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sábado, 16 de junho de 2012

Escola de Ensino Fundamental terá o nome do Pastor João Barbosa de Macedo

Na próxima segunda-feira (18), a partir das 19 horas teremos a inauguração da Escola Fundamental JOÃO BARBOSA DE MACEDO, uma homenagem ao pastor Macedo que presidiu a Igreja Evangélica Assembleia de Deus do Campo Eclesiástico de Maringá durante 28 anos, um grande exemplo de dedicação a promoção das pessoas em nossa querida Maringá.

No Decreto Nº 493/2012 de 13 de março de 2012, o Prefeito Silvio Magalhães Barros II cria e denominada a Escola Municipal João Barbosa de Macedo, localizada no Jardim Sumaré em Maringá.

Ao prefeito Silvio Barros o nosso muito obrigado!

A Deus seja Glória por esta justa homenagem a um homem que foi uma referência de honradez, idoneidade, probidade, amor e de trabalho em favor dos menos favorecidos, tenho certeza que os familiares, e nossa comunidade de fé se alegra com esta ótima notícia.


"Portanto, dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; 
a quem imposto, imposto; 
a quem temor, temor; 
a quem honra, honra". 
Romanos 13:7 


GABINETE DO PREFEITO DE MARINGÁ

DECRETO Nº. 493/2012

Cria e denomina a Escola Municipal Pastor João Barbosa de Macedo – Educação Infantil e Ensino Fundamental.

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE MARINGÁ, ESTADO DO PARANÁ, no uso de suas atribuições legais, tendo em vista as disposições do Artigo 50, XVIIII, da Lei Orgânica do Município de Maringá e a Lei Municipal nº 8335/2009,

D E C R E T A :

Art. 1º. Fica criada a Escola Municipal denominada de Escola Municipal Pastor João Barbosa de Macedo – Educação Infantil e Ensino Fundamental, localizada na Rua Pioneiro Pompílio Custódio Valério nº. 193, Lote 001, Quadra 142, do Loteamento Sumaré na Zona 46, que integrará a Rede Municipal de Ensino.

Art. 2º. A Escola Municipal Pastor João Barbosa de Macedo – Educação Infantil e Ensino Fundamental ofertará o infantil cinco e os cinco anos iniciais do Ensino Fundamental, atendendo prioritariamente moradores do Loteamento Sumaré.

Art. 3º. A Escola Municipal Pastor João Barbosa de Macedo – Educação Infantil e Ensino Fundamental será norteada por regimento próprio, aprovado pelos órgãos competentes.

Art. 4º. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 5º. Revogam-se as disposições em contrário.

Paço Municipal Silvio Magalhães Barros, 13 de março de 2012.

Silvio Magalhães Barros II
Prefeito Municipal

José Luiz Bovo
Secretário de Gestão


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sábado, 28 de maio de 2011

Aluno leva maconha para sala em aula sobre drogas

Pai de estudante acusa professora de ter encorajado classe a manipular o entorpecente. Secretaria de Educação abre sindicância

Um trabalho em sala de aula sobre maconha virou tema de sindicância e investigação policial ontem, em Curitiba. Durante uma apresentação na disciplina de Artes, na 8.ª série do Colégio Estadual Nossa Senhora de Fátima, no bairro Tarumã, um estudante teria levado a droga e mostrado aos demais alunos. A professora que acompanhava o grupo, ao invés de recriminar o rapaz, teria o encorajado a prosseguir a apresentação.

A direção da escola se reuniu ontem à tarde com representantes da Secretaria de Estado da Educação (Seed) e da Patrulha Escolar da Polícia Militar depois que um pai entrou em contato para denunciar o caso, que teria ocorrido quinta-feira de manhã. O pai de uma aluna da turma, que preferiu não se identificar, informou à Gazeta do Povo que o estudante teria mostrado até como embalar a droga para o fumo e defendido que a maconha não é nociva à saúde. “É uma coisa que choca a gente. O professor devia pelo menos ter avisado uma autoridade. A minha preocupação é: como um aluno mostra maconha dentro da sala de aula?”, afirma.
A direção da escola alega que ainda não é possível afirmar com certeza se o rapaz realmente levou o entorpecente para a apresentação. Em nota oficial enviada à Gazeta, porém, a Seed confirma que a droga foi mostrada aos alunos e que uma investigação será feita em conjunto com a Polícia Civil, Patrulha Escolar, Conselho Tutelar e Ministério Público Estadual para identificar a origem da maconha.

Afastamento

A Secretaria da Educação informou que a professora que ministrava a aula foi afastada e que abrirá uma sindicância para investigar a atitude da docente. Na nota enviada à Gazeta, a Seed relata que a sindicância “poderá inclusive culminar na exoneração dela do quadro próprio do magistério da rede estadual de ensino”. O nome da professora não foi informado.

