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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Frente Parlamentar Evangélica no Congresso Nacional tem crescimento Record - Por Luciano Brito

Atualizado as 13h e 108min de 7.10.2010
A Frente Parlamentar Evangélica no Congresso Nacional não encolheu como foi amplamente repercutido em vários sites, blogs pela internet, muito ao contrário teve um crescimento espetacular.

O máximo de parlamentares da Frente Parlamentar Evangélica foi em 2002 quando chegou a ter 60 deputados federais e 3 senadores, agora o resultado das eleições 2010 apontam um record, enquanto a bancada evangélica na atual legislatura não ultrapassa 40 parlamentares, a vindoura terá 67 deputados federais e 3 senadores.

Analisando a lista anteriormente divulgada em alguns sites e blogs foi possível constatar erros como no estado do Paraná, na lista de candidatos evangélicos a deputado federal eleitos, a informação não incluía os candidatos a deputado federal eleitos: Fernando Francischini – Igreja Assembleia de Deus de Curitiba (6º) e Edmar Arruda – Igreja Presbiteriana Independente de Maringá (28º).

Outro dado relevante é o de que alguns deputados federais eleitos e reeleitos da Igreja Universal do Reino de Deus não são incluídos na lista de membros da Frente Parlamentar Evangélica por divergirem em alguns pontos, mas existem exceções.

A Igreja Assembleia de Deus também teve um bom crescimento na sua representatividade, na legislatura de 2003-2006 a Igreja Assembleia de Deus tinha 22 parlamentares, na atual 2007-2010 tem 5 parlamentares e na de 2011-2014 terá 20 parlamentares.

É importante salientar que o levantamento definitivo ocorrerá, a partir da posse dos parlamentares e a medida que o Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) receber e divulgar as informações sobre a religião dos parlamentares eleitos.

Até o presente momento foi possível apurar além da reeleição dos senadores Magno Malta-PR/ES membro da Igreja Batista, Marcelo Crivella–PRB/RJ membro da Igreja Universal do Reino de Deus e eleito Valter Pinheiro - PT/BA da Igreja Batista em Salvador se elegeram 67 deputados federais e 51 deputados estaduais evangélicos.

Abaixo a lista dos candidatos a deputado federal e a deputado estadual eleitos por estado com as denominações dos mesmos.

(* candidatos evangélicos que não foi possível identificar a denominação)

DEPUTADOS FEDERAIS

ACRE (1 assembleiana)
Henrique Afonso (PV) - Igreja Presbiteriana (6º, 20.306 votos);
Antonia Lúcia - PSC - Igreja Assembleia de Deus (8º, 15.849 votos);

ALAGOAS

AMAZONAS (2 assembleianos)
Silas Câmara - PSC - Igreja Assembleia de Deus (4º, 126.688 votos);
Sabino Castelo Branco – PTB - Igreja Assembleia de Deus (7º, 93.112 votos);

AMAPÁ (1 assembleiano)
Fatima Pelaes – PMDB - Igreja Assembleia de Deus (5º, 14.193 votos);

BAHIA (1 assembleiano)
Bispo Marcio Marinho - PRB - Igreja Universal do Reino de Deus (7º, 157.917 votos);
Sergio Brito - PDT - Igreja Batista (26º, 71.889 votos);
Erivelton Santana – PSC - Igreja Assembleia de Deus (29º, 69.765 votos);

CEARÁ

DISTRITO FEDERAL (1 assembleiano)
Ronaldo Fonseca – PR - Igreja Assembleia de Deus (7º, 67.920 votos);

ESPÍRITO SANTO (1 assembleiana)
Audifax Barcelos – PSB - Igreja Batista (1º, 161.856 votos);
Sueli Vidigal – PDT - Igreja Batista (2º, 141.578 votos);
Lauriete - PSC - Igreja Assembleia de Deus (8º, 69.918 votos);
Manato – PDT - Igreja Cristã Maranata (10º, 60.700 votos);

GOIÁS (1 assembleiano)
*Dona Íris Araújo - PMDB - (1º, 185.934 votos);
João Campos – PSDB - Igreja Assembleia de Deus (7º, 135.968 votos);

MARANHÃO (2 assembleianos)
Cleber Verde - PRB - Igreja Assembleia de Deus (3º, 126.896 votos);
Zé Vieira – PR - Igreja Assembleia de Deus (15º, 76.629 votos);
Edivaldo Holanda Jr – PTB - Igreja Batista (7º, 104.015 votos);
Lourival Mendes – PT do B - Igreja Batista (18º, 30.036 votos);

