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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Agitação no mundo árabe

A mídia está cheia de notícias sobre a agitação no mundo árabe, que poderá ter conseqüências graves para Israel. Durante décadas, Israel, o Ocidente, e especialmente os Estados Unidos, confiaram no Egito, ou seja, em seu presidente Hosni Mubarak. Mas a Bíblia já advertiu que o Egito é uma cana quebrada, e que todos que confiam nele seriam confundidos (veja 2 Rs 18.21; Ez 29.6-7). Isto tornou-se realidade agora.

Na história, o Egito sempre desempenhou um papel central como inimigo e antagonista de Israel. Apenas nos últimos 62 anos do moderno Estado de Israel, este foi atacado pelo menos quatro vezes pelo Egito. Nos tempos bíblicos, os filhos de Israel foram oprimidos no Egito, que não quis deixá-los sair. Mas Deus salvou Seu povo e o levou com mão forte para a Terra Prometida. Como um fio condutor ao longo da história, mostra-se que o Senhor intervém em favor de Israel.

Entretanto, também há relatos positivos sobre o Egito: Jesus ficou no Egito quando Herodes queria matá-lO (veja Mt 2.13-15). Isso aconteceu para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta: “Do Egito chamei o meu filho” (Os 11.1). Em Isaías 19 lemos que – no Milênio – Israel, a Assíria e o Egito serão uma bênção no meio da terra (vv. 23-25).

Enquanto isso, Israel precisa de nossas orações, pois ninguém sabe o que acontecerá no Egito após a queda de Mubarak. Se a Irmandade Muçulmana assumir parte do poder, Israel terá de mudar toda a sua doutrina militar, pois os líderes islâmicos já falam em guerra contra Israel. Enquanto isso, no Líbano – o Hezb’Allah (Partido de Alá) foi fortalecido nas eleições. Em outras palavras, o perigo para Israel espreita de todos os lados. Conno Malgo - http://www.beth-shalom.com.br

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Pastor Hisham Kamel expõe os avanços e desafios do trabalho missionário nos países do Oriente Médio e mundo islâmico

Momento em que o pastor Hisham Kamel fazia sua exposição

O Oriente Médio é uma região do mundo composta por 22 países e a maior parte desta população é mulçumana, região chamada pelos missiólogos como JANELA 10X40 e conhecida pelas crueldades que são praticadas contra as pessoas que tem a coragem de se manifestar e declarar que são cristãos e que reconhecem Jesus como o seu salvador.

Sempre em nossas igrejas temos lido os depoimentos e relatos de assassinatos, prisões e as inumeras perseguições e crueldades cometidas contra evangélicos, pastores, missionários e seus familiares e na maioria das vezes os agressores contam com o apoio ou no mínimo com a conivência das autoridades destes países (para saber mais visite o site da missão portas abertas - http://www.portasabertas.org.br/).

Independente destas dificuldades encontradas pela perseguição a igreja neste países o pastor Hisam Kamel alegrou a todos os presentes com o seu testemunho ao relatar os avanços que o trabalho missionário tem obtido junto a alguns destes países.

O reverendo Dr. Hisam S. Kamel é Diretor Internacional do árabe Communication Center; Coordenador Geral do Terceiro Mundo Missão Association (TWMA) e é comprometido com missões entre os mulçumanos e apresentou os desafios que são grandes, mas também teceu alguns avanços do trabalho missionário no Egito, Líbano, Irã e Iraque.


EGITO - A Igreja Perseguida no Egito
21ª posição na Classificação de países por perseguição
1. O atual presidente do Egito foi escolhido por meio de eleições livres; 2. O natal é feriado nacional e pode ser comemorado pelos cristãos; 3. A constituição federal do Egito foi alterada e agora prevê a liberade religiosa; 4. 4. Milhares de pessoas tem se batizado anualmente e hoje os cristãos já são mais de 1 milhão no Egito.

