Entre os dias 29 de setembro e 2 de outubro aconteceu em Belém do Pará o XV Congresso da União de Militares Cristãos Evangélicos do Brasil, evento que reuniu milhares de policiais e bombeiros militares, além de integrantes da Guarda Municipal do Município de Belém e militares das Forças Armadas além de representantes de outros estados brasileiros e também dos Estados Unidos.
O crescimento do número de evangélicos nas corporações fez necessária a presença de capelães pastores, segundo informou a deputada estadual Dra. Silvana (PMDB – CE). “A atuação desses capelães vai abençoar muitas vidas”, disse ela que esteve presente em um dos dias de evento.
O evento é realizado a cada dois anos e em consonância com os 100 anos das Assembléias de Deus no Brasil o evento teve lugar na Igreja mãe de Belém no estado do Pará. Mais de mil militares de 24 estados do Brasil estiveram presentes abrilhantando o evento.
Foram preletores do evento o Sub Oficial da Reserva da Marinha Armando Taranto Neto, o Major do Exército Matias Costa Soares e o Soldado Bombeiro Claudio Luz.
Foram quatro dias de seminários abordando fatores psicológicos que afetam os militares, Missões e Administração financeira entre outras. O Evento serviu também para a divulgação da União dos Militares Cristãos Evangélicos do Brasil, onde o lema é: Mãos que pegam em armas também sabem ganhar almas!
No dia 29 o comandante Geral da PMPA, Coronel PM Mário Solano, recebeu os integrantes da União dos Militares Cristãos Evangélicos do Brasil – UMCEB e à noite esteve presente na abertura do Congresso, onde se pronunciou, parabenizando a iniciativa e elogiando a organização, a presença de todos e desejando sucesso nos trabalhos do encontro. Fonte: Gospel Prime
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domingo, 16 de outubro de 2011
Militares evangélicos reúnem batalhões de todo o Brasil em evento
domingo, 26 de junho de 2011
O TEXTO PRECONCEITUOSO DE GILBERTO DIMENSTEIN CONTRA OS EVANGÉLICOS - Por Reinaldo Azevedo
Gilberto Dimenstein, para manter a tradição — a seu modo, é um conservador, com sua mania de jamais surpreender — , resolveu dar mais uma contribuição notável ao equívoco ao escrever hoje na Folha Online sobre a Marcha para Jesus e sobre a parada gay. Segue seu texto em vermelho. Comento em azul.
São Paulo é mais gay ou evangélica?
Sem qualquer investimento voluntário na polissemia, é um texto tolo de cabo a rabo; do título à última linha. São Paulo nem é “mais gay” nem é “mais evangélica”. Fizesse tal consideração sentido, a cidade é “mais heterossexual” e “mais católica”, porque são essas as maiorias, embora não-militantes. Ora, se a diversidade é um dos aspectos positivos da cidade, como sustenta o articulista, é irrelevante saber se a cidade é “mais isso” ou “mais aquilo”, até porque não se trata de categorias excludentes. Se número servisse para determinar o “ser” da cidade — e Dimenstein recorre ao verbo “ser” —, IBGE e Datafolha mostram que os cristãos, no Brasil, ultrapassam os 90%.
Como considero a diversidade o ponto mais interessante da cidade de São Paulo, gosto da idéia de termos, tão próximas, as paradas gay e evangélica tomando as ruas pacificamente. Tão próximas no tempo e no espaço, elas têm diferenças brutais.
Nessas poucas linhas, o articulista quer afastar a suspeita de que seja preconceituoso. Está, vamos dizer assim, preparando o bote. Vamos ver.
Os gays não querem tirar o direito dos evangélicos (nem de ninguém) de serem respeitados. Já a parada evangélica não respeita os direitos dos gays (o que, vamos reconhecer, é um direito deles). Ou seja, quer uma sociedade com menos direitos e menos diversidade.
