O prefeito Luciano Ducci (PSB) deu uma cartada de mestre: fechou acordo com o Democratas e se abraçou com o partido para disputar a reeleição à prefeitura de Curitiba. A informação exclusiva, foi confirmada por boas fontes. O acerto será oficialmente anunciado no sábado durante convenção do DEM. Para selar o casório entre DEM e PSB, Osmar Bertoldi (que comandará o Democratas na capital) assumirá o cargo de secretário especial da habitação de Curitiba, anúncio que também será feito no sábado.
O acordo por si só já seria uma baita pressão em cima do PSDB em pról de Ducci, mas a saída dde Gustavo Fruet do do ninho tucano é a decisão derradeira para que a tucanada faça o que tanto queria: correr para os braços de do atual prefeito que busca a reeleição.
Essas movimentações feitas nos bastidores essa semana e que serão oficialmente divulgadas a partir desta quarta-feira desenharam com mais clareza o quadro político da capital. A partir de agora protejam as canelas. Fonte: Blog da Joice
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quarta-feira, 13 de julho de 2011
Ducci sela acordo com DEM e nomeia Bertoldi secretário da Habitação
sexta-feira, 8 de julho de 2011
PSDB de Maringá decide que terá candidato a prefeito em 2012
A executiva do PSDB em Maringá definiu, em uma reunião nesta sexta-feira (8), as estratégias de atuação do partido para os próximos dois anos. Com o foco voltado para as eleições de 2012, os tucanos criaram grupos de trabalho para ampliar a participação política e eleitoral no município.
Vários nomes foram apontados na reunião como fortes candidatos do partido, entre eles o professor Wilson Matos, reitor do Cesumar, o deputado estadual Evandro Júnior, o deputado federal Luiz Nishimori, os vereadores Flávio Vicente e Márcia Socrepa e a presidente da Sociedade Rural de Maringá, Maria Iraclézia de Araújo, que foi convidada a se filiar.
Divulgacao
Reunião da executiva do PSDB de Maringá; pelo menos seis nomes são cotados para disputar o pleito de 2012
O partido iniciará um processo de padronização das ações, alinhado as ações da executiva estadual, buscando ampliar a unidade com o propósito de ter candidatura própria para as eleições municipais de 2012.
Segundo o professor Wilson Matos, presidente da executiva de Maringá, "é um privilégio do partido ter em seu quadro a estatura moral do governador Beto Richa, que tem se destacado como um grande gestor e, com certeza, contribuirá de forma direta e decisiva no processo eleitoral do partido em Maringá".
No encontro também conversaram sobre possíveis alianças com outros partidos, definindo uma agenda quinzenal de reuniões para debates com as lideranças locais. Fonte: O Diário
quinta-feira, 2 de junho de 2011
PMDB retoma articulação para atrair Fruet visando 2012
Adur pode assumir comando do partido em Curitiba com a missão de preparar caminho para candidatura à prefeitura
Deputado Nereu Moura: “Adur tem a virtude da discrição” (foto: Valquir Aureliano) O ex-deputado estadual Renato Adur pode assumir o comando do PMDB de Curitiba com a missão de “preparar o terreno” para o apoio do partido à candidatura do ex-deputado federal Gustavo Fruet à prefeitura da Capital em 2012. Adur é apontado como nome de consenso para contornar as divergências internas entre as alas do senador Roberto Requião e do ex-governador Orlando Pessuti, e abrir caminho para a reaproximação da legenda com Fruet. Sem respaldo no PSDB, que sinaliza apoio à reeleição do atual prefeito Luciano Ducci, Fruet busca alternativas para viabilizar sua candidatura.
O PMDB de Curitiba, comandado atualmente pelo aliado de Requião, Doático Santos, fará convenção no próximo dia 17 de julho para eleger seu novo diretório. Parlamentares peemedebistas defendem que Adur substitua Doático na presidência da legenda, com a tarefa de preparar o partido para as eleições do ano que vem.
Ex-secretário de Desenvolvimento Urbano do governo Requião, Adur não esconde o desejo de trazer Fruet de volta para o partido como candidato a prefeito. Ele, inclusive, já encaminhou documento à direção municipal do PMDB curitibano, defendendo que o partido convide o tucano a retornar à legenda. Ao mesmo tempo, defendeu também a refiliação de Maurício Requião, irmão do ex-governador Requião, que se desfiliou depois de ser indicado para assumir o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas.
Segundo Adur, Maurício poderia ser vice de Fruet ou coordenar a campanha do mesmo à prefeitura, recolocando o PMDB na disputa com reais chances de vitória. O ex-deputado lidera as pesquisas de intenção de voto para prefeito na Capital. O nome até agora ventilado pelo PMDB - o ex-deputado estadual Rafael Greca - tem baixos índices nas pesquisas e é visto como um candidato sem competitividade para enfrentar a máquina da prefeitura e do governo do Estado.
