Apuração dos votos para a eleição dos membros do Conselho Tutelar de Maringá que ocorre desde as 22h e 30min de ontem (27 parece que esta terminando.
6.900 compareceram neste domingo (27) para votar voluntariamente em um dos 23 candidatos, o mais votado seria o Hudson com 570 votos, o segundo mais votado foi o Vandré e o 4º mais votado o meu amigo Nivaldo com 470 votos, estes estão eleitos.
Mais tarde passo o resultado oficial e com mais informações.
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Resultado Eleições Conselho Tutelar de Maringá
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Disputa eleitoral de 2012 já começou
A eleição do ano passado alterou a composição dos grupos políticos paranaenses e pode ter reflexo nas eleições municipais do ano que vem. Antes aliados, PDT e PSDB, teoricamente rompidos após a disputa entre Beto Richa (PSDB) e Osmar Dias (PDT), tendem a estar em lados opostos.
Refazendo as alianças, o grupo que conquistou o governo do Estado (formado por PSDB, DEM, PPS, PSB e PP, entre outros) precisará buscar novos nomes para administrar, também, os principais municípios paranaenses. E alguns nomes podem sair, inclusive, da equipe que Beto Richa acabou de montar ou dos parlamentares eleitos pela coligação.
O novo secretário de Relações com Comunidade, Wilson Quinteiro (PSB), por exemplo, já desponta como um nome forte para a disputa das eleições municipais em Maringá, tendo, inclusive, o apoio do secretário de Indústria e Comércio Ricardo Barros (PP).
Hoje, Maringá é comandada pelo irmão de Ricardo, Sílvio Barros (PP), que, em segundo mandato, não poderá disputar a reeleição, assim como nenhum parente seu.
Com isso, Quinteiro, que disputou as eleições de 2008 e foi eleito deputado estadual no ano passado, passaria a ser o nome do grupo. O seu mais forte concorrente seria Ênio Verri (PT), da coligação que apoiou Osmar Dias ao governo.
Outro nome certo do grupo nas eleições do ano que vem é o do deputado estadual eleito César Silvestri Filho (PPS) em Guarapuava. Filho do secretário estadual de Desenvolvimento Urbano, César Silvestri Filho (PPS), o jovem deputado chega à Assembleia já com planos de tornar-se prefeito, e o aval da coligação.
Para Londrina, a aliança tem dois nomes na equipe de governo: o secretário de Fazenda, Luiz Carlos Hauly, e o diretor da Sanepar Antonio Carlos Salles Belinati (PP), filho do ex-deputado Antonio Belinati, que mesmo com o registro cassado pela Justiça Eleitoral foi o mais votado nas eleições municipais de 2008.
Antonio Carlos foi candidato a deputado estadual, mas não se elegeu. Enquanto um carrega o sobrenome polêmico, mas popular, Hauly para disputar nova eleição precisa superar o trauma da derrota dupla sofrida em 2008, quando perdeu para Belinati o segundo turno e, após a decisão do Supremo Tribunal Federal, perdeu a eleição suplementar para o atual prefeito, Barbosa Neto (PDT), no ano seguinte. Foi a quarta tentativa de Hauly de ser prefeito de Londrina.
Em Ponta Grossa, o prefeito Pedro Wosgrau (PSDB) também encerra seu segundo mandato e a alternativa para a coligação seria tentar atrair os antigos adversários locais, os irmãos Marcelo Rangel ou Sandro Alex (hoje deputados estadual e federal, respectivamente), do PPS, numa situação inversa à da capital, onde ao invés de unir antigos rivais, o grupo político tem a tarefa de evitar o rompimento entre o prefeito Luciano Ducci (PSB) e o deputado federal Gustavo Fruet (PSDB): ambos querem ser candidatos a prefeito de Curitiba.