Está tudo errado! Pra começo de conversa, que história é essa de que “é um direito” dos evangélicos “não respeitar” os direitos dos gays? Isso é uma boçalidade! Nenhum evangélico reivindica o “direito” de “desrespeitar direitos” alheios. A frase é marota porque embute uma acusação, como se evangélicos reivindicassem o “direito” de desrespeitar os outros.
Agora vamos ver quem quer tirar o direito de quem. O tal PLC 122, por exemplo, pretende retirar dos evangélicos — ou, mais amplamente, dos cristãos — o direito de expressar o que suas respectivas denominações religiosas pensam sobre a prática homossexual. Vale dizer: são os militantes gays (e não todos os gays), no que concerne aos cristãos, que “reivindicam uma sociedade com menos direitos e menos diversidade”. Quer dizer que a era da afirmação das identidades proibiria cristãos, ou evangélicos propriamente, de expressar a sua? Mas Dimenstein ainda não nos ofereceu o seu pior. Vem agora.
Os gays usam a alegria para falar e se manifestar. A parada evangélica tem um ranço um tanto raivoso, já que, em meio à sua pregação, faz ataques a diversos segmentos da sociedade. Nesse ano, um do seus focos foi o STF.
Milhões de evangélicos se reuniram ontem nas ruas e praças, e não se viu um só incidente. A manifestação me pareceu bastante alegre, porém decorosa. Para Dimenstein, no entanto, a “alegria”, nessa falsa polarização que ele criou entre gays e evangélicos, é monopólio dos primeiros. Os segundos seriam os monopolistas do “ranço um tanto raivoso”. Ele pretende evidenciar o que diz por meio da locução conjuntiva causal “já que”, tropeçando no estilo e no fato. A marcha evangélica, diz, “faz ataques a diversos segmentos da sociedade” — neste ano, “o STF”. O democrata Gilberto Dimenstein acredita que protestar contra uma decisão da Justiça é prova de ranço e intolerância, entenderam? Os verdadeiros democratas sempre se contentam com a ordem legal como ela é. Sendo assim, por que os gays estariam, então, empenhados em mudá-la? No fim das contas, para o articulista, os gays são naturalmente progressistas, e tudo o que fizerem, pois, resulta em avanço; e os evangélicos são naturalmente reacionários, e tudo o que fizerem, pois, resulta em atraso. Que nome isso tem? PRECONCEITO!
Por trás da parada gay, não há esquemas políticos nem partidários.
Bem, chego a duvidar que Gilberto Dimenstein estivesse sóbrio quando escreveu essa coluna. Não há?
Na parada evangélica há uma relação que mistura religião com eleições, basta ver o número de políticos no desfile em posição de liderança.
Em qualquer país do mundo democrático, questões religiosas e morais se misturam ao debate eleitoral, e isso é parte do processo. Políticos também desfilam nas paradas gays, como todo mundo sabe.
Isso para não falar de muitos personagens que, se não têm contas a acertar com Deus, certamente têm com a Justiça dos mortais, acusados de fraudes financeiras.
Todos sabem que o PT é o grande incentivador dos movimentos gays. Como é notório, trata-se de um partido acima de qualquer suspeita, jamais envolvido em falcatruas, que pauta a sua atuação pelo mais rigoroso respeito às leis, aos bons costumes e à verdade.
Nada contra –muito pelo contrário– o direito dos evangélicos terem seu direito de se manifestarem. Mas prefiro a alegria dos gays que querem que todos sejam alegres. Inclusive os evangélicos.
Gilberto Dimenstein precisa estudar o emprego do infinitivo flexionado. A inculta e bela virou uma sepultura destroçada no trecho acima. Mas é pior o que ele diz do que a forma como diz. Que história é essa de “nada contra”? Sim, ele escreve um texto contra o direito de manifestação dos evangélicos. O fato de ele negar que o faça não muda a natureza do seu texto. Ora, vejam como os militantes gays são bonzinhos — querem que todos sejam alegres —, e os evangélicos são maus: pretendem tolher a livre manifestação do outro. SÓ QUE HÁ UMA DIFERENÇA QUE A ESTUPIDEZ DO TEXTO DE DIMENSTEIN NÃO CONSIDERA: SÃO OS MILITANTES GAYS QUE QUEREM MANDAR OS EVANGÉLICOS PARA A CADEIA, NÃO O CONTRÁRIO. São os movimentos gays que querem rasgar o Artigo 5º da Constituição, não os evangélicos.
