O governador Beto Richa (PSDB) assinou na tarde desta quarta-feira (6) o decreto que cria a Delegacia de Homicídios de Maringá.
A medida foi anunciada juntamente com outros anúncios de reforço na segurança pública estadual como a autorização para a criação de um concurso para delegados, com cerca de 400 vagas, e a criação de um Batalhão de Fronteira em Marechal Cândido Rondon.
Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Segurança Pública, ainda não existe a definição de quantos delegados e investigadores vão designados para a delegacia. Esta definição deve ser tomada em breve, dentro de um processo em andamento que verifica as questões legais e administrativas para o funcionamento da unidade.
O delegado-chefe da 9ª Subdivisão Policial (9ªSDP) de Maringá, Osnildo Carneiro Lemes, que esteve em Curitiba para acompanhar o anúncio do governador, afirmou que a criação da Delegacia de Homicídios atende uma reivindicação da Polícia Civil de Maringá.
"Aceitaram bem a ideia e também viram a necessidade de também criar as delegacias de homicídios de Londrina e Cascavel", disse.
Segundo Lemes, com uma delegacia especializada, as investigações passam a ser mais criteriosas, como já acontece hoje em Maringá, onde o delegado-chefe criou recentemente o setor de homicídios com duas equipes de investigadores e dois escrivães.
"Até então, os crimes de homicídios eram investigados pela equipe de apoio, o que não garantia a devida atenção. Agora, as equipes especializadas em homicídios fazem os levantamentos preliminares e dão sequência às investigações para desvendar o crime", diz.
Neste primeiro momento o setor de homicídios passa a contar com uma nova viatura, entregue hoje à Polícia Civil de Maringá. "Por enquanto, o delegado que atende o setor é o adjunto (Nagib Nascif Palma), que tem a função de cuidar da cidade, e que acumula mais esta função.
Futuramente, com a contratação de novos delegados, esperamos receber um delegado para cuidar exclusivamente da Delegacia de Homicídios", conta. Fonte: O Diário, reportagem de Murilo Gatti
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quinta-feira, 7 de junho de 2012
Richa assina decreto para criação da Delegacia de Homicídios de Maringá
sábado, 26 de março de 2011
Operação do Nurce termina com 13 presos em Maringá e Sarandi
Trata-se de uma quadrilha que roubava caminhões e cargas. Dez prisões ocorreram em Maringá e três, em Sarandi. Nurce cumpriu ainda 30 mandados de busca e apreensão
Treze pessoas foram presas em Maringá e Sarandi durante a Operação Mão Amiga II, realizada, na manhã desta sexta-feira (25), pelo Núcleo de Repressão a Crimes Econômicos (Nurce). Trata-se, segundo o grupo, de uma quadrilha, cuja sede ficava em Maringá, que roubava caminhões e cargas do Paraná, São Paulo e, talvez, de outros estados. O líder é conhecido pelo apelido de Batman.
O Nurce cumpriu ainda 30 mandados de busca e apreensão, em Maringá, Sarandi, São Jorge do Ivaí e Tapejara. Os policiais encontraram diversos materiais que servem como provas contra a quadrilha, como computadores e documentos. A polícia informou que o grupo roubou 20 caminhões, no período de mais de um ano.
Hashitani explicou, durante entrevista coletiva nesta sexta-feira (25), como os criminosos agiam. Primeiramente, eles se posicionavam em um ponto da rodovia onde os caminhoneiros são obrigados a reduzir a velocidade. Quando o veículo passava, um deles pulava entre o cavalo e a carga.
O motorista era, então, rendido mesmo enquanto dirigia e, depois, levado para um cativeiro, sendo solto apenas horas depois. O caminhão ficava com o grupo e era, muitas vezes, levado para o Paraguai. A carga era vendida para outras pessoas. Entre os detidos está um empresário, cujo nome não foi revelado. Ele comprava cargas roubadas de óleo vegetal.
Todos os detidos tiveram expedidos contra si mandado de prisão temporária, que dura 30 dias. Assim que o inquérito terminar, a polícia tem a intenção de solicitar a prisão preventiva dos envolvidos.Fonte: Gazeta do PovO, reportagem de Thiago Ramari
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Policiais civis decidem por entrar em greve em Curitiba
Em assembleia dos policiais civis realizada na tarde de hoje, em Curitiba, a categoria resolveu entrar em greve na capital paranaense. Há ainda a possibilidade de a greve se estender por todo Estado. Em Cascavel e Londrina está sendo discutido a possibilidade da greve, o que deve ocorrer amanhã em Maringá.
Ao todo são mais de 3,2 mil policiais no Paraná que cruzarão os braços. As reivindicações da categoria são a contratação de profissionais, melhores condições de trabalho, implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) e reajuste salarial.
A categoria revelou que o quadro de policiais civis já está defasado em cerca de sete mil e o Sindicato da categoria, o Sindipol, exige que seja cumprida uma promessa feita pelo governador Roberto Requião, que há cinco anos prometeu um reajuste salarial para a categoria. Fonte: Paraná Online
domingo, 20 de dezembro de 2009
Concurso: Polícia Civil do Paraná abre 500 oportunidades
A Polícia Civil do Estado do Paraná publicou edital do concurso público que visa preencher 500 vagas em seus quadros. As chances são para escrivão (90), investigador (381) e papiloscopista (29). Há reserva de vagas para candidatos afro-descendentes e é necessário ter ensino superior para concorrer a qualquer um dos cargos. As remunerações são de R$ 1.955,92 para investigador e R$ 2.092,82 para escrivão e papiloscopista.