As situações mais delicadas para o grupo de Beto Richa estão nos três principais municípios administrados pelo PDT de Osmar Dias. Paulo MacDonald (Foz do Iguaçu), Edgar Bueno (Cascavel) e José Baka Filho (Paranaguá) foram eleitos com o apoio do PSDB e dos demais partidos. Agora, a chapa terá de buscar um nome alternativo, principalmente em Cascavel, onde Bueno deve disputar a reeleição. Fonte: O Estado do Paraná, reportagem de Roger Pereira
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Refazendo as alianças, o grupo que conquistou o governo do Estado (formado por PSDB, DEM, PPS, PSB e PP, entre outros) precisará buscar novos nomes para administrar, também, os principais municípios paranaenses. E alguns nomes podem sair, inclusive, da equipe que Beto Richa acabou de montar ou dos parlamentares eleitos pela coligação.
O novo secretário de Relações com Comunidade, Wilson Quinteiro (PSB), por exemplo, já desponta como um nome forte para a disputa das eleições municipais em Maringá, tendo, inclusive, o apoio do secretário de Indústria e Comércio Ricardo Barros (PP).
Hoje, Maringá é comandada pelo irmão de Ricardo, Sílvio Barros (PP), que, em segundo mandato, não poderá disputar a reeleição, assim como nenhum parente seu.
Com isso, Quinteiro, que disputou as eleições de 2008 e foi eleito deputado estadual no ano passado, passaria a ser o nome do grupo. O seu mais forte concorrente seria Ênio Verri (PT), da coligação que apoiou Osmar Dias ao governo.
Outro nome certo do grupo nas eleições do ano que vem é o do deputado estadual eleito César Silvestri Filho (PPS) em Guarapuava. Filho do secretário estadual de Desenvolvimento Urbano, César Silvestri Filho (PPS), o jovem deputado chega à Assembleia já com planos de tornar-se prefeito, e o aval da coligação.
Para Londrina, a aliança tem dois nomes na equipe de governo: o secretário de Fazenda, Luiz Carlos Hauly, e o diretor da Sanepar Antonio Carlos Salles Belinati (PP), filho do ex-deputado Antonio Belinati, que mesmo com o registro cassado pela Justiça Eleitoral foi o mais votado nas eleições municipais de 2008.
Antonio Carlos foi candidato a deputado estadual, mas não se elegeu. Enquanto um carrega o sobrenome polêmico, mas popular, Hauly para disputar nova eleição precisa superar o trauma da derrota dupla sofrida em 2008, quando perdeu para Belinati o segundo turno e, após a decisão do Supremo Tribunal Federal, perdeu a eleição suplementar para o atual prefeito, Barbosa Neto (PDT), no ano seguinte. Foi a quarta tentativa de Hauly de ser prefeito de Londrina.
Em Ponta Grossa, o prefeito Pedro Wosgrau (PSDB) também encerra seu segundo mandato e a alternativa para a coligação seria tentar atrair os antigos adversários locais, os irmãos Marcelo Rangel ou Sandro Alex (hoje deputados estadual e federal, respectivamente), do PPS, numa situação inversa à da capital, onde ao invés de unir antigos rivais, o grupo político tem a tarefa de evitar o rompimento entre o prefeito Luciano Ducci (PSB) e o deputado federal Gustavo Fruet (PSDB): ambos querem ser candidatos a prefeito de Curitiba.
As situações mais delicadas para o grupo de Beto Richa estão nos três principais municípios administrados pelo PDT de Osmar Dias. Paulo MacDonald (Foz do Iguaçu), Edgar Bueno (Cascavel) e José Baka Filho (Paranaguá) foram eleitos com o apoio do PSDB e dos demais partidos. Agora, a chapa terá de buscar um nome alternativo, principalmente em Cascavel, onde Bueno deve disputar a reeleição. Fonte: O Estado do Paraná, reportagem de Roger Pereira
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Relatora da Lei da Mordaça Gay não conseguiu se reeleger
A petista Fátima Cleide, relatora do PLC 122, não alcançou votos suficientes para se reeleger ao Senado, mesmo apelando para um discurso mais religioso.Ela ficou famosa por defender e avançar um projeto de lei criado pelo próprio PT que daria direitos especiais para os homossexuais, uma blindagem gay, e tiraria dos cidadãos de bem o direito de livre expressão de criticar ou se opor a essas escolhas e práticas.