Civilidade é a diversidade. São Paulo, portanto, é mais gay do que evangélica.
Hein??? A conclusão, obviamente, não faz o menor sentido nem decorre da argumentação. Aquele “portanto” dá a entender que o autor demonstrou uma tese. Bem, por que a conclusão de um texto sem sentido faria sentido? Termina tão burro e falacioso como começou. Texto publicado originalmente às 16h48 desta sexta, Por Reinaldo Azevedo
domingo, 3 de abril de 2011
Militares evangélicos se reúnem para discutir valores cristãos
Grupo discutirá e planejará ações para unir os militares em torno de valores cristãos
Militares cristãos engajados em movimentos evangelísticos irão se reunir no próximo dia 9 de abril (sábado), na capital paulista, para discutir e planejar ações conjuntas,com o objetivo de unir os militares do Brasil em torno de valores cristãos.
Na ocasião, a diretoria da Associação PMs de Cristo de São Paulo irá recepcionar em sua sede as lideranças da União dos Militares Cristãos Evangélicos do Brasil (Umceb). O encontro terá início às 8h30 com um café da manhã e seguirá até as 11h30. Na pauta do encontro estará o XV Congresso da Umceb, que ocorrerá de 29 de setembro a 2 de outubro, em Belém do Pará.
Ambas as entidades atuam de forma interdenominacional e buscam difundir nas corporações as boas-novas do Evangelho: “Nossa missão é levar a Palavra de vida e esperança ao policial militar, oferecendo suporte espiritual.
Diante disso, temos a necessidade de capacitar líderes, para que haja uma padronização nas ações evangelísticas nas mais diferentes regiões. Queremos fortalecer nosso movimento para alcançar efetivamente o militar do Brasil”, destaca o presidente da PMs de Cristo, capitão Joel Rocha.
Da diretoria da Umceb estarão presentes na reunião
o presidente pastor Emilson Carlos de Souza, coronel da PM de Santa Catarina;
o vice-presidente Raimundo de Souza Oliveira, tenente-coronel da PM do Pará;
o secretário pastor Orlando Rodrigues de Camargo, coronel da PM de SP;
o tesoureiro pastor Jurildo Mello, tenente-coronel da PM de Santa Catarina e
o secretário-executivo presbítero Arlindo José Rotta, sargento da PM de Santa Catarina.
O grupo será recepcionado pela diretoria da PMs de Cristo:
o presidente capitão Joel Rocha;
o vice-presidente tenente-coronel Alexandre Marcondes Terra;
a 1ª secretária subtenente Izabel Tereza Martins Evangelista Ribeiro;
a 2ª secretária soldado Isabel Barnabé dos Santos Costa;
o 1º tesoureiro sargento Antonio Arivan Maciel de Araújo,
a 2ª tesoureira tenente Celma Moreno do Nascimento Coelho e
o capelão geral tenente Fábio Pereira de Aguiar. .
A sede do PMs de Cristo fica na rua Pedro Vicente, 148-a-, na Ponte Pequena. Informações na associação pelo telefone 11 2203-7777 ou 2991-9059.
Saiba mais
Da união de vários grupos de militares evangélicos que, em 1985, foi criada a Umceb.
No início dos anos 1990, todos os Estados do Brasil já tinham grupos de militares cristãos que se encontravam ocasionalmente para reuniões de oração. Atualmente, a maioria das associações do gênero são filiadas à Umceb, dentre elas a Associação PMs de Cristo do Estado de São Paulo.
