida exemplar, respeitado pela sua firmeza e austeridade. Homem que sempre amou e viveu a Palavra de Deus.Quando fundamos o Conselho de Pastores de Maringá, hoje Ordem dos Pastores, Pr. Macedo foi um dos primeiros integrantes. Muito cedo tornou-se uma espécie de “Patrono” da OPEM. Sábio e conciliador e amado por todos.”Particularmente eu e minha família temos muito respeito e consideração pelo Pr Macedo. Em momentos difíceis de minha vida e ministério, como foi gratificante a visita e a palavra amiga do colega ancião.O Pr. Macedo, cidadão Benemérico de Maringá e do Paraná, é sem dúvida um referencial e patrimônio de nossa terra.Termino dizendo que gostaria de ter conhecido “mais cedo” o Pr Macedo.Glória a Deus pela vida do amigo Macedo. Pastor Nilton Tuller – Ex-Presidente da Ordem dos Pastores de Maringá

Nossos sentimentos a todos familiares e igreja em Maringá
Nivaldo Maldonado - Secretario Especial de Programas Sociais do Estado do Paraná

Pastor Macedo era um pastor de pastores em Maringá, muito respeitado por todos e que fez muita pela igreja em Maringá, algumas vezes recebíamos um telefonema era o Pr Macedo “Como estás? Tudo bem? Precisando de algo?” Todos sentiremos saudades
Pastor Adivanir – Presidente Nacional da Igreja Evangélica Presbiteriana Renovada do Brasil

Pastor Macedo, homem de Deus. Deu exemplo. Pregou o evangelho. Cumpriu sua missão, seu ministério. “honra a quem tem honra”. Ele honrou ao Senhor; sua família; suas “ovelhas”; seus irmãos na fé. Expresso meus sentimentos e agradeço a Deus pela oportunidade que tive de conhecê-lo e compartilhar com muitos de sua amizade. A história falará muito mais do grande homem de Deus: PASTOR MACEDO!
Deputado Estadual Wilson Quinteiro

Meus sentimentos “tombou um herói”. O céu esta em festa. Ele combateu o bom combate. Bendito seja Deus que o amou mais do que a nós e o tomou para si.
Pastor Jair Lara - 1ª Igreja Evangélica Presbiteriana Renovada de Maringá

Agradeço a Deus por ter conhecido este amado, foi uma bênção para o meu ministério e família, meus sentimentos aos familiares e a Igreja em Maringá.
Pastor Edenias Jacó da Silva
Igreja Missionária Unida do Brasil


Uma das primeiras mensagens que ouvi após a minha conversão foi uma do Pastor Macedo no templo central no ano de 1989 com o tema “Como viver em novidade de vida” que foi muito marcante para a minha vida e meu ministério, Pastor Macedo influenciou muito no meu ministério e deixará saudades
Pastor Dorival – 4ª Igreja Presbiteriana Renovada de Maringá

Nossos sentimentos a todos familiares e igreja em Maringá
Pastor Joel Cruz - Igreja Assembleia de Deus de Bela Vista do Paraíso

O Pr. Macedo foi meu amigo a mais de 40 anos. O conheci na Escola de Oficiais da Reserva do Exército em Curitiba, como aluno; sempre admirei o seu trabalho, um homem chamado por Deus, uma liderança forte e um dos expoentes da Assembléia de Deus no Brasil. Através de seu ministério o Evangelho de Jesus se tornou mais conhecido, meus sentimentos
Deputado Federal André Zacharow

Agradeço a Deus pela forma como Deus usou Pr Macedo treinando líderes em Maringá e a grande quantidade de vidas que ele pode influenciar em sua comunidade, e como ele combateu o bom combate traz uma inspiração a nós pastores.
Pastor João – Igreja Missionária Unida Ipiranga

Nossas condolências aos familiares, a Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Maringá, pastor Macedo foi e será um exemplo de fé a todos.
Pastor Wagner Tadeu Gaby – Vice-Presidente da Igreja Assembleia de Deus de Curitiba

Nossos sentimentos a todos familiares e igreja em Maringá
Evangelista Ayrton Pereira - Igreja Assembleia de Deus de Garuva - Santa Catarina

Expressamos nossos sentimentos pelo falecimento do Pr. Macedo, a todos os familiares e a toda a igreja em Maringá.
Pastor José Alves – Presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Paranaguá

Pastor Macedo, homem chorão;
Pastor Macedo, homem de palavra;
Pastor Macedo, homem honesto;
Pastor Macedo, homem íntegro;
Pastor Macedo, homem de Deus.
Estamos felizes não pela morte, mas pelo grande testemunho de vida e de ministério
Pastor Hercílio Tenório – Presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Jandaia do Sul

Nossos sentimentos a todos familiares e igreja em Maringá
Pastor Gláucio - Assembleia de Deus de Apucarana


