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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Ducci sela acordo com DEM e nomeia Bertoldi secretário da Habitação

O prefeito Luciano Ducci (PSB) deu uma cartada de mestre: fechou acordo com o Democratas e se abraçou com o partido para disputar a reeleição à prefeitura de Curitiba. A informação exclusiva, foi confirmada por boas fontes. O acerto será oficialmente anunciado no sábado durante convenção do DEM. Para selar o casório entre DEM e PSB, Osmar Bertoldi (que comandará o Democratas na capital) assumirá o cargo de secretário especial da habitação de Curitiba, anúncio que também será feito no sábado.

O acordo por si só já seria uma baita pressão em cima do PSDB em pról de Ducci, mas a saída dde Gustavo Fruet do do ninho tucano é a decisão derradeira para que a tucanada faça o que tanto queria: correr para os braços de do atual prefeito que busca a reeleição.

Essas movimentações feitas nos bastidores essa semana e que serão oficialmente divulgadas a partir desta quarta-feira desenharam com mais clareza o quadro político da capital. A partir de agora protejam as canelas. Fonte: Blog da Joice

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sexta-feira, 8 de julho de 2011

PSDB de Maringá decide que terá candidato a prefeito em 2012

A executiva do PSDB em Maringá definiu, em uma reunião nesta sexta-feira (8), as estratégias de atuação do partido para os próximos dois anos. Com o foco voltado para as eleições de 2012, os tucanos criaram grupos de trabalho para ampliar a participação política e eleitoral no município.

Vários nomes foram apontados na reunião como fortes candidatos do partido, entre eles o professor Wilson Matos, reitor do Cesumar, o deputado estadual Evandro Júnior, o deputado federal Luiz Nishimori, os vereadores Flávio Vicente e Márcia Socrepa e a presidente da Sociedade Rural de Maringá, Maria Iraclézia de Araújo, que foi convidada a se filiar.

Divulgacao
Reunião da executiva do PSDB de Maringá; pelo menos seis nomes são cotados para disputar o pleito de 2012

O partido iniciará um processo de padronização das ações, alinhado as ações da executiva estadual, buscando ampliar a unidade com o propósito de ter candidatura própria para as eleições municipais de 2012.

Segundo o professor Wilson Matos, presidente da executiva de Maringá, "é um privilégio do partido ter em seu quadro a estatura moral do governador Beto Richa, que tem se destacado como um grande gestor e, com certeza, contribuirá de forma direta e decisiva no processo eleitoral do partido em Maringá".

No encontro também conversaram sobre possíveis alianças com outros partidos, definindo uma agenda quinzenal de reuniões para debates com as lideranças locais. Fonte: O Diário

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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Falta de esclarecimento de Palocci atrapalha até trabalhos de comissões

O governo continuará sangrando política e moralmente enquanto o ministro-chefe da casa civil, Antônio Palocci, não vier a público esclarecer as denúncias envolvendo o aumento do patrimônio pessoal nos últimos quatro anos. A avaliação é do deputado federal Fernando Francischini (PSDB-PR), que têm acompanhado de perto o clima dentro da câmara federal. Ele afirma que até mesmo os trabalhos da comissão de segurança pública da casa – da qual ele é vice-presidente – está com os trabalhos paralisados pela falta de quórum nas reuniões.

O deputado também é coordenador da Bancada do PSDB na comissão de fiscalização financeira e controle da câmara dos deputados, e denunciou na semana passada indícios de tráfico de influência nos pagamentos realizados à empresa WTORRE S.A. por parte da delegacia da receita federal de administração tributária em São Paulo, setor ligado ao Ministério da Fazenda. Francischini afirma que os contratos firmados entre a empresa de Palocci, “Projeto consultoria econômica e financeira” com os grupos Amil e Santander são foco das comissões nesta semana. Fonte: Da Joice, via Fábio Campana

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sábado, 28 de maio de 2011

Após disputas internas, PSDB se remodela com Aécio fortalecido e Serra em função estratégica

A 10ª convenção do PSDB terminou neste sábado (28) com o senador Aécio Neves (MG) fortalecido internamente e o candidato derrotado ao Palácio do Planalto, José Serra, presidindo um conselho político fortalecido, uma função que poderá levar a legenda a, depois das eleições municipais de 2012, fundir-se com os também oposicionistas DEM e PPS. As principais lideranças tucanas se esforçaram para demonstrar unidade depois de semanas de tensões internas e disputas por cargos-chave no partido.

Aécio ajudou a reconduzir ao cargo o presidente tucano, deputado Sérgio Guerra (PE), apesar da contrariedade de Serra. Também emplacou o deputado Rodrigo de Castro (MG) na secretaria-geral do partido e o ex-senador Tasso Jereissati na presidência do Instituto Teotônio Vilela. O ex-governador de São Paulo teve de se contentar com um aliado, Alberto Goldman, em uma das vice-presidências. E ocupará um cargo estratégico para a sigla nos próximos anos.

O acordo foi construído em Brasília nesta manhã, em uma reunião entre Aécio, Serra, o governador paulista Geraldo Alckmin e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Por conta disso, os militantes esperaram horas no centro de convenções que recebeu o encontro. “Nada é fácil de resolver entre nós. O importante é que resolveu”, afirmou Guerra depois da reunião. Os pedidos por unidade foram várias vezes repetidos no encontro.

Além do espaço partidário ocupado por aliados de Aécio, os tucanos decidiram dar a Serra a presidência de um conselho político fortalecido, que avaliará fusões e incorporações, alianças políticas e estratégias eleitorais. Depois das eleições municipais, eventuais uniões com os oposicionistas DEM e PPS terão de passar pelo crivo do ex-governador antes de chegaram à Executiva Nacional do partido.

Aécio e Serra

Os dois principais rivais internos do PSDB, que já tinham se enfrentado pela pré-candidatura presidencial em 2010, fizeram elogios um ao outro e afirmaram que as discordâncias são menores do que a disposição de enfrentar o PT da presidente Dilma Rousseff nas eleições de 2012. Eles evitaram usar termos mais duros sobre o confronto que tiveram, mas Fernando Henrique admitiu as dificuldades.

“Nós brigamos muito até há pouco, é verdade. Mas estamos juntos outra vez”, afirmou o ex-presidente. “É o PSDB outra vez, unido e vigoroso. Um partido que será construído com muito suor.” Dos aliados, ele ouviu que será consultado mais vezes e que as conquistas do seu governo, entre 1995 e 2002, serão exibidas com mais insistência. Apenas Guerra, no entanto, fez autocrítica sobre a situação do partido após as eleições de 2010.

