No dia 02 de agosto de 2010 o Pastor Pimentel recebeu em seu gabinete o então senador Osmar Dias (PDT) e candidato ao governo do estado do Paraná que estava acompanhado do candidato ao Senado, Roberto Requião (PMDB) e da vereadora Noemia Rocha(PMDB).
Veja o que o Pastor Pimentel disse ao visitantes, "Curitiba conta hoje com 167 Assembléias de Deus que realizam, além do trabalho de recuperação de dependentes químicos, o cuidado de idosos e creches para crianças. Acredito que a política deve ser completa do início ao fim, com apoio a todos os que mais precisam, através das políticas sociais que já vêm sendo realizadas”, ressaltou.
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sábado, 26 de fevereiro de 2011
Pastor Pimentel e o ex-senador Osmar Dias
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Flashs Pastor Pimentel
Homenagem ao Pastor Pimentel de Carvalho durante o jubileu da CIEADEP - Foto:CIEADEPPastor Pimentel, Pastor Ival Teodoro - Presidente da CIEADEP e AD São José dos Pinhais e Pastor Firmino Gouveia - Presidente da AD de Belém do Pará "in memoriam"
Pastor Pimentel seu filho e neta e o então Governador Roberto Requião e sua esposa Maristela no aniversário de 94 anos de idade do Pr Pimentel
Pastor Pimentel e Pastor Hercílio Tenório - Presidente da AD Faxinal
Pastor Pimentel de Carvalho recebe o então candidato ao governo do estado, senador Osmar Dias e o ex-governador Roberto Requião e a vereadora Noêmia Rocha
Governador Roberto Requião homenageando o pastor Pimentel de Carvalho no seu aniversário de 08 de fevereiro de 2010
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terça-feira, 13 de julho de 2010
Dilma em Curitiba nesta quarta
Nesta quarta-feira (14) Dilma Roussef, candidata a presidência da República estará em Curitiba para uma reunião com prefeitos e lideranças políticas de todo o estado, organizada por Osmar Dias, Rodrigo Rocha Loures, Gleisi Hoffmann e Roberto Requião, candidatos majoritários pela coligação "A União Faz Um Novo Amanhã" que reúne PDT, PMDB, PT, PCdoB, PSC e PR.
O evento acontece a partir das 19 horas no Clube Concórdia que fica na rua Carlos Cavalcanti, 815.
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O evento acontece a partir das 19 horas no Clube Concórdia que fica na rua Carlos Cavalcanti, 815.
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sexta-feira, 18 de junho de 2010
OSMAR FORMALIZA PROPOSTA DE COLIGAÇÃO COM BETO RICHA
O senador Osmar Dias encaminhou hoje (18) proposta formal de coligação com o pré-candidato do PSDB a governador, Beto Richa. A proposta foi encaminhada ao Diretório Nacional do PDT, que deverá se manifestar sobre a aprovação da coligação. A carta é assinada por Osmar Dias, presidente licenciado, e pelo deputado estadual Augustinho Zucchi, presidente em exercício do PDT do Paraná.
Pela proposta, o PDT apoiará a candidatura de Beto Richa a governador e indicará o candidato a vice-governador, além do candidato para uma das vagas ao Senado.
Cópia da carta enviada ao presidente nacional do PDT, Manoel Dias, foi entregue no final da tarde ao pré-candidato Beto Richa, pelo deputado Augustinho Zucchi e pelo prefeito de Bandeirantes, Celso Benedito da Silva.
No texto, o PDT também pede autorização à direção nacional para fazer coligação com outros partidos que queiram participar da aliança com o PSDB nas eleições majoritária e proporcional.
Segundo o artigo 8º, da resolução 01/2010, a direção nacional do PDT terá três dias, contados a partir do recebimento da carta, para responder à consulta.
Pela proposta, o PDT apoiará a candidatura de Beto Richa a governador e indicará o candidato a vice-governador, além do candidato para uma das vagas ao Senado.
Cópia da carta enviada ao presidente nacional do PDT, Manoel Dias, foi entregue no final da tarde ao pré-candidato Beto Richa, pelo deputado Augustinho Zucchi e pelo prefeito de Bandeirantes, Celso Benedito da Silva.
No texto, o PDT também pede autorização à direção nacional para fazer coligação com outros partidos que queiram participar da aliança com o PSDB nas eleições majoritária e proporcional.
Segundo o artigo 8º, da resolução 01/2010, a direção nacional do PDT terá três dias, contados a partir do recebimento da carta, para responder à consulta.
