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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Senador Roberto Requião também homenageou pastor Pimentel

AENEntre tantas autoridades que deram testemunho do trabalho pastoral do pastor José Pimentel de Carvalho e de como ele ajudou a comunidade de Curitiba e do Paraná, esta o ex-governador do estado do Paraná, atual senador Roberto Requião (PMDB) que também esteve presente e participou, do culto em comemoração ao aniversário de 93 anos do pastor José Pimentel de Carvalho no dia 08 de fevereiro de 2010 realizado no templo central da AD em Crutiba. Neste dia veja abaixo o que ele disse sobre o pastor Pimentel.

Requião logo no início de sua fala disse que participava da solenidade não só na condição de governador do Paraná, mas acima de tudo “como amigo do pastor Pimentel”.

“Ao invés de um discurso, que geralmente é longo e chato, quero assumir com o pastor Pimentel o compromisso de abraçar o meu amigo nos próximos dez aniversários. Daí pra frente vou estar meio velho e não sei se vou poder aparecer”, afirmou.

Requião disse que era amigo do pastor Pimentel desde o tempo em que era prefeito de Curitiba, lembrou que conheceu o líder da Assembléia de Deus em seu gabinete.

“Me diziam que havia um pastor na sala de espera que queria falar comigo. Achei que, assim como as demais pessoas, iria fazer algum pedido. Fui logo perguntando: o que posso fazer para ajudá-lo? Ele disse eu soube que o senhor está criando a Assoma – Associação dos Meninos de Curitiba, e que, neste início de mandato, a prefeitura está com falta de recursos. Eu vim em nome da Assembléia de Deus do Paraná oferecer os tijolos para completar a obra. A associação foi construída com os tijolos da Assembléia de Deus e do pastor Pimentel, que passou a fazer parte do conselho gestor desta escola que atendia meninos e meninas de rua. Desde então o pastor se transformou num grande amigo”, disse o governador.

Requião na oportunidade disse também "existem pessoas que são importantes, outras que são necessárias em determinadas ocasiões, e existem pessoas como o pastor Pimentel, que são indispensáveis".

O pastor Pimentel, com a ajuda de outros pastores levantou-se para abraçar o governador. “Requião é uma pessoa querida nossa. Depois de velho a gente perde muita coisa. Perde a visão, olfato, audição. Mas quero viver para acompanhá-lo até sentar no trono (poltrona) presidencial em Brasília. Muito obrigado pela presença Requião, meu amigo. Quero dizer que para mim é um prazer ter um governador de Estado numa reunião como esta".

Pastor Pimentel também falou sobre o senador Roberto Requião afirmando que ele "sempre priorizou o atendimento aos mais necessitados".

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Pastor Pimentel e o ex-senador Osmar Dias

No dia 02 de agosto de 2010 o Pastor Pimentel recebeu em seu gabinete o então senador Osmar Dias (PDT) e candidato ao governo do estado do Paraná que estava acompanhado do candidato ao Senado, Roberto Requião (PMDB) e da vereadora Noemia Rocha(PMDB).

Veja o que o Pastor Pimentel disse ao visitantes, "Curitiba conta hoje com 167 Assembléias de Deus que realizam, além do trabalho de recuperação de dependentes químicos, o cuidado de idosos e creches para crianças. Acredito que a política deve ser completa do início ao fim, com apoio a todos os que mais precisam, através das políticas sociais que já vêm sendo realizadas”, ressaltou.

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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Flashs Pastor Pimentel

Homenagem ao Pastor Pimentel de Carvalho durante o jubileu da CIEADEP - Foto:CIEADEP
Pastor Pimentel, Pastor Ival Teodoro - Presidente da CIEADEP e AD São José dos Pinhais e Pastor Firmino Gouveia - Presidente da AD de Belém do Pará "in memoriam"
Pastor Pimentel seu filho e neta e o então Governador Roberto Requião e sua esposa Maristela no aniversário de 94 anos de idade do Pr Pimentel
Pastor Pimentel e Pastor Hercílio Tenório - Presidente da AD Faxinal
Pastor Pimentel de Carvalho recebe o então candidato ao governo do estado, senador Osmar Dias e o ex-governador Roberto Requião e a vereadora Noêmia Rocha
Governador Roberto Requião homenageando o pastor Pimentel de Carvalho no seu aniversário de 08 de fevereiro de 2010

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terça-feira, 13 de julho de 2010

Dilma em Curitiba nesta quarta

Nesta quarta-feira (14) Dilma Roussef, candidata a presidência da República estará em Curitiba para uma reunião com prefeitos e lideranças políticas de todo o estado, organizada por Osmar Dias, Rodrigo Rocha Loures, Gleisi Hoffmann e Roberto Requião, candidatos majoritários pela coligação "A União Faz Um Novo Amanhã" que reúne PDT, PMDB, PT, PCdoB, PSC e PR.

