Participe da comunidade do meu Blog

Mostrando postagens com marcador islã. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador islã. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

França quer multa de R$ 1.800 para quem usar burca em público

No próximo passo da campanha francesa contra o uso da burca, o tradicional véu muçulmano que cobre todo o corpo da mulher, o governo francês quer apresentar um polêmico projeto de lei nas próximas semanas que impõe multa de R$ 1.865 para quem usá-la em público.

A multa seria aplicada a qualquer pessoa que mantenha o rosto "completamente coberto", segundo explicou o presidente da coalizão governista União para um Movimento Popular (UMP) na Assembleia Nacional, Jean-François Copé, em entrevista concedida ao "Le Figaro Magazine".

Além disso, o texto prevê uma sanção "agravada para um homem que obrigue uma mulher a usar o véu completo", acrescentou o deputado.

A polêmica lei poderia começar a ser aplicada já no segundo semestre de 2010, caso seja cumprido o calendário de debate parlamentar e consultas às pessoas interessadas, explicou Copé. A seu favor, a coalizão conta com maioria na Assembleia Nacional.

Paralelamente, está em curso uma missão parlamentar que estuda o assunto e deve apresentar suas conclusões no final de janeiro.

A iniciativa de proibir o uso público da burca surgiu no ano passado. Cerca de 60 deputados de diferentes partidos pediram uma comissão de investigação sobre a proliferação da burca, projeto apoiado pelo presidente da França, Nicolas Sarkozy.

Sarkozy disse no começo de novembro passado, durante um discurso sobre identidade nacional, que "a França é um país onde não há lugar para burca nem para submissão da mulher sob nenhum pretexto, nenhuma condição e nenhuma circunstância".

A França é o único país europeu a ter proibido por lei, em 2004, o porte de qualquer símbolo religioso em lugares públicos, sobretudo nas escolas.

A oposição de esquerda acusa Sarkozy de usar o tema para se aproximar dos eleitores de extrema direita antes das eleições regionais de março de 2010. Fonte: Folha Online e Efe

Leia mais >>

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Aiatolá iraniano defende execução de líderes oposicionistas

O influente religioso iraniano aiatolá Abas Vaez Tabasi, um dos representantes regionais do líder supremo do país, afirmou nesta terça-feira que os líderes da oposição iraniana são "inimigos de Deus" e que merecem a morte, conforme a "sharia" (lei religiosa).

"Os líderes da sublevação são uns 'mohareb' [inimigos de Deus]", declarou pela TV estatal o aiatolá, que representa o líder supremo iraniano, Ali Khamenei, na Província de Jorosan (nordeste). "Em nosso sistema judicial, o castigo para os 'mohareb' é claro; eles têm que ser tratados conforme a lei".
A "sharia" estipula a pena de morte para os "mohareb."

A ameaça, considerada a mais forte lançada contra os líderes da oposição que questionam a reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad em junho passado, coincide com manifestações que reúnem dezenas de milhares de seguidores do governo, pedindo punições aos responsáveis pelos protestos.

No domingo, oito pessoas foram mortas durante manifestações contra o governo. A turbulência política no país agora parece ter entrado em uma nova fase, com confrontos mais violentos, mais prisões e apelos das forças de segurança pedindo às autoridades que ajam "firmemente" contra os líderes da oposição.

Após um fim de semana de sangrentos confrontos, desencadeados pela celebração xiita da Ashura, o governo intensificou a repressão, cercando no domingo personalidades moderadas para tentar acabar com os protestos nas ruas.

Pelo menos 20 integrantes da oposição foram detidos desde domingo, sendo três deles próximos ao dirigente oposicionista Mir Hossein Mousavi, além de um cunhado dele e uma irmã da ativista Shirin Ebadi, Prêmio Nobel da Paz, segundo sites oposicionistas.

Ebadi disse à rádio France Info que as autoridades iranianas estão tentando silenciá-la ao prender sua irmã. "Esta prisão é ilegal porque minha irmã é dentista, não está de forma alguma ativa nos direitos humanos ou na política [...], e ela não participou de nenhum protesto", disse Ebadi.

De acordo com Ebadi, agentes de inteligência invadiram a casa da irmã dela na noite de segunda-feira, sem mandato judicial, e vasculharam seus pertences, levaram computadores e a detiveram.

Nesta terça-feira, Ahmadinejad falou pela primeira vez sobre os protestos recentes e disse que as manifestações de domingo são "um roteiro escrito por sionistas e americanos". "É um espetáculo que dá ânsia de vômito, porém tanto os que o planejaram, como os que participaram se enganam."