MATO GROSSO

MATO GROSSO DO SUL

MINAS GERAIS
Gilmar Machado - PT - Igreja Batista (6º, 192.657 votos);
Leonardo Quintão - PMDB - Igreja Presbiteriana (14º, 141.737 votos);
Pastor Lincon Portela - PR - Igreja Batista Solidária (27º, 109.045 votos);
Mário de Oliveira – PSC - Igreja Evangelho Quadrangular (35º, 100.811 votos);
George Hilton - PRB - Igreja Universal do Reino de Deus (40º, 92.282 votos);
Walter Tosta - PMN - Igreja Batista Getsemani (46º, 86.192 votos);
Dr. Grilo - PSL - Igreja Internacional da Graça (53º, 40.093 votos);

PARÁ (1 assembleiano)
Zequinha Marinho – PSC - Igreja Assembleia de Deus (7º, 147.429 votos);
Josué Bengstòn – PTB - Igreja Evangelho Quadrangular (14º, 112.212 votos);

PARAÍBA
Aguinaldo Ribeiro – PP - Igreja Batista (8º, 87.572 votos);

PARANÁ (2 assembleianos)
Fernando Francischini – PSDB - Igreja Assembleia de Deus (6º, 130.522 votos);
Hidekazu Takayama – PSC - Igreja Assembleia de Deus (14º, 109.895 votos);
André Zacharow – PMDB - Igreja Batista (20º, 101.579 votos);
Edmar Arruda – PSC - Igreja Presbiteriana Independente (28º, 61.309 votos);

PERNANBUCO (2 assembleianos)
*Eduardo da Fonte – PP - (2º, 330.520 votos);
Pastor Francisco Eurico – PSB - Igreja Assembleia de Deus (5º, 185.870 votos);
Anderson Ferreira – PR - Igreja Assembleia de Deus (24º, 48.435 votos);

RIO DE JANEIRO (2 assembleianos)
Antony Garotinho – PR - Igreja Presbiteriana (1º, 694.862 votos);
Victor Paulo – PRB - Igreja Universal do Reino de Deus (4º, 157.580 votos);
Eduardo Cunha – PMDB - Igreja Sara Nossa Terra (5º, 150.616 votos);
Washington Reis – PMDB - Igreja Nova Vida (9º, 138.811 votos);
Arolde de Oliveira – DEM - Igreja Batista (13º, 99.457 votos);
Filipe Pereira – PSC - Igreja Assembleia de Deus (14º, 98.280 votos);
Benedita da Silva – PT - Igreja Presbiteriana (30º, 71.036);
Lilliam Sá – PR - Igreja Assembleia de Deus (43º, 29.248 votos);
Neilton Mulim - PR - Igreja Batista (41º, 41.480 votos);
Dr. Adilson Soares - PR - Igreja Internacional da Graça (38º, 51.011 votos);
Andreia Zito - PSDB - Igreja Cristã Maranata (22º, 82.832 votos);
Walney Rocha - PTB - Igreja Metodista (37º, 51.203 votos);
*Aureo - PRTB - (44º, 29.009 votos);

RIO GRANDE DO NORTE

RIO GRANDE DO SUL
Onyx Lorenzoni - DEM - Igreja Luterana (26º, 84.696 votos);

RONDÔNIA (2 assembleianos)
Nilton Capixaba – PTB - Igreja Assembleia de Deus (3º, 52.017 votos);
Lindomar Garçon - PV - Igreja Evangelho Quadrangular (6º, 34.990 votos);
Marcos Rogério – PDT - Igreja Assembleia de Deus (8º, 15.026 votos);

RORAIMA
Johnathan de Jesus - PRB - Igreja Universal do Reino de Deus (3º, 16.550 votos);

SANTA CATARINA

SÃO PAULO (1 assembleiano)
Marco Feliciano – PSC - Igreja Avivamento da Fé (12º, 211.855 votos);
Vaz de Lima – PSDB - Igreja Presbiteriana Independente (20º, 170.777 votos);
Jorge Tadeu – DEM - Igreja Internacional da Graça (21º, 164.650 votos);
Antonio Bulhões - PRB - Igreja Universal do Reino de Deus (22º, 162.667 votos);
Pastor Paulo Freire – PR - Igreja Assembleia de Deus (24º, 161.083 votos);
Missionário José Olimpio – PP - Igreja Mundial do Poder de Deus (25º, 160.813 votos);
Jefferson Campos – PSB - Igreja Evangelho Quadrangular (49º, 116.317 votos);
Edinho Araújo – PMDB - Igreja Presbiteriana Independente (56º, 100.195 votos);
Marcelo Aguiar – PSC - Igreja Renascer (57º, 98.842 votos);
Otoniel Lima – PRB - Igreja Universal do Reino de Deus (59º, 95.971 votos);
Pastor Roberto de Lucena – PV - Igreja O Brasil para Cristo (66º, 70.611 votos);
Bruna Furlan - PSDB - Igreja Cristã do Brasil (3º, 270.661 votos);