“Precisamos melhorar nossa forma de comunicação e chegar aos diretórios com uma mensagem mais clara. Precisamos de unidade não só na direção, mas também na ação nas cidades do Brasil todo, tendo mais identidade”, disse. Aécio e Serra, um em tom mais moderado e outro, mais ácido, criticaram o governo federal e disseram que a reorganização do partido ajudará a trazer vitórias eleitorais nos próximos anos.

FHC e Lula
A batalha das eleições presidenciais de 2010 ainda não terminou para os tucanos. Serra afirmou que Lula deixou uma “herança maldita” para Dilma, de inflação e falta de infraestrutura. Disse também que o ex-presidente “governa cada vez mais”, em referência à participação do petista em negociações com membros da base aliada no Congresso, desejosos de mais acesso ao Palácio do Planalto.

Serra também creditou aos adversários as rusgas internas que teve com Aécio, que fez apenas críticas genéricas à presidente. “Uma grande arma que o adversário utiliza é o nosso enfraquecimento”, disse ex-governador de São Paulo. “A mentira e a intriga a nosso respeito são a arma do adversário. A intriga nos enfraquece e fortalece o adversário. Em muito pouco tempo de governo, aquilo que se considerava de pior está acontecendo. Precisamos saber disso”, afirmou o tucano, ao lado de Aécio.

Fernando Henrique também criticou a postura de Dilma e de Lula em relação aos parlamentares e pediu mais pressão por uma CPI que investigue o aumento do patrimônio do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, conforme denúncia do jornal Folha de S.Paulo. “Antes era ‘sim, senhor’. Agora é ‘sim, senhora’. Só muda o gênero, mas não muda a situação”, afirmou FHC. “É fácil surfar em onda. Difícil é criar onda nova. O PSDB é o partido da nova onda.”

Em um discurso mais ameno, Aécio chamou Serra de “líder permanente do nosso partido”. Foi mais aplaudido que o rival interno pelos militantes, que pediram sua candidatura à Presidência em 2014. “O PSDB está unido e ponto”, disse o mineiro. “Somos sérios, somos éticos. Quando assumimos governos, sabemos o que precisa ser feito. Este é um partido sem dono. O dono do PSDB é o povo brasileiro”, disse. Na entrada do local da convenção, o mineiro foi o mais assediado pelos correligionários. Fonte: Uol Notícias, reportagem de Maurício Savarese

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quarta-feira, 16 de março de 2011

PSDB deve ter comando provisório

O objetivo é apaziguar a queda de braço entre a ala que defendem o apoio à reeleição de Ducci e o grupo que quer o lançamento de Gustavo Fruet

A direção estadual do PSDB deve mesmo determinar a formação de uma comissão provisória para assumir o comando do partido em Curitiba, como forma de apaziguar a queda de braço entre a ala que defendem o apoio à reeleição do atual prefeito, Luciano Ducci (PSB), e o grupo que quer o lançamento do ex-deputado federal Gustavo Fruet (PSDB) como candidato próprio da legenda à prefeitura da Capital nas eleições de 2012. Segundo informações de deputados tucanos, a solução foi aceita pelo grupo do atual presidente do PSDB curitibano, vereador João Cláudio Derosso - que sonha em ser candidato a vice na chapa de Ducci - e a ala liderada por Fruet, dependendo apenas da anuência final do governador Beto Richa (PSDB) para ser oficializada.

No mês passado, a Executiva Estadual do PSDB chegou a anunciar o cancelamento da convenção municipal para a renovação do diretório municipal do partido em Curitiba. Derosso ignorou a decisão da direção estadual, mantendo a convocação da convenção para o próximo domingo. Com o apoio da máquina da prefeitura, o vereador teria a reeleição garantida, e com isso, ficaria livre para levar o partido a apoiar a reeleição de Ducci, “rifando” Fruet.

Com quase 650 mil votos obtidos na eleição para o Senado em 2010 somente na Capital, Fruet passou a cobrar uma definição do PSDB sobre a possibilidade do partido lançar candidato próprio à prefeitura. No final do ano passado, ele disse ter conversado com o governador sobre a possibilidade de assumir o comando do partido na Capital para iniciar esse projeto. Na época, afirma o ex-deputado, Richa teria manifestado apoio à sua reivindicação.

A atitude de confronto de Derosso, porém, com o apoio de Ducci, e a anuência velada do governador, aumentou as especulações de que Fruet poderia deixar o PSDB para buscar outra legenda para concorrer à eleição do ano que vem. Desde então, o comando estadual tucano vem tentando um acordo entre os dois grupos, sem sucesso.

Com a data da convenção se aproximando, a cúpula do partido retomou essa semana as conversas. O presidente estadual do PSDB, deputado Valdir Rossoni, voltou a se encontrar ontem com Derosso e com Richa, em busca de uma saída. Segundo o deputado Mauro Moraes (PSDB), a ideia é formar uma comissão provisória composta por deputados estaduais, um federal, vereadores e pelo próprio Fruet. “A confirmação da convenção seria uma precipitar uma decisão favorável ao Ducci, em detrimento da candidatura própria. E não podemos correr o risco de perder o Fruet”, avalia.

Moraes lembrou que a convenção municipal só pode ser realizada com a autorização da direção estadual. E que os deputados são maioria na Executiva Estadual. “Na bancada, todos são favoráveis à comissão provisória”, diz. (IS). Fonte: Bem Paraná

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

PSDB define candidatos no PR com pesquisas. Menos em Curitiba

Ademar Traiano: na capital, a coisa funciona de outro jeito.

O PSDB paranaense decidiu em reunião nesta segunda-feira que as candidaturas a prefeito no interior do estado serão definidas por meio de pesquisas de opinião.

A informação foi dada via Twitter pelo deputado estadual Ademar Traiano (PSDB), líder do governo Beto Richa (PSDB) na Assembleia Legislativa.

No entanto, o deputado admite que dentro do partido sabe-se que a situação de Curitiba é diferente.

"A capital será analisada separadamente. A opinião do governador Beto Richa e da executiva serão importantes", disse Traiano.

Na capital, como se sabe, o ex-deputado Gustavo Fruet quer ser o candidato do partido. Mas o governador Beto Richa preferiria apoiar Luciano Ducci (PSB), seu antigo vice, para a reeleição. Fonte: Blog Caixa Zero

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Serra participa da 50ª Convenção Anual das Igrejas Assembleias de Deus do Paraná - Por Luciano Brito

O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra participou nesta terça-feira (26) como convidado de honra da 50ª AGO - Assembleia Geral Ordinária da CIEADEP – Convenção das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Estado do Paraná realizada em Foz do Iguaçu (PR).