O evento acontece a partir das 19 horas no Clube Concórdia que fica na rua Carlos Cavalcanti, 815.

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quinta-feira, 4 de março de 2010

Em Maringá, Requião diz que rompimento não estremece relações com o PT

Requião e petistas não deixaram transparecer clima de abalo nas relações - Foto: Carlos Mariucci

O coro foi endossado pelo presidente estadual do partido, Enio Verri, durante solenidade de entrega de obras em Maringá. Ainda assim, Requião voltou a criticar abertamente o ministro Paulo Bernardo

Dois dias após o Partido dos Trabalhadores (PT) anunciar a saída do governo do Paraná e determinar que os secretários do partido deixassem os cargos, o clima entre os petistas e o governador Roberto Requião (PMDB) era de absoluta tranquilidade. Durante entrega de obras na Universidade Estadual de Maringá (UEM), na manhã desta quinta-feira (4), o governador passou o tempo todo acompanhado da secretária de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Lugia Pupatto (PT) e chegou a brincar com o deputado Enio Verri (PT), após este terminar o discurso. O clima amistoso, contudo, não impediu Requião de acusar novamente o Ministro do Planejamento Paulo Bernardo. “Eu fiz uma denúncia de uma maracutaia que me foi apresentada pelo ministro Paulo Bernardo. Uma coisa absolutamente imoral, que brasileiro nenhum pode aceitar”, afirmou.

Os petistas presentes pareceram não se incomodar com as alfinetadas do governador. Requião, por sua vez, deixou claro que a saída do partido do governo não significou um abalo nas relações. “Não acho que (o desligamento do governo) estremeça. Eu não tenho nada contra o PT. O PT foi meu aliado no governo e trabalhou muito bem. Agora, maracutaia no Paraná não”.

Para o presidente estadual do PT, Enio Verri, não existe motivo para que a situação cause um mal estar pessoal, mas disse que fica dividido na troca de farpas entre o governador o ministro do planejamento. “Fui chefe de gabinete do Paulo Bernardo e depois secretário de planejamento. Eu era o coordenador geral do governo e via o Requião todo dia. Não tenho nenhum problema pessoal com ele”, disse Verri.

A acusação do governador foi o motivo do rompimento com o PT. Paulo Bernardo, segundo Requião, teria proposto o superfaturamento de R$ 350 milhões da obra do desvio ferroviário entre Guarapuava e Ipiranga – projeto que nunca saiu do papel. O ministro sempre negou ter feito a proposta.

Em Maringá, nesta quinta, Requião ainda falou sobre os motivos das acusações que fez contra o ministro. “O Paulo Bernardo deu entrevista alegando que o governador estava impedindo investimentos (federais) no Paraná. Eu disse que esse tipo de investimento eu não aceitava”. O relato teria sido levado ao conhecimento do governo federal, que paralisou o processo para liberação de verba para o ramal ferroviário.

Transição

A solenidade em Maringá não deve ser a última vez em que Requião e os secretários petistas devem ser vistos juntos. Verri explicou que a orientação aos filiados foi para que “construam uma transição”. Sem indicar uma data limite, ele acredita que as demissões sejam apresentadas em até 15 dias.

Lygia Pupatto falou em tom saudosista. “Nesses quatro anos em que estou no governo, aprendi que é possível transformar sonhos em realidade. O tempo passa, e se a equipe não trabalhar a gente não consegue realizar”. Questionada se isso foi um discurso de despedida, a secretária lembrou que seu desligamento já estava previsto. “Eu ia sair dia 31 de março, pois sou candidata a deputada estadual. Um dia a mais ou um dia a menos não faz diferença”. Lygia antecipou que esse não foi seu último ato frente à secretaria. “Temos uma série de compromissos assumidos e que vamos cumprir por responsabilidade pública”.

Já Requião não vê pressa. “O PT disse que quer sair do governo, mas até agora não saiu ninguém. Vão sair comigo em abril”, falou, referindo-se ao prazo de desincompatibilização dos pré-candidatos. Fonte: Jornal de Maringá, reportagem de Hélio Strassacapa

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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Palanque que derrubou Requião estava com dobro de pessoas do recomendado

“Foi excesso de peso. O palco é para 40 pessoas distribuídas em 120 metros. Na hora tinha umas 140 (pessoas) e estavam concentradas”, disse Dorigan, responsável pela estrutura
O governador e outras 24 pessoas ficaram feridas após uma queda de um palanque em Paiçandu, no Noroeste do Paraná. Dono da estrutura afirmou que só 40 pessoas poderiam estar no local. Governo reconhece que havia até 80 na hora do acidente

Havia pelo menos o dobro de pessoas em relação ao recomendado pela empresa que armou o palanque que cedeu e derrubou o governador Roberto Requião e outros políticos na manhã desta quinta-feira (5), em Paiçandu, região Noroeste. Segundo Anderson Dorigan, proprietário e responsável pela armação do palanque, a estrutura suportava 40 pessoas com segurança, mas no momento da queda o peso era bem maior. De acordo com o chefe da Casa Militar, coronel Washington Alves da Rosa, a estimativa é de que até 80 pessoas estavam no local.