SERGIPE
Pastor Heleno – PRB - Igreja Universal do Reino de Deus (6º, 61.598 votos);

TOCANTIS

DEPUTADOS ESTADUAIS

ACRE
Pastor Helder da Silva Paiva - PR - Igreja Assembleia de Deus (6º, 4.862 votos);
*Pastor Denilson - PSC - (22º, 2.939 votos);

ALAGOAS
Jota Cavalcante - PDT - Igreja Assembleia de Deus (17º, 26.276 votos);

AMAPÁ
Moisés Souza - PSC - Igreja Batista em Macapá (11º, 6.297 votos);

AMAZONAS
Francisco Souza - PSC - Igreja Assembleia de Deus (13º, 24.090 votos);
Wanderley Dallas - PMDB - Igreja Assembleia de Deus (15º, 23.529 votos);

BAHIA
*Pastor José de Arimatéia – PRB - (23º, 56.896 votos);
*Pastor Isidório – PSB - (36º, 46.963 votos);

CEARÁ

DISTRITO FEDERAL

ESPÍRITO SANTO
*Gildevan – PV - (11º, 23.820 votos);
*Élcio Álvars – DEM - (25º, 17.878 votos);

GOIÁS
Fábio Souza - PSDB - Igreja Fonte da Vida (5º, 37.132 votos);
Luiz Carlos do Carmo - PMDB - Igreja Assembleia de Deus (23º, 27.575 votos);
Daniel Messac - Igreja Assembleia de Deus (27º, 24.813 votos);

MARANHÃO

MATO GROSSO SUL

MATO GROSSO

MINAS GERAIS
*João Leite – PSDB - (18º, 84.316 votos);
Antonio Genaro – PSC - Igreja do Evangelho Quadrangular (20º, 81.159 votos);
*Antonio Carlos Arantes – PSC - (26º, 74.542 votos);
*Pastor Vanderlei Miranda – PMDB - (35º, 64.929 votos);
*Gilberto Abramo – PRB - (48º, 52.994 votos);
Pastor Carlos Henrique – PRB - Igreja Universal do Reino de Deus (75º, 35.983 votos);

PARÁ
Martinho Carmona - PMDB - Igreja do Evangelho Quadrangular (10º, 43.457 votos);
Pio X - PDT - Igreja Assembleia de Deus (30º, 26.269 votos);
Raimundo Santos - PR - Igreja Assembleia de Deus (35º, 23.250 votos);
*Pastor Divino – PRB - (40º, 22.118 votos);

PARAÍBA
*Edmilson Soares – PSB - (10º, 33.401 votos);

PARANÁ
Cantora Mara Lima – PSDB - Igreja Assembleia de Deus (16º, 56.516 votos);
*Toninho - PT - (20º, 53.457 votos);
Pastor Edson Praczick – PRB - Universal do Reino de Deus (25º, 50.074 votos);
*Gilson de Souza – PSC - (50º, 34.713 votos);

PERNANBUCO
Pastor Cleiton Collins – PSC - Igreja Assembleia de Deus (1º, 137.157 votos);
Presbítero Adalto – PSB - Igreja Assembleia de Deus (2º, 120.175 votos);

PIAUÍ

RIO DE JANEIRO
Pastor Samuel Malafaia – PR - Igreja Assembleia de Deus (3º, 134.515 votos);
Clarissa Garotinho – PR - Igreja Presbiteriana (5º, 118.863 votos);
Pastor Edino Fonseca – PR - Igreja Assembleia de Deus (13º, 77.061 votos);
*Sabino – PSC - (19º, 62.522 votos);
*Waguinho - PRTB - (50º, 34.820 votos);
*Edson Albertassi - PMDB - (12º, 83.254 votos);
*Fabio Silva - PR - (29º, 47.939 votos);

RIO GRANDE DO NORTE
Pastor Antonio Jácome – PMN - Igreja Assembleia de Deus (1º, 54.743 votos);
*Gilson Moura - PV - (7º, 49.494 votos);

RIO GRANDE DO SUL

RONDÔNIA
Saulo – PDT - Igreja Renascer (19º, 7.928 votos);

RORAIMA
*Macelo Natanael – PRB - (13º, 3.109 votos);
*Ângela Águida Portella – PSC - (14º, 3.059 votos);

SANTA CATARINA
Ismael dos Santos - DEM - Igreja Assembleia de Deus (7º, 55.644 votos);

SÃO PAULO
*Carlos Bezerra Jr – PSDB - (30º, 107.837 votos);
Pastor Dilmo dos Santos – PV - Igreja Assembleia de Deus (50º, 90.909 votos);
*Pastor Carlos Cezar – PSC - (83º, 67.189 votos);
Pastor Adilson Rossi – PSC - Igreja Assembleia de Deus (85º, 64.646 votos);
André Soares - Igreja Internacional da Graça (16º, 136.919 votos);
*Pastor José Bittencourt - PDT - (88º, 58.954 votos);