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terça-feira, 15 de junho de 2010
Pessuti pode desistir em favor de Osmar
O deputado federal Rodrigo Rocha Loures seria indicado candidato a vice-governador na chapa do senador Osmar Dias (PDT), escolhido pelo governador Orlando Pessuti (PMDB) e com as bençãos do PT.
Esta era a fórmula que circulava ontem nos bastidores da política paranaense para se contrapor às informações dos tucanos e alas do PDT garantindo que falta muito pouco para que o senador Osmar Dias diga “sim” para uma aliança com o ex-prefeito de Curitiba Beto Richa (PSDB) na qual seria candidato ao Senado.
Pessuti teria a “chave” para permitir a recomposição do velho projeto de construção de um palanque único para a ex-ministra Dilma Rousseff (PT) com os partidos da base aliada do governo do presidente Lula, no Paraná.
Embora, publicamente, o governador sinalize na direção contrária, de que não abdica da candidatura à reeleição em nenhuma hipótese, a versão de ontem à tarde era que Pessuti poderia abrir mão desse projeto para ser alçado à condição do articulador do palanque da ex-ministra no Paraná.
Após intervenção do diretório nacional do PT que forçou o apoio à reeleição de Roseana Sarney (PMDB) no Maranhão e do acordo em Minas Gerais que avalizou a candidatura do ex-ministro Hélio Costa (PMDB) ao governo, a direção nacional do PT intensificou a pressão para que a cúpula do PMDB viabilize o palanque único no Paraná.
O líder da bancada do PDT na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Carlos Martins, disse que não há nada definido. E defendeu a ampliação do diálogo interno sobre alianças para que outras lideranças também possam se expressar sobre o assunto.
Até agora, além do senador Osmar Dias, o trânsito das articulações e informações está restrito ao presidente estadual do PDT, deputado Augustinho Zucchi, que tem inclinação por uma aliança com os tucanos. “Essas conversas não podem se limitar a duas ou três pessoas”, comentou.
Sinal verde
Enquanto isso, o senador Osmar Dias estava se preparando para participar da reunião da executiva nacional do PDT, hoje, em Brasília. Como a convenção nacional realizada no sábado passado, em São Paulo, não deliberou sobre a política de alianças nos estados, a executiva irá discutir caso a caso como ficam as composições do PDT nos estados onde, como no Paraná, existe a possibilidade de o partido se aliar aos adversários nacionais do PDT e PT.
A executiva nacional do PDT analisará a situação específica do Paraná, onde os tucanos propuseram ao PDT a vaga de candidato ao Senado para Osmar e a indicação do vice-governador.
O caso é parecido com o do Maranhão, com a diferença de que lá, o pedetista Jackson Lago (PDT) é que deverá ter o apoio do PSDB para sua candidatura ao governo.
As dúvidas dos pedetistas não serão sanadas apenas com as orientações da direção nacional. Para saber se poderá subir ao palanque tucano no Paraná, o PDT também precisa de informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Uma das perguntas, ainda sem resposta, é se Osmar e o PDT poderão apoiar o ex-governador José Serra à presidência da República, caso decidam se coligar aos tucanos.
O presidente estadual do PSDB, deputado Valdir Rossoni, disse que o partido espera pela resposta do senador Osmar Dias até o próximo sábado, dia da convenção estadual tucana. Para Martins, entretanto, o PDT não tem que se submeter a prazos. “Ainda que pressão seja normal, não é hora. A hora é de conversar”, afirmou. Fonte: Paraná Online, reportagem de Elizabete Castro
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Esta era a fórmula que circulava ontem nos bastidores da política paranaense para se contrapor às informações dos tucanos e alas do PDT garantindo que falta muito pouco para que o senador Osmar Dias diga “sim” para uma aliança com o ex-prefeito de Curitiba Beto Richa (PSDB) na qual seria candidato ao Senado.
Pessuti teria a “chave” para permitir a recomposição do velho projeto de construção de um palanque único para a ex-ministra Dilma Rousseff (PT) com os partidos da base aliada do governo do presidente Lula, no Paraná.
Embora, publicamente, o governador sinalize na direção contrária, de que não abdica da candidatura à reeleição em nenhuma hipótese, a versão de ontem à tarde era que Pessuti poderia abrir mão desse projeto para ser alçado à condição do articulador do palanque da ex-ministra no Paraná.