Partiu um dos valentes do Senhor, Pastor Robson, familiares e igreja os nossos mais profundos sentimentos da minha família e que o balsamo de gileade conforte as famílias Brito e Macedo
Pastor Silas Faria - Assembleia de Deus de Apucarana

Nossas condolências a família. Reflexão: “…Pastor Macedo não morreu. Pastor Macedo subiu um pouco mais para estar com o Senhor, Moody”
Pastor Emerson – Igreja Presbiteriana Renovada


Expressamos nossos sentimentos pelo falecimento do Pastor Macedo, que a paz e o consolo do Senhor seja com toda a Igreja Assembleia de Deus de Maringá, seu pastor e a família enlutada.
Pastor Marcos Xavier - Igreja Assembleia de Deus de Língua Portuguesa em Palm Coast, Flórida, Estados Unidos

Soube agora do falecimento do meu querido amigo Pastor Macedo. Estou viajando, mas quero transmitir a família e à Igreja o meu pesar, mas também a alegria por ter tido a graça e a honra de conhecer e conviver com uma pessoa tão digna e que foi um exemplo de vida. Adeus meu amigo, valeu a pena, fui um privilegiado em poder conviver um bom tempo com uma pessoa tão respeitada e companheira, do amigo Coronel Rodrigues.
Cel Antonio Tadeu Rodrigues
Presidente do Conselho de Segurança de Maringá, Ex Comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar de Maringá e Ex Diretor da Penitenciária Estadual de Maringá


A Igreja e o campo eclesiástico de Bela Vista do Paraíso, sob minha responsabilidade, envia nossas condolências a Igreja irmã e aos familiares pelo falecimento do Pastor Macedo.
Pastor Neucide Oliveira Fernandes
Presidente da Igreja Assembleia de Deus de Bela Vista do Paraíso


Estamos companheirosLamentamos o falecimento do nosso pai ministerial, conselheiro e amigo.
Que Deus console os corações de todos nós.
Pastor Josias Oliveira - Projeto Avivar, Avivamento para Argentina

Em Apocalipse 14.13 diz: “Bem-aventurado os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem dos seus trabalhos e as suas obras o seguem”.
Queremos notificar nosso profundo respeito e admiração pelo pastor João Barbosa de Macedo, que aprouve a Deus recolher esse grande homem de Deus ao Trono da Glória. Sua vida e trabalho na obra de Deus com certeza ficarão marcadas em nossos corações para sempre. Um homem de Deus, respeitado em todo Brasil e querido por todos nós.
Por motivos de compromissos, não será possível nossa participação na cerimônia de sepultamento, porém estamos orando por toda a família para que Deus conforte os corações da família enlutada.
Que Deus em Cristo abençoe a todos
Pastor Carlos Padilha de Siqueira
Presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Presidente Prudente – São Paulo


Nossos sentimentos a todos familiares e Igreja Assembleia de Deus de Maringá
Bispo Marciano – Igreja Evangélica Só o Senhor é Deus

Pastor Robson, meu amado, meus sentimentos; peço excusas pois estou em viagem e não poderia estar convosco, mas estarei orando pela igreja e os familiares.
Pastor Edilson Siqueira1ºSecretário da CIEADEP- Convenção das Igrejas Evangélicas da Assembleia de Deus no Paraná, Presidente da Igreja Assembleia de Deus de Piraquara


Sinceras condolências de todo o ministério de Guaíra a toda a família enlutada. Conte com nossas orações.
Pastor Valter Ignácio
Presidente da Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Guaíra


Pastor Robson, meus sentimentos, estaremos orando por você e pelos familiares, nossos sentimentos.
Arildo

Meus sentimentos a todos familiares e igreja em Maringá
Pastor Moacir Liba - Igreja Evangelica Assembleia de Deus de Campo Grande - MS


Nossos sinceros sentimentos aos familiares e a Igreja em Maringá.
Pastor Hércules Denobi
Igreja Evangélica Assembleia de Deus de Guaíra/IBADEP


Estive no sepultamento do pastor Macedo, representando a nossa CIEADEP e nao podeira deixar de registrar a minha gratidão a Deus, pela vida do saudoso Pastor João Barbosa de Macedo, que foi um referencial em nossa Convenção, não só como ministro e presidente da AD em Maringá, mas também como tesoureiro e membro da Mesa Diretora por várias gestões. Pastor Ival Teodoro da Silva Presiidente da CIEADEP.Pastor Ival Teodoro da Silva - Igreja Evangélica Assembleia de Deus - S. José dos Pinhais PR

Apresento também as minhas condolências à família Macedo, em especial ao Pr. Robson Brito que faz parte desta família tão querida da Assembléia de Deus em Maringá. Que Deus possa consolá-los. Ev. José Carlos Parra - Diamante do Norte PR

É com grande tristeza que lamento a perda desse que sem duvida nenhuma foi um grandes amigos que tivemos. E a sua falta será sentida pela presença e pelos seus ensinamentos, Pr Macedo jamais o esqueceremos e tenho a certeza que aonde o Sr. estiver, continuará a nos abençoar e estar cuidando de nos. Alguns passam pela vida, no seu caso a vida passou e encontrou o Sr. Um grande abraçco da Familia Anisio Monteschio - Paiçandu_pr.