SERGIPE
*Pastor Antonio – PSC - (20º, 21.308 votos);

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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Flávio Arns será o vice de Beto Richa e Rocha Loures o vice de Osmar Dias

As duas principais chapas do estado que vão disputar as eleições também definiram os candidatos ao Senado: Gustavo Fruet e Ricardo Barros na aliança comandada pelo PSDB e Gleisi Hoffmann e Roberto Requião na coligação PDT-PT-PMDB

Os candidatos a vice-governador nas duas principais chapas que disputam o governo paranaense nas próximas eleições foram definidos na noite desta quarta-feira (30). O senador Flávio Arns será o vice de Beto Richa na coligação comandada pelo PSDB e o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB) foi escolhido como o vice de Osmar Dias na aliança de PDT, PT e PMDB.

Em outubro do ano passado, Arns trocou o PT pelo PSDB por discordar da postura da cúpula petista em relação aos escândalos que na época envolviam o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). A indicação de um parlamentar do DEM, aliado dos tucanos, para a vaga de vice de Beto Richa também era cogitada, mas acabou não se confirmando.

Nas eleições a aliança tucana ainda contará com DEM, PP, PTB, PSB, PMN, PSDC, PHS, PSL, PTN e PRP.

Rocha Loures ficou com a vaga na chapa de Osmar Dias depois que o PMDB ganhou o direito de indicar o vice. Por meio do microblog Twitter, o ex-governador Roberto Requião comentou a decisão do partido. Para ele, a escolha teve forte influência de Orlando Pessuti, que abriu mão da candidatura ao governo em favor de Osmar. “Pessuti impõe sua liderança e emplaca Rocha Loures como vice do Osmar. Dentro do Pmdb minha voz anda fraca. Vamos ver como fica na eleição”, disse Requião.

Além de PDT, PMDB e PT, a base de apoio a Osmar Dias conta com o apoio confirmado de PSC e PCdoB.

Equilíbrio

A disputa pela sucessão estadual promete ser acirrada, principalmente depois da confirmação da candidatura do pedetista Osmar Dias ao lado de PT e PMDB . Osmar Dias e o ex-prefeito de Curitiba Beto Richa apareceram muito próximos na última pesquisa Vox Populi*, divulgada em maio: Richa com 40% das intenções de voto e Dias com 33%. A margem de erro é de 3,7 pontos percentuais, para mais ou para menos, o que colocou os dois candidatos em empate técnico.

Durante coletiva realizada nesta quarta, Beto Richa afirmou que espera o apoio do senador Alvaro Dias, apesar de ele estar em lado oposto ao do irmão Osmar. “Acredito que agora ele nos ajudará com mais força”, declarou.

Alvaro Dias foi indicado para ser o vice de José Serra na chapa do PSDB à Presidência da República, mas a desaprovação do DEM e a candidatura de Osmar Dias no Paraná fizeram com que ele perdesse a vaga. O deputado federal Índio da Costa (RJ) acabou confirmado durante a tarde com o candidato a vice.

Fruet briga pelo Senado

O PSDB também confirmou o nome do deputado federal tucano Gustavo Fruet como um dos candidatos da chapa ao Senado. A outra vaga será do também deputado federal Ricardo Barros (PP).

Na semana passada, Fruet chegou a registrar a candidatura à reeleição na Câmara Federal, mas mudou de ideia. O deputado foi um dos parlamentares do partido que se declararam contra a aliança do PSDB estabelecida com o PP, de Barros. Agora, os dois vão representar a coligação na disputa ao Senado Federal.

Assim como na eleição para o governo, os principais adversários dos candidatos da chapa tucana ao Senado vêm da coligação formada por PDT, PMDB e PT que deve lançar a petista Gleisi Hoffmann e o ex-governador Roberto Requião (PMDB) como postulantes ao cargo.

*A pesquisa divulgada em 19 de maio ouviu 700 pessoas entres os dias 8 e 12 de maio. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o protocolo 11.322/2010. No Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o registro é o 9210/2010. Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Adriano Ribeiro e Rogerio Waldrigues Galindo

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sexta-feira, 18 de junho de 2010

OSMAR FORMALIZA PROPOSTA DE COLIGAÇÃO COM BETO RICHA

O senador Osmar Dias encaminhou hoje (18) proposta formal de coligação com o pré-candidato do PSDB a governador, Beto Richa. A proposta foi encaminhada ao Diretório Nacional do PDT, que deverá se manifestar sobre a aprovação da coligação. A carta é assinada por Osmar Dias, presidente licenciado, e pelo deputado estadual Augustinho Zucchi, presidente em exercício do PDT do Paraná.