A Lei da Mordaça Gay, que prevê até mesmo a prisão de quem criticar o homossexualismo, foi avançado por ela de todas as formas possíveis, até mesmo estranhas e ocultas, sendo colocado para votação às altas horas da madrugada, com o objetivo óbvio de aprovar sem nenhuma oposição. O senador reeleito agora com 73% dos votos, Magno Malta, na época, publicou uma nota de repúdio contra a manobra de Fátima.
Provável recompensa
Porém, segundo Julio Severo, “se Dilma Rousseff ganhar, Fátima Cleide será recompensada por seus valiosos “serviços” em prol da agenda pró-sodomia do PT. Uma futura presidenta Rousseff daria algum importante ministério para Cleide, que como ministra imporá sobre o Brasil o que ela não conseguiu impor como relatora. O mesmo caso ocorreu em 2002, quando Marta Suplicy, conhecida como a rainha do movimento homossexual, perdeu sua reeleição para a prefeitura de São Paulo. Mas Lula foi eleito presidente do Brasil, e fez dela ministra do Turismo.” Fonte: O Verbo
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Ex-ministro acusado de envolvimento com o Mensalão é escalado para diálogo com evangélicos a favor de Dilma
Tropa de choque formada por senadores e deputados religiosos também é mobilizada para frear rejeição a Dilma. “A nossa missão é impedir que a eleição vire uma guerra santa”, diz o deputado federal Walter Pinheiro (PT-BA).
No esforço para neutralizar a onda anti-Dilma no meio evangélico, o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci, um dos coordenadores da campanha petista, procurou lideranças evangélicas para marcar encontros dela com pastores.
Paralelamente, formou-se uma tropa de choque de senadores e deputados evangélicos do PT e de partidos aliados para ajudar a melhorar a imagem de Dilma junto ao eleitorado religioso.
Os senadores Magno Malta (PR-ES) e Marcelo Crivella (PRB-RJ), os deputados federais Walter Pinheiro (PT-BA) e Gilmar Machado (PT-MG) e o pastor Everaldo Pereira, vice-presidente do PSC, integram o grupo.
“A nossa missão é desdizer as baixarias lançadas contra Dilma na internet e impedir que a eleição vire guerra santa”, diz Walter Pinheiro, recém-eleito senador.
O plano foi definido anteontem. No mesmo dia, Dilma Rousseff abriu espaço na agenda para encontro com o pastor Marcos Pereira, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, no Rio, e Palocci contatou pastores.
Um dos procurados foi o pastor Jabes Alencar, presidente do Cimeb (Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil) e do Conselho de Pastores do Estado de SP. O outro foi o presidente do Conselho de Pastores do Estado de MG, pastor Jorge Linhares.
PÉ ATRÁS
O Cimeb, segundo Alencar, representa 24 mil pastores de várias denominações evangélicas. Ele diz que Palocci pediu uma reunião com Dilma na semana que vem. Para o pastor, “o evangélico tem um pé atrás com o PT“.
Linhares dirige a Igreja Batista Getsêmani, de Belo Horizonte. O conselho estadual representa 4.800 pastores que, segundo ele, votaram em peso em Marina Silva.
Assim como Alencar, ele diz que os evangélicos temem propostas defendidas pelo PT, como a união civil entre homossexuais, a adoção de crianças por gays e a descriminalização do aborto.
Mensalão
Em 2005, Antonio Palocci Filho se viu envolvido no escândalo do Mensalão. Foi o que o derrubou do Ministério da Fazenda. É acusado de chefiar um esquema de corrupção da época em que era prefeito de Ribeirão Preto – SP. Através da cobrança de “mesadas” de até 50 mil reais mensais de empresas que prestavam serviços à prefeitura, o ex-ministro da fazenda alimentava os cofres do seu partido, o PT, com dinheiro ilícito. Nada, porém, foi provado até este momento. Em 27 de março de 2006, Palocci foi demitido pelo presidente Lula do cargo de ministro da Fazenda. Sua situação ficou insustentável a partir da quebra ilegal do sigilo bancário do caseiro Francenildo Santos Costa, testemunha de acusação contra Palocci no caso da casa do lobby, mansão alugada pela chamada “República de Ribeirão Preto” para servir de sede para reuniões de lobistas e encontros com prostitutas, conforme investigações da CPI dos Bingos.