Como participar
O período de inscrições se iniciará em 14 de janeiro de 2010 e transcorrerá, somente via internet, até o dia 11 de fevereiro. O interessado deverá acessar o site da organizadora do concurso (www.cops.uel.br), preencher o formulário de inscrição, imprimir a taxa de participação, no valor de R$ 67, e pagá-la em qualquer agência bancária, impreterivelmente, até o dia 12 de fevereiro. Não há possibilidade de isenção, parcial ou total, do valor da taxa de inscrição. A relação final das inscrições homologadas será divulgada pela organizadora, em seu site, a partir de 24 de fevereiro.
Etapas
O concurso é dividido em cinco fases, todas de caráter eliminatório, sendo as duas primeiras também de caráter classificatório. A primeira fase consiste na aplicação de uma prova de conhecimentos gerais, português e interpretação de texto, noções de informática e raciocínio lógico, na provável data de 28 de março. Na etapa seguinte haverá uma avaliação de conhecimentos específicos: estatuto da Polícia Civil, direito penal, direito constitucional, direito administrativo, direito processual penal e legislação específica. Depois, seguirão pela ordem as provas de higidez física – que pedirá exames de hemograma completo, hepatite C e glicemia em jejum –, de aptidão física e de investigação de conduta. Fonte: Gazeta do Povo
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Policiais civis fazem manifestação e caminham para a greve
Policiais Civis da Capital e de 18 subdivisões do interior realizam hoje uma manifestação contra a intransigência do governo estadual em negociar o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), que se estende há mais de quatro anos. Em Curitiba, os policiais se reúnem a partir das 14 horas na Praça Nossa Senhora de Salete. O ato faz parte do indicativo de greve. A categoria não descarta uma paralisação.
Na semana passada, membros do Sindicato das Classes Policiais Civis do Estado do Paraná (Sinclapol) realizaram uma reunião com o secretário de segurança pública, Luiz Fernando Delazari, e com a secretária de administração e previdência, Maria Marta Lunardon, na tentativa de negociar a pauta. Mas, de acordo com o presidente do Sinclapol, André Gutierrez, o resultado foi péssimo.
“Eles acharam que nós iríamos nos contentar com um rascunho de um projeto, em uma apresentação no power point, que falava da modernização da polícia e trazia uma tabela de progressão horizontal e vertical. Mas os principais, que eram os valores e prazos, estavam em branco. E quando insistimos nestas questões, eles disseram que não tem condições de oferecer prazos e valores. De que adiantou então?”, questionou Gutierrez.
Segundo Gutierrez, hoje completam quatro anos do decreto do governo que apontou para a criação de uma comissão para a elaboração do projeto. “O que apresentaram para quatro anos é ridículo. Só nos mostraram a reestruturação da polícia, mas não falaram em salários. O investigador da polícia de 5ª classe ganha R$1,9 mil, enquanto o 2º tenente da PM, que é equivalente, ganha quase R$ 4 mil”, reclamou.
O movimento está confirmado para hoje na Capital e para outras 18 subdivisões espalhadas pelo interior do Estado. Os 30% de efetivo exigidos pelas leis trabalhistas permanecerão nos postos. Todos os policiais que não estiverem de plantão ou dentro deste 30% devem se juntar aos demais para dar força à manifestação. Ainda hoje, a categoria deve marcar uma nova assembleia com pauta exclusiva para decidir pela possibilidade da greve.
“A greve sempre acaba sendo contraproducente. Mas o governo se mostrou intransigente, já deu sinais de que a resposta que queremos não vem. Eles fecharam o canal da comunicação. O que querem é só manter um contato de alto nível dessas reuniões. Mas quatro anos não foram suficientes para elaborar o projeto? Não tem mais o que discutir com eles. A greve pode acontecer”, disse Gutierrez. Se decidir pela paralisação, o sindicato tem que informar a Secretaria de Estado de Segurança Pública com 72 horas de antecedência. A categoria já está com indicativo de greve há duas semanas. Fonte: Bem Paraná
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Policiais civis param nesta terça-feira
Às 14 horas, os policiais farão um ato na frente das delegacias para esclarecer a população sobre as reivindicações da classe. No mesmo horário, haverá uma caminhada no Centro Cívico com carro de som. Os policiais passarão pela Assembleia Legislativa e pelo Palácio das Araucárias, atual sede do governo do estado. Durante a manifestação no Centro Cívico, o Sinclapol também definirá a data da assembléia para consultar a classe sobre a possibilidade de greve. Se for decidido pela greve, o Sinclapol terá 72 horas para notificar a Secretaria de Estado de Segurança Pública. Há duas semanas os policiais civis já estão em indicativo de greve.
De acordo com o presidente do Sinclapol, André Luiz Gutierrez, o objetivo é de que se reponham as perdas salariais dos últimos anos e que haja isonomia salarial entre a Polícia Civil e Militar. “A Polícia Militar teve reposição salarial de 217% no governo Requião, enquanto que a Civil teve apenas 51%”, argumenta Gutierrez.
Além de questões salariais, a manifestação também vai exigir mais estrutura de trabalho aos policiais. A principal reclamação é relativa ao alto número de presos nas delegacias. “Preso não tem que ficar na delegacia, tem que ir para o sistema penitenciário, do contrário o policial deixa de ir para rua investigar os crimes para ficar cuidando da carceragem”, argumenta o presidente do Sinclapol. Fonte: Gazeta do Povo