A diretora do colégio, Fátima Iara Godoi, relata que os professores costumam tratar o tema drogas em sala de aula, mas tendo como base a prevenção, por meio de parcerias com a Patrulha Escolar. Ela confirma que o assunto foi debatido com os alunos na quinta-feira de manhã, mas não sabe quais métodos a professora utilizou. Uma reunião na escola com pais, alunos e equipe pedagógica foi convocada para a próxima segunda-feira de manhã e contará com presença da Patrulha Escolar.

Prevenção

Para o tenente-coronel Douglas Dabul, comandante da Patrulha Escolar Comunitária, falar sobre drogas em sala de aula ainda é visto como algo “polêmico” por muitos pais. Para ele, isso reforça a necessidade do tema ser apresentado de forma clara por educadores e integrantes da própria patrulha, que costumam dar palestras em escolas do estado.

Dabul defende, porém, que ainda é cedo para julgar a atitude da professora. Segundo ele, somente depois da reunião com os pais e alunos, na segunda-feira, poderá ser elucidado de que forma o assunto foi tratado. O comandante, assim como a diretora da escola, não confirma se o que o aluno levou para a apresentação era mesmo maconha. Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Rafael Waltrick

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Em carta, atirador fala em perdão de Deus; 12 alunos morreram

Reprodução/Polícia Civil do Estado do Rio de JaneiroClique sobre a imagem para ampliar
Um rapaz de 23 anos entrou na manhã desta quinta-feira na escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo (zona oeste do Rio), e disparou diversos tiros contra os alunos. Dez meninas e dois menino morreram. O atirador, baleado pela polícia, cometeu suicídio em seguida. Em carta, o criminoso fala em "perdão de Deus" (leia íntegra acima).

Wellington Menezes de Oliveira é ex-aluno da escola, mas a motivação do crime ainda é investigada. Na carta, ele diz que quer ser enterrado ao lado de sua mãe. O rapaz também pede que a casa onde morava --em Sepetiba, na zona oeste da cidade-- seja doada a instituições que cuidam de animais. A carta foi encaminhada à Polícia Civil para análise.

O crime ocorreu por volta das 8h, e a ação foi rápida. Segundo a polícia, durou cerca de cinco minutos.

A polícia informou que Oliveira entrou na escola dizendo que daria uma palestra. O rapaz conversou com algumas pessoas, mas, depois, seguiu em direção às salas de aulas e atirou contra os estudantes.

Ferido, um garoto conseguiu fugir e chamou um policial militar que estava na região. O PM trocou tiros com o criminoso, que foi atingido. Em seguida, segundo a polícia, ele atirou contra a própria cabeça.

De acordo com a polícia, o atirador usou dois revólveres e tinha muita munição.

Ao menos 13 pessoas ficaram feridas. Várias das crianças foram levadas de helicópteros do Corpo de Bombeiros para o hospital Albert Schweitzer e demais unidades de emergência do Rio, como o hospital Souza Aguiar, no centro.

A escola atende estudantes com idades entre 9 a 14 anos --da 4ª a 9ª série, segundo a Secretaria Municipal da Educação. São 999 alunos, sendo 400 no período da manhã.

Após o crime, foi grande a movimentação de pessoas ao redor da escola. Muitos pais buscavam informações sobre os filhos.

O crime teve repercussão internacional. A presidente Dilma Rousseff chorou e pediu um minuto de silêncio por alunos mortos. Fonte: Folha Online

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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Acompanhe ao vivo as aulas da 4ª Escola Bíblica Ministerial

EBM 2010
"Conheçamos, e prossigamos em conhecer ao senhor"
Acompanhe ao vivo pelo site da Igreja Assembleia de Deus Maringá
http://www.admaringa.com.br/ clique em Culto Ao Vivo
Horário 19h e 30min às 22h

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quarta-feira, 28 de julho de 2010

4ª Escola Bíblica Ministerial com cerca de 1.000 alunos é um sucesso

A 4ª Escola Bíblica Ministerial da IEADCEMAR que esta sendo realizada no templo central da Assembleia de Deus de Maringá tem sido uma benção e um sucesso de público e de ensino.

Esta 4ª edição da EBM que tem como professores os pastores Robson Brito, que é Pastor Presidente da IEADCEMAR e doutor em teologia, pastor Paulo R. Romeiro, que é Pastor da AD de São Paulo, professor e doutor da Faculdade do Makenzie-SP e o pastor Moysés Ramos que é pastor presidente da AD de Londrina, que ministram respectivamente as matérias de Teologia, Apologética e Cristologia esta sendo muito bem conduzida e obtido uma ótima aceitação dos participantes.

Contando com cerca de 1.000 alunos matriculados oriundos de cerca de 20 cidades da região metropolitana de Maringá é um sucesso. O pastor Robson Brito tem a visão de valorizar o ensino correto da Bíblia Sagrada e esta a frente encorajamento a liderança e incentivando a formação dos membros, obreiros e pastores da IEADCEMAR.

Na coordenação da 4ª EBM estão os pastores e teólogos Antonio Sutir e Clementino José Francelino a quem parabenizamos pelo brilhante trabalho.