Em maio de 2010, Palocci sofreu seis ações populares que atestam propaganda irregular em 2001 em sua segunda gestão na cidade de Ribeirão Preto. Após duas ações movidas pelo deputado federal Fernando Chiarelli, o juiz André Carlos de Oliveira, da 2ª Vara da Fazenda Pública de Ribeirão Preto, julgou o caso, que reuniu todas as sentenças, e condenou Palocci a devolver R$ 413,2 mil aos cofres públicos, além de outros R$ 500 mil de suplementação de verba gastos com empreiteiras, valores não corrigidos monetariamente, mas a defesa afirmou que recorrerá da sentença.
Traição
De acordo com o ativista cristão Julio Severo há uma traição evangélica, pois os líderes evangélicos, de olho em interesses econômicos, prometem intensa campanha para destruir imagem de que o PT apoia aborto, “casamento” homossexual, adoção de crianças por duplas gays, etc.
“Contudo, esses mesmos nomes (Magno Malta, Marcelo Crivella e Walter Pinheiro, inclusive Jabes de Alencar e Jorge Linhares) apoiaram Lula em 2002, e combateram veementemente toda tentativa de dizer que o PT defenderia o aborto e o homossexualismo, conforme está denunciado no meu blog aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2006/04/lula-e-os-evanglicos.html . Agora, eles contam com a ajuda de Palocci, um dos políticos mais corruptos do Brasil, para promover a “verdade” deles de que Dilma não é a favor do aborto e do ‘casamento’ gay”, assina Julio em seu blog. Fonte: O Verbo / Folha de S. Paulo / www.juliosevero.com
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No esforço para neutralizar a onda anti-Dilma no meio evangélico, o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci, um dos coordenadores da campanha petista, procurou lideranças evangélicas para marcar encontros dela com pastores.
Paralelamente, formou-se uma tropa de choque de senadores e deputados evangélicos do PT e de partidos aliados para ajudar a melhorar a imagem de Dilma junto ao eleitorado religioso.
Os senadores Magno Malta (PR-ES) e Marcelo Crivella (PRB-RJ), os deputados federais Walter Pinheiro (PT-BA) e Gilmar Machado (PT-MG) e o pastor Everaldo Pereira, vice-presidente do PSC, integram o grupo.
“A nossa missão é desdizer as baixarias lançadas contra Dilma na internet e impedir que a eleição vire guerra santa”, diz Walter Pinheiro, recém-eleito senador.
O plano foi definido anteontem. No mesmo dia, Dilma Rousseff abriu espaço na agenda para encontro com o pastor Marcos Pereira, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, no Rio, e Palocci contatou pastores.
Um dos procurados foi o pastor Jabes Alencar, presidente do Cimeb (Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil) e do Conselho de Pastores do Estado de SP. O outro foi o presidente do Conselho de Pastores do Estado de MG, pastor Jorge Linhares.
PÉ ATRÁS
O Cimeb, segundo Alencar, representa 24 mil pastores de várias denominações evangélicas. Ele diz que Palocci pediu uma reunião com Dilma na semana que vem. Para o pastor, “o evangélico tem um pé atrás com o PT“.
Linhares dirige a Igreja Batista Getsêmani, de Belo Horizonte. O conselho estadual representa 4.800 pastores que, segundo ele, votaram em peso em Marina Silva.
Assim como Alencar, ele diz que os evangélicos temem propostas defendidas pelo PT, como a união civil entre homossexuais, a adoção de crianças por gays e a descriminalização do aborto.
Mensalão
Em 2005, Antonio Palocci Filho se viu envolvido no escândalo do Mensalão. Foi o que o derrubou do Ministério da Fazenda. É acusado de chefiar um esquema de corrupção da época em que era prefeito de Ribeirão Preto – SP. Através da cobrança de “mesadas” de até 50 mil reais mensais de empresas que prestavam serviços à prefeitura, o ex-ministro da fazenda alimentava os cofres do seu partido, o PT, com dinheiro ilícito. Nada, porém, foi provado até este momento. Em 27 de março de 2006, Palocci foi demitido pelo presidente Lula do cargo de ministro da Fazenda. Sua situação ficou insustentável a partir da quebra ilegal do sigilo bancário do caseiro Francenildo Santos Costa, testemunha de acusação contra Palocci no caso da casa do lobby, mansão alugada pela chamada “República de Ribeirão Preto” para servir de sede para reuniões de lobistas e encontros com prostitutas, conforme investigações da CPI dos Bingos.