Em seu discurso durante ato em Teerã, Ahmadinejad rejeitou as críticas feitas pelo presidente dos Unidos, Barack Obama, e pelo governo britânico sobre a repressão dos protestos. "Nós lhes aconselhamos várias vezes, mas parece que insistem em seu fracasso. Estamos convencidos de que vão experimentar um fracasso maior do que o de seus antecessores", ressaltou, segundo a agência Irna. "O povo iraniano os obrigará a voltar atrás e fará com que, perante a história, [a atitude dos ocidentais] seja um escândalo", disse. Fonte: Folha Online com Efe e France Presse

Leia mais >>

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Pastor Hisham Kamel expõe os avanços e desafios do trabalho missionário nos países do Oriente Médio e mundo islâmico

Momento em que o pastor Hisham Kamel fazia sua exposição

O Oriente Médio é uma região do mundo composta por 22 países e a maior parte desta população é mulçumana, região chamada pelos missiólogos como JANELA 10X40 e conhecida pelas crueldades que são praticadas contra as pessoas que tem a coragem de se manifestar e declarar que são cristãos e que reconhecem Jesus como o seu salvador.

Sempre em nossas igrejas temos lido os depoimentos e relatos de assassinatos, prisões e as inumeras perseguições e crueldades cometidas contra evangélicos, pastores, missionários e seus familiares e na maioria das vezes os agressores contam com o apoio ou no mínimo com a conivência das autoridades destes países (para saber mais visite o site da missão portas abertas - http://www.portasabertas.org.br/).

Independente destas dificuldades encontradas pela perseguição a igreja neste países o pastor Hisam Kamel alegrou a todos os presentes com o seu testemunho ao relatar os avanços que o trabalho missionário tem obtido junto a alguns destes países.

O reverendo Dr. Hisam S. Kamel é Diretor Internacional do árabe Communication Center; Coordenador Geral do Terceiro Mundo Missão Association (TWMA) e é comprometido com missões entre os mulçumanos e apresentou os desafios que são grandes, mas também teceu alguns avanços do trabalho missionário no Egito, Líbano, Irã e Iraque.


EGITO - A Igreja Perseguida no Egito
21ª posição na Classificação de países por perseguição
1. O atual presidente do Egito foi escolhido por meio de eleições livres; 2. O natal é feriado nacional e pode ser comemorado pelos cristãos; 3. A constituição federal do Egito foi alterada e agora prevê a liberade religiosa; 4. 4. Milhares de pessoas tem se batizado anualmente e hoje os cristãos já são mais de 1 milhão no Egito.

LÍBANO


1. Após mais de 25 anos de guerra civil e invasão e domínio Sírio devido a guerra do Iraque os sírios deixaram o Líbano e hoje ele é um país soberano; 2.Durante a última guerra entre Israel e o Hezbola milhares de civis ficaram feridos e desabrigados e em sua fuga e desespero não foram acolhidos por nenhum mulçumano, porém os evangélicos os receberam e milhares foram abrigados, tratados e com este testemunho milhares se converteram.

IRÃ - A Igreja Perseguida no Irã
3ª posição na Classificação de países por perseguição
1. Nos últimos anos devido a perseguição dos revolucionários do Islã milhares tem se revoltado e se decepcionado com o Islã e cerca de 30.000 deixaram o Islã nos últimos anos; 2. O crescimento dos evangélicos no Irã esta em torno de 7 a 10% por ano.

IRAQUE - A Igreja Perseguida no Iraque
16ª posição na Classificação de países por perseguição
1. O atual presidente foi eleito democraticamente pelo povo; 2. A constituição federal do Iraque foi alterada e prevê a liberdade religiosa; 3. Na época de Sadam Hussein Bagdá tinha 1 igreja evangélica hoje são mais de 20 igrejas evangélicas na capital.

Leia mais >>

domingo, 23 de agosto de 2009

Alcorão rege a vida do muçulmano, afirma teólogo - Por Edelberto Behs


Grupo de investidores árabes visitou na semana passada a cidade de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, com o propósito de avaliar as condições para a aplicação de 100 milhões de reais (cerca de 54 milhões de dólares) no agronegócio.

O grupo foi liderado pelo consultor Alli Ahmad Majdoub, economista que também é presidente do Conselho de Teólogos Islâmicos no Brasil. O Islã não separa a religião da economia, da política, da educação, tudo é uma coisa só. “O Alcorão rege como o ser humano deve atuar no mundo”, explicou Majdoub. Assim, não há qualquer constrangimento pelo fato de um teólogo liderar investidores.

O economista e o representante do Centro Cultural Islâmico do Rio Grande do Sul, advogado Ahmad Ali, apresentaram as bases do Islamismo, na sexta-feira, 14, a estudantes, professores e pesquisadores da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), no programa Religiões do Mundo, organizado pelo Instituto Humanitas e a Fundação Ética Mundial.

“Islam vem de paz. Deus tem 99 atributos e a paz é um deles”, explicou Ahmad. “O verdadeiro muçulmano tem a obrigação de levantar a bandeira da paz e de reconhecer o direito dos vizinhos”, agregou.

Fundador da Mesquita de Porto Alegre, Ahmad, palestino que vive há 55 anos no Brasil, reconhece que pelo Judaísmo a humanidade recebeu a primeira mensagem divina, através de Moisés, seguida do Cristianismo.”Já as bases do Islamismo vêm diretamente das mensagens divinas de Deus ao anjo Gabriel, que foram transmitidas a Mohamed”, o maior dentre os mais de 125 mil profetas enviados ao mundo para difundir a palavra de Deus.