“Foi excesso de peso. O palco é para 40 pessoas distribuídas em 120 metros. Na hora tinha umas 140 (pessoas) e estavam concentradas”, disse Dorigan, o que significa mais que o triplo, segundo a estimativa do responsável. O dono do palanque disse ainda que informou aos organizadores sobre o limite de pessoas que poderiam subir. Segundo ele, a estrutura era nova e tinha apenas três meses de uso. “Não foi problema estrutural”, disse.

O local onde ocorreu o acidente foi isolado e passara por uma perícia, que apontará as causas do acidente

Encontro com ministros é canceladoEm decorrência do acidente, os compromissos que Requião cumpriria em Londrina, na tarde desta quinta (5), foram cancelados, informa a assessoria de imprensa do Governo Estadual.

Na presença dos ministros Tarso Genro (Justiça) e Paulo Bernardo (Planejamento), o governador assinaria às 14h, o termo de adesão que inclui o Consórcio Intermunicipal de Segurança Pública e Cidadania de Londrina e Região (Cismel) no Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).

Às 16h30, Requião entregaria obras e equipamentos para a Universidade Estadual de Londrina (UEL).

“Eu acho que entre 50 e 80 pessoas estavam no palco”, afirmou o chefe da Casa Militar. Segundo Rosa, é a Casa Militar que define as medidas de seguranças em eventos oficiais e quantas pessoas poderiam estar no palanque. Ele explicou que a estrutura foi vistoriada nesta quarta-feira (4) e foi concluído que o palco suportaria até 300 pessoas, número bem acima da lotação na hora do acidente.

Queda do palanque

O palanque em que estavam o governador Roberto Requião (PMDB) e os secretários de estado Luiz Forte Netto (Desenvolvimento Urbano) e Luiz Fernando Delazari (Segurança Pública), entre outras autoridades, caiu no fim da manhã em Paiçandu, a cerca de 15 km de Maringá. O governador anunciava a entrega de 69 ônibus escolares para as 29 cidades que formam a Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep). O Corpo de Bombeiros deslocou diversas viaturas para a praça e 25 pessoas foram atendidas em hospitais da região com ferimentos leves.

O governador, segundo Rosa, luxou o pé esquerdo, depois que parte da estrutura do palanque caiu sobre ele. A assessoria de imprensa do Governo Estadual informa que o governador passa bem, embora esteja mancando, e diz que ele não foi levado para nenhum hospital. Entre os feridos estão o deputado estadual Nereu Moura (PMDB), que sofreu um corte na cabeça; o deputado federal Odílio Balbinotti (PMDB), com um ferimento no ombro; e o secretário Ênio Verri (Planejamento), que sofreu uma luxação na perna e passou por exames no Hospital Paraná. Também estavam no palanque os deputados estaduais Artagão Junior, Teruo Kato, Waldyr Pugliesi (todos do PMDB), Luiz Nishimori (PSDB) e Dr. Batista (PMN).

O evento ocorria na Praça da Igreja Matriz de Paiçandu, que fica na Avenida Luzia Roberto Françoso. Além das autoridades estaduais, muitos prefeitos da região acompanhavam a entregas dos ônibus.

Perícia

Os peritos do Instituto de Criminalística estiveram em Paiçandu na tarde desta quinta-feira e fizeram o levantamento preliminar do local do acidente. Embora a perícia não revele as conclusões iniciais da investigação, o coronel Washington Alves da Rosa disse que as barras de sustentação eram muito longas e o peso se concentrou sobre uma delas.

As análises preliminares são constituídas de medições, levantamento fotográfico e apreensão da estrutura para testes em laboratório. “É apreendida porque é uma evidência. Até agora os documentos de responsabilidade técnica não foram apresentados”, disse o engenheiro Luis Noboro Mazukawa, perito criminal.

O inquérito civil e criminal será conduzido pela Delegacia de Paiçandu. “Temos que esperar os laudos e apurar as responsabilidades. Ver se o placo tinha espaço e condições. Só depois vai caber ação criminal”, disse José Nunes Furtado, delegado de Paiçandu. Segundo Dorigan, dono do palanque, seu advogado vai indicar um perito particular para acompanhar as investigações. Fonte: Gazeta do Povo

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