Em maio de 2010, Palocci sofreu seis ações populares que atestam propaganda irregular em 2001 em sua segunda gestão na cidade de Ribeirão Preto. Após duas ações movidas pelo deputado federal Fernando Chiarelli, o juiz André Carlos de Oliveira, da 2ª Vara da Fazenda Pública de Ribeirão Preto, julgou o caso, que reuniu todas as sentenças, e condenou Palocci a devolver R$ 413,2 mil aos cofres públicos, além de outros R$ 500 mil de suplementação de verba gastos com empreiteiras, valores não corrigidos monetariamente, mas a defesa afirmou que recorrerá da sentença.
Traição
De acordo com o ativista cristão Julio Severo há uma traição evangélica, pois os líderes evangélicos, de olho em interesses econômicos, prometem intensa campanha para destruir imagem de que o PT apoia aborto, “casamento” homossexual, adoção de crianças por duplas gays, etc.
“Contudo, esses mesmos nomes (Magno Malta, Marcelo Crivella e Walter Pinheiro, inclusive Jabes de Alencar e Jorge Linhares) apoiaram Lula em 2002, e combateram veementemente toda tentativa de dizer que o PT defenderia o aborto e o homossexualismo, conforme está denunciado no meu blog aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2006/04/lula-e-os-evanglicos.html . Agora, eles contam com a ajuda de Palocci, um dos políticos mais corruptos do Brasil, para promover a “verdade” deles de que Dilma não é a favor do aborto e do ‘casamento’ gay”, assina Julio em seu blog. Fonte: O Verbo / Folha de S. Paulo / www.juliosevero.com
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Marina Silva Participa de Culto na Assembleia de Deus em Maringá
Marina Silva (PV), candidata à presidência da República, cumprindo agenda em Maringá nesta quinta-feira (26) participou de uma reunião extraordinária da OPEM - Ordem dos Pastores Evangélicos de Maringá e logo após encerrou sua visita a cidade em um culto na Igreja Assembleia de Deus de Maringá.
Na reunião da OPEM que ocorreu no salão social da Igreja Assembleia de Deus estiveram presentes pastores e pastoras de diversas denominações evangelicas para os quais a candidata pode expor um pouco sobre o seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e vários programas que deseja implantar no Brasil caso seja eleita. Marina Silva acompanhada do candidato ao governo do estado do Paraná, Paulo Salamuni (PV) e demais candidatos e candidatas do PV atraiu vários pastores e lideranças evangélicas de Maringá e região.
Pastor Robson Brito, Presidente da IEADCEMAR - Igreja Evangelica Assembleia de Deus do Campo Eclesiastico de Maringá fez um breve relato biográfico sobre a trajetória de Marina Silva e prestou uma homenagem a mesma pelos relevantes testemunhos que tem prestado no seu serviço de "diaconisa do meio ambiente". Pastor Elizeu de Carvalho - Presidente da OPEM encerrou a reunião desejando sucesso a candidata elevando uma oração juntamente com os presentes em favor de Marina Silva e demais candidatos e candidatas presentes.
Durante o culto o Pastor Robson Brito reafirmou que "Marina Silva é a diaconisa do meio ambiente" e que exerce o seu papel dentro do contexto político destas eleições e na história do Brasil como Ester, que aceitou o desafio de defender o seu povo, "Ester mulher orfã, de origem humilde como Marina Silva foi desafiada e mesmo correndo riscos defendeu o que era certo, Marina Silva mesmo sofrendo algumas percas em termos econômicos e humanos tem se levantado como atalaia da vida, bandeira fundamental e essencial de uma boa cristã e política responsável".
Marina Silva fazendo uso da palavra no culto agradeceu a recepção dos pastores na pessoa do pastor Robson Brito e sua esposa irmã Rute Brito e, a todos os presentes pelo carinho e orações. Afirmou sair de Maringá muito feliz e disse "se é difícil defender os direitos dos que estão aí, mais difícil ainda é defender os direitos dos que vão vir", citou Abraão que plantou uma árvore aos 100 anos de idade e finalizou dizendo que "quem tem fé, age pensando na qualidade de vida das futuras gerações".