A associação paulista nasceu de um pequeno grupo de 72 policiais militares de várias denominações evangélicas, que sentiram o chamado de Deus e resolveram organizar, em 25 de junho de 1992, a União dos Evangélicos da Polícia Militar do Estado de São Paulo – UEPMESP; com o objetivo de reunir os policiais militares cristãos, que até então estavam dispersos nos quartéis sem representatividade, para exercerem um trabalho em conjunto para difundir o Evangelho de Jesus Cristo, reconstruindo desta forma os muros de proteção da Família Policial Militar.
Em 1996, a UEPMESP, por determinação governamental, passou a denominar-se APMESP – Associação dos Policias Militares Evangélicos do Estado de São Paulo.
Hoje, carinhosamente, é chamada de “PMs de Cristo”. Trata-se de uma entidade civil, sem fins lucrativos, que congrega todos os policiais militares e funcionários civis cristãos do Estado de São Paulo. A APMESP é filiada a UMCEB – União de Militares Cristãos Evangélicos do Brasil, a qual é filiada a AMCF – Association of Military Christian Fellowships. Fonte: CPAD News
domingo, 30 de janeiro de 2011
Pastora jornalista avalia como telejornais tratam evangélicos
Para a obtenção do mestrado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora, a jornalista e pastora metodista ex-aluna da FaTeo Hideíde de Brito Torres desenvolveu pesquisa sobre as representações evangélicas encontradas em dois telejornais de grande audiência no país: o Jornal Nacional (da Rede Globo de Televisão) e o Jornal da Record (da Rede Record, vinculada à Igreja Universal do Reino de Deus).
No trabalho intitulado O telejornalismo na construção da identidade religiosa, Hideíde investigou de que modo a televisão participa nos processos de construção das identidades evangélicas e de que maneira essas representações são percebidas por grupos de batistas e metodistas que residem numa cidade do interior de Minas Gerais (município de Cataguases).
Segundo a pesquisa, a percepção dos/as entrevistados/as é que interesses políticos e econômicos, entre outros, determinam a forma pela qual ambos os telejornais abordam os evangélicos. Tal percepção ocorre mesmo em relação à emissora vinculada a uma igreja: “O fato de ter vínculos com uma Igreja evangélica não torna a emissora ou o Jornal da Record imediatamente identificado com os grupos pesquisados”, diz a autora. “Estes evangélicos históricos também demonstraram, em difersos enunciados, não querer se identificar com os evangélicos que percebem na mídia. Têm resistência a ver seus eventos descritos como shows e preocupam-se em querer ser vistos de modo diferenciado”, afirma Hideíde.
Integrante da banca de examinadores, Magali do Nascimento Cunha, professora da FaTeo, destacou a relevância do tema pesquisado: “É muito importante termos um trabalho de qualidade na Área de Comunicação relacionado à religião, que foi além de tratar da produção de programação religiosa/evangélica, temática já bastante desenvolvida, e buscou compreender o lugar da religião no telejornalismo, e mais ainda, como esta abordagem tem sido recebida pela audiência evangélica. É uma importante contribuição que abre novos caminhos de pesquisa na relação mídia-religião”. Fonte: Metodista
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Serra participa da 50ª Convenção Anual das Igrejas Assembleias de Deus do Paraná - Por Luciano Brito
Serra, que foi recebido na ocasião por cerca de 1000 pastores e evangelistas respondeu a várias perguntas e se posicionou sobre alguns dos principais temas que preocupam a igreja evangélica brasileira nestas eleições.
Pastor Ival Teodoro da Silva, presidente da CIEADEP saudou o presidenciável e sua comitiva em nome de todos os convencionais, fez uma breve exposição sobre a Assembleia de Deus no estado do Paraná logo após passou a palavra ao pastor Robson Brito, presidente da AD de Maringá para encaminhar uma série de questionamentos ao candidato Serra.
Inicialmente o presidenciável foi questionado sobre o PNDH 3 - Plano Nacional dos Direitos Humanos, pelo pastor Samuel Moreira, presidente da AD de Almirante Tamandaré afirmou que há avanços contidos no mesmo, mas ressaltou que o PNDH 3 preocupa a igreja em vários pontos.
