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domingo, 9 de outubro de 2011

Confrontos entre cristãos e Exército no Egito deixam 23 mortos

Mohamed Abd El-Ghany/ReutersConfronto entre cristãos egípcios e a polícia. O enfrentamento ocorreu durante protesto contra ataque a igreja

Pelo menos 23 pessoas morreram, entre civis e militares, e dezenas ficaram feridas em confrontos entre cristãos coptas e militares no Cairo, informaram as fontes de segurança do Egito.

As fontes explicaram que os soldados mortos foram atingidos por tiros, e que ainda não se sabe a causa da morte dos civis.

A origem dos disparos não está clara, já que testemunhas coptas acusaram os "baltaguiya" (pistoleiros) de atirarem nos manifestantes, versão contestada pela imprensa estatal, que garante que os religiosos abriram fogo contra os militares.

Dezenas de feridos foram levados para diversos centros médicos, principalmente para o Hospital Copta.

PROTESTO

Segundo a Efe, civis armados com pedaços de madeira e facas foram à praça Tahrir e ao edifício que abriga a emissora de rádio e televisão do governo, onde começaram os confrontos entre o Exército e cristãos coptas, que protestavam devido ao incêndio de uma igreja em Edfu, no sul do país.

Os manifestantes pediam a demissão do governador da província de Assuã, onde a igreja foi demolida, quando a violência teve início.

Veículos do Exército foram ao local para tentar conter os conflitos, os mais graves no Egito desde a revolução que pôs fim ao regime de Hosni Mubarak, em 11 de fevereiro.

O efeito do gás lacrimogêneo usado pelas forças de segurança pode ser sentido em grande parte do centro da capital egípcia, onde incessantemente foram ouvidas sirenes de ambulâncias transportando feridos.

Na praça Abdelmonem Riyad, próxima ao local dos confrontos, grupos de cristãos gritaram expressões de ordem como "com o espírito e o sangue nos sacrificamos pela cruz", e outros de muçulmanos cantaram lemas como "Alá é grande", em um ambiente de grande tensão, informou a agência estatal de notícias Mena.

TENSÕES

As tensões sectárias entre a minoria cristã (cerca de 10% da população) e os muçulmanos vem crescendo desde a derrubada do antigo regime.

Os cristãos acusam o governo interino de não reprimir atos de violência contra eles. Fonte: Folha Online com Agências de Notícias

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Agitação no mundo árabe

A mídia está cheia de notícias sobre a agitação no mundo árabe, que poderá ter conseqüências graves para Israel. Durante décadas, Israel, o Ocidente, e especialmente os Estados Unidos, confiaram no Egito, ou seja, em seu presidente Hosni Mubarak. Mas a Bíblia já advertiu que o Egito é uma cana quebrada, e que todos que confiam nele seriam confundidos (veja 2 Rs 18.21; Ez 29.6-7). Isto tornou-se realidade agora.

Na história, o Egito sempre desempenhou um papel central como inimigo e antagonista de Israel. Apenas nos últimos 62 anos do moderno Estado de Israel, este foi atacado pelo menos quatro vezes pelo Egito. Nos tempos bíblicos, os filhos de Israel foram oprimidos no Egito, que não quis deixá-los sair. Mas Deus salvou Seu povo e o levou com mão forte para a Terra Prometida. Como um fio condutor ao longo da história, mostra-se que o Senhor intervém em favor de Israel.

Entretanto, também há relatos positivos sobre o Egito: Jesus ficou no Egito quando Herodes queria matá-lO (veja Mt 2.13-15). Isso aconteceu para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta: “Do Egito chamei o meu filho” (Os 11.1). Em Isaías 19 lemos que – no Milênio – Israel, a Assíria e o Egito serão uma bênção no meio da terra (vv. 23-25).

Enquanto isso, Israel precisa de nossas orações, pois ninguém sabe o que acontecerá no Egito após a queda de Mubarak. Se a Irmandade Muçulmana assumir parte do poder, Israel terá de mudar toda a sua doutrina militar, pois os líderes islâmicos já falam em guerra contra Israel. Enquanto isso, no Líbano – o Hezb’Allah (Partido de Alá) foi fortalecido nas eleições. Em outras palavras, o perigo para Israel espreita de todos os lados. Conno Malgo - http://www.beth-shalom.com.br

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Mubarak renuncia à Secretário-geral anuncia que vai sair em breve da Liga Árabe, diz agência

Amr Mussa - Foto: Reuters

Amr Mussa é apontado como possível candidato a presidente no Egito.
Hosni Mubarak renunciou nesta sexta (11) e entregou o poder ao Exército.

O secretário-geral da Liga Árabe, Amr Mussa, disse nesta sexta-feira (11) que vai deixar a organização que comandou por cerca de 10 anos "dentro de semanas", afirmou a agência estatal de notícias do Egito.