Pastor João Barbosa de Macedo era uma inspiração, uma pessoa a ser admirada pelo seu trabalho e dedicação na obra do Senhor. Nós que aqui ficamos sentiremos sua falta, mas seus exemplos ficarão pra sempre em nossa história e nossas vidas. Pr. Luciano Camargo - São José dos Pinhais PR

QUEREMOS DEIXAR AQUI NOSSOS SINCEROS SENTIMENTO A FAMILIA. DO PASTOR JÃO BARBOSA MACEDO, QUE FOI PARA AS ASSEMBLÉIA DE DEUS DO PARANÁ UM UM GRANDE ICONE.. QUE NUNCA IREMOS ESQUECER. MEUS SINCEROS SENTIMENTOS.. PASTOR RAFAEL MOREIRA DA SILVA e Familia Presidente da Adpalmital e DEPMU - Departamento de Musica da CIEADEP.

As palavras são poucas para descrever tudo o que foi e é na vida de muitos obreiros o Pr. MACEDO, como é mais conhecido. tenho muitas lembraças de suas visitas a nos quando moravamos em regiões de Maua da Serra. Pr. Josue Moreira, em Portugal.

Preciosa é à vista do Senhor a morte dos seus santos. Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda. Nossos sentimentos ao pastor Robson e a todos os familiares e igreja em Maringá O pastor Macedo foi cozinheiro em muitos congresso quando eu era jovem ainda hoje tenho 60 anos ............ Pastor Milton dos Santos - Igreja Assembleia de Deus de Rolândia - Pr.

Preciosa é a vista do Senhor a morte de seus santos! Sob a consolação do Espirito Santo e a Esperança em Cristo Jesus Nosso Senhor! Manifesto nossos votos de pesar á familia enlutada. Pastor Macedo, descansa no Senhor e para tal confessou públicamente a sua fé, podemos dizer: Até logo! Mestre de Cerimônias da CIEADEP!! Em nome de minha familia, Igreja e Ministério da AD - Apucarana, oramos ao Senhor por vossa consolação, neste momento de saudades. Deus os Abençoe. Pr. Daniel Sales Acioli - Apucarana PR

Com profundo sentimento peço que por gentileza transmitam meus pesares à familia e Igreja enlutada pela perca deste heroi da fé Pr. João barbosa de Macedo. Pr. Valdir Medeiros - Brandon, Florida USA

Como filho do Pastor Macedo, mais uma vez gostaria de agradescer essa amada igreja , por todo carinho e amor, que dedicaram ao nosso pai por esses anos todos, aqui de hyannis-USA, estamos acom-panhando todo o culto que voces estam realizando ai nes- se momento,Eu,Fernando,Marlei. Fernanda,Amanda,Deborinha e todos os netos que aqui rezidem agradescemos mais uma vez por tudo,que Deus vos recompense e abencoe. Obrigado Fernando. Francisco Fernando Macedo - Hyannis-Ma - USA.

Nossas condolencias a toda a familia e igreja,o pr foi durante quase 15 anos pr da minha esposa Marcilene de Freitas. Pr. Robinson - Barcelona Espanha
A todos os meus irmaos e irmas e irmaos da igreja, meu carinho pelo apoio que temos recebido nesta hora tao dificil. Mas sabemos que Deus e fiel. Minha gratidao, Ada Macedo - Estados Unidos

As minhas condolências a família e toda igreja em maringá. Pastor Marcos Antonio de Souza, Valparaiso, S.P. Igreja O Brasil para Cristo

UM APITO DE ALERTA, SILENCIOU!!! Homem íntegro, trabalhador, disciplinado e disciplinador, assim conhecí o grande \"MACEDÃO\". Antes de exercer seu ministério pastoral com o título auferido em sua consagração, já o exercia como pastor de fato. Pude compartilhar com alguns de meus irmãos da convivência com essa familia maravilhosa onde a figura do Pastor Macedo e da irmã Agripina sempre nos trazia alguma experiência nova na formação de nossos carateres. Louvamos a Deus por termos tido o privilégio desse convívio, sem contar o fato dele ter sido um grande companheiro de nosso pai e Pastor José Pimentel de Carvalho. Toda a familia enlutada e Igreja em Maringá, receba nossas sinceras condolências. Familia Pimentel de Carvalho. Por: LUIZ PIMENTEL - Curitiba PR

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