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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Maior descoberta arqueológica do século pode revelar detalhes sobre origens da igreja cristã

Uma antiga coleção de 70 livros pequenos, cada um com 5 a 15 páginas de chumbo, pode desvendar alguns segredos dos primórdios do cristianismo. Para os estudiosos de religião e de história, trata-se de um tesouro sem preço. Ziad Al-Saad, diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia chegou a dizer que pode ser a “descoberta mais importante da história da arqueologia”.

Embora ainda estejam divididos quanto à sua autenticidade, especialistas acreditam que trata-se da maior descoberta da arqueologia bíblica desde que foram encontrado os Rolos do Mar Morto, em 1947. Os livros foram descobertos há cinco anos em uma caverna (foto) em uma região remota da atual Jordânia. Acredita-se que pertenciam a cristãos que fugiram após a queda de Jerusalém no ano 70 dC.

Documentos importantes do mesmo período já foram encontrados no mesmo local. Testes iniciais indicam que alguns desses livros de metal datam do primeiro século. A estimativa é baseada na forma de corrosão que atingiu o material, algo que especialistas acreditam ser impossível reproduzir artificialmente. Quando os estudos forem concluídos, esses livros podem entrar para a história como alguns dos primeiros documentos cristãos, antecedendo até mesmo os escritos atribuídos ao apóstolo Paulo.A maioria das páginas desses livros metálicos são do tamanho de um cartão de crédito. Os textos estão escritos em hebraico antigo, sendo a maior parte em um tipo de código.

O britânico David Elkington, acadêmico de arqueologia e de história religiosa antiga, foi um dos poucos a ter examinado os livros. Ele acredita que essa pode ser “a maior descoberta da história cristã”. ”É algo de tirar o fôlego pensar que temos acesso a objetos que podem ter pertencido aos santos dos primórdios da Igreja”, disse ele.

Após terem sido descobertos por um beduíno da Jordânia, o tesouro foi adquirido por um beduíno israelense, que está sendo acusado de contrabandeá-los para Israel, onde estão hoje. O governo jordaniano está tentando repatriar as relíquias, mas sem sucesso. Philip Davies, professor emérito de estudos bíblicos da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, disse haver fortes evidências que os livros têm uma origem cristã e mostram mapas da Jerusalém do primeiro século.

”Há obviamente imagens cristãs. Há uma cruz em primeiro plano, e por trás dela o que tem pode ser o túmulo [de Jesus], uma pequena construção com uma abertura, e atrás disso os muros da cidade… É uma crucificação cristã que ocorreu fora dos muros da cidade”. A doutora Margaret Barker (foto), ex-presidente da Sociedade de Estudos do Antigo Testamento, explica: “O livro do Apocalipse fala de um livro selado que seria aberto somente pelo Messias. Outros textos da época falam sobre livros de sabedoria selados e de uma tradição secreta transmitida por Jesus aos seus discípulos mais próximos. Esse é o contexto dessa descoberta.

Sabe-se que, pelo menos em duas ocasiões, grupos de refugiados da perseguição em Jerusalém rumaram para o leste, atravessaram a Jordânia, perto de Jericó e foram para a região onde esses livros agora foram achados.” Para ela, outra prova de que o material é cristão e não judaico é o fato de os escritos estarem em formato de livros, não de pergaminhos.

“Os cristãos estão particularmente associados com a escrita na forma de livros. Eles guardavam livros como parte de uma tradição secreta do início do cristianismo… Caso se confirmem as análises iniciais, esses livros poderão trazer uma luz nova e dramática para a nossa compreensão de um período muito significativo da história, mas até agora pouco conhecido.”
Ela refere-se ao período entre a morte de Jesus e as primeiras cartas do Apóstolo Paulo. Há referências históricas a alguns desses acontecimentos, mas quase nenhum material deixado por quem realmente vivenciou o surgimento da igreja cristã. Essa descoberta sanaria muitas das dúvidas levantadas por outros estudiosos sobre a veracidade dos relatos da existência do que comumente é chamado de “o Jesus histórico”. Fonte: Agência Pavanews, por Jarbas Aragão com informações de BBC e Daily Mail.

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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Acompanhe ao vivo as aulas da 4ª Escola Bíblica Ministerial

EBM 2010
"Conheçamos, e prossigamos em conhecer ao senhor"
Acompanhe ao vivo pelo site da Igreja Assembleia de Deus Maringá
http://www.admaringa.com.br/ clique em Culto Ao Vivo
Horário 19h e 30min às 22h

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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Dia D promete reunir oito milhões de evangélicos em todo o Brasil

O Dia da Decisão, também chamado de “Dia D”, evento organizado pela Iurd (Igreja Universal do Reino de Deus), acontece nesta quarta-feira (21) e promete reunir oito milhões de evangélicos em todo o país.