Após intervenção do diretório nacional do PT que forçou o apoio à reeleição de Roseana Sarney (PMDB) no Maranhão e do acordo em Minas Gerais que avalizou a candidatura do ex-ministro Hélio Costa (PMDB) ao governo, a direção nacional do PT intensificou a pressão para que a cúpula do PMDB viabilize o palanque único no Paraná.
O líder da bancada do PDT na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Carlos Martins, disse que não há nada definido. E defendeu a ampliação do diálogo interno sobre alianças para que outras lideranças também possam se expressar sobre o assunto.
Até agora, além do senador Osmar Dias, o trânsito das articulações e informações está restrito ao presidente estadual do PDT, deputado Augustinho Zucchi, que tem inclinação por uma aliança com os tucanos. “Essas conversas não podem se limitar a duas ou três pessoas”, comentou.
Sinal verde
Enquanto isso, o senador Osmar Dias estava se preparando para participar da reunião da executiva nacional do PDT, hoje, em Brasília. Como a convenção nacional realizada no sábado passado, em São Paulo, não deliberou sobre a política de alianças nos estados, a executiva irá discutir caso a caso como ficam as composições do PDT nos estados onde, como no Paraná, existe a possibilidade de o partido se aliar aos adversários nacionais do PDT e PT.
A executiva nacional do PDT analisará a situação específica do Paraná, onde os tucanos propuseram ao PDT a vaga de candidato ao Senado para Osmar e a indicação do vice-governador.
O caso é parecido com o do Maranhão, com a diferença de que lá, o pedetista Jackson Lago (PDT) é que deverá ter o apoio do PSDB para sua candidatura ao governo.
As dúvidas dos pedetistas não serão sanadas apenas com as orientações da direção nacional. Para saber se poderá subir ao palanque tucano no Paraná, o PDT também precisa de informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Uma das perguntas, ainda sem resposta, é se Osmar e o PDT poderão apoiar o ex-governador José Serra à presidência da República, caso decidam se coligar aos tucanos.
O presidente estadual do PSDB, deputado Valdir Rossoni, disse que o partido espera pela resposta do senador Osmar Dias até o próximo sábado, dia da convenção estadual tucana. Para Martins, entretanto, o PDT não tem que se submeter a prazos. “Ainda que pressão seja normal, não é hora. A hora é de conversar”, afirmou. Fonte: Paraná Online, reportagem de Elizabete Castro
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quinta-feira, 10 de junho de 2010
PDT suspende convenção e define aliança a partir de deliberação nacional
Os convencionais do PDT do Paraná decidiram na noite de hoje, dia 10, por aclamação, suspender a convenção estadual do partido por tempo indeterminado (pela legislação eleitoral o limite é dia 30 de junho) e transferir para os membros da Executiva a definição quanto à formação das alianças para as eleições deste ano.
Segundo o presidente do PDT-PR, Augustinho Zucchi, a formação das alianças será definida a partir da deliberação na convenção nacional do partido, que acontecerá neste sábado, dia 12, em São Paulo.
O pré-candidato pedetista ao governo do Paraná, senador Osmar Dias, afirmou que tal decisão respeita o estatuto nacional do PDT e dá à Executiva condições de avaliar as possibilidades de alianças com outros partidos. “Minha decisão foi tomada em julho do ano passado, quando o presidente Lula disse que eu seria o candidato ao governo do Paraná formando alianças com os partidos da base do governo federal”, afirmou.
Osmar disse também que aguarda decisão do TSE quanto às questões do Projeto Ficha Limpa que podem mudar o cenário político, inviabilizando inclusive algumas candidaturas. “Enquanto essas definições não acontecerem, não há porque antecipar nada”.
PDT NACIONAL – No sábado, 12 os integrantes da executiva do PDT paranaense estarão em São Paulo para a Convenção Nacional do PDT, na condição de membros do Diretório Nacional do partido. Na convenção nacional pedetista estarão presentes o Presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Roussef e o pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante. Fonte: Fábio Campana
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Segundo o presidente do PDT-PR, Augustinho Zucchi, a formação das alianças será definida a partir da deliberação na convenção nacional do partido, que acontecerá neste sábado, dia 12, em São Paulo.
O pré-candidato pedetista ao governo do Paraná, senador Osmar Dias, afirmou que tal decisão respeita o estatuto nacional do PDT e dá à Executiva condições de avaliar as possibilidades de alianças com outros partidos. “Minha decisão foi tomada em julho do ano passado, quando o presidente Lula disse que eu seria o candidato ao governo do Paraná formando alianças com os partidos da base do governo federal”, afirmou.