Mussa, um ex-ministro das Relações Exteriores egípcio que muitas vezes ganhou apoio da opinião pública árabe por seus comentários francos, é apontado por alguns como um possível futuro candidato presidencial no Egito, cujo presidente, Hosni Mubarak, renunciou nesta sexta..

Ele não tem revelado quais são seus objetivos, mas sempre falou que não descartava a possivilidade de se candidatar. O país tem eleições previstas para setembro.

Hosni Mubarak renunciou na sexta-feira como presidente do Egito, cedendo à pressão dos protestos populares pelo fim de seu governo de 30 anos. Fonte: Reuters via G1/Globo.com

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Exército elogia saída de Mubarak e promete mediar transição

O Conselho Supremo das Forças Armadas do Egito afirmou nesta sexta-feira que não pretende substituir "a legitimidade desejada pelo povo" egípcio e que irá anunciar em breve medidas para uma fase de transição no país.

A afirmação foi feita em breve comunicado na emissora de TV estatal, horas depois de o vice-presidente do país, Omar Suleiman, ter anunciado a renúncia do ditador Hosni Mubarak, que ficou 30 anos no poder.

Na nota, a cúpula militar, que comandará a transição até realização de eleições, elogia ainda a saída de Mubarak, dizendo que a medida está de acordo com "os interesses do país". Os militares também saudaram os "mártires que perderam suas vidas" durante os violentos confrontos e protestos, que entraram hoje no 18º dia.

"Sabemos a extensão da gravidade e da seriedade desse assunto e as demandas do povo para iniciar mudanças radicais", dizia o texto. "O Conselho Supremo das Forças Armadas está estudando o tema para atingir as esperanças de nosso grande povo."

"O conselho irá soltar um comunicado detalhando os passos e procedimentos e diretivas que serão tomadas, confirmando ao mesmo tempo que não há nenhuma alternativa para a legitimidade aceitável pelo povo."

Na nota, o conselho também cumprimentou Mubarak "por tudo o que deu ao país em tempos de guerra e paz, e por seu patriotismo, priorizando os mais altos interesses da nação".

NOVO LÍDER

O ministro de Defesa do Egito, Mohamed Hussein Tantawi, deve ser o novo chefe de governo. Segundo a agência de notícias Reuters, que cita fontes militares, Tantawi é o chefe do Conselho Supremo das Forças Armadas, a quem Mubarak entregou a administração do país.

Ele fez um tour pela área do palácio presidencial que pertencia a Mubarak nesta sexta-feira, de acordo com a rede de TV Al Arabyia.

Anteriormente, o vice-presidente egípcio, Omar Suleiman, anunciou a saída do ditador e disse que o poder foi entregue às Forças Armadas. "O presidente Hosni Mubarak decidir renunciar como presidente do Egito", disse Suleiman, em um breve anúncio, acrescentando que a decisão foi tomada diante das "difíceis circunstâncias pelas quais o país passa".

Autoridades dos Estados Unidos veem Tantawi como um aliado empenhado em evitar uma nova guerra contra Israel, mas no passado o criticaram reservadamente por ser resistente a mudanças políticas e econômicas. Ele conversou por telefone em cinco ocasiões com o secretário americano de Defesa, Robert Gates, desde o início da crise, em 25 de janeiro. A última conversa ocorreu nesta quinta-feira à noite.

As relações com o Exército egípcio são tradicionais e importantes para Washington, que fornece cerca de US$ 1,3 bilhão por ano em ajuda militar ao país.

Fontes do Pentágono se mantêm mudas a respeito das discussões entre Tantawi e Gates, mas o secretário de Defesa tem feito elogios públicos aos militares egípcios por serem uma força estabilizadora em meio à crise. Na terça-feira, Gates disse que os militares do Egito haviam dado "uma contribuição à democracia".

Mas, reservadamente, autoridades dos EUA caracterizam Tantawi como alguém "relutante com mudanças" e desconfortável com a ênfase americana no combate ao terrorismo, segundo um documento de 2008 do Departamento de Estado, divulgado pelo site WikiLeaks.

Tantawi, 75, serviu em três conflitos contra Israel - na crise de Suez, em 1956, e nas guerras de 1967 e 73.

O comunicado interno do Departamento de Estado dizia que o comandante estava "comprometido em prevenir que outra [guerra] aconteça um dia".

Apesar disso, diplomatas alertaram, antes de uma visita dele a Washington em 2008, que as autoridades dos EUA deveriam se preparar para encontrar "um Tantawi envelhecido e resistente a mudanças".

"Charmoso e cortês, ele está, não obstante, preso a um paradigma militar pós-Camp David, que tem servido aos estreitos interesses da sua corte nas últimas três décadas", dizia o documento, referindo-se ao acordo de paz entre Egito e Israel, assinado em 1979 na residência de veraneio da Presidência americana.

Washington há muito tempo cobrava mudanças no Cairo. Mas o documento afirma que Tantawi "tem se oposto tanto às reformas econômicas quanto políticas, as quais ele percebe como uma erosão do poder do governo central".