Pela proposta, o PDT apoiará a candidatura de Beto Richa a governador e indicará o candidato a vice-governador, além do candidato para uma das vagas ao Senado.

Cópia da carta enviada ao presidente nacional do PDT, Manoel Dias, foi entregue no final da tarde ao pré-candidato Beto Richa, pelo deputado Augustinho Zucchi e pelo prefeito de Bandeirantes, Celso Benedito da Silva.

No texto, o PDT também pede autorização à direção nacional para fazer coligação com outros partidos que queiram participar da aliança com o PSDB nas eleições majoritária e proporcional.

Segundo o artigo 8º, da resolução 01/2010, a direção nacional do PDT terá três dias, contados a partir do recebimento da carta, para responder à consulta.

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terça-feira, 15 de junho de 2010

Convenção do PTB também não define nada

Mais uma convenção estadual foi realizada e, mais uma vez, a decisão foi postergada. Os convencionais do PTB, reunidos ontem, em Cambé (norte do Estado) decidiram delegar à Executiva Estadual a responsabilidade sobre todas as decisões acerca do pleito de outubro.

Apesar do adiamento da decisão, é consenso no partido o apoio à candidatura de Beto Richa (PSDB) ao governo do Estado, faltando ao partido apenas fechar a questão das coligações na proporcional para oficializar a aliança.

“Ficou delegado para a Executiva, mas a tendência é irmos com Beto. Só não conseguimos fechar isso hoje (ontem) porque ainda dependemos das coligações. Ainda estamos buscando uma coligação na proporcional para fechar essa aliança”, disse o presidente estadual do partido, deputado federal Alex Canziani. “Queremos ter condições de eleger dois deputados federais e três estaduais. Para isso, até aceitamos o chapão que o PSDB quer montar para a eleição de deputado estadual, mas, para federal, queremos uma coligação com partidos menores, apenas. Ainda nesta semana deveremos ter essa situação definida”, disse.

Da convenção, também ficou definido que o partido não pleiteará candidaturas a vice-governador ou ao Senado na chapa de Beto Richa, aceitando os nomes indicados pelos demais partidos da coligação.

O PTB será o terceiro partido da base do governo Lula a, no Paraná apoiar o candidato do PSDB, Beto Richa, ao governo do Estado. Antes do partido de Canziani, o PSB, do prefeito de Curitiba, Luciano Ducci e o PP, do ex-vice-líder de Lula na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros já formalizaram apoio à candidatura tucana.

O PSB herdou a prefeitura da capital com a renúncia de Beto para se desincompatibilizar para disputar o governo, enquanto o PP conseguiu uma vaga para que Barros dispute as eleições para o Senado na chapa do PSDB.

A reivindicação do PTB foi mais modesta. “Queremos apenas boas coligações nas proporcionais que nos permitam eleger dois federais e três estaduais”, disse Canziani.

O PTB também rachou nacionalmente, o presidente nacional do partido, Roberto Jefferson, anunciou apoio a José Serra (PSDB), apesar de os líderes petebistas na Câmara, Jovair Arantes (GO), e no Senado, Gim Argello (DF), por exemplo, serem da base governista e apoiarem a pré-candidata petista Dilma Rousseff (PT).

Segundo Canziani, que também declarou preferência por Dilma, a direção nacional do PTB deverá liberar os parlamentares e os diretórios estaduais na campanha. Fonte: Paraná Online, reportagem de Roger Pereira

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quinta-feira, 13 de maio de 2010

Texto aprovado pela Câmara sobre ficha suja atinge só 1 entre 110 políticos

O texto aprovado anteontem pela Câmara do projeto Ficha Limpa atinge só 1 político dos 70 deputados federais e 3 senadores paulistas e dos 37 líderes partidários do Congresso.

Levantamento da Folha nestas bancadas mostra que 37 congressistas já foram condenados, ou são réus ou indiciados, de acordo com o site da Transparência Brasil, mas apenas Paulo Maluf (PP-SP) tem uma condenação por órgão colegiado que se enquadra nos requisitos da proposta, que ainda será discutida no Senado.

Maluf responde a pelo menos outras dez ações. Por meio de sua assessoria, o deputado disse que já recorreu e não desistirá da sua candidatura.

Pelo projeto, ficam inelegíveis os condenados por decisão colegiada da Justiça (por mais de um juiz), mas cria-se o chamado efeito suspensivo, que permite recurso a outro órgão superior colegiado.

A Folha checou as condenações já existentes e, à exceção de Maluf, os parlamentares teriam direito de se candidatar pelo que está na proposta.