Serra, que foi recebido na ocasião por cerca de 1000 pastores e evangelistas respondeu a várias perguntas e se posicionou sobre alguns dos principais temas que preocupam a igreja evangélica brasileira nestas eleições.

Pastor Ival Teodoro da Silva, presidente da CIEADEP saudou o presidenciável e sua comitiva em nome de todos os convencionais, fez uma breve exposição sobre a Assembleia de Deus no estado do Paraná logo após passou a palavra ao pastor Robson Brito, presidente da AD de Maringá para encaminhar uma série de questionamentos ao candidato Serra.

Inicialmente o presidenciável foi questionado sobre o PNDH 3 - Plano Nacional dos Direitos Humanos, pelo pastor Samuel Moreira, presidente da AD de Almirante Tamandaré afirmou que há avanços contidos no mesmo, mas ressaltou que o PNDH 3 preocupa a igreja em vários pontos.

Serra saudou os presentes na Paz do Senhor e foi muito aplaudido, agradeceu a oportunidade e afirmou que “eu tenho quatro objeções fundamentais ao Plano Nacional dos Direitos Humanos, que foi reafirmado no congresso nacional do PT, depois até no programa de governo apresentado pela candidata do PT na justiça eleitoral” e que foi encaminhado por Dilma à sanção do presidente Lula.

“Eu tenho quatro divergências” ao PNDH 3:

Primeira divergência de Serra ao PNDH 3 é sobre as invasões
"Segundo o plano estabelece que uma invasão de um imóvel, não só um imóvel rural, mas também a um apartamento popular que seja feita, ela não pode ser desfeita por ordem judicial, ela tem como etapa intermediária um debate entre os invasores e o Poder Judiciário. Isso me parece um absurdo, enfraquece o Judiciário e estabelece o caminho para a anarquia dentro da sociedade", declarou.

Segunda divergência de Serra ao PNDH 3 é sobre a liberdade de imprensa
José Serra criticou a censura à imprensa, segundo ele como o PNDH 3 “cria mecanismo de controle da liberdade de imprensa, a criação de comitês de controle e conferência que na prática estabelece a censura à imprensa. A liberdade de imprensa é um ingrediente essencial das democracias. afirmou A gente pode não gostar de coisas que saem na imprensa, outra coisa é querer dizer o que pode e o que não pode sair.”

Terceira divergência de Serra ao PNDH 3 que criminaliza quem é contra o aborto
“Terceiro aspecto é o de criminalizar quem é contra o aborto porque apresenta o aborto como um dos direitos humanos. Logo quem é contra o aborto é contra os direitos humanos, esta cometendo um crime de ser contra os direitos humanos, esses direitos que prevêem o aborto, ou seja, não é apenas quem prega o aborto , criminaliza quem seja contra o aborto, isso ta claro”.

Quarta divergência de Serra ao PNDH 3
Para Serra o PT quer interferir nas religiões, “a limitação e proibição de símbolos religiosos afeta até mais a igreja católica que tem mais símbolos, mas é uma interferência religiosa ninguém propõe no Brasil o estado religioso o estado é laico, mas o Brasil tem suas tradições na sociedade entre outras coisas a nossa Constituição brasileira diz que foi elaborada sobre a proteção de Deus eu votei isso na Constituição não adianta negar me parece um caminho para interferência nas religiões“

Serra promete vetar a Lei da Mordaça Gay

Serra prometeu vetar o projeto de lei 122 que foi aprovado na Câmara e que ainda não foi votado no Senado, inquirido pelo pastor Robson Brito sobre o assunto prometeu que se eleito vetará a Lei da Homofobia do jeito que esta, caso ela seja aprovada pelo Congresso.

"Uma coisa é perseguir é fazer grupos de extermínio ou de violência contra os gays, como tem acontecido e já ocorreu em São Paulo, outra coisa é, proibir que as igrejas preguem contra atos homossexuais entre seus fiéis. Eu vetarei essa Lei.” Para Serra o projeto como está, passa a perseguir as igrejas que combatem a prática homossexual, e as igrejas tem todo direito de fazer a pregação contra o homossexualismo.

Ele disse também que, se eleito, não terá dificuldades de fazer a maioria no Congresso, "sem barganhas" para evitar a aprovação da lei.

O presidenciável ao ser questionado pelo pastor Luciano Gonçalves da AD de Cascavel sobre qual seria o posicionamento dele enquanto presidente da república no que tange a política internacional em relação a regimes ditatoriais, antidemocráticos e que permitem como no caso do Irã a autoridade dos ayatolás, supostos representantes de deus na terra e a manifestação formal do governo federal feita pelo Presidente da República Islâmica do Irã Mahamoud Ahmadinejad do desejo de extermínio da nação de Israel, Serrra criticou a amizade do presidente Lula com o presidente do Ira e afirmou que deveria ser mais diplomática.

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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Flávio Arns será o vice de Beto Richa e Rocha Loures o vice de Osmar Dias

As duas principais chapas do estado que vão disputar as eleições também definiram os candidatos ao Senado: Gustavo Fruet e Ricardo Barros na aliança comandada pelo PSDB e Gleisi Hoffmann e Roberto Requião na coligação PDT-PT-PMDB

Os candidatos a vice-governador nas duas principais chapas que disputam o governo paranaense nas próximas eleições foram definidos na noite desta quarta-feira (30). O senador Flávio Arns será o vice de Beto Richa na coligação comandada pelo PSDB e o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB) foi escolhido como o vice de Osmar Dias na aliança de PDT, PT e PMDB.

Em outubro do ano passado, Arns trocou o PT pelo PSDB por discordar da postura da cúpula petista em relação aos escândalos que na época envolviam o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). A indicação de um parlamentar do DEM, aliado dos tucanos, para a vaga de vice de Beto Richa também era cogitada, mas acabou não se confirmando.

Nas eleições a aliança tucana ainda contará com DEM, PP, PTB, PSB, PMN, PSDC, PHS, PSL, PTN e PRP.

Rocha Loures ficou com a vaga na chapa de Osmar Dias depois que o PMDB ganhou o direito de indicar o vice. Por meio do microblog Twitter, o ex-governador Roberto Requião comentou a decisão do partido. Para ele, a escolha teve forte influência de Orlando Pessuti, que abriu mão da candidatura ao governo em favor de Osmar. “Pessuti impõe sua liderança e emplaca Rocha Loures como vice do Osmar. Dentro do Pmdb minha voz anda fraca. Vamos ver como fica na eleição”, disse Requião.

Além de PDT, PMDB e PT, a base de apoio a Osmar Dias conta com o apoio confirmado de PSC e PCdoB.

