Participe da comunidade do meu Blog

Mostrando postagens com marcador eleições presidenciais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador eleições presidenciais. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Desistência de Bachmann acirra disputa republicana nos EUA

A rodada inaugural da disputa republicana foi vencida pelo ex-governador de Massachusetts Mitt Romney, com uma vantagem de apenas oito votos sobre o ex-senador Rick Santorum, em um total de 122 mil votos

A acirrada disputa pela indicação republicana à Casa Branca se estreitou nesta quarta-feira com a desistência da deputada Michele Bachmann, ligada ao movimento conservador Tea Party, enquanto o governador do Texas, Rick Perry, decidiu permanecer na corrida, apesar do mau resultado no caucus (eleição primária) da véspera em Iowa.

Bachmann, que nasceu em Iowa, decidiu desistir depois de ficar em sexto e último lugar no caucus de terça-feira no Estado. Essa rodada inaugural da disputa republicana foi vencida pelo ex-governador de Massachusetts Mitt Romney, com uma vantagem de apenas oito votos sobre o ex-senador Rick Santorum, em um total de 122 mil votos.

O resultado foi também uma vitória para Santorum, que há poucas semanas era um coadjuvante na disputa e agora se credencia como principal nome conservador contra o moderado Romney.

Bachmann, que chegou a liderar as pesquisas entre os republicanos, vinha numa trajetória declinante nos últimos meses, e nesta quarta-feira decidiu jogar a toalha, pedindo a seus partidários que apoiem o candidato que o Partido Republicano escolher para enfrentar o democrata Barack Obama na eleição geral de novembro.

Confundindo os analistas, Perry anunciou que vai continuar candidato, apesar do quinto lugar em Iowa. Inicialmente, ele disse que viajaria ao Texas para reavaliar os rumos da sua campanha.

A volatilidade na disputa republicana é uma boa notícia para Obama, que está montando uma grande estrutura para arregimentar doações e eleitores, e registra uma recuperação na sua popularidade, refletindo a melhora nos índices de desemprego.

Ao anunciar sua desistência, a conservadora Bachmann acusou Obama de estar levando os Estados Unidos para o socialismo.

"Nosso país está em seríssimos apuros, e esta pode ser a última eleição para mudar os rumos da nação antes de descambarmos pelo caminho do socialismo, de um endividamento pesado demais para os nossos filhos arcarem", disse ela.

Romney e Santorum tiveram 25% dos votos cada um no caucus de Iowa. Em terceiro lugar veio o deputado libertário Ron Paul, com 21%. Newt Gingrich, ex-presidente da Câmara dos Deputados, ficou em quarto, com cerca de 13%.

Romney lidera as pesquisas em nível nacional e é considerado o republicano com mais chances de derrotar Obama em novembro, embora seja considerado moderado demais por alguns conservadores.

A bordo de uma campanha endinheirada e bem organizada, ele chega como favorito à eleição primária da semana que vem em New Hampshire, mas previu ataques "velozes e furiosos" dos seus rivais.

Uma pesquisa da Universidade de Suffolk apontou 43% das intenções de voto para Romney, contra 14% de Paul, 9% de Jon Huntsman (que não participou do caucus de Iowa), 7% para Gingrich e 6 por cento para Santorum.

Apoio

O senador republicano, John McCain, que perdeu as eleições presidenciais em 2008, respaldou nesta quarta-feira Mitt Romney como candidato republicano para enfrentar o presidente Barack Obama em novembro.

"Estou aqui por uma única razão, que é assegurar que converteremos Mitt Romney no próximo presidente dos Estados Unidos", disse McCain. Fonte: Reuters

Leia mais >>

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Queremos fazer aliança com a sociedade, diz Marina

Sérgio Lima/Folhapress
Ela abriu o discurso elogiando conquistas dos governos anteriores. Senadora foi lançada candidata à presidente pelo PV nesta quinta (10)

Em seu primeiro discurso como candidata oficial à presidente da República, Marina Silva (PV), minimizou o fato de seu partido não ter alianças com outras legendas na disputa. O discurso foi feito nesta quinta-feira (10) na convenção que oficializou seu nome, em Brasília. "Espero que no dia 1º de janeiro do ano que vem a gente possa ter a primeira mulher negra presidente do Brasil”, afirmou.

Algumas pessoas têm cobrado que nós não temos políticas de aliança pensando no velho calculo pragmático: quem tem mais palanque, mais recurso, quem tem mais voto porque se sente dono dos votos. (...) Não temos esse tipo de aliança, queremos fazer alianças com núcleos vivos da sociedade"Marina Silva, candidata do PV à Presidência“Algumas pessoas têm cobrado que nós não temos políticas de aliança pensando no velho cálculo pragmático: quem tem mais palanque, mais recurso, quem tem mais voto porque se sente dono dos votos. (...) Não temos esse tipo de aliança, queremos fazer alianças com núcleos vivos da sociedade”, afirmou a candidata.