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Ênio Verri reassume vaga na Assembleia Legislativa
Ênio Verri: À frente do PT, comandará campanha de Dilma no Paraná.
O secretário do Planejamento, Ênio Verri, deixa o cargo na próxima quinta-feira, dia 31. Desde fevereiro de 2007 ocupando uma das três secretarias reservadas ao PT no governo Requião, Verri foi eleito presidente estadual do PT e, embora tome posse apenas em fevereiro, espera reassumir sua cadeira de deputado estadual na próxima segunda-feira, 4.
A vaga estava ocupada pelo professor José Lemos, suplente do PT na Assembleia Legislativa. Como presidente do partido, o estatuto do PT não permite que Verri continue ocupando cargo no governo.
Para seu lugar na secretaria do Planejamento, o governador Roberto Requião (PMDB) escolheu o diretor geral da Secretaria da Fazenda, Nestor Bueno. Em maio do ano passado, quando Verri se afastou para concorrer à prefeitura de Maringá, Bueno também foi chamado para responder pela Secretaria do Planejamento, onde ficou até o final da campanha eleitoral.
Antes de entrar na equipe de Requião, Verri trabalhava como chefe de gabinete do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. A entrada de Verri no governo foi para assumir o lugar do ministro Reinhold Stephanes no Planejamento. Stephanes foi eleito deputado federal em 2006 e, logo em seguida, no início de 2007, assumiu o Ministério da Agricultura.
Missão especial
Verri assume a presidência estadual do PT com a missão de continuar insistindo na formação de um palanque único para a campanha da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à presidência da República, nas eleições do próximo ano.
Embora o cenário indique que é remota a possibilidade de juntar o governador Roberto Requião (PMDB) e o senador Osmar Dias (PDT) na mesma composição, Verri disse que “impossível não é”.
O futuro presidente do PT avalia que, atualmente, no cálculo das probabilidades, as chances de uma aliança do PT com o PMDB são as mesmas de uma coligação com o PDT, assim como também o lançamento de uma candidatura própria ao governo.
O PT tem como pré-candidatos o ex-prefeito de Londrina Nedson Micheletti e a secretária estadual de Ensino Superior, Lygia Pupatto. “Até março, todas as possibilidades estão no mesmo plano. Porque em política temos altos e baixos nas negociações”, comentou.
O desfecho das conversas com o PMDB e PDT dependem ainda do desenrolar das articulações nacionais, disse Verri. “O comportamento do PMDB nacional vai influenciar nas alianças estaduais, assim como a posição do PDT”, comentou.
A partir de fevereiro, Verri disse que terá a ajuda da ministra da Casa Civil para tentar fechar as composições no Paraná. Dilma deveria ter vindo a Curitiba no dia 13 de dezembro, mas cancelou a visita devido à agenda de ministra no exterior.
“De qualquer forma, a ministra e o presidente Lula conversam bastante com o governador Requião e o senador Osmar Dias. Essa construção já existe”, disse o secretário. Fonte: SCS via Parana Online
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O secretário do Planejamento, Ênio Verri, deixa o cargo na próxima quinta-feira, dia 31. Desde fevereiro de 2007 ocupando uma das três secretarias reservadas ao PT no governo Requião, Verri foi eleito presidente estadual do PT e, embora tome posse apenas em fevereiro, espera reassumir sua cadeira de deputado estadual na próxima segunda-feira, 4.
A vaga estava ocupada pelo professor José Lemos, suplente do PT na Assembleia Legislativa. Como presidente do partido, o estatuto do PT não permite que Verri continue ocupando cargo no governo.
Para seu lugar na secretaria do Planejamento, o governador Roberto Requião (PMDB) escolheu o diretor geral da Secretaria da Fazenda, Nestor Bueno. Em maio do ano passado, quando Verri se afastou para concorrer à prefeitura de Maringá, Bueno também foi chamado para responder pela Secretaria do Planejamento, onde ficou até o final da campanha eleitoral.