Serra saudou os presentes na Paz do Senhor e foi muito aplaudido, agradeceu a oportunidade e afirmou que “eu tenho quatro objeções fundamentais ao Plano Nacional dos Direitos Humanos, que foi reafirmado no congresso nacional do PT, depois até no programa de governo apresentado pela candidata do PT na justiça eleitoral” e que foi encaminhado por Dilma à sanção do presidente Lula.
“Eu tenho quatro divergências” ao PNDH 3:
Primeira divergência de Serra ao PNDH 3 é sobre as invasões
"Segundo o plano estabelece que uma invasão de um imóvel, não só um imóvel rural, mas também a um apartamento popular que seja feita, ela não pode ser desfeita por ordem judicial, ela tem como etapa intermediária um debate entre os invasores e o Poder Judiciário. Isso me parece um absurdo, enfraquece o Judiciário e estabelece o caminho para a anarquia dentro da sociedade", declarou.
Segunda divergência de Serra ao PNDH 3 é sobre a liberdade de imprensa
José Serra criticou a censura à imprensa, segundo ele como o PNDH 3 “cria mecanismo de controle da liberdade de imprensa, a criação de comitês de controle e conferência que na prática estabelece a censura à imprensa. A liberdade de imprensa é um ingrediente essencial das democracias. afirmou A gente pode não gostar de coisas que saem na imprensa, outra coisa é querer dizer o que pode e o que não pode sair.”
Terceira divergência de Serra ao PNDH 3 que criminaliza quem é contra o aborto
“Terceiro aspecto é o de criminalizar quem é contra o aborto porque apresenta o aborto como um dos direitos humanos. Logo quem é contra o aborto é contra os direitos humanos, esta cometendo um crime de ser contra os direitos humanos, esses direitos que prevêem o aborto, ou seja, não é apenas quem prega o aborto , criminaliza quem seja contra o aborto, isso ta claro”.
Quarta divergência de Serra ao PNDH 3
Para Serra o PT quer interferir nas religiões, “a limitação e proibição de símbolos religiosos afeta até mais a igreja católica que tem mais símbolos, mas é uma interferência religiosa ninguém propõe no Brasil o estado religioso o estado é laico, mas o Brasil tem suas tradições na sociedade entre outras coisas a nossa Constituição brasileira diz que foi elaborada sobre a proteção de Deus eu votei isso na Constituição não adianta negar me parece um caminho para interferência nas religiões“
Serra promete vetar a Lei da Mordaça Gay
Serra prometeu vetar o projeto de lei 122 que foi aprovado na Câmara e que ainda não foi votado no Senado, inquirido pelo pastor Robson Brito sobre o assunto prometeu que se eleito vetará a Lei da Homofobia do jeito que esta, caso ela seja aprovada pelo Congresso.
"Uma coisa é perseguir é fazer grupos de extermínio ou de violência contra os gays, como tem acontecido e já ocorreu em São Paulo, outra coisa é, proibir que as igrejas preguem contra atos homossexuais entre seus fiéis. Eu vetarei essa Lei.” Para Serra o projeto como está, passa a perseguir as igrejas que combatem a prática homossexual, e as igrejas tem todo direito de fazer a pregação contra o homossexualismo.
Ele disse também que, se eleito, não terá dificuldades de fazer a maioria no Congresso, "sem barganhas" para evitar a aprovação da lei.
O presidenciável ao ser questionado pelo pastor Luciano Gonçalves da AD de Cascavel sobre qual seria o posicionamento dele enquanto presidente da república no que tange a política internacional em relação a regimes ditatoriais, antidemocráticos e que permitem como no caso do Irã a autoridade dos ayatolás, supostos representantes de deus na terra e a manifestação formal do governo federal feita pelo Presidente da República Islâmica do Irã Mahamoud Ahmadinejad do desejo de extermínio da nação de Israel, Serrra criticou a amizade do presidente Lula com o presidente do Ira e afirmou que deveria ser mais diplomática.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Ex-ministro acusado de envolvimento com o Mensalão é escalado para diálogo com evangélicos a favor de Dilma
No esforço para neutralizar a onda anti-Dilma no meio evangélico, o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci, um dos coordenadores da campanha petista, procurou lideranças evangélicas para marcar encontros dela com pastores.