O idealizador do Grupo de Diálogo Inter-Religioso de Porto Alegre, que existe desde 1996, lamentou a existência de muçulmanos picaretas. “Muitos muçulmanos diferem da religião islâmica, mas não dá para acusar nenhuma religião de violenta e massacrar o ser humano. A responsabilidade é do ser humano, e não da religião”, disse.

Ahmad criticou o conflito entre xiitas e sunitas, que “estão desmoralizando o Islã e a caminhada do povo islâmico em busca da unidade, da liberdade”. Ele admitiu que as religiões trouxeram divisão à sociedade, embora busquem, essencialmente, a fraternidade, o progresso e a educação do ser humano.

“Todas as religiões usaram a política para alcançar seus objetivos”, anunciou, e todas elas estão encharcadas de oportunistas, fanáticos, fundamentalistas. “A verdade não tem dono e enquanto as três religiões monoteístas não dialogarem e se unirem, os conflitos no mundo continuarão”, alertou o representante da Sociedade Islâmica.

O economista e teólogo Alli Majdoub é brasileiro, descendente de árabes. Ele declarou, na apresentação do Islamismo na Unisinos, que o Brasil é um dos países mais democráticos do mundo, o povo é generoso, hospitaleiro, e tem uma grande contribuição a dar para o diálogo inter-religioso e a paz mundial.

Tanto Alli como Ahmad destacaram que o conflito na Terra Santa não é religioso. Israel não é o Estado previsto no Antigo Testamento e o plano expansionista na Palestina não é do Estado, mas do movimento sionista, alegaram.

A Resolução 131 da Organização das Nações Unidas (ONU), de 1947, estabeleceu que 56% da Palestina seriam de judeus e 44% dos palestinos, quando palestinos detinham 94% do território, assinalou para a ALC o comerciante aposentado Sales Bajaa, de Porto Alegre.

“Quando palestinos são apresentados como terroristas pela mídia internacional, na verdade eles lutam para recuperar o que perderam”, justificou.

Segundo Ahmad, a mensagem mais importante do profeta Maomé para o século XXI é que todos os muçulmanos, todos os religiosos e lideranças religiosas busquem o mais importante: o conhecimento, a ciência, o progresso e a paz para a humanidade.

Leia mais >>

domingo, 7 de junho de 2009

Conservadores dos EUA criticam Obama por "desculpas" a islã

Recebido positivamente por boa parte da imprensa dos EUA, o discurso de anteontem do presidente Barack Obama ao mundo muçulmano rendeu também fortes críticas da ala conservadora americana. O setor vociferou que a fala enfraqueceu o país, é perigosa e excessivamente humilde.

A direita argumenta que Obama passa tempo demais se desculpando. Um dos trechos mais comentados em TVs, rádios e blogs conservadores foi o momento em que ele afirmou que, após o 11 de Setembro, a raiva "levou os EUA a agir às vezes contrariamente a suas tradições e ideais".

"É algo muito sério quando um presidente americano diz que os EUA abandonaram seus ideais. E fazer isso em solo estrangeiro para mim é um desserviço", afirmou Liz Cheney, filha do ex-vice-presidente Dick Cheney.


Em périplo por canais de TV, ela criticou severamente o que chamou de "relativismo moral" de Obama e sua condenação do Holocausto mas também do sofrimento dos palestinos. "A vida dos palestinos sob a ocupação é difícil, mas não tem absolutamente nenhuma semelhança com os horrores do Holocausto."

O ponto reverberou mal também entre americanos pró-Israel, insatisfeitos ainda com as posições sobre o Irã -de admitir que o país tem direito de manter um programa nuclear civil- e sobre os assentamentos judaicos na Cisjordânia -exigindo seu congelamento.

"O discurso foi horrível", afirmou o radialista conservador Mark Levin. "Por que Obama quis atacar seu próprio país, desconsiderar Israel -nosso único aliado real na região- e destruir os militares que estão lutando por nossa liberdade e esperança no Oriente Médio?"

Marc Thiessen, autor de discursos para o ex-presidente George W. Bush, concordou e disse ao canal Fox que Obama não deveria nunca criticar as Forças Armadas e a CIA em solo estrangeiro. "Ao dizer que comprometemos nossos princípios, ele jogou o Exército e a inteligência na frente de um ônibus no meio de uma plateia de muçulmanos."

Apesar da grita, a reação ao discurso respeitou divisões partidárias e ideológicas nos EUA, o que minimiza o impacto dos ataques a Obama.

"As vozes à direita que criticaram o discurso estão muito limitadas hoje, com poucos seguidores", afirmou à Folha Robert Erikson, analista de política americana e opinião pública da Universidade Columbia. "Obama vai se beneficiar com a cobertura que o discurso teve na imprensa em geral."

Bom exemplo é editorial do "New York Times", que classificou as críticas sobre a Obama como "uma interpretação totalmente errada do que ele está dizendo". "Depois de oito anos de arrogância que deixaram até amigos próximos contra os EUA, é preciso um presidente forte para reconhecer os erros do passado e para pressionar a si e ao mundo para fazerem melhor agora."
Fonte: Folha Online

Leia mais >>