Equilíbrio

A disputa pela sucessão estadual promete ser acirrada, principalmente depois da confirmação da candidatura do pedetista Osmar Dias ao lado de PT e PMDB . Osmar Dias e o ex-prefeito de Curitiba Beto Richa apareceram muito próximos na última pesquisa Vox Populi*, divulgada em maio: Richa com 40% das intenções de voto e Dias com 33%. A margem de erro é de 3,7 pontos percentuais, para mais ou para menos, o que colocou os dois candidatos em empate técnico.

Durante coletiva realizada nesta quarta, Beto Richa afirmou que espera o apoio do senador Alvaro Dias, apesar de ele estar em lado oposto ao do irmão Osmar. “Acredito que agora ele nos ajudará com mais força”, declarou.

Alvaro Dias foi indicado para ser o vice de José Serra na chapa do PSDB à Presidência da República, mas a desaprovação do DEM e a candidatura de Osmar Dias no Paraná fizeram com que ele perdesse a vaga. O deputado federal Índio da Costa (RJ) acabou confirmado durante a tarde com o candidato a vice.

Fruet briga pelo Senado

O PSDB também confirmou o nome do deputado federal tucano Gustavo Fruet como um dos candidatos da chapa ao Senado. A outra vaga será do também deputado federal Ricardo Barros (PP).

Na semana passada, Fruet chegou a registrar a candidatura à reeleição na Câmara Federal, mas mudou de ideia. O deputado foi um dos parlamentares do partido que se declararam contra a aliança do PSDB estabelecida com o PP, de Barros. Agora, os dois vão representar a coligação na disputa ao Senado Federal.

Assim como na eleição para o governo, os principais adversários dos candidatos da chapa tucana ao Senado vêm da coligação formada por PDT, PMDB e PT que deve lançar a petista Gleisi Hoffmann e o ex-governador Roberto Requião (PMDB) como postulantes ao cargo.

*A pesquisa divulgada em 19 de maio ouviu 700 pessoas entres os dias 8 e 12 de maio. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o protocolo 11.322/2010. No Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o registro é o 9210/2010. Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Adriano Ribeiro e Rogerio Waldrigues Galindo

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terça-feira, 22 de junho de 2010

“Estou preparado para governar”, diz Richa em viagem a Maringá e municípios do Norte

“Estou preparado para governar o Estado”, afirmou Beto Richa em entrevista coletiva no aeroporto de Maringá na manhã desta terça-feira (22), no início de uma viagem de três dias pela região Norte do Estado. Até quinta-feira (24), Beto participará de uma série de encontros em 14 municípios, para discutir seu Plano de Governo. “Com a experiência que acumulei em todos os cargos exercidos até agora, de deputado estadual, vice-prefeito, secretário de obras e prefeito de Curitiba, acredito estar preparado para os novos desafios”, disse Beto, que foi oficialmente indicado candidato do PSDB ao Governo do Estado na convenção estadual do partido, no sábado (19).

Beto chegou ao aeroporto acompanhado dos deputados estaduais Durval Amaral (DEM), Cida Borghetti (PP) e Luiz Accorsi (PSDB) e do prefeito de Castro, Moacir Fadel (PMDB). No aeroporto, foi recebido pelo prefeito de Maringá, Sílvio Barros (PP), e pelo deputado estadual Wilson Quinteiro (PSB). “Estamos aqui nesta importante região do Estado no trabalho de construção do Plano de Governo”, disse ele. “Queremos ouvir os paranaenses para saber sua opinião e valorizá-la, ouvir as grandes idéias e propostas. Porque ninguém melhor do que as pessoas que moram aqui para saber quais são suas necessidades e o que esperam do próximo governo.”

Nesta terça-feira, Beto foi Atalaia, Flórida, Ângulo e Iguaraçú. Na quarta-feira, às 8h, participará de café da manhã na Associação Comercial e Empresarial (ACIM) de Maringá. Depois, vai a Itaguajé, Santa Inês, Santo Inácio, Colorado e Lobato. À noite, participa de uma audiência pública organizada pelo PSDB e pelo Instituto Teotônio Vilela, no hotel Metrópole Bristol. Na quinta-feira, os encontros serão em Nossa Senhora das Graças, Guaraci, Santa Fé, Munhoz de Mello e Astorga.

Saúde e segurança

Os problemas no serviço público de saúde têm sido um tema comum nas discussões nos municípios. “Sentimos essa preocupação em todos os municípios. O atendimento é muito precário. Temos hospitais regionais que foram inaugurados, mas não têm equipamentos nem profissionais suficientes para atender à demanda de toda uma região”, disse Richa. “A boa saúde pública, para resumir, começa cumprindo a lei, investindo pelo menos 12% das receitas do Estado, como determina a Constituição Federal. Só assim poderemos começar a atender às pessoas com qualidade.”

Beto também destacou a necessidade de ampliar o efetivo da Polícia Militar para combater outra preocupação dos paranaenses: a violência crescente. “Faltam investimentos. O efetivo da PM hoje é inferior ao de 20 anos atrás, considerando ainda o crescimento populacional em duas décadas e o visível aumento da violência, da criminalidade e do tráfico de drogas. Como é que a polícia vai combater a criminalidade e garantir segurança para as famílias paranaenses?”, disse Beto. “Então, precisamos de políticas públicas na área de segurança, eficazes e inteligentes; investir em inteligência para conseguir dar as respostas que a sociedade espera.”

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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Richa recebe apoio de lideranças de Andirá, Umuarama e Rondon

O pré-candidato do PSDB ao Governo do Estado, Beto Richa, recebeu em Curitiba nesta quinta-feira (10) lideranças dos municípios de Andirá, no Norte Pioneiro, Umuarama, e Rondon, no Noroeste. “Temos recebido apoios de diferentes regiões e de correntes políticas diversas para o projeto que estamos elaborando para o Paraná”, disse Richa. Ele aproveitou a ocasião para convidar os visitantes para a convenção estadual do PSDB, no dia 19, a partir das 9h, no Expotrade, em Pinhais, na Região metropolitana de Curitiba. “Vamos ter um grande encontro e esperamos poder apresentar uma reedição da grande aliança que nos apoiou nas eleições passadas”, afirmou Richa.

Participaram da reunião os vereadores Gilmar Leonardo, presidente do PSDB de Andirá, com os colegas Hamilton do Carmo (PSDB) e Professor Paolo (PP); Francisco Silvestre, presidente do PSDB de Umuarama, acompanhado de Aricidio Cassiano Junior, Cléber Martinez e também o presidente do PTB no município, o empresário Valter Sucupira.

“Vemos no Beto a possibilidade de renovação para o Paraná, com tratamento respeitoso com as pessoas e apoio de uma grande aliança de partidos”, disse o vereador Donizete Rugeri, do PMDB de Rondon.