Paralelamente, formou-se uma tropa de choque de senadores e deputados evangélicos do PT e de partidos aliados para ajudar a melhorar a imagem de Dilma junto ao eleitorado religioso.
Os senadores Magno Malta (PR-ES) e Marcelo Crivella (PRB-RJ), os deputados federais Walter Pinheiro (PT-BA) e Gilmar Machado (PT-MG) e o pastor Everaldo Pereira, vice-presidente do PSC, integram o grupo.
“A nossa missão é desdizer as baixarias lançadas contra Dilma na internet e impedir que a eleição vire guerra santa”, diz Walter Pinheiro, recém-eleito senador.
O plano foi definido anteontem. No mesmo dia, Dilma Rousseff abriu espaço na agenda para encontro com o pastor Marcos Pereira, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, no Rio, e Palocci contatou pastores.
Um dos procurados foi o pastor Jabes Alencar, presidente do Cimeb (Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil) e do Conselho de Pastores do Estado de SP. O outro foi o presidente do Conselho de Pastores do Estado de MG, pastor Jorge Linhares.
PÉ ATRÁS
O Cimeb, segundo Alencar, representa 24 mil pastores de várias denominações evangélicas. Ele diz que Palocci pediu uma reunião com Dilma na semana que vem. Para o pastor, “o evangélico tem um pé atrás com o PT“.
Linhares dirige a Igreja Batista Getsêmani, de Belo Horizonte. O conselho estadual representa 4.800 pastores que, segundo ele, votaram em peso em Marina Silva.
Assim como Alencar, ele diz que os evangélicos temem propostas defendidas pelo PT, como a união civil entre homossexuais, a adoção de crianças por gays e a descriminalização do aborto.
Mensalão
Em 2005, Antonio Palocci Filho se viu envolvido no escândalo do Mensalão. Foi o que o derrubou do Ministério da Fazenda. É acusado de chefiar um esquema de corrupção da época em que era prefeito de Ribeirão Preto – SP. Através da cobrança de “mesadas” de até 50 mil reais mensais de empresas que prestavam serviços à prefeitura, o ex-ministro da fazenda alimentava os cofres do seu partido, o PT, com dinheiro ilícito. Nada, porém, foi provado até este momento. Em 27 de março de 2006, Palocci foi demitido pelo presidente Lula do cargo de ministro da Fazenda. Sua situação ficou insustentável a partir da quebra ilegal do sigilo bancário do caseiro Francenildo Santos Costa, testemunha de acusação contra Palocci no caso da casa do lobby, mansão alugada pela chamada “República de Ribeirão Preto” para servir de sede para reuniões de lobistas e encontros com prostitutas, conforme investigações da CPI dos Bingos.
Em maio de 2010, Palocci sofreu seis ações populares que atestam propaganda irregular em 2001 em sua segunda gestão na cidade de Ribeirão Preto. Após duas ações movidas pelo deputado federal Fernando Chiarelli, o juiz André Carlos de Oliveira, da 2ª Vara da Fazenda Pública de Ribeirão Preto, julgou o caso, que reuniu todas as sentenças, e condenou Palocci a devolver R$ 413,2 mil aos cofres públicos, além de outros R$ 500 mil de suplementação de verba gastos com empreiteiras, valores não corrigidos monetariamente, mas a defesa afirmou que recorrerá da sentença.
Traição
De acordo com o ativista cristão Julio Severo há uma traição evangélica, pois os líderes evangélicos, de olho em interesses econômicos, prometem intensa campanha para destruir imagem de que o PT apoia aborto, “casamento” homossexual, adoção de crianças por duplas gays, etc.