LÍBANO


1. Após mais de 25 anos de guerra civil e invasão e domínio Sírio devido a guerra do Iraque os sírios deixaram o Líbano e hoje ele é um país soberano; 2.Durante a última guerra entre Israel e o Hezbola milhares de civis ficaram feridos e desabrigados e em sua fuga e desespero não foram acolhidos por nenhum mulçumano, porém os evangélicos os receberam e milhares foram abrigados, tratados e com este testemunho milhares se converteram.

IRÃ - A Igreja Perseguida no Irã
3ª posição na Classificação de países por perseguição
1. Nos últimos anos devido a perseguição dos revolucionários do Islã milhares tem se revoltado e se decepcionado com o Islã e cerca de 30.000 deixaram o Islã nos últimos anos; 2. O crescimento dos evangélicos no Irã esta em torno de 7 a 10% por ano.

IRAQUE - A Igreja Perseguida no Iraque
16ª posição na Classificação de países por perseguição
1. O atual presidente foi eleito democraticamente pelo povo; 2. A constituição federal do Iraque foi alterada e prevê a liberdade religiosa; 3. Na época de Sadam Hussein Bagdá tinha 1 igreja evangélica hoje são mais de 20 igrejas evangélicas na capital.

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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Polícia de Israel separa judeus de árabes no Dia do Perdão

A polícia de Israel montou um forte esquema de segurança nesta segunda-feira para impedir atritos entre árabes e judeus nas cidades mistas do país durante o principal feriado judaico, o Iom Kipur (Dia do Perdão), inclusive separando as comunidades em uma cidade. Em 2008, o Iom Kipur foi marcado por confrontos violentos entre cidadãos árabes e judeus na cidade de Aco, no norte de Israel. Daí a decisão da policia israelense de separar os dois grupos.

De acordo com a tradição judaica, nesse feriado o país praticamente para. Todos os veículos --inclusive o transporte público-- deixam de circular, a maioria dos judeus israelenses costuma jejuar e até a mídia local interrompe o trabalho. Nas cidades mistas, onde moram cidadãos judeus e árabes, cria-se uma situação delicada.


No ano passado, a entrada de um carro dirigido por um motorista árabe em um bairro de maioria judaica na cidade de Aco causou um tumulto generalizado, com confrontos violentos que envolveram milhares de pessoas dos dois lados.

Alguns judeus religiosos espancaram o motorista árabe e os rumores rapidamente se espalharam pela cidade, levando a um confronto que deixou dezenas de feridos e causou ampla destruição no centro comercial de Aco.

No feriado deste ano, a polícia anunciou "tolerância zero em relação a qualquer distúrbio da ordem pública". Em Aco, foram instaladas barreiras para criar separação física total entre as duas populações. Policiais foram posicionados para impedir a entrada de veículos nos bairros de maioria judaica, e judeus que quiserem entrar na Cidade Velha de Aco, onde a maioria é árabe, serão acompanhados por policiais.

Cidadãos árabes que quiserem entrar, a pé, nos bairros de maioria judaica, também serão escoltados por policiais. Famílias árabes que moram em bairros de maioria judaica concordaram em sair de suas casas por um dia.

De acordo com Jafer Frech, da ONG Mossawa, de defesa dos direitos dos cidadãos árabes, "as famílias árabes concordaram em sair para não ferir os sentimentos do público judaico". Segundo Frech, "neste ano há uma separação entre as populações e os árabes da cidade entendem que é necessário respeitar esse dia".

A preocupação com possíveis choques entre judeus e árabes no Yom Kipur também levou a polícia a entrar em estado de alerta em todas as outras cidades mistas do país --Jerusalém, Nazaré, Maalot, Yafo, Ramle e Lod. Além das forças policiais regulares, participam do esquema de segurança soldados da polícia da fronteira.

De acordo com a polícia, o objetivo é impedir "atritos étnicos nesse dia sensível". Fonte: BBC Brasil

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