A articulação vem dando resultado e já teria conseguido vencer a resistência inicial do grupo ex-governador Roberto Requião à reaproximação do PMDB com Fruet. Em 2004, o ex-deputado deixou o partido, filiando-se ao PSDB, depois que Requião vetou sua candidatura à prefeito, para apoiar o então candidato do PT e hoje deputado federal Ângelo Vanhoni.
Recentemente, Fruet se encontrou com Maurício Requião. O encontro foi interpretado como mais um sinal de que a reaproximação é possível. Segundo o deputado estadual Nereu Moura (PMDB), o acordo pode acontecer mesmo que Fruet não retorne oficialmente ao partido. “Tudo pode acontecer. Estamos construindo um bom projeto político para disputar a prefeitura. Pode até ser que o Fruet não esteja no PMDB, mas nós podemos estar com ele”, disse.
Estratégia — Segundo Moura, o nome de Renato Adur para o comando do PMDB curitibano “agrada a todo mundo”. “Ele tem uma virtude indispensável que é a discrição”, explicou. Na avaliação do parlamentar, o retorno de Fruet ao PMDB seria o cenário ideal. Mas se isso não for possível, nada impede uma composição futura. Caso se confirme o desinteresse do PSDB de lançá-lo como candidato a prefeito, Fruet pode migrar para outra legenda, como o PDT do ex-senador Osmar Dias. E na sequência, atrair o PMDB para uma aliança para a disputa de 2012, garantindo apoio político e tempo na propaganda eleitoral de rádio e televisão. “Para o PMDB, a melhor coisa seria a filiação do Gustavo. Mas para o contexto político, um outro partido talvez seja mais estratégico, onde ele possa reunir todas as forças possíveis para lhe dar lastro para a campanha”, avalia o deputado. Fonte: Bem Paraná, reportagem de Ivan Santos
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Disputa eleitoral de 2012 já começou
Refazendo as alianças, o grupo que conquistou o governo do Estado (formado por PSDB, DEM, PPS, PSB e PP, entre outros) precisará buscar novos nomes para administrar, também, os principais municípios paranaenses. E alguns nomes podem sair, inclusive, da equipe que Beto Richa acabou de montar ou dos parlamentares eleitos pela coligação.
O novo secretário de Relações com Comunidade, Wilson Quinteiro (PSB), por exemplo, já desponta como um nome forte para a disputa das eleições municipais em Maringá, tendo, inclusive, o apoio do secretário de Indústria e Comércio Ricardo Barros (PP).
Hoje, Maringá é comandada pelo irmão de Ricardo, Sílvio Barros (PP), que, em segundo mandato, não poderá disputar a reeleição, assim como nenhum parente seu.
Com isso, Quinteiro, que disputou as eleições de 2008 e foi eleito deputado estadual no ano passado, passaria a ser o nome do grupo. O seu mais forte concorrente seria Ênio Verri (PT), da coligação que apoiou Osmar Dias ao governo.
Outro nome certo do grupo nas eleições do ano que vem é o do deputado estadual eleito César Silvestri Filho (PPS) em Guarapuava. Filho do secretário estadual de Desenvolvimento Urbano, César Silvestri Filho (PPS), o jovem deputado chega à Assembleia já com planos de tornar-se prefeito, e o aval da coligação.
Para Londrina, a aliança tem dois nomes na equipe de governo: o secretário de Fazenda, Luiz Carlos Hauly, e o diretor da Sanepar Antonio Carlos Salles Belinati (PP), filho do ex-deputado Antonio Belinati, que mesmo com o registro cassado pela Justiça Eleitoral foi o mais votado nas eleições municipais de 2008.
Antonio Carlos foi candidato a deputado estadual, mas não se elegeu. Enquanto um carrega o sobrenome polêmico, mas popular, Hauly para disputar nova eleição precisa superar o trauma da derrota dupla sofrida em 2008, quando perdeu para Belinati o segundo turno e, após a decisão do Supremo Tribunal Federal, perdeu a eleição suplementar para o atual prefeito, Barbosa Neto (PDT), no ano seguinte. Foi a quarta tentativa de Hauly de ser prefeito de Londrina.
Em Ponta Grossa, o prefeito Pedro Wosgrau (PSDB) também encerra seu segundo mandato e a alternativa para a coligação seria tentar atrair os antigos adversários locais, os irmãos Marcelo Rangel ou Sandro Alex (hoje deputados estadual e federal, respectivamente), do PPS, numa situação inversa à da capital, onde ao invés de unir antigos rivais, o grupo político tem a tarefa de evitar o rompimento entre o prefeito Luciano Ducci (PSB) e o deputado federal Gustavo Fruet (PSDB): ambos querem ser candidatos a prefeito de Curitiba.
As situações mais delicadas para o grupo de Beto Richa estão nos três principais municípios administrados pelo PDT de Osmar Dias. Paulo MacDonald (Foz do Iguaçu), Edgar Bueno (Cascavel) e José Baka Filho (Paranaguá) foram eleitos com o apoio do PSDB e dos demais partidos. Agora, a chapa terá de buscar um nome alternativo, principalmente em Cascavel, onde Bueno deve disputar a reeleição. Fonte: O Estado do Paraná, reportagem de Roger Pereira