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domingo, 2 de maio de 2010

Lula chora com Dilma; Serra pede que ‘orem’ por ele

Foto:Mastrângelo Reino/Folha

A lei 9.504/97, que regula as eleições, anota que a campanha começa em julho. Comícios, só a partir de 6 de julho.

Pois bem, neste 1º de Maio, com antecedência de dois meses e uma semana, os dois presidenciáveis que polarizam a disputa rasgaram a lei.

Com o auxílio de Lula, a petista Dilma Rousseff fez picadinho da lei em São Paulo. O tucano José Serra destroçou-a em Camboriú (SC).

Pelo lado do PT, o ápice do escárnio foi atingido numa festa da CUT. Ao discursar, Lula cuidou de reconhecer a opção pelo ilegal:

"A legislação não me permite falar de candidatos". Nem precisou. A platéia encarregou-se de puxar o coro:

"Olêêêê, olêêêê, olêêêê, olááááá, Dilmaaaaa, Dilmaaaaaa!" Lula, então, ultrapassou a fronteira da legalidade. Pôs-se a pregar a continuidade:

"Não é possível resolver o problema de 500 anos em oito. É preciso um umsequenciamento. Dilma, você ouviu o que eu disse? Sequenciamento..."

Enalteceu a própria gestão. Jactou-se de ter sido mencionado pela revista Time numa lista das lideranças mais influentes do planeta.

"Daqui a pouco meu ego não vai caber nas minhas calças. Vou ter que ir a um alfaiate, porque o ego engorda".

Já se havia ufanado da Time mais cedo, noutra festa, organizada pela Força Sindical (assista no vídeo abaixo).

Súbito, diante da platéia 100% petista que a CUT providenciara e que a Viúva ajudara a bancar, Lula chorou.

As lágrimas cortaram-lhe o cenho no instante em que lembrou que seu governo está na bica de terminar.

"Quando eu deixar a Presidência, vou continuar morando no mesmo apartamento, na mesma distância do sindicato que me projetou na política", disse, em prantos.

"O que vai mais me dar orgulho é que vou poder acordar de manhã e olhar para qualquer trabalhador e dizer para ele 'bom dia, companheiro'."

Disse que, ao chegar ao Planalto, em 2003, teve medo malograr. "Demoraria mais um século para um trabalhador poder pleitear ser presidente".

Enquanto Lula chorava ao lado de Dilma, em São Paulo, José Serra sapateava sobre a lei eleitoral escorado na bíblia, em Santa Catarina.

O presidenciável tucano foi ao microfone num encontro da Assembléia de Deus. Salpicou no discurso inúmeras referências bíblicas.

A certa altura, fez um pedido aos “irmãos” que o ouviam –no auditório, cerca de 10 mil; espalhados num parque, coisa de 160 mil.

"Orem, rezem a Deus, por mim no sentido de eu ter mais sabedoria para enfrentar as batalhas e as lutas que nós temos daqui por diante".

Serra ancorou o pedido numa passagem Velho Testamento em que o rei Salomão pede a Deus sabedoria para governar.

Os pastores se dirigiram ao candidato como "futuro presidente". Um deles, Cezino Cavalcanti, reforçou o pedido aos fiéis para que rezassem por Serra.

Rogou ao tucano que voltasse ao encontro evangélico, em 2011, já na condição de presidente. E Serra: “Amém!”

Outro pastor, Reuel Bernardino, açulou a platéia. Instou-a a gritar o nome de Serra. Atendido, disse: "Esse povo não só ora como vota, haverá um rebuliço no país".

Ao deixar o recinto, Serra ouvia a multidão entoar o seu nome. Fez o “V” da vitória.

Lula e Dilma fecharam o sábado em São Bernardo, no Sindicado dos Metalúrgicos do ABC. Ali, o olê-olá de Dilma foi intercalado com olês-olás Lula.

A oposição anunciou que vai se queixar ao TSE na semana que vem. O PT não disse, mas é provável que também vá ao tribunal contra Serra.

Ou a Justiça Eleitoral põe ordem na casa ou o país viverá, a cada semana, sete dias de campanha ilegal.Fonte: Folha Online, por Josias de Souza

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sábado, 20 de fevereiro de 2010

Rossoni Confirma Reunião do Diretório Estadual PSDB na Segunda-Feira

O diretório estadual do PSDB se reúne na próxima segunda-feira (dia 22), às 10 horas, no Hotel Bourbon, em Curitiba, para oficializar o nome do pré-candidato do partido ao governo do estado.

“Vamos indicar o candidato, que terá o apoio total do diretório estadual na convenção de junho. Todos os tucanos estão convidados a comparecer na segunda”, afirmou o deputado Valdir Rossoni, presidente do PSDB no Paraná.

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Deputado Valdir Rossoni Confirma Reunião do Diretório Estadual do PSDB na Segunda-Feira

O diretório estadual do PSDB se reúne na próxima segunda-feira (dia 22), às 10 horas, no Hotel Bourbon, em Curitiba, para oficializar o nome do pré-candidato do partido ao governo do estado.
“Vamos indicar o candidato, que terá o apoio total do diretório estadual na convenção de junho. Todos os tucanos estão convidados a comparecer na segunda”, afirmou o deputado Valdir Rossoni, presidente do PSDB no Paraná.

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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

PSDB deve escolher Richa como candidato

Beto Richa e Alvaro Dias depois da reunião do PSDB - Foto de Pedro Rodrigues Neto

Partido irá definir quem vai concorrer ao governo até 8 de fevereiro. Única chance de Alvaro Dias é que haja “intervenção” da cúpula nacional da legenda

A reunião de ontem da executiva estadual do PSDB paranaense não foi suficiente para selar um acordo entre os dois pré-candidatos do partido para a disputa ao governo do estado na eleição de outubro. Nem o prefeito Beto Richa nem o senador Alvaro Dias abriram mão de concorrer no pleito. Diante do impasse, ficou agendado um encontro do diretório estadual para o dia 8 de fevereiro – data em que será definido, impreterivelmente, o nome do candidato do PSDB que vai disputar a eleição para governador. Richa, porém, largou na frente e só não deve ser o candidato tucano se houver uma imposição do nome de Alvaro pela direção nacional do partido.

Com ampla preferência pelo prefeito, membros da executiva estadual apostam que o senador irá desistir da disputa interna. “A saída dele (Alvaro) é ter um entendimento com o Beto, porque se ele for para a disputa (do voto dos membros do diretório estadual), ele perde”, disse um integrante da direção estadual do partido.