O evento acontece simultaneamente em todos os Estados brasileiros e também no Distrito Federal. Ao todo, são 27 capitais, além de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro.

No Dia D, os evangélicos se reúnem para fazer orações e refletir sobre mudanças que desejam que aconteçam em suas vidas. O bispo Edir Macedo, líder e fundador da Igreja, explicou em entrevista à Folha Universal a importância da data para os fiéis.

- Existe um determinado dia em que fazemos uma escolha definitiva: este é o Dia D. Este será o dia da tomada da decisão, que ficará impressa a partir de agora, em nossa existência, livre dos desacertos, frustrações e equívocos.

A Igreja Universal está presente em mais de 170 países. A TV Record transmitirá links do evento pelo Brasil a partir das 14h.

São Paulo

Os organizadores do evento esperam reunir dois milhões de pessoas no Autódromo de Interlagos, zona sul de São Paulo. A partir das 14h, uma série de artistas gospel deve abrir o chamado “Dia da Decisão”, clamor organizado pela Iurd (Igreja Universal do Reino de Deus).

O autódromo deverá receber cerca de 4.000 ônibus. Os portões devem ser abertos às 8h e o fim da celebração está marcado para as 16h30.

Sete artistas foram convidados para se apresentar a partir das 14h. Entre eles, estão Mara Maravilha e Sula Miranda.

Rio de Janeiro

Para o Dia D no Rio de Janeiro também são esperadas dois milhões de pessoas. O evento será na enseada da praia de Botafogo, na zona sul da cidade.

Centenas de caravanas vão sair de diversas cidades do Estado do Rio e de todas as regiões da capital. Mil ônibus foram colocados à disposição dos fiéis que desejam ir para o encontro. Eles vão sair das sedes das Igrejas Universal do Reino de Deus. A previsão é de que a saída de cada ponto de encontro aconteça às 11h.

O último evento no Rio, de acordo com a organização, em 2007, reuniu também dois milhões de pessoas, volume usado para fazer a estimativa para o encontro deste ano.
Fonte: R7

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segunda-feira, 19 de abril de 2010

Jimmy Carter afirma que católicos e batistas são culpados por todos os crimes contra as mulheres

Em palestra numa reunião patrocinada pelo Parlamento das Religiões Mundiais (PRM), o ex-presidente americano Jimmy Carter mais uma vez culpou as religiões tradicionais, principalmente os batistas do Sul dos EUA e os católicos, por “criarem um ambiente onde se justificam violações contra as mulheres”.

É um tema que Carter está usando com muito sucesso para atrair a atenção dos meios de comunicação há anos.

Embora numa coluna de julho no jornal The Observer Carter tenha confessado “não ter nenhuma educação religiosa ou teológica”, em sua palestra para o PRM Carter apelou para sua autoridade como alguém que “tem ensinado lições bíblicas por mais de 65 anos”.

Em oposição à vasta maioria de autênticos acadêmicos e historiadores, Carter declarou: “É claro que durante o início da era cristã as mulheres serviam como diaconisas, padres, bispas, apóstolas, mestras e profetizas”. Ele acrescentou: “Só foi a partir do quarto ou terceiro século que líderes cristãos dominantes, todos homens, torceram e distorceram as Sagradas Escrituras para perpetuarem suas posições de autoridade dentro da hierarquia religiosa”.

Contrariando as hipóteses de Carter, o Papa João Paulo 2 ensinou: “O Senhor Jesus escolheu homens para formar a instituição dos doze apóstolos, e os apóstolos fizeram o mesmo quando escolheram colaboradores para sucedê-los em seu ministério”. Ele acrescentou: “a Igreja reconhece-se como amarrada a essa escolha feita pelo próprio Senhor.

Por esse motivo a ordenação das mulheres não é possível” (Catecismo da Igreja Católica: 1577).

Carter selecionou a Convenção Batista do Sul e a Igreja Católica Romana, afirmando que elas “acham que o Todo-poderoso considera as mulheres inferiores aos homens”. Contudo, ambas as religiões cristãs defendem a verdade bíblica de que Deus criou homens e mulheres iguais.

Carter sugere que o único modo de os líderes religiosos do sexo masculino escolherem interpretar os ensinos para exaltar em vez de subjugar as mulheres é permitindo que as mulheres se tornem padres e pastoras. “Eles têm, para suas próprias finalidades egoístas, escolhido subjugá-las”, disse ele.

“A persistente escolha deles fornece a base ou justificação para grande parte da generalizada perseguição e abuso contra as mulheres no mundo inteiro”, disse Carter. Carter enumerou horrendas violações contra as mulheres, tais como estupro, mutilação genital, aborto de embriões do sexo feminino e violência doméstica.