Osmar disse também que aguarda decisão do TSE quanto às questões do Projeto Ficha Limpa que podem mudar o cenário político, inviabilizando inclusive algumas candidaturas. “Enquanto essas definições não acontecerem, não há porque antecipar nada”.
PDT NACIONAL – No sábado, 12 os integrantes da executiva do PDT paranaense estarão em São Paulo para a Convenção Nacional do PDT, na condição de membros do Diretório Nacional do partido. Na convenção nacional pedetista estarão presentes o Presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Roussef e o pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante. Fonte: Fábio Campana
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
Osmar Dias pode tirar o palanque de Dilma no Paraná
O senador Osmar Dias (PDT-PR) é o primeiro político de grande quilate que pode transferir um palanque reservado a Dilma Rousseff (PT) para o tucano José Serra, na eleição presidencial. Ele não é mais candidato ao governo do Paraná, a menos que Gleisi Hoffmann (PT), mulher do ministro Paulo Bernardo (Planejamento), seja sua vice. Se ela insistir na disputa pelo Senado, Dias apoiará Beto Richa (PSDB) ao governo.
Pressão
Em almoço, ontem, no restaurante Carpe Diem do Píer 21, em Brasília, Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann tentaram persuadir Osmar Dias.
Richa lidera
O candidato tucano ao governo do Paraná, ex-prefeito de Curitiba Beto Richa, há meses lidera as pesquisas para governador. Fonte: Claudio Humberto
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Pressão
Em almoço, ontem, no restaurante Carpe Diem do Píer 21, em Brasília, Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann tentaram persuadir Osmar Dias.
Richa lidera
O candidato tucano ao governo do Paraná, ex-prefeito de Curitiba Beto Richa, há meses lidera as pesquisas para governador. Fonte: Claudio Humberto
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terça-feira, 6 de abril de 2010
Bastidores de Uma Confusão: Conexão Brasília Por André Gonçalves
FotoDaniel Derevecki/Gazeta do Povo "O acordo entre PDT e PT no Paraná era dado como certo até a semana passada, mas sofreu turbulências e ninguém mais sabe para que lado vai. Mas uma coisa continua certa: ele está bem mais perto de sair do que virar água.
Por isso é preciso entender o que realmente trava o processo de negociações. Aí vai o que acontece nos bastidores (pelo menos aqui em Brasília):
Medo da solidão
Osmar Dias tem receio de fechar com o PT e afugentar outros partidos. Por isso a intenção de negociar um pacote com toda a base do governo em Brasília.
Parceiros de verdade
Quem é a tal base com quem Osmar quer contar? PR e PSC estão garantidos, mas pesam muito pouco. Faltam o PP e o PMDB, esses sim relevantes.
Senadora Gleisi
Gleisi já decidiu que será candidata ao Senado. A decisão não interessa ao PP, que quer lançar Ricardo Barros, e ao PMDB, que tem Requião como candidato.
Vice-governadora Gleisi
Na semana passada, Osmar não peitou o desejo de Gleisi na reunião com Lula. Mas pediu que o PT se entendesse, por conta própria, com PP e PMDB.
PMDB?
É difícil acreditar que o PMDB, que já anunciou a candidatura de Orlando Pessuti e é chefiado pelo diplomata Roberto Requião, vai topar se aliar com Osmar...
Ricardo chateado
Ricardo Barros está magoado por ter sido escanteado na negociação entre PT e PDT. Hoje admite que está bem mais perto do PSDB de Beto Richa.
Ricardo governador
Apesar da mágoa, Ricardo Barros teria sido procurado por emissários do governo federal para saber se ele toparia ser candidato a governador, caso Osmar desista.
Emparedado
As objeções de PP e PMDB à candidatura ao Senado de Gleisi são praticamente intransponíveis para o PT. A cada dia isso fica mais claro.
Truco
Com isso, fica difícil cumprir o acerto com Osmar. Mas... Sem os petistas, quem vai apoiar a candidatura dele? Só PSC e PR não dão nem para a largada.
Efeito Serra
Há correntes que dizem que Serra tem procurado Osmar para ter palanque duplo no Paraná. De brinde, o senador ainda poderia negociar melhor com PPS e DEM.
Onda Lula
Osmar pode não estar sintonizado com os petistas, mas tampouco gostaria de verdade de ficar com o PSDB. A aposta é na transferência de votos de Lula.
Conclusão
A demora na negociação entre PT e PDT só tem um ganhador - Beto Richa. A interminável novela só serve para alimenta a briga de bastidores. Como a maioria das narradas nas linhas acima.
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