O próprio Alvaro reconhece que o PSDB no Paraná está ao lado do prefeito. “Aqui já é conhecida a posição da diretoria. Ela foi composta pelo grupo do prefeito Beto. Que a preferência da diretoria é pela candidatura do Beto é um fato amplamente conhecido, mas o partido é composto por militantes e filiados em todo o estado”, afirmou o senador ao sair da reunião.

Para “equilibrar” a disputa com o prefeito de Curitiba pela preferência dentro do partido, Alvaro vem articulando o apoio da cúpula nacional do PSDB. Isso ficou claro quando ele foi questionado ontem, logo após a reunião, sobre os resultados concretos do encontro. “Vamos buscar um entendimento e aguardar a visita do (senador) Sérgio Guerra (presidente nacional do partido) para que ele possa conduzir esses entendimentos”, respondeu.

Alvaro aposta que será o escolhido pela direção nacional com base no fato de que, se for ele o candidato do PSDB, o irmão, senador Osmar Dias (PDT), desistiria de disputar o governo e tentaria a reeleição para o Senado. “Sendo o Beto o escolhido, ele vai concorrer com o Osmar numa eleição muito apertada”, explica Alvaro.

Além disso, Osmar provavelmente fecharia uma aliança com o PT no caso de Richa ser o candidato. Isso daria um palanque forte para a pré-candidata do PT à Presidência, a ministra Dilma Rousseff. Sem Osmar no páreo, o palanque de Dilma no Paraná ficaria enfraquecido, beneficiando o candidato tucano ao Palácio do Planalto, José Serra.

Discurso da legitimidade

Já Richa deu entrevistas em tom diplomático. “A reunião foi muito boa. Houve espaço para todos os presentes darem sua opinião”, disse o prefeito.

Apesar disso, o grupo pró-Richa já adota o discurso da legitimidade que o diretório estadual tem no processo da escolha do candidato. “A decisão do diretório estadual será respeitada pela executiva nacional. A decisão será aqui do Paraná”, disse o presidente estadual do PSDB, deputado Valdir Rossoni, que não esconde a preferência pela candidatura de Beto Richa.

Em pelo menos uma coisa Richa e Alvaro concordaram e saíram da reunião com um discurso uniforme: respeitar a escolha do partido, permanecer unido seja qual for o candidato escolhido. Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Karlos Kohlbach

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Cúpula nacional do PSDB tenta evitar racha do partido no Paraná

Caciques temem que disputa entre Beto e Alvaro prejudique projeto de Serra no Paraná

A indefinição da candidatura tucana ao governo do Paraná nas eleições de outubro preocupa os dirigentes nacionais do PSDB. A disputa interna entre o prefeito de Curitiba, Beto Richa e o senador Alvaro Dias foi discutida em reunião de membros da cúpula nacional – presidente do diretório nacional, senador Sérgio Guerra, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o pré-candidato à presidência, governador de São Paulo José Serra e o governador de Minas Gerias, Aécio Neves – na noite da última segunda-feira.

No momento, o maior desafio dos caciques tucanos é evitar um racha a partir da escolha daquele que representará a legenda na disputa pela sucessão estadual.
Os estrategistas do partido sabem que a divisão poderia colocar em risco a ampla vantagem que José Serra tem sobre a presidenciável petista, ministra Dilma Roussef, nas recentes pesquisas divulgadas no Paraná.

O deputado federal Gustavo Fruet, que conversou com o presidente nacional tucano depois da reunião de segunda-feira, confirma a tendência conciliadora. “Não haverá interferência da direção nacional na definição aqui no Paraná. O objetivo principal é evitar o conflito e tentar, até o último momento, o acordo com o senador Osmar Dias”, explica.

Sem um nome de peso dentro do partido para disputar o Palácio das Araucárias, o PT aposta em uma aliança com o senador Osmar Dias (PDT) para garantir um grande palanque para Dilma no estado.

Assim, na tentativa de minar a expectativa petista, a cúpula nacional tucana decidiu enviar um emissário – senador Sérgio Guerra – para retomar a tentativa de um acordo com Dias. A tendência é que o encontro aconteça ainda esta semana. “O Sérgio Guerra é meu amigo e sempre temos conversado. Ele está em Santa Catarina e na volta deve passar pelo Paraná e devemos nos encontrar. Mas, pelo que estou vendo, as coisas já estão bem definidas do lado do PSDB”, comenta Osmar Dias em alusão clara ao favoritismo de Richa para disputar o governo. Fonte: Bem Paraná, reportagem de Abraão Benício

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Apoio do DEM a Osmar racha legenda no PR

Alceni Guerra envia carta à direção do partido criticando compromisso fechado pelo presidente da sigla no estado

A distância cada vez maior entre o PDT e o PSDB no Paraná – aliados de longa data, Osmar Dias e Beto Richa devem disputar o governo estadual em 2010 – provocou um racha no Democratas local. O deputado federal Alceni Guerra (DEM) solicitou à cúpula nacional do partido intervenção no diretório estadual, comandado pelo também deputado federal Abelardo Lupion. Segundo Guerra, Lupion firmou um compromisso que foge à aliança nacional com os tucanos e que remete a um “palanque eleitoral de Osmar Dias e da ministra Dilma Rousseff”.

O pedido consta de uma carta enviada por Guerra ao presidente nacional do DEM, Rodrigo Maia. Antes de solicitar a intervenção, o deputado ofereceu uma alternativa: o desligamento dele da bancada do DEM. Ele diz que se sentiu “ludibriado”, pois em almoço com a bancada nacional do partido, no dia 18, ficou acertado o apoio à candidatura do PSDB à Presidência da República, independentemente do candidato – José Serra ou Aécio Neves. “No mesmo dia, Lupion faz uma reunião com o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi. Nós todos sabemos que o Lupi está com a Dilma”, criticou Guerra.

“Vamos apoiar o PSDB, mas uma coisa é a disputa nacional e outra é a disputa estadual. Meu papel hoje é de tentar trazer o senador Osmar Dias para a base de apoio à candidatura do PSDB. O papel que faço é o que os tucanos deveriam estar fazendo.” Aberlardo Lupion, presidente estadual do DEM

Lupion reagiu. “Senti-me desconfortável porque assumi um compromisso com a bancada e o presidente estadual assume outro e, o que é pior, sem me consultar nem me comunicar depois. Isso me obrigou a tomar uma posição. Se não fico de bobo a nível nacional ou a nível estadual”, declarou Alceni Guerra, que foi secretário do Planejamento de Curitiba entre janeiro e setembro deste ano. Segundo Guerra, ele e Rodrigo Maia vão se reunir hoje para discutir o assunto.

Abelardo Lupion disse que está “estranhando” a postura de Alceni Guerra. “A reunião foi feita com a presença de Lupi, de Osmar Dias e do Rodrigo Maia”, afirmou Lupion. Ele rechaça a acusação de aproximação com Dilma Rousseff. “Quem conhece minha história sabe que eu jamais apoiaria o PT”, declarou.