FESTA NAS RUAS

O anúncio -- feito no 18º dia seguido de intensos e violentos protestos que tomaram diversas cidades do Egito-- foi recebido com gritos de comemoração, cantos e bandeiras sendo agitadas na praça Tahrir, centro do Cairo, que foi o epicentro dos protestos públicos contra o regime de Mubarak, que estava no poder desde 1981.

A renúncia ocorre menos de 24 horas depois de fortes rumores de sua saída imediata do poder. Na noite de quinta-feira, Mubarak discursou à nação e disse que passava parte de seu poder a Suleiman, mas permaneceria até setembro --quando estão previstas eleições presidenciais. O discurso de "fico" causou fúria nos manifestantes que marcharam em direção ao Palácio Presidencial aos gritos para que deixasse o poder.

Mais cedo, o porta-voz do partido de Mubarak havia confirmado que o mandatário e sua família viajaram para o balneário de Sharm el-Sheikh, no mar Vermelho. "Ele está em Sharm el-Sheikh", afirmou Mohammed Abdellah, do Partido Nacional Democrático.

Pouco antes, fontes ligadas ao governo informaram que Mubarak e a família haviam deixado o Cairo nesta sexta-feira, mas sem deixar claro qual era o destino.

Os violentos protestos registrados no Egito por mais de duas semanas registraram quase 300 mortes, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), além da morte de jornalistas e diversos ataques à imprensa.

Iniciadas no Cairo, as manifestações se espalharam por outras cidades, como Alexandria e Suez.

O Exército teve um papel crucial desde o início da crise, por vezes apoiando a população mas em algumas ocasiões também abrindo fogo contra os manifestantes. Fonte: Folha Online com Agências Internacionais

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Pastor Hisham Kamel expõe os avanços e desafios do trabalho missionário nos países do Oriente Médio e mundo islâmico

Momento em que o pastor Hisham Kamel fazia sua exposição

O Oriente Médio é uma região do mundo composta por 22 países e a maior parte desta população é mulçumana, região chamada pelos missiólogos como JANELA 10X40 e conhecida pelas crueldades que são praticadas contra as pessoas que tem a coragem de se manifestar e declarar que são cristãos e que reconhecem Jesus como o seu salvador.

Sempre em nossas igrejas temos lido os depoimentos e relatos de assassinatos, prisões e as inumeras perseguições e crueldades cometidas contra evangélicos, pastores, missionários e seus familiares e na maioria das vezes os agressores contam com o apoio ou no mínimo com a conivência das autoridades destes países (para saber mais visite o site da missão portas abertas - http://www.portasabertas.org.br/).

Independente destas dificuldades encontradas pela perseguição a igreja neste países o pastor Hisam Kamel alegrou a todos os presentes com o seu testemunho ao relatar os avanços que o trabalho missionário tem obtido junto a alguns destes países.

O reverendo Dr. Hisam S. Kamel é Diretor Internacional do árabe Communication Center; Coordenador Geral do Terceiro Mundo Missão Association (TWMA) e é comprometido com missões entre os mulçumanos e apresentou os desafios que são grandes, mas também teceu alguns avanços do trabalho missionário no Egito, Líbano, Irã e Iraque.


EGITO - A Igreja Perseguida no Egito
21ª posição na Classificação de países por perseguição
1. O atual presidente do Egito foi escolhido por meio de eleições livres; 2. O natal é feriado nacional e pode ser comemorado pelos cristãos; 3. A constituição federal do Egito foi alterada e agora prevê a liberade religiosa; 4. 4. Milhares de pessoas tem se batizado anualmente e hoje os cristãos já são mais de 1 milhão no Egito.

LÍBANO


1. Após mais de 25 anos de guerra civil e invasão e domínio Sírio devido a guerra do Iraque os sírios deixaram o Líbano e hoje ele é um país soberano; 2.Durante a última guerra entre Israel e o Hezbola milhares de civis ficaram feridos e desabrigados e em sua fuga e desespero não foram acolhidos por nenhum mulçumano, porém os evangélicos os receberam e milhares foram abrigados, tratados e com este testemunho milhares se converteram.

IRÃ - A Igreja Perseguida no Irã
3ª posição na Classificação de países por perseguição
1. Nos últimos anos devido a perseguição dos revolucionários do Islã milhares tem se revoltado e se decepcionado com o Islã e cerca de 30.000 deixaram o Islã nos últimos anos; 2. O crescimento dos evangélicos no Irã esta em torno de 7 a 10% por ano.

IRAQUE - A Igreja Perseguida no Iraque
16ª posição na Classificação de países por perseguição
1. O atual presidente foi eleito democraticamente pelo povo; 2. A constituição federal do Iraque foi alterada e prevê a liberdade religiosa; 3. Na época de Sadam Hussein Bagdá tinha 1 igreja evangélica hoje são mais de 20 igrejas evangélicas na capital.

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