Antes de entrar na equipe de Requião, Verri trabalhava como chefe de gabinete do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. A entrada de Verri no governo foi para assumir o lugar do ministro Reinhold Stephanes no Planejamento. Stephanes foi eleito deputado federal em 2006 e, logo em seguida, no início de 2007, assumiu o Ministério da Agricultura.
Missão especial
Verri assume a presidência estadual do PT com a missão de continuar insistindo na formação de um palanque único para a campanha da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, à presidência da República, nas eleições do próximo ano.
Embora o cenário indique que é remota a possibilidade de juntar o governador Roberto Requião (PMDB) e o senador Osmar Dias (PDT) na mesma composição, Verri disse que “impossível não é”.
O futuro presidente do PT avalia que, atualmente, no cálculo das probabilidades, as chances de uma aliança do PT com o PMDB são as mesmas de uma coligação com o PDT, assim como também o lançamento de uma candidatura própria ao governo.
O PT tem como pré-candidatos o ex-prefeito de Londrina Nedson Micheletti e a secretária estadual de Ensino Superior, Lygia Pupatto. “Até março, todas as possibilidades estão no mesmo plano. Porque em política temos altos e baixos nas negociações”, comentou.
O desfecho das conversas com o PMDB e PDT dependem ainda do desenrolar das articulações nacionais, disse Verri. “O comportamento do PMDB nacional vai influenciar nas alianças estaduais, assim como a posição do PDT”, comentou.
A partir de fevereiro, Verri disse que terá a ajuda da ministra da Casa Civil para tentar fechar as composições no Paraná. Dilma deveria ter vindo a Curitiba no dia 13 de dezembro, mas cancelou a visita devido à agenda de ministra no exterior.
“De qualquer forma, a ministra e o presidente Lula conversam bastante com o governador Requião e o senador Osmar Dias. Essa construção já existe”, disse o secretário. Fonte: SCS via Parana Online
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sábado, 26 de setembro de 2009
Depois de empate em pesquisa, Dilma e Ciro já ensaiam ataques
A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) e o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) trocaram ontem as primeiras farpas eleitorais entre os dois, pré-candidatos na disputa pela Presidência da República. Em eventos distintos em São Paulo, Dilma e Ciro comentaram a sucessão do presidente Lula --que alçou Dilma a candidata do PT e é aliado de Ciro.
Questionada, em entrevista a correspondentes estrangeiros, sobre o crescimento de Ciro na recente pesquisa Ibope --que também indicou a estagnação da ministra nas intenções de voto ao Planalto--, Dilma condenou uma comemoração antecipada.
Dilma atribui ao machismo a fama de durona e critica como mulheres são vistas na política
"Sempre que no Brasil alguém tentou sentar na cadeira antes do prazo, deu errado. Isso era dias antes [da eleição]. Eu acredito que é prudente a gente esperar as urnas serem abertas e os votos serem contados", disse ela.
Ciro comemorou publicamente o resultado da pesquisa, que em um de seus cenários traz o deputado à frente da ministra. Em outro, os dois apareciam tecnicamente empatados. A pesquisa mostrou o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), na liderança. Ciro, em palestra na Força Sindical, afirmou que Dilma evita confrontos com o pré-candidato tucano.
"Os adversários não são bobos, pelo contrário, estão aí falando "o Lula é meu amigo também". O Lula não dá mais canelada em ninguém, é Lulinha paz e amor para o resto da vida, e a Dilma entrou na mesma, ainda hoje [ontem] nos jornais estou eu falando mal do Serra, e a Dilma agarrada com ele. Quem quer ser bonzinho sou eu, eu quero ser bonzinho e ninguém deixa", disse Ciro, em referência a um evento no qual o tucano e a petista se encontraram anteontem em São Paulo.
Ciro afirmou que Dilma evita confrontos com o pré-candidato tucano José Serra
Ciro também atacou Serra: "A questão não é essa, se ele é feio ou bonito. Eu acho ele feio para caramba, mais na alma do que no rosto".
O deputado criticou ainda a aproximação dos petistas com os peemedebistas. "A atual coalizão PT-PMDB tende ao conservadorismo." Ele defendeu duas candidaturas governistas; a dele, e a de Dilma: "Uma, PMDB e PT ficam com o tempo de televisão do mundo todo, e a outra [a dele, Ciro] vai para o meio da rua, livre sem ter que falar bem do [José] Sarney, presidente do Senado. O outro lado de lá [do PT] fala, que eu compreendo", disse.