“Vamos apoiar o PSDB, mas uma coisa é a disputa nacional e outra é a disputa estadual. Meu papel hoje é de tentar trazer o senador Osmar Dias para a base de apoio à candidatura do PSDB. O papel que faço é o que os tucanos deveriam estar fazendo”, disse Lupion. Ele ressaltou que “não abre mão” de apoiar o pedetista na corrida pelo governo do Paraná e alfinetou os defensores da candidatura de Beto Richa – eleito em 2008 com o apoio do PDT, que esperava receber o favor em 2010 para eleger Osmar Dias governador. “Espero que os compromissos recentemente assumidos sejam cumpridos.”

Apoio

O presidente da Assembleia Le­­­gislativa do Paraná, Nelson Justus, apoiou a postura de Guerra. Para ele, independentemente de ser o presidente estadual da legenda, Lupion não tem poderes para fechar acordo com Osmar Dias. Justus defendeu ainda que as discussões sobre alianças devem ocorrer nas convenções partidárias e não por iniciativas individuais.

O deputado estadual Elio Rusch declarou que, até a convenção que decidirá a posição do DEM, em junho de 2010, todos os filiados têm o direito de manifestar a opinião pessoal. Fonte: Gazeta do Povo

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Beto Richa nesta sexta-feira (13) visita Umuarama e Paranavaí

O prefeito de Curitiba, Beto Richa, e o deputado estadual Valdir Rossoni, presidente do PSDB Paraná, participam nesta sexta-feira (13), em Umuarama e Paranavaí, na região Noroeste do Estado, de uma série de reuniões com lideranças políticas e empresariais visando o fortalecimento das alianças para a disputa das eleições 2010.

Richa e Rossoni desembarcam no aeroporto de Umuarama às 10h15, quando atenderá a imprensa em entrevista coletiva. Às 11 horas, o prefeito e o deputado visitam a Boca Maldita, no Centro de Umuarama, tradicional ponto de encontro da cidade. Após almoço com lideranças da região, às 15 horas, Richa e Rossoni serão recebidos pelo Bispo Diocesano de Umuarama, Dom Vicente Costa.

Depois o encontro com Dom Vicente Costa, o prefeito e o deputado vão a Paranavaí, que fica a 151 quilômetros de Umuarama. O desembarque no aeroporto da cidade está agendado para às 16 horas, quando o prefeito de Curitiba atenderá a imprensa.

Às 17h40, Richa e Rossoni visitam o Centro de Ideias José Richa, inaugurado em julho passado. Às 19h15, Richa ministra a palestra “Gestão Pública – A Experiência de Curitiba” aos acadêmicos da Universidade Paranaense (Unipar). Às 20h30, os tucanos participam de reunião suprapartidária no auditório da Ordem dos Advogados do Paraná (OAB).

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

PSDB recebe novos filiados

O diretório estadual do PSDB recepcionou na manhã desta segunda-feira (9), na sede do partido, em Curitiba, os novos filiados tucanos. O PSDB do Paraná foi a legenda que ficou mais fortalecida após o encerramento do prazo para as filiações partidárias, dia 3 de outubro. “Estamos em um momento extraordinário. O PSDB está em todos os municípios e chegará com força na eleição do ano que vem”, considerou o deputado Valdir Rossoni, presidente estadual do partido.

Entre os novos filiados presentes à reunião da Comissão Executiva Estadual, o senador Flávio Arns (ex-PT), o deputado estadual Mauro Moraes (ex-PMDB), o secretário Antidrogas de Curitiba Fernando Franceschini (ex-PP), o ex-deputado estadual Renato Gaúcho (ex-PDT) e o vereador curitibano Professor Galdino (ex-PV).

“Estamos com nomes bem qualificados em todas as regiões do Estado que vão dar a sua contribuição para a sociedade paranaense”, afirmou o prefeito de Curitiba, Beto Richa, destacando a liderança do deputado estadual Valdir Rossoni na presidência da legenda. “A atuação do deputado Rossoni garante o debate democrático no partido. Essa liderança fortalece a legenda e proporciona espaço e voz a todos os filiados”, considerou Richa.
“Não tenho dúvida que o PSDB ganhou muito. São importantes lideranças que vêm somar”, disse o deputado federal Affonso Camargo. “Isso é fruto do trabalho que estamos fazendo para implantar as coordenadorias do PSDB Jovem, PSDB Mulher e PSDB Educação”, observou Rossoni.
OS NOVOS FILIADOS

Antônio Costenaro (Jandaia do Sul)
José Aldir “Carrapicho” Vendrusculo (Pato Branco)
Cléber Assunção (Curitiba)
Dejair Trindade (Curitiba)
Eduardo Pimentel Slaviero (Curitiba)
Eurídes Moura (Rolândia)
Ezilda Furquim (Rio Branco do Sul)
Fernando Francischini (Curitiba)
Flávio Arns (Curitiba)
Iran de Rezende (Cornélio Procópio)
Professor Galdino (Curitiba)
Joaquim Domingos (Boa Ventura de São Roque)
Jorge Roiko (São Mateus do Sul)
Marcos Cesquin (Pinhais)
Marcos Trad (Curitiba)
Mauro Moraes (Curitiba)
Noel Guimarães (Sarandi)
Padre Antônio Beffa (Arapongas)
Paulo Rosenmann (Curitiba)
Professora Josiane (Itaperuçu)
Renato Gaúcho (Curitiba)
Ricardo Endrigo (Medianeira)
Sâmis da Silva (Foz do Iguaçu)
Samuel Olegário (Engenheiro Beltrão)
Sérgio Bolonhesi (Apucarana)
Vera Maria Porto (Paranaguá)
Yamakawa (Paranavaí)
Yeda Maria José de Paula (Curitiba)

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Tucanos confirmam tendência pró-Beto

Com o outro pré-candidato do partido – o senador Alvaro Dias – ausente, os tucanos confirmaram a vantagem de Beto na disputa pela vaga

O PSDB fez festa ontem para apresentar os novos filiados do partido, mas a cerimônia acabou se tornando mais uma demonstração de força da candidatura do prefeito de Curitiba, Beto Richa, ao governo do Estado. Com o outro pré-candidato do partido – o senador Alvaro Dias – ausente, os tucanos confirmaram a vantagem de Beto na disputa pela vaga.