A pouca eficácia sobre congressistas ocorre, para especialistas, por eles terem foro privilegiado (seus processos são julgados por órgãos superiores).

Para o secretário-geral da OAB, Marcus Vinícius Furtado Coelho, o problema agora está com a Justiça. "Estamos pedindo ao Conselho Nacional de Justiça que determine metas para os tribunais julgarem processos de improbidade e de corrupção", afirmou.

A proposta da Câmara é elogiada pela prioridade de julgamento para os casos de candidato condenados que entrarem com recurso, o que vai evitar o protelamento das ações, e pela perda do mandato ser imediata (após os julgamentos).

Os parlamentares que renunciarem até a aprovação do texto não serão atingidos. Só quem renunciar após o início da vigência não poderá concorrer, afirmam especialistas. Há dúvidas ainda sobre o prazo que políticos cassados ficarão sem poder concorrer. E se a norma valerá para esta eleição.

Erick Pereira, professor de direito eleitoral, afirma que o texto pode ser contestado no STF por não respeitar o princípio da presunção da inocência. Fonte: Folha Online, reportagem de Dimmi Amora e Maria Clara Cabral

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terça-feira, 6 de abril de 2010

Bastidores de Uma Confusão: Conexão Brasília Por André Gonçalves

FotoDaniel Derevecki/Gazeta do Povo "

O acordo entre PDT e PT no Paraná era dado como certo até a semana passada, mas sofreu turbulências e ninguém mais sabe para que lado vai. Mas uma coisa continua certa: ele está bem mais perto de sair do que virar água.

Por isso é preciso entender o que realmente trava o processo de negociações. Aí vai o que acontece nos bastidores (pelo menos aqui em Brasília):

Medo da solidão
Osmar Dias tem receio de fechar com o PT e afugentar outros partidos. Por isso a intenção de negociar um pacote com toda a base do governo em Brasília.

Parceiros de verdade
Quem é a tal base com quem Osmar quer contar? PR e PSC estão garantidos, mas pesam muito pouco. Faltam o PP e o PMDB, esses sim relevantes.

Senadora Gleisi
Gleisi já decidiu que será candidata ao Senado. A decisão não interessa ao PP, que quer lançar Ricardo Barros, e ao PMDB, que tem Requião como candidato.

Vice-governadora Gleisi
Na semana passada, Osmar não peitou o desejo de Gleisi na reunião com Lula. Mas pediu que o PT se entendesse, por conta própria, com PP e PMDB.

PMDB?
É difícil acreditar que o PMDB, que já anunciou a candidatura de Orlando Pessuti e é chefiado pelo diplomata Roberto Requião, vai topar se aliar com Osmar...

Ricardo chateado
Ricardo Barros está magoado por ter sido escanteado na negociação entre PT e PDT. Hoje admite que está bem mais perto do PSDB de Beto Richa.

Ricardo governador
Apesar da mágoa, Ricardo Barros teria sido procurado por emissários do governo federal para saber se ele toparia ser candidato a governador, caso Osmar desista.

Emparedado
As objeções de PP e PMDB à candidatura ao Senado de Gleisi são praticamente intransponíveis para o PT. A cada dia isso fica mais claro.

Truco
Com isso, fica difícil cumprir o acerto com Osmar. Mas... Sem os petistas, quem vai apoiar a candidatura dele? Só PSC e PR não dão nem para a largada.

Efeito Serra
Há correntes que dizem que Serra tem procurado Osmar para ter palanque duplo no Paraná. De brinde, o senador ainda poderia negociar melhor com PPS e DEM.

Onda Lula
Osmar pode não estar sintonizado com os petistas, mas tampouco gostaria de verdade de ficar com o PSDB. A aposta é na transferência de votos de Lula.

Conclusão
A demora na negociação entre PT e PDT só tem um ganhador - Beto Richa. A interminável novela só serve para alimenta a briga de bastidores. Como a maioria das narradas nas linhas acima.

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Entrevista de Beto Richa a CBN Maringá, confira os principais trechos

O prefeito Beto Richa, de Curitiba, concedeu entrevista por telefone nesta quinta-feira (4) ao jornalista Ronaldo Nezo, da Rádio CBN Maringá. A seguir os principais trechos:

PRÉ-CANDIDATURA AO GOVERNO

“Aqueles que me conhecem sabem que não tenho essa vaidade pessoal ou qualquer obsessão por cargos. Estou na política para servir, para construir uma sociedade melhor. Fui convocado por representantes do PSDB e também de outros partidos a colocar o meu nome para avaliação. Na próxima segunda-feira, a reunião do Diretório Regional do PSDB vai apontar um indicativo de qual será o candidato do partido, que apresentará um projeto de desenvolvimento social e econômico aos paranaenses.”

“Entendo que há espaço para uma candidatura nova, com uma visão mais moderna e com espírito democrático. Também acho que as boas práticas de gestão em Curitiba podem ser um diferencial a ser apresentado nas eleições deste ano.”

DEFINIÇÃO DO CANDIDATO DO PSDB

“Não tem razão para ter racha no PSDB. O partido tem se reunido. A legenda tem dois bons postulantes. Tínhamos dez deputados naquela reunião (dia 18 de janeiro), que puderam emitir suas opiniões. Temos também um farto material de pesquisas de opinão pública publicadas na virada do ano. Então, o partido tem condições de analisar o quadro e fazer o melhor julgamento. Os deputados conhecem a tendência do eleitorado. Além disso, concorrem à reeleição. Desta forma, têm amplas condições para fazer a melhor escolha para o partido. Da minha parte, vou acatar com serenidade a decisão do PSDB. Espero que o senador Álvaro Dias também siga a orientação do partido. Essa discussão está sendo feita de forma democrática e transparente.”

Os partidários do Álvaro defendem argumentos favoráveis a ele. Os meus partidários defendem argumentos favoráveis a mim. Nada melhor que o partido inteiro, de forma isenta, tome essa decisão. O senador Osmar Dias não reconhece esse acordo que o Álvaro colocou (de que Osmar Dias retirará a candidatura caso Álvaro Dias seja o candidato do PSDB). O Paraná é muito maior que uma disputa familiar. As coisas não são assim. O PT, o PPS e o PP também podem colocar candidatura própria se este for o quadro.”

ALIANÇAS PARTIDÁRIAS

“Temos conversado com todos os partidos, com exceção do PT. Estou muito otimista com a possibilidade concreta de formar uma grande coligação. Temos uma possibilidade muito boa com os Democratas, PPS, PTB e PP. Mesmo com o PDT, tenho conversado com o senador Osmar Dias. Também temos boas conversas e adiantadas com o PCdoB e o PMDB. Os deputados do PMDB têm manifestado o desejo de firmar esta aliança, embora eu respeite a pré-candidatura do vice-governador Orlando Pessuti. Defendo uma coligação que fortaleça o projeto a ser apresentado nas eleições.”

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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

PSDB deve escolher Richa como candidato

Beto Richa e Alvaro Dias depois da reunião do PSDB - Foto de Pedro Rodrigues Neto

Partido irá definir quem vai concorrer ao governo até 8 de fevereiro. Única chance de Alvaro Dias é que haja “intervenção” da cúpula nacional da legenda

A reunião de ontem da executiva estadual do PSDB paranaense não foi suficiente para selar um acordo entre os dois pré-candidatos do partido para a disputa ao governo do estado na eleição de outubro. Nem o prefeito Beto Richa nem o senador Alvaro Dias abriram mão de concorrer no pleito. Diante do impasse, ficou agendado um encontro do diretório estadual para o dia 8 de fevereiro – data em que será definido, impreterivelmente, o nome do candidato do PSDB que vai disputar a eleição para governador. Richa, porém, largou na frente e só não deve ser o candidato tucano se houver uma imposição do nome de Alvaro pela direção nacional do partido.

Com ampla preferência pelo prefeito, membros da executiva estadual apostam que o senador irá desistir da disputa interna. “A saída dele (Alvaro) é ter um entendimento com o Beto, porque se ele for para a disputa (do voto dos membros do diretório estadual), ele perde”, disse um integrante da direção estadual do partido.

O próprio Alvaro reconhece que o PSDB no Paraná está ao lado do prefeito. “Aqui já é conhecida a posição da diretoria. Ela foi composta pelo grupo do prefeito Beto. Que a preferência da diretoria é pela candidatura do Beto é um fato amplamente conhecido, mas o partido é composto por militantes e filiados em todo o estado”, afirmou o senador ao sair da reunião.

Para “equilibrar” a disputa com o prefeito de Curitiba pela preferência dentro do partido, Alvaro vem articulando o apoio da cúpula nacional do PSDB. Isso ficou claro quando ele foi questionado ontem, logo após a reunião, sobre os resultados concretos do encontro. “Vamos buscar um entendimento e aguardar a visita do (senador) Sérgio Guerra (presidente nacional do partido) para que ele possa conduzir esses entendimentos”, respondeu.

Alvaro aposta que será o escolhido pela direção nacional com base no fato de que, se for ele o candidato do PSDB, o irmão, senador Osmar Dias (PDT), desistiria de disputar o governo e tentaria a reeleição para o Senado. “Sendo o Beto o escolhido, ele vai concorrer com o Osmar numa eleição muito apertada”, explica Alvaro.

Além disso, Osmar provavelmente fecharia uma aliança com o PT no caso de Richa ser o candidato. Isso daria um palanque forte para a pré-candidata do PT à Presidência, a ministra Dilma Rousseff. Sem Osmar no páreo, o palanque de Dilma no Paraná ficaria enfraquecido, beneficiando o candidato tucano ao Palácio do Planalto, José Serra.

Discurso da legitimidade

Já Richa deu entrevistas em tom diplomático. “A reunião foi muito boa. Houve espaço para todos os presentes darem sua opinião”, disse o prefeito.

Apesar disso, o grupo pró-Richa já adota o discurso da legitimidade que o diretório estadual tem no processo da escolha do candidato. “A decisão do diretório estadual será respeitada pela executiva nacional. A decisão será aqui do Paraná”, disse o presidente estadual do PSDB, deputado Valdir Rossoni, que não esconde a preferência pela candidatura de Beto Richa.

Em pelo menos uma coisa Richa e Alvaro concordaram e saíram da reunião com um discurso uniforme: respeitar a escolha do partido, permanecer unido seja qual for o candidato escolhido. Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Karlos Kohlbach

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Apoio do DEM a Osmar racha legenda no PR

Alceni Guerra envia carta à direção do partido criticando compromisso fechado pelo presidente da sigla no estado

A distância cada vez maior entre o PDT e o PSDB no Paraná – aliados de longa data, Osmar Dias e Beto Richa devem disputar o governo estadual em 2010 – provocou um racha no Democratas local. O deputado federal Alceni Guerra (DEM) solicitou à cúpula nacional do partido intervenção no diretório estadual, comandado pelo também deputado federal Abelardo Lupion. Segundo Guerra, Lupion firmou um compromisso que foge à aliança nacional com os tucanos e que remete a um “palanque eleitoral de Osmar Dias e da ministra Dilma Rousseff”.

O pedido consta de uma carta enviada por Guerra ao presidente nacional do DEM, Rodrigo Maia. Antes de solicitar a intervenção, o deputado ofereceu uma alternativa: o desligamento dele da bancada do DEM. Ele diz que se sentiu “ludibriado”, pois em almoço com a bancada nacional do partido, no dia 18, ficou acertado o apoio à candidatura do PSDB à Presidência da República, independentemente do candidato – José Serra ou Aécio Neves. “No mesmo dia, Lupion faz uma reunião com o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi. Nós todos sabemos que o Lupi está com a Dilma”, criticou Guerra.

“Vamos apoiar o PSDB, mas uma coisa é a disputa nacional e outra é a disputa estadual. Meu papel hoje é de tentar trazer o senador Osmar Dias para a base de apoio à candidatura do PSDB. O papel que faço é o que os tucanos deveriam estar fazendo.” Aberlardo Lupion, presidente estadual do DEM

Lupion reagiu. “Senti-me desconfortável porque assumi um compromisso com a bancada e o presidente estadual assume outro e, o que é pior, sem me consultar nem me comunicar depois. Isso me obrigou a tomar uma posição. Se não fico de bobo a nível nacional ou a nível estadual”, declarou Alceni Guerra, que foi secretário do Planejamento de Curitiba entre janeiro e setembro deste ano. Segundo Guerra, ele e Rodrigo Maia vão se reunir hoje para discutir o assunto.

Abelardo Lupion disse que está “estranhando” a postura de Alceni Guerra. “A reunião foi feita com a presença de Lupi, de Osmar Dias e do Rodrigo Maia”, afirmou Lupion. Ele rechaça a acusação de aproximação com Dilma Rousseff. “Quem conhece minha história sabe que eu jamais apoiaria o PT”, declarou.

“Vamos apoiar o PSDB, mas uma coisa é a disputa nacional e outra é a disputa estadual. Meu papel hoje é de tentar trazer o senador Osmar Dias para a base de apoio à candidatura do PSDB. O papel que faço é o que os tucanos deveriam estar fazendo”, disse Lupion. Ele ressaltou que “não abre mão” de apoiar o pedetista na corrida pelo governo do Paraná e alfinetou os defensores da candidatura de Beto Richa – eleito em 2008 com o apoio do PDT, que esperava receber o favor em 2010 para eleger Osmar Dias governador. “Espero que os compromissos recentemente assumidos sejam cumpridos.”

Apoio

O presidente da Assembleia Le­­­gislativa do Paraná, Nelson Justus, apoiou a postura de Guerra. Para ele, independentemente de ser o presidente estadual da legenda, Lupion não tem poderes para fechar acordo com Osmar Dias. Justus defendeu ainda que as discussões sobre alianças devem ocorrer nas convenções partidárias e não por iniciativas individuais.

O deputado estadual Elio Rusch declarou que, até a convenção que decidirá a posição do DEM, em junho de 2010, todos os filiados têm o direito de manifestar a opinião pessoal. Fonte: Gazeta do Povo

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