“Contudo, esses mesmos nomes (Magno Malta, Marcelo Crivella e Walter Pinheiro, inclusive Jabes de Alencar e Jorge Linhares) apoiaram Lula em 2002, e combateram veementemente toda tentativa de dizer que o PT defenderia o aborto e o homossexualismo, conforme está denunciado no meu blog aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2006/04/lula-e-os-evanglicos.html . Agora, eles contam com a ajuda de Palocci, um dos políticos mais corruptos do Brasil, para promover a “verdade” deles de que Dilma não é a favor do aborto e do ‘casamento’ gay”, assina Julio em seu blog. Fonte: O Verbo / Folha de S. Paulo / www.juliosevero.com
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Como assim “Os Novos Evangélicos” Revista Época?
Não é de hoje que às Organizações Globo procuram algo para falar contra os evangélicos em geral, não importa qual seja a denominação. Devemos analisar friamente qualquer conteúdo sobre Evangélicos que venha da dita organização, é certo que eles não estão satisfeitos com o crescimento da Igreja no Brasil, por isso de todos os jeitos e de muitas maneiras, tentaram corromper a fé no Brasil.No ano de 2002 é de conhecimento da maioria, que as empresas Globo investiram em mídia pesada contra a Igreja Renascer, qual o motivo? A Rede Globo havia perdido uma concessão de TV aberta no estado do Espírito Santo justamente para Igreja Renascer. Recentemente com a matéria intitulada “Caos Universal e Autorizado” o jornal O Globo promoveu diversos ataques ao Dia da Decisão promovido pela Igreja Universal.
Está semana a capa da Revista Época trás como titulo “Os Novos Evangélicos” e diz que a Igreja no Brasil está precisando de uma Nova Reforma, chega a ser ridículo comparar o que está acontecendo hoje no Brasil, com o que fez Martinho Lutero à Igreja Católica Apostólica Romana. Nossa intenção não é dizer que a Igreja no Brasil é perfeita, mas certamente não estamos no caminho da Igreja Católica. Hoje as pessoas estão generalizando tudo, semelhantes a Elias no dia em que pensou estar sozinho em Israel, Deus o alertou dizendo que existiam 7 mil que não haviam se prostrado e adorado à Baal. Igualmente existe no Brasil muito servos e servas de Deus que andam pelo caminho que a Bíblia ensina.
É certo que existem muitas denominações e algumas até divergentes, porém a grande maioria ainda prima pela Palavra de Deus, e a matéria da Revista colocou todas denominações em um saco e disse que precisaríamos de uma Nova Reforma! O que a tal Revista entende de Reforma?
É importante lembrar que na matéria, não se fala sobre as maiores denominações no Brasil, como Assembleia de Deus, Deus é Amor, Quadrangular e Batista. A Matéria entrevista alguns líderes evangélicos de pequenos grupos que ‘filosofando’ muito, procuraram enfatizar sobre a necessidade de haver uma mudança de paradigmas no meio protestante. Um dos entrevistados é Ricardo Gondim pastor da Assembléia de Deus Betesda (não filiada à CGADB) simpatizante da Teologia Relacional ou Teísmo Aberto, que afirma entre outras coisas que Deus é apenas um observador da história, ou seja, mais um ser inserido no tempo ao invés de Senhor e mantenedor de tudo que existe.
“Dividir para enfraquecer”
Na reportagem também há sugestões de alguns “líderes” sobre reuniões em casa ao invés de nos templos, afirmando serem as reuniões em casa mais bíblicas do que a dos templos. É importante ressaltar que nem o próprio Jesus Cristo substitui as reuniões do Templo, facilitaríamos as coisas para nosso inimigo com reuniões somente em casas. Em Atos 5.42 diz-nos a Bíblia: “E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar, e de anunciar a Jesus Cristo.”
Não podemos generalizar nada no meio Evangélico, muito menos utilizar a opinião de pequenos grupos para refletir a opinião de mais de 40 milhões de cristãos que vivem no Brasil.
A sutileza da revista pode passar despercebida para muitos, mas não por todos.