Durona
Na entrevista, Dilma falou de outra possível candidata, a senadora Marina Silva (PV-AC): "Ela é muito bem-vinda à disputa eleitoral do próximo ano".
Ao responder sobre sua fama de "durona", Dilma atribuiu ao machismo. "É interessante a forma como se trata as mulheres na política", disse ela, citando a ex-primeira-ministra britânica Margareth Thatcher e a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton.
"Estou num país em que nenhum homem assume suas posições. Quando eu assumo, sou tachada de durona e mal-humorada", afirmou ela. Fonte: Folha Online
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Questionada, em entrevista a correspondentes estrangeiros, sobre o crescimento de Ciro na recente pesquisa Ibope --que também indicou a estagnação da ministra nas intenções de voto ao Planalto--, Dilma condenou uma comemoração antecipada.
Dilma atribui ao machismo a fama de durona e critica como mulheres são vistas na política
"Sempre que no Brasil alguém tentou sentar na cadeira antes do prazo, deu errado. Isso era dias antes [da eleição]. Eu acredito que é prudente a gente esperar as urnas serem abertas e os votos serem contados", disse ela.
Ciro comemorou publicamente o resultado da pesquisa, que em um de seus cenários traz o deputado à frente da ministra. Em outro, os dois apareciam tecnicamente empatados. A pesquisa mostrou o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), na liderança. Ciro, em palestra na Força Sindical, afirmou que Dilma evita confrontos com o pré-candidato tucano.
"Os adversários não são bobos, pelo contrário, estão aí falando "o Lula é meu amigo também". O Lula não dá mais canelada em ninguém, é Lulinha paz e amor para o resto da vida, e a Dilma entrou na mesma, ainda hoje [ontem] nos jornais estou eu falando mal do Serra, e a Dilma agarrada com ele. Quem quer ser bonzinho sou eu, eu quero ser bonzinho e ninguém deixa", disse Ciro, em referência a um evento no qual o tucano e a petista se encontraram anteontem em São Paulo.
Ciro afirmou que Dilma evita confrontos com o pré-candidato tucano José Serra
Ciro também atacou Serra: "A questão não é essa, se ele é feio ou bonito. Eu acho ele feio para caramba, mais na alma do que no rosto".
O deputado criticou ainda a aproximação dos petistas com os peemedebistas. "A atual coalizão PT-PMDB tende ao conservadorismo." Ele defendeu duas candidaturas governistas; a dele, e a de Dilma: "Uma, PMDB e PT ficam com o tempo de televisão do mundo todo, e a outra [a dele, Ciro] vai para o meio da rua, livre sem ter que falar bem do [José] Sarney, presidente do Senado. O outro lado de lá [do PT] fala, que eu compreendo", disse.
Durona
Na entrevista, Dilma falou de outra possível candidata, a senadora Marina Silva (PV-AC): "Ela é muito bem-vinda à disputa eleitoral do próximo ano".
Ao responder sobre sua fama de "durona", Dilma atribuiu ao machismo. "É interessante a forma como se trata as mulheres na política", disse ela, citando a ex-primeira-ministra britânica Margareth Thatcher e a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton.
"Estou num país em que nenhum homem assume suas posições. Quando eu assumo, sou tachada de durona e mal-humorada", afirmou ela. Fonte: Folha Online
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terça-feira, 18 de agosto de 2009
Ouça a entrevista do Prefeito Beto Richa ao Ronaldo Nezo na CBN
Beto Richa sustenta que candidatura dele ao governo do Paraná será definida em 2010
O prefeito disse que a opinião de curitibanos será determinante para decisão. Hoje, 70% apoiariam a renúncia da prefeitura para que Richa pudesse disputar o cargo de governador. Ele assegurou que, se eleito, não abandonará o interior. Também tem planos de mais investimentos para a segurança pública de Maringá. Com exclusividade, Beto Richa confirmou que vai sancionar projeto contra o fumo em Curitiba.
Clique aqui e ouça a entrevista completa
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