
Pastor Marcos Pereira comenta como a ação dos religiosos contribuiu para evitar massacre na ocupação das favelas do Complexo do Alemão.
O pastor-presidente da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD), Marcos Pereira da Silva, conhecido pelo trabalho evangelístico nas comunidades do Rio de Janeiro e nos presídios brasileiros, elogiou o trabalho da polícia na ocupação das favelas do Complexo do Alemão, no entanto, lembrou que a atuação dos grupos evangélicos contribuiu para o sucesso da operação.
Em entrevista exclusiva à revista Exibir Gospel, cuja equipe de reportagem esteve no Rio de Janeiro para uma matéria especial na comunidade, o pastor declarou: “Os religiosos tiveram um papel muito importante. Os traficantes foram enfraquecidos pelo poder da Palavra de Deus”, afirmou.
Alguns criminosos do Complexo do Alemão chegaram a pedir a presença do pastor, que acabou não sendo solicitado pelas forças de segurança. Sua equipe, porém, esteve lá momentos antes da ocupação do morro. “Os traficantes estavam desesperados, preparando ataques e reivindicações, mas conseguimos convencê-los a não reagir e evitar um banho de sangue”, conta.
O pastor, que mantém também um centro de recuperação para dependentes químicos, falou ainda sobre como lida com os traficantes das várias comunidades cariocas. “Eles confiam em mim porque sabem que o meu trabalho é sério, que recupero jovens como eles”.
Durante a entrevista, Marcos Pereira revelou ainda que, em breve, partirá para um grande trabalho missionário em Belém do Pará, com o objetivo de evangelizar os detentos da cidade, em torno de 180 mil pessoas.Fonte: O Verbo / Mogi News / Exibir Gospel
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Pastor Marcos Pereira conta como evangélicos ajudaram a evitar banho de sangue na ocupação do Alemão
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quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Polícias Civil e Militar estendem operações para outras favelas do Rio
A Polícia do Rio estendeu nesta quinta-feira as operações contra o tráfico de drogas para as favelas de Parada de Lucas e Vigário Geral, na periferia da cidade, em meio a uma escalada da violência que já deixou pelo menos 33 mortos desde sábado (17). Outros dois homens morreram na madrugada desta quinta após serem baleados na zona oeste, mas a polícia ainda investiga se eles foram feridos durante confrontos.
Os quase 80 policiais civis que participaram das operações desta quinta foram recebidos a tiros nas favelas, mas não houve registro de feridos. O objetivo das operações era localizar veículos roubados, drogas e armas, além de traficantes.
Foto:Bruno Domingos/Reuters -
Polícia verifica material apreendido em Parada de Lucas; pelo menos 33 morreram no Rio
Segundo a Polícia Civil, em Parada de Lucas, os policiais apreenderam um fuzil, uma metralhadora e uma pistola, além de munição de diferentes calibres.
Polícia Militar
Além destas duas incursões, um porta-voz do Bope (Batalhão de Operações Especiais), da Polícia Militar, afirmou que "grandes ações" estão sendo preparadas para diversas favelas de Rio, mas não quis dar detalhes ao respeito.
Os policiais do Bope continuaram hoje os trabalhos de vigilância na favela do morro de São João, na zona norte do Rio, de onde saíram no sábado os traficantes que tentaram invadir o vizinho morro dos Macacos, dando início à série de confrontos.
Também nesta quinta-feira, a Polícia Militar realiza operações nas favelas de Fallet, Fogueteiro, no Complexo dos Lins e Cachoeirinha, na Ladeira dos Tabajaras, na favela Kelsons, além das comunidades de Manguinhos e Mandela. Ainda não há um balanço sofre pessoas feridas ou detidas.
Os objetivos das ações policiais é localizar os traficantes envolvidos pelos ataques criminosos do último fim de semana, entre eles o traficante Fabiano Atanásio da Silva, o FB, 33, que atua no Complexo de favelas do Alemão (zona norte).
Os confrontos têm gerado pânico entre moradores das favelas atingidas. Hoje, o comércio de uma rua do bairro do Rio Comprido, na zona norte, amanheceu fechado supostamente por ordem de traficantes. Fonte: Folha Online com Efe
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Os quase 80 policiais civis que participaram das operações desta quinta foram recebidos a tiros nas favelas, mas não houve registro de feridos. O objetivo das operações era localizar veículos roubados, drogas e armas, além de traficantes.
Foto:Bruno Domingos/Reuters -Polícia verifica material apreendido em Parada de Lucas; pelo menos 33 morreram no Rio
Segundo a Polícia Civil, em Parada de Lucas, os policiais apreenderam um fuzil, uma metralhadora e uma pistola, além de munição de diferentes calibres.
Polícia Militar
Além destas duas incursões, um porta-voz do Bope (Batalhão de Operações Especiais), da Polícia Militar, afirmou que "grandes ações" estão sendo preparadas para diversas favelas de Rio, mas não quis dar detalhes ao respeito.
Os policiais do Bope continuaram hoje os trabalhos de vigilância na favela do morro de São João, na zona norte do Rio, de onde saíram no sábado os traficantes que tentaram invadir o vizinho morro dos Macacos, dando início à série de confrontos.
Também nesta quinta-feira, a Polícia Militar realiza operações nas favelas de Fallet, Fogueteiro, no Complexo dos Lins e Cachoeirinha, na Ladeira dos Tabajaras, na favela Kelsons, além das comunidades de Manguinhos e Mandela. Ainda não há um balanço sofre pessoas feridas ou detidas.
Os objetivos das ações policiais é localizar os traficantes envolvidos pelos ataques criminosos do último fim de semana, entre eles o traficante Fabiano Atanásio da Silva, o FB, 33, que atua no Complexo de favelas do Alemão (zona norte).
Os confrontos têm gerado pânico entre moradores das favelas atingidas. Hoje, o comércio de uma rua do bairro do Rio Comprido, na zona norte, amanheceu fechado supostamente por ordem de traficantes. Fonte: Folha Online com Efe
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