Marina abriu o discurso fazendo elogios aos governos Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ela destacou a estabilidade econômica e a retirada de 25 milhões de pessoas da linha de pobreza.

No caso de Lula, a referência foi direta. “A redução da pobreza, foram 25 milhões de pessoas que saíram, não é pouca coisa. Não preciso, porque sou candidata por outro partido, outra articulação, negar este feito essa conquista do operário Luiz Inácio Lula da Silva.”

Apesar dos elogios aos ex-presidentes, o discurso de Marina trouxe também críticas na questão ambiental. Ela destacou o desmatamento, a discussão do código florestal na Câmara e o aumento da ocorrência de tragédias, como as chuvas que atingiram Santa Catarina e Rio de Janeiro nos últimos anos.

Na convenção do PV, Gabeira diz que 'sonhos foram frustrados' com Lula “Em 2007 foram 2,5 milhões de pessoas afetadas pela chuva. Em 2009 foram 5,5 milhões de pessoas. Dá para tratar isso de 'problema natural'? Não, é falta de planejamento”, afirmou a candidata.

Marina destacou que é preciso analisar o passado para pensar em projetos para o futuro. “É preciso olhar para trás e para frente ao mesmo tempo. Para trás, para aprender com os erros e manter as conquistas, e para frente para não repetir erros e buscar o que precisa ser conquistado.”

A candidata voltou a defender seu conceito de economia de baixo carbono, com a redução das emissões de CO2. Classificou a educação como “alavancadora” da economia e defendeu que os programas sociais devem focar a partir de agora a “igualdade de oportunidades”.

No meio do discurso, a candidata não esqueceu de sua origem política, o PT. Ela destacou o fato de seus aliados históricos Jorge e Tião Viana estarem nesta quinta no Acre lançando a campanha petista no estado. “Estamos só momentaneamente separados”, disse. Fonte: G1/Globo.com

Leia mais >>

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Serra diz ser contra a legalização do aborto

Afirmação do tucano foi uma resposta à declaração da CNBB, que defendeu voto 'pró-vida'

O pré-candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra, afirmou nesta quarta-feira, 12, ser contra a legalização do aborto. "Eu não sou a favor do aborto. Não sou a favor de mexer na legislação. Agora, qualquer deputado pode fazer isso. Como governo, eu não vou tomar essa iniciativa", declarou o tucano, após entrevista ao Programa do Ratinho, do SBT.

Atualmente o aborto é autorizado apenas em alguns casos, como no de estupro e quando há risco de morte para mãe. A afirmação do tucano foi uma resposta à declaração da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), divulgada ontem, na qual há ponderações sobre o momento político nacional.

Segurança

Serra aproveitou a presença em mais um programa de TV popular para falar sobre a questão da segurança pública. Voltou a defender a criação de um Ministério da Segurança Pública e disse que, se necessário, devem ser feitas mudanças na Constituição para facilitar o combate à criminalidade.

O tucano destacou, no entanto, achar desnecessário promover tais alterações na lei. "Mas alguém diz: não, porque a Constituição... Então muda a Constituição, se for esse o problema. Mudam para tanta coisa, né?"

Serra disse ser a favor do envolvimento do governo federal no combate à violência e citou o caso da Bahia, Estado governado pelo petista Jaques Wagner, em que as estatísticas oficiais mostram a violência acima da média nacional.

Supervisão

"Acho que o governo federal tem que se envolver, inclusive para supervisionar os Estados que não estão trabalhando bem. No Brasil, como um todo, a segurança é grave. Em alguns lugares, tem evoluído mais gravemente que nos outros. E aí tem que ver o que está acontecendo. Pode ter alguns governos que não estão trabalhando bem", completou.

Serra falou no programa sobre a queda de 70% nos homicídios em São Paulo nos últimos dez anos. Questionado, mais tarde, sobre aumento dos homicídios no Estado no primeiro trimestre, disse: "Você tem que pegar no médio e no longo prazo. Não pode pegar um trimestre para poder raciocinar."

No final do programa, Ratinho fez uma série de perguntas curtas ao tucano. Serra classificou Lula como "um homem muito simpático", disse que Dilma era "uma mulher de valor, assim como Marina (Silva)" e declarou que o pedágio é "como a morte": "Coisas das quais a gente não escapa." Afirmou ainda que os políticos são "um mal necessário", mas que há exceções. Fonte: Agência Estado

Leia mais >>

Dilma afirma que aborto é ‘questão de saúde pública’

Petista ressaltou que mudança é 'processo que tem que ser discutido com a sociedade'

A pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, declarou que aborto é uma questão de saúde pública. "Um governo não tem de ser a favor ou contra o aborto. Tem que ser a favor de uma política pública", afirmou. "Aborto não é questão de foro íntimo meu, seu, da Igreja, de quem quer que seja; é uma questão de saúde pública."