No encontro de ontem, foram apresentados as principais adesões à legenda: o senador Flávio Arns (ex-PT), deputado Mauro Moraes (ex-PMDB) e vereador o Professor Galdino (ex-PV). O presidente estadual da legenda, deputado Valdir Rossoni, aproveitou para confirmar a pré-candidatura do prefeito e a prorrogação dos mandatos dos presidentes dos diretórios municipais do PSDB até novembro de 2010, ou seja, até depois da eleição de outubro.

Líder da bancada do PSDB na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Ademar Traiano deixou claro que apesar de Alvaro ainda estar na disputa, hoje a tendência pró-Beto é majoritária na legenda. “Não tem mais o que afirmar. Está definido. É fato consumado. Não temos dúvida nenhuma de que ele será candidato”, avaliou. “O que se sente no PSDB do Estado é que 90% é pela candidatura do Beto”, reforçou.

A mesma avaliação tem o deputado federal Alfredo Kaefer. “Há um indicativo forte. A gente sente nas bases do partido que tende mais para o Beto do que para o Alvaro”, afirmou.

Já sobre a possibilidade de manutenção da aliança com o PDT do senador Osmar Dias, os dois tem avaliações diferentes. Enquanto Traiano ainda aposta em uma reaproximação com Osmar, Kaefer não vê chances de que isso aconteça. “Não podemos descartar a possibilidade de aliança com o PDT, pois somos parceiros”, disse Traiano. “Há um sentimento de renovação latente. E o Beto tem uma empatia com a população”, disse o deputado federal.

Segundo Kaefer, apesar da indicação formal do candidato ao governo só estar prevista para junho do ano que vem, a definição deve acontecer antes. “Acredito que deve haver um entendimento em março, quando o Beto terá que se desincompatibilizar do cargo de prefeito”, explicou. Fonte: Bem Paraná

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domingo, 20 de setembro de 2009

Beto Richa aclamado Governador em Curitiba, durante encontro estadual do PSDB


Caravanas vindas de todo o Paraná se reuniram no Restaurante Madalosso em Curitiba para o encontro estadual do PSDB que reuniu cerca de cinco mil pessoas; aos gritos a multidão aclamou "Sou Beto, governador do Paraná".
Se alguém tinha dúvidas sobre a candidatura de Beto Richa pelo PSDB ao governo do Paraná, agora só não tem certeza se for muito bobo. Aquilo que era certeza para os mais próximos do prefeito Beto Richa, sua equipe e amigos antes mesmo do encontro ficou claro para todos os presentes no encontro estadual, Beto Richa é o pré-candidato que anima mais os tucanos e que aglutina o maior número de aliados de outros partidos e, é a renovação que o Paraná precisa.

As principais lideranças do PSDB estiveram presentes no evento, como o próprio prefeito Beto Richa; deputado estadual Valdir Rossoni, presidente estadual do partido; senador Álvaro Dias; quase toda a bancada de deputados federais como os pré-candidatos ao senado Gustavo Fruet e Alfredo Kaefer; toda a bancada de deputados estaduais entre eles os da região de Maringá Luis Nishimori e Miltinho Pulpio, este último junto com Valdir Rossoni foram os mestres da cerimômnia.

Organizadores registraram a presença de cerca de 150 prefeitos, e somando-se os vice-prefeitos e ex-prefeitos cerca de 250 lideranças, uma centena de vereadores e suplentes, deputados de diversas siglas partidárias e um multidão de admiradores do Prefeito Beto Richa, de sua postura e jeito de fazer política além de sua administração competente e respeitosa na prefeitura de Curitiba que juntamente com sua equipe e sua esposa Fernanda Richa tem valorizado a mulher, as crianças e a família.
Luciano Brito e o prefeito Beto Richa

Vários partidos já decidiram apoiar Beto Richa para o governo do estado e compareceram no encontro declarando esta posição partidária, são eles: PSB, PTC, PSL, PSDC e o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa Nelson Justus representando o DEM afirmou ser um parceiro histórico do PSDB e que apoiará junto com toda a bancada estadual o prefeito Beto Richa, assim como o deputado Douglas Fabrício do PPS afirmou que o partido terá em 2010 chapa completa de deputados estaduais e federais, mas que trabalha para que o candidato do partido seja Beto Richa.

O presidente estadual do PSB, Severino Araújo disse que "o PSB tem o Beto Richa como plano A, e que dependendo das circusntâncias tem o plano B, que se chama Beto Richa e ainda tem o plano C que é o Beto Richa".

O deputado federal e presidente do PP, Ricarco Barros compareceu e em sua fala ressaltou que é pré-candidato aos Senado e que em mais de 160 municípios do Paraná o PP é aliado do PSDB.

O senador Álvaro Dias também discurssou colocando seu nome também como candidato ao governo do estado, mas não teve apoio dos presentes neste seu desejo e principalmente nas lideranças que discussaram ninguém declarou apoio a ele, porém como um dos melhores senadores do Paraná foi respeitado pelos presentes e principalmente pelo prefeito Beto Richa que pediu o seu apoio e frisou em seu discursso que o PSDB caminhará em 2010 unido.

O prefeito Beto Richa encerrou o evento falando “Coloco o meu nome à disposição do PSDB para disputar o governo do Paraná. Todos sabem o quanto relutei em assumir esta posição mas ouvi os gritos do partido e dos aliados. Espero ser o mensageiro de novas idéias e levar para o Paraná a renovação que Curitiba apresenta como capital modelo do país. Queremos caminhar juntos com os 11 partidos que nos elegeram e com outros que deverão se unir a nós. Tenho certeza Álvaro, que vamos saber conduzir nossas pré-candidaturas e nossa unidade é de vital importância e que ninguém duvide que vamos caminhar juntos em 2010”,

Secretário Anti-drogas de Curitiba, Fernando Francischini (PSDB), pré-candidato a deputado federal; Luciano Brito e o vereador Flávio Vicente (PSDB), pré-candidato a deputado estadual

Luciano Brito e Prof. e reitor do CESUMAR Wilson Matos, suplente do senador Álvaro Dias e que durante licença do senador teve uma atuação brilhante no Senado Federal

Laercio Rocha, assessor do deputado estadual Luis Nishinori e Ney Gomes e o Prof. Wilson Mattos, reitor do CESUMAR e Luciano Brito

Luciano Brito e o deputado federal Gustavo Fruet (PSDB), pré-candidato ao senado

Luciano Brito e o deputado federal Gustavo Fruet

Luciano Brito e o deputado estadual Luis Nishimori (PSDB), pré-candidato a deputado federal

Ricardo Barros, deputado federal e pré-candidato ao Senado, Luciano Brito e Evandro Junior vereador (PSDB) e pré-candidato a deputado estadual

Luciano Brito e o presidente estadual do PSDB, deputado estadual Valdir Rossoni

Luciano Brito e o presidente estadual do PSB, Severino Araújo

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