Neste terceiro dia de escola quem prestigiou as aulas foi o meu querido amigo e deputado estadual Dr. Wilson Quinteiro que disse “estou impressionado pela preocupação com o ensino teológico que o pastor Robson Brito tem demonstrado e pelo ânimo dos irmãos e irmãs, assim como pela vontade e dedicação dos alunos, parabéns a todos”.

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quarta-feira, 17 de março de 2010

Em meio a confusão, projeto que revoga Lei Seca não é votado

Projeto de lei do vereador Evandro Júnior não foi votado em razão da existência de matéria semelhante, que aguarda discussão. A decisão revoltou comerciantes que foram até a câmara maringaense

O presidente da Câmara de Maringá, Mário Hossokawa (PMDB), indeferiu na sessão desta terça-feira (16), a tramitação do projeto do vereador Evandro Junior (PSDB), que revoga a chamada “Lei Seca, medida que proíbe a comercialização de bebidas alcoólicas nas proximidades das instituições de ensino superior. A decisão foi tomada atendendo pedido da vereadora Marly Martin Silva (DEM), autora de projeto semelhante , que já está em tramitação há mais tempo e que por isso teria preferência na apresentação em plenário.

Diante do pedido de Marly Martin para retirar de votação o projeto que revoga a Lei Seca, muitos donos de bares e restaurantes ficaram revoltados e iniciaram uma acalorada discussão, dificultando a retomada dos trabalhos na “Casa de Leis”. Na ocasião, Hossokawa solicitou a Evandro Júnior que anexe seu projeto ao da vereadora e que eles solicitem o regime de urgência.

Diante da decisão do presidente do Legislativo, o parlamentar “tucano” informou que o projeto de Marly Martin deve ser votado na próxima sessão (dia 18), já incluindo emendas de outros vereadores (inclusive a que revoga a Lei Seca). “Eu acredito que não há mais o que esperar para que essa discussão entre na quinta-feira. Assim, no máximo em uma semana,conseguimos revogar essa lei”, afirmou.

Ainda durante a sessão, Marly afirmou esperar um entendimento entre os parlamentares. “Espero que os vereadores possam ter maturidade necessária de expor as ideias e retomar a discussão. Eu acho que nós podemos encontrar essa saída na nossa casa”.

Lei Seca

A lei, apresentada pelo Poder Executivo e aprovada pelos vereadores em dezembro de 2008, proíbe a venda de bebidas alcoólicas até 150 metros dos portões das instituições. O não cumprimento da lei prevê multa de R$ 1.500 e a possibilidade de perda do alvará. Os proprietários de bares afirmam que foram prejudicados e que a proibição não impediu aqueles que desejam de continuarem bebendo, inclusive nas calçadas e ruas próximas às instituições.

Sinepe defende permanência de lei seca

O vice-presidente do Sindicato dos Estabelecimentos do Ensino Particular do Norte do Paraná (Sinepe-NorPR), Wilson de Matos Filho, posicionou-se contrário à tentativa de derrubarem a lei que proíbe a venda de bebidas alcoólicas perto das faculdades. Em comunicado repassado para a imprensa na segunda-feira (15), ele afirmou que é incoerente que alguns vereadores tentem reverter uma decisão tomada pelo legislativo em 2008 indo contra os interesses de vários setores da sociedade que se posicionaram favoráveis à lei.

A carta ressalta que a própria tentativa da Federação Nacional de Hoteis, Bares e Similares de conseguir uma liminar (por meio de uma Ação Direta de Inconstitucinalidade) não deu certo, sendo negado pelo Ministério Público do Paraná e pelo Tribunal de Justiça. “Como as medidas judiciais mais urgentes não foram aceitas, nos parece que o sindicato da categoria busca agora uma medida política para reverter a lei”, comentou Wilson Filho.

Na visão do vice-presidente do Sinepe, a proibição da venda de bebidas alcoólicas perto das faculdades evita que muitos estudantes sejam atraídos para a bebida. Ele lembra que uma pesquisa realizada pela Unesco entre 2004 e 2006 apontou que mais de 40% das escolas reclamam da presença de bares em suas proximidades, embora esta seja uma realidade no Brasil.

“É inadmissível que existam bares perto de escolas, pois eles servem como atrativo para a ausência dos alunos às aulas. Enquanto existem políticas publicas procurando contribuir para a melhoria do ensino nas escolas, o que se vê é que fora delas a venda de bebida é facilitada, muitas colocando o produto até em frente aos portões de acesso ao estabelecimento”, afirmou Wilson Filho, que também é vice-reitor do Centro Universitário de Maringá (Cesumar).

Wilson Filho ainda lembrou os bares no entorno das faculdades acabam muitas vezes se tornando o epicentro de ocorrências policiais. “O Conselho Brasileiro sobre Políticas Públicas do Álcool aponta que a população jovem é vulnerável e que a redução da densidade de pontos de venda de bebidas é eficiente para coibir o uso de álcool nesta população”, concluiu.Fonte: Jornal de Maringá