Dois detentos, um deles armado, fizeram reféns após uma tentativa de fuga do presídio de segurança máxima de Campo Grande (MS). A tentativa de fuga ocorreu por volta das 12h de hoje, quando Carlos Henrique da Silva e um preso ainda não identificado eram levados para fazer exames no posto médico da unidade.
Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Militar, Silva sacou um revólver calibre 32 quando passava próximo ao portão de saída do presídio e tentou obrigar os agentes prisionais a permitir a sua fuga. A tentativa foi frustrada por um agente que conseguiu acionar o alarme.
Os detentos se abrigaram dentro do posto médico, onde fizeram dois reféns. No local, segundo a PM, havia dez pessoas. Um policial especialista em negociações foi chamado e, após quase duas horas de contato com os presos, conseguiu a libertação dos reféns. Ninguém ficou ferido.
A direção da Agepen (Agência de Administração do Sistema Penitenciário) disse que irá abrir sindicância para apurar como o revólver entrou na unidade. Os presos envolvidos na confusão foram levados para prestar depoimento à Polícia Civil. Fonte: Folha Online, reportagem de Rodrigo Vargas
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segunda-feira, 2 de maio de 2011
Presos tentam fugir de presídio de segurança máxima em MS
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Presos aproveitam barulho da chuva para fugir de cadeia em Nova Esperança
Dez presos fugiram por um buraco no teto da cela. No momento da fuga chovia muito e o policial de plantão não percebeu a movimentação. A polícia só soube da fuga após uma denúncia anônima. Nenhum dos fugitivos foi recapturado
Dez presos fugiram durante a madrugada desta sexta-feira (11) da cadeia de Nova Esperança, aproximadamente 40 quilômetros de Maringá, na região Noroeste do estado. Eles retiraram um pedaço da grade da cela e fizeram um buraco no teto, contou o delegado Diego Elias de Freitas Rodrigues de Almeida em entrevista a RPC TV Paranavaí.
Segundo Almeida, no momento da fuga havia um policial de plantão, que não percebeu a movimentação por causa da chuva. A ausência dos presos só foi notada depois de uma denúncia anônima.
Equipes da Polícia Civil e Militar fazem rondas pela cidade e região para tentar encontrar os fugitivos. Até por volta das 10h desta sexta-feira ninguém tinha sido recapturado.Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Fábio Guillen, com informações da RPC TV Paranavaí
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Dez presos fugiram durante a madrugada desta sexta-feira (11) da cadeia de Nova Esperança, aproximadamente 40 quilômetros de Maringá, na região Noroeste do estado. Eles retiraram um pedaço da grade da cela e fizeram um buraco no teto, contou o delegado Diego Elias de Freitas Rodrigues de Almeida em entrevista a RPC TV Paranavaí.
Segundo Almeida, no momento da fuga havia um policial de plantão, que não percebeu a movimentação por causa da chuva. A ausência dos presos só foi notada depois de uma denúncia anônima.
Equipes da Polícia Civil e Militar fazem rondas pela cidade e região para tentar encontrar os fugitivos. Até por volta das 10h desta sexta-feira ninguém tinha sido recapturado.Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Fábio Guillen, com informações da RPC TV Paranavaí
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Dois presos fogem da Penitenciária de Londrina dentro de caminhão baú
Direção da unidade prisional se limitou a confirmar a fuga. Veículo é utilizado para levar matéria-prima e recolher copos, canudos e pratos descartáveis produzidos pelos detentos
Em uma ação ousada e planejada, dois detentos conseguiram fugir dentro de um caminhão da Penitenciária Estadual de Londrina (PEL), na última sexta-feira (11). Procurada, na manhã desta quarta-feira (16), a direção se limitou a confirmar a fuga e afirmou que todas as informações seriam repassadas pela Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Seju). A assessoria de imprensa da Seju disse que não iria se pronunciar sobre o caso.
Segundo o diretor do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná em Londrina, Antonio Alves da Silva Filho, os presos conseguiram ludibriar a segurança e escaparam dentro de um caminhão baú, que leva matéria-prima e recolhe copos, canudos e pratos plásticos produzidos pelos detentos.
“Os presos produzem uma grande quantidade de material e o caminhão entra e sai lotado. Para fugir, eles tiveram o apoio de mais dois detentos, que retiraram uma placa de amianto do telhado que divide o setor de oficinas e pularam para o local onde os foragidos estavam trabalhando. Quando o caminhão vai sair, os presos são trancados e contados. Nesse momento, os dois comparsas ficaram entre os demais presos e a contagem deu a mesma da inicial. Com isso, o agente penitenciário não percebeu a fuga”, relatou.
O sindicalista, que já trabalhou na segurança do setor de produção de produtos plásticos, argumentou que é “muito difícil” fazer o controle de todo o material que entra e sai da PEL. Segundo ele, o caminhão sempre está com a sua capacidade máxima. “Já tinha alertado sobre essa situação e pedi providências, pois a carga é tão grande que é impossível entrar no caminhão. As caixas são colocadas até o teto, o que impede a visão do fundo do baú. Até falei que se colocassem dez armas nas caixas, elas entrariam com facilidade. Não dá para vistoria todas as caixas. A fuga mostra que nenhuma providência foi tomada”, disse. Fonte: Gazeta do Povo
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Em uma ação ousada e planejada, dois detentos conseguiram fugir dentro de um caminhão da Penitenciária Estadual de Londrina (PEL), na última sexta-feira (11). Procurada, na manhã desta quarta-feira (16), a direção se limitou a confirmar a fuga e afirmou que todas as informações seriam repassadas pela Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Seju). A assessoria de imprensa da Seju disse que não iria se pronunciar sobre o caso.
Segundo o diretor do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná em Londrina, Antonio Alves da Silva Filho, os presos conseguiram ludibriar a segurança e escaparam dentro de um caminhão baú, que leva matéria-prima e recolhe copos, canudos e pratos plásticos produzidos pelos detentos.
“Os presos produzem uma grande quantidade de material e o caminhão entra e sai lotado. Para fugir, eles tiveram o apoio de mais dois detentos, que retiraram uma placa de amianto do telhado que divide o setor de oficinas e pularam para o local onde os foragidos estavam trabalhando. Quando o caminhão vai sair, os presos são trancados e contados. Nesse momento, os dois comparsas ficaram entre os demais presos e a contagem deu a mesma da inicial. Com isso, o agente penitenciário não percebeu a fuga”, relatou.
O sindicalista, que já trabalhou na segurança do setor de produção de produtos plásticos, argumentou que é “muito difícil” fazer o controle de todo o material que entra e sai da PEL. Segundo ele, o caminhão sempre está com a sua capacidade máxima. “Já tinha alertado sobre essa situação e pedi providências, pois a carga é tão grande que é impossível entrar no caminhão. As caixas são colocadas até o teto, o que impede a visão do fundo do baú. Até falei que se colocassem dez armas nas caixas, elas entrariam com facilidade. Não dá para vistoria todas as caixas. A fuga mostra que nenhuma providência foi tomada”, disse. Fonte: Gazeta do Povo
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