Não REVISTA ÉPOCA, Não precisamos de uma Nova Reforma Protestante! Fonte: Gospel Prime
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Dia D promete reunir oito milhões de evangélicos em todo o Brasil
O evento acontece simultaneamente em todos os Estados brasileiros e também no Distrito Federal. Ao todo, são 27 capitais, além de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.
No Dia D, os evangélicos se reúnem para fazer orações e refletir sobre mudanças que desejam que aconteçam em suas vidas. O bispo Edir Macedo, líder e fundador da Igreja, explicou em entrevista à Folha Universal a importância da data para os fiéis.
- Existe um determinado dia em que fazemos uma escolha definitiva: este é o Dia D. Este será o dia da tomada da decisão, que ficará impressa a partir de agora, em nossa existência, livre dos desacertos, frustrações e equívocos.
A Igreja Universal está presente em mais de 170 países. A TV Record transmitirá links do evento pelo Brasil a partir das 14h.
São Paulo
Os organizadores do evento esperam reunir dois milhões de pessoas no Autódromo de Interlagos, zona sul de São Paulo. A partir das 14h, uma série de artistas gospel deve abrir o chamado “Dia da Decisão”, clamor organizado pela Iurd (Igreja Universal do Reino de Deus).
O autódromo deverá receber cerca de 4.000 ônibus. Os portões devem ser abertos às 8h e o fim da celebração está marcado para as 16h30.
Sete artistas foram convidados para se apresentar a partir das 14h. Entre eles, estão Mara Maravilha e Sula Miranda.
Rio de Janeiro
Para o Dia D no Rio de Janeiro também são esperadas dois milhões de pessoas. O evento será na enseada da praia de Botafogo, na zona sul da cidade.
Centenas de caravanas vão sair de diversas cidades do Estado do Rio e de todas as regiões da capital. Mil ônibus foram colocados à disposição dos fiéis que desejam ir para o encontro. Eles vão sair das sedes das Igrejas Universal do Reino de Deus. A previsão é de que a saída de cada ponto de encontro aconteça às 11h.
O último evento no Rio, de acordo com a organização, em 2007, reuniu também dois milhões de pessoas, volume usado para fazer a estimativa para o encontro deste ano.
Fonte: R7
domingo, 17 de janeiro de 2010
Pequim coíbe avanço de movimento cristão protestante
O regime chinês realiza uma dura campanha contra o que considera grupos clandestinos de cristãos protestantes, uma das religiões que mais cresceram no país asiático na última década, com 60 milhões de fiéis. Fonte: Notícias Uol
Leia mais >>quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Evangélicos lideram as doações, segundo o IBGE.
Dados divulgados nesta quarta-feira pelo IBGE, com base na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2002 e 2003, mostraram que as famílias que têm como principal membro um praticante da religião espírita têm rendimento médio mensal de R$ 3,796 mil – valor 2,9 vezes maior que o rendimento médio dos evangélicos pentecostais, de R$ 1.271, que têm o menor rendimento. Ainda assim, a proporção entre o ganho e o volume gasto com doações, pagamento de pensões, mesadas e dízimos, na classificação de outras despesas correntes, é muito maior entre os evangélicos: de 21,4% entre os pentecostais (R$ 22,79), chegando a 34% em outras correntes evangélicas (R$ 59,16). Entre os espíritas, esta participação é de 8,2% (42,58).
Os dados divulgados nesta quarta-feira também mostraram que a maior parte das famílias brasileiras se dizem católicas: 74%. Nas famílias em que o chefe se classifica como seguidor da religião, o rendimento médio é de R$ 1.790 por mês, sendo que as doações, pensões, mesadas e dízimos representam 12,6% de seus gastos.
As famílias em que os chefes se diziam espíritas representavam 2% do total. Os evangélicos eram 17%.
A pesquisa foi feita durante um período de 12 meses, durante os quais os técnicos visitaram 60.511 domicílios em todo o Brasil, pesquisando dados de 48.470 residências. Em cada uma delas, os técnicos do IBGE observaram o comportamento familiar por um período de nove dias. Fonte: Globo/Gospel Prime