Respondendo aos pontos praticamente idênticos de Carter em julho, John Paul Meenan, professor de teologia na Academia Our Lady Seat of Wisdom em Barry’s Bay, Ontario, Canadá, caracterizou os pontos de Carter como “ridículos”, comentando que não há evidência de que a Igreja primitiva ordenava mulheres.

Além disso, Meenan frisou que historicamente o Cristianismo tem de receber o crédito por promover a dignidade das mulheres. “É a Igreja que invariavelmente melhorou a sorte das mulheres nas terras que se convertiam e se tornavam cristãs”, disse ele.Fonte: Por John-Henry Westen/Melbourne, Austrália via noticiasprofamilia.blogspot.com, traduzido por Julio Severo

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"Não sou pedófilo”, disse Luiz Marques. Mas os participantes da CPI exibiram um vídeo do monsenhor mantendo relações com um adolescente

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Pichações anticristãs no Cenáculo

Mais um ato de vandalismo foi cometido contra a igreja franciscana anexa ao Cenáculo no Monte Sião, próxima ao local da Última Ceia.

Pichações nas portas principais da igreja continham mensagens como “Nós matamos Jesus” e “cristãos, saiam!” (em inglês e em hebreu) e palavrões, juntamente com desenhos da Estrela de Davi, aparentemente para não deixar nenhuma dúvida sobre a religião dos criminosos.

Para piorar a situação, os pichadores urinaram na porta da igreja.

De acordo com o zelador, praticamente todos os dias alguém urina na porta da igreja. Fontes ligadas à igreja responsabilizam as falsas declarações atribuídas a um ministro israelense, sugerindo que o Vaticano quer os direitos sobre o Monte Sião, por incitar ataques extremistas como esses, que estão se tornando habituais.Fonte: Missão Portas Abertas

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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Orissa - Um ano depois

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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Depois de entregar diploma “assinado” por Jesus Cristo, Igreja Universal é condenada a pagar mais de R$50 mil


A Igreja Universal do Reino de Deus foi condenada a devolver ao fiel Edson Luiz de Melo todos os dízimos e doações feitas por ele. De acordo com o processo movido por sua mãe, Edson, que é portador de enfermidade mental permanente, passou a freqüentar a igreja em 1996 e desde então era induzido a participar de reuniões sempre precedidas e/ou sucedidas de contribuição financeira.

Segundo o advogado que representou o fiel, Walter Soares Oliveira, a quantia total a ser restituída será apurada com base nas provas, mas certamente ultrapassará os R$ 50 mil. Além de devolver as doações, a Igreja Universal ainda terá de indenizar o fiel em R$ 5 mil por danos morais.

No processo consta que “promessas extraordinárias” eram feitas na igreja, em troca de doações financeiras e dízimo. Teria sido vendida a Edson Luiz, por exemplo, a “chave do céu”. A vítima também recebeu um “diploma de dizimista” assinado por Jesus Cristo. Com isso, as colaborações doadas mensalmente chegaram a tomar todo o salário do fiel, que trabalhava como zelador.


Edson chegou a receber até um diploma de dizimista assinado por Jesus Cristo

Em virtude do agravamento de sua doença, Edson foi afastado do trabalho, quando então passou a emitir cheques pré-datados para fins de doação à igreja. Ele ainda fez empréstimos em um banco e vendeu um lote por um valor irrisório, para conseguir manter as doações à instituição religiosa.

Processo

Em 1ª Instância o juiz havia ponderado que a incapacidade permanente do fiel só se deu a partir de 2001, quando houve sua interdição. Dessa forma, ele entendeu que a igreja não poderia restituir valores de doação anteriores àquele ano, motivo pelo qual estipulou em R$ 5 mil o valor que deveria ser devolvido.

Já em 2ª Instância, o desembargador Fernando Botelho, relator do recurso, considerou que o fiel não tinha “condições de manifestar, à época dos fatos, livremente a sua vontade, já que dava sinais (quando da emissão dos cheques de doação à igreja) de ter o discernimento reduzido” sendo “os negócios jurídicos ali realizados nulos”, e por isso determinou, juntamente com os outros dois desembargadores, a devolução do valor integral das doações.

A decisão ainda cabe recurso judicial.
Fonte: UAI / Gospel+

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domingo, 31 de maio de 2009

A consciência cristã é mais ecológica - Por Luciano Brito

Seria trabalho das igrejas cristãs estimular uma maior consciência ecológica em seus membros?
Parece absurdo que alguém responda a esta pergunta negando ser este também o papel da igreja, contudo nem todos aqueles que se dizem discípulos de Cristo estão lutando para que haja uma maior consciência cristã na comunidade em que estão inseridos.
Se o cristianismo deve promover a vida, se a ecologia cuida dos processos ambientais que envolvem a vida, se o homem neste plano não vive sem o meio ambiente, todo cristão deveria concluir que ter uma consciência cristã é sim ter uma consciência ecológica.

Ah, seria tão bom se essa fosse a convicção de todos os cristãos, mas para a nossa tristeza não o é.

A atual crise ecológica e os impactos que o modo de vida dos cristãos tem sobre ela deveria nos incomodar a ponto de nos convencer da necessidade urgente de se repensar o nosso trabalho em nossas igrejas para que haja uma consciência mais cristã que redundará numa consciência mais ecológica.

Claro que para que isto ocorra será necessário também relacionar a atual crise ecológica com a construção de uma teologia cristã.

A maior dificuldade que presenciamos em nossas igrejas, pelo menos na minha e em algumas que conheço é o dualismo: “espiritual” e “não espiritual”.

Não difícil em nossa prática ministerial encontrarmos “cristãos” e “cristãs” que acreditam que determinados assuntos não são de interesse da igreja ou da teologia por serem temas “mundanos” muitas vezes tomando por base texto bíblicos isolados que subsidiam uma visão de Cristo e da Igreja distante de alguns temas, como a ecologia, por exemplo.

Já foi pior, mas, graças a Deus, hoje várias denominações estão pautando em suas revistas de escolas dominicais, pelo menos CPAD, temas relacionados à ética e mordomia... Também encontramos vários cursos teológicos que procuram despertar a consciência cristã mais ligada à criação, inclusive, terrestre.

Contudo, o cristianismo tem uma fundamentação bíblica pautada pelos evangelhos e neles encontramos claramente um respeito pela VIDA falar em consciência ecológica é uma questão de sobrevivência do ser humano, portanto a despeito de visões escatológicas que uma ou outra denominação possa adotar, não deveríamos ter dificuldade em dar um bom testemunho do Cristo a que servimos no presente tendo cuidado do meio ambiente.

Julgo também que podemos nos sentir tentamos em culpar os não cristãos pela crise ecológica atual tomando por base o simples fato de que a revolução industrial ocorreu na Europa e que a maioria dos países industrializados são países da Europa e América do Norte, mas que quantitativamente à China e outros países de maioria não cristã poderiam poluir igual ou até mais.

Portanto, não se trata de negarmos ou afirmarmos que o cristianismo é a causa fundamental para a crise ecológica como alguns afirmam, mas de reconhcermos que as pessoas cristãs que juntas formam as instituições humanas (igrejas, escolas,etc) e que ao longo de sua história construíram uma teologia cristã pautadas na dicotomia "espiritual" x "não espiritual" tem uma parcela de contribuição e são em parte responsáveis pela crise ecológica.

Se o mundo ocidental onde os dados mostram ser maioria cristã (católicos, tradicionais, pentecostais, etc) fosse mais zeloso no cuidado da criação e se levantassem como profetas, saíssem das quatro paredes e exercessem sua posição de liderança para influenciar nas políticas públicas, nos conselhos municipais, estaduais e federais, no legislativo, executivo e se pressionassem os seus governos a assinarem os tratados internacionais (p.ex EUA que se recusa a assiná-los) para redução da poluição, poderíamos não zerar os problemas, mas seríamos testemunhas mais relevantes de Cristo.

Da mesma maneira que não devemos “espiritualizar” tudo creio que não devemos também esquecer a dimensão espiritual, a sua origem esta ligada ao pecado. Os problemas ecológicos existentes são em parte frutos de um modo de vida consumista, alienado e irresponsável de conviver com a natureza e o ser humano, se vivêssemos o evangelho de Jesus Cristo, não teríamos a magnitude dos problemas ecológicos atuais e seríamos não apenas “luz”, mas estaríamos assumindo a nossa posição de “sal” além de estarmos glorificando o nome do nosso Senhor.

Eu preciso e quero melhorar! Nós precisamos melhorar! Minha motivação para isso não advém das criticas do mundo, mesmo que elas tenham fundamento e me estimulem, mas do chamado de Jesus em Mateus 5.16 “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.”

Parte da impressa através da publicidade me incentivará a destruir a Terra e o meu semelhante, mas não quero ser influenciado por ela, ainda que seja difícil, quero estar sensível aos ensinos de Jesus e rejeitar os seus apelos.

Eu preciso melhorar! Deus conta com isso, posso separar o meu lixo para a coleta seletiva, posso economizar mais água, posso ver “o meu próximo” e compadecer-me de suas crise.

Glorifico a Deus por que nesta semana em que se debatem os problemas do meio ambiente muitos cristãos estarão decidindo sarar a terra e que a teologia boa estará sendo construída a despeito de conformismos institucionais.

Em nossos contextos podemos influenciar no poder do Espírito Santo para que aja em nossa comunidade pessoas conscientes de suas responsabilidades ecológicas.

“Não danifiqueis nem a terra, nem o mar nem as árvores…” Apocalipse 7.3

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