Em termos de saúde pública, segundo a ex-ministra, o aborto para ser possível tem de estar previsto em lei. "E mudança é um processo que tem que ser discutido com a sociedade e tem que ver o que um governo fará."

A pré-candidata disse não ser possível "deixar que as mulheres das classes populares utilizem métodos medievais como agulha de crochê, chás absurdos e outras práticas enquanto outras pessoas têm acesso ao serviço".

"Ninguém fala ‘eu quero fazer aborto’. É uma violência contra a mulher", acrescentou. Ela contou que, "graças a Deus", não precisou fazer. "Mas conheci gente que fazia e entrava chorando e saia chorando."

Dilma qualificou o diálogo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém com o governo iraniano de "uma ação humanitária", durante entrevista a seis jornalistas do Grupo RBS, ontem, em Porto Alegre.

Questionada sobre "uma certa condescendência do governo com um regime que sofre críticas por não seguir normas internacionais de conduta democrática", a ex-ministra deu a entender que o Brasil pode fazer "uma tentativa de construir um caminho em que haja abandono das armas nucleares como armas de agressão e passe ao uso pura e simplesmente pacífico da energia nuclear". Lula vai a Teerã nos dias 15 a 17 de maio.

Em outro trecho da entrevista de uma hora e meia, Dilma abordou as possíveis restrições à importação de alimentos industrializados brasileiros pela Argentina e admitiu que o País pode recorrer a retaliações. "Não acho adequado o que foi feito pela Argentina com o Brasil. Primeiro foi sem uma manifestação formal. E existe a possibilidade de retaliar uma medida tão agressiva como esta", afirmou. Fonte: Agência Estado

Leia mais >>

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Osmar Dias pode tirar o palanque de Dilma no Paraná

O senador Osmar Dias (PDT-PR) é o primeiro político de grande quilate que pode transferir um palanque reservado a Dilma Rousseff (PT) para o tucano José Serra, na eleição presidencial. Ele não é mais candidato ao governo do Paraná, a menos que Gleisi Hoffmann (PT), mulher do ministro Paulo Bernardo (Planejamento), seja sua vice. Se ela insistir na disputa pelo Senado, Dias apoiará Beto Richa (PSDB) ao governo.

Pressão
Em almoço, ontem, no restaurante Carpe Diem do Píer 21, em Brasília, Paulo Bernardo e Gleisi Hoffmann tentaram persuadir Osmar Dias.

Richa lidera
O candidato tucano ao governo do Paraná, ex-prefeito de Curitiba Beto Richa, há meses lidera as pesquisas para governador. Fonte: Claudio Humberto

Leia mais >>

sábado, 26 de setembro de 2009

Depois de empate em pesquisa, Dilma e Ciro já ensaiam ataques

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) e o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) trocaram ontem as primeiras farpas eleitorais entre os dois, pré-candidatos na disputa pela Presidência da República. Em eventos distintos em São Paulo, Dilma e Ciro comentaram a sucessão do presidente Lula --que alçou Dilma a candidata do PT e é aliado de Ciro.

Questionada, em entrevista a correspondentes estrangeiros, sobre o crescimento de Ciro na recente pesquisa Ibope --que também indicou a estagnação da ministra nas intenções de voto ao Planalto--, Dilma condenou uma comemoração antecipada.

Dilma atribui ao machismo a fama de durona e critica como mulheres são vistas na política

"Sempre que no Brasil alguém tentou sentar na cadeira antes do prazo, deu errado. Isso era dias antes [da eleição]. Eu acredito que é prudente a gente esperar as urnas serem abertas e os votos serem contados", disse ela.

Ciro comemorou publicamente o resultado da pesquisa, que em um de seus cenários traz o deputado à frente da ministra. Em outro, os dois apareciam tecnicamente empatados. A pesquisa mostrou o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), na liderança. Ciro, em palestra na Força Sindical, afirmou que Dilma evita confrontos com o pré-candidato tucano.

"Os adversários não são bobos, pelo contrário, estão aí falando "o Lula é meu amigo também". O Lula não dá mais canelada em ninguém, é Lulinha paz e amor para o resto da vida, e a Dilma entrou na mesma, ainda hoje [ontem] nos jornais estou eu falando mal do Serra, e a Dilma agarrada com ele. Quem quer ser bonzinho sou eu, eu quero ser bonzinho e ninguém deixa", disse Ciro, em referência a um evento no qual o tucano e a petista se encontraram anteontem em São Paulo.

Ciro afirmou que Dilma evita confrontos com o pré-candidato tucano José Serra
Ciro também atacou Serra: "A questão não é essa, se ele é feio ou bonito. Eu acho ele feio para caramba, mais na alma do que no rosto".

O deputado criticou ainda a aproximação dos petistas com os peemedebistas. "A atual coalizão PT-PMDB tende ao conservadorismo." Ele defendeu duas candidaturas governistas; a dele, e a de Dilma: "Uma, PMDB e PT ficam com o tempo de televisão do mundo todo, e a outra [a dele, Ciro] vai para o meio da rua, livre sem ter que falar bem do [José] Sarney, presidente do Senado. O outro lado de lá [do PT] fala, que eu compreendo", disse.

Durona

Na entrevista, Dilma falou de outra possível candidata, a senadora Marina Silva (PV-AC): "Ela é muito bem-vinda à disputa eleitoral do próximo ano".

Ao responder sobre sua fama de "durona", Dilma atribuiu ao machismo. "É interessante a forma como se trata as mulheres na política", disse ela, citando a ex-primeira-ministra britânica Margareth Thatcher e a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton.

"Estou num país em que nenhum homem assume suas posições. Quando eu assumo, sou tachada de durona e mal-humorada", afirmou ela. Fonte: Folha Online

Leia mais >>

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Ponto de Ciro e Marina; alerta a Serra e Dilma

Numa primeira avaliação, a pesquisa CNI/Ibope divulgada hoje (22/09) é boa para o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) e a senadora Marina Silva (PV-AC). O mesmo levantamento traz alertas para o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT).

Todos os quatro são potenciais candidatos ao Palácio do Planalto em outubro do ano que vem. No cenário que hoje parece ser o mais provável, eles obtiveram os seguintes resultados. Serra marcou 35%. Ciro, 17%. Dilma, 15%. Marina, 8%. Brancos e nulos, 14%. Eleitores que ainda não sabem, 10%.

Ciro e Dilma estão em situação de empate técnico, mas é inegável que o primeiro voltou a viver um bom momento político. A ministra enfrenta turbulências.

O resultado da pesquisa vai pavimentando o caminho para Ciro ser candidato no plano federal, algo que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desejava evitar, em nome da tese plebiscitária que ainda almeja colocar na praça. O deputado federal vai ganhando cada vez cacife para ser o plano B de Lula. O presidente da República já disse com todas as letras que Dilma é sua candidata.

A ministra mantém um patamar ainda competitivo, mas precisa crescer mais para não virar ela a segunda opção do presidente. O governo desecandeou operação para dar oxigênio à provável candidata. O PMDB e o PT devem decidir rapidamente se vai acontecer ou não a aliança nacional. Hoje, a tendência é a oficialização do acordo, o que daria à ministra armas importantes na hora H: significativo tempo de TV e apoio de uma máquina política enraizada nacionalmente.

Dilma tem a esperança de que recuperação econômica do Brasil, que está saindo da crise bem na foto, transforme-se no ativo eleitoral que, daqui até outubro de 2010, fará a diferença e a colocará no segundo turno. Ela conta ainda com a popularidade de Lula, que se manteve alta na atual pesquisa CNI/Ibope.

Para quem acabou de entrar na corrida presidencial, os oito pontos percentuais de Marina no cenário sem Heloisa Helena (PSOL) são respeitáveis e mostram potencial de crescimento à custa de votos de Dilma e também de Serra.

O governador paulista mantém a ponta. Os 35 pontos percentuais são muito bons. No entanto, essa vantagem não permitiria dizer hoje que sua eleição são favas contadas. Feitas com tanta antecedência, pesquisas refletem também o "recall" do candidato, a lembrança que o eleitorado tem deles. Por terem disputado eleições presidenciais, Serra e Ciro são, portanto, beneficiados pelo "recall" na fotografia deste momento. Dilma e Marina serão estreantes na corrida pelo Planalto.

Vamos aos números. O levantamento CNI/Ibope mediu a taxa de conhecimento dos candidatos. Serra é conhecido por 66% do entrevistados. Ciro, 45%. Dilma, 32%. Marina, 18%.

O resultado do cenário mais provável combinado à taxa de conhecimento autoriza a dizer o seguinte. Serra ainda é favorito e parece que terá vaga no segundo turno. Ciro ganha fôlego nos cem metros rasos, mas Dilma, plano A de Lula, poderá ser a fundista da corrida no campo governista. Marina cresceu e tem potencial para surpreender, incomodando Serra, Dilma e Ciro.

O jogo presidencial está bem interessante. Fonte: Folha Online, artigo de Kennedy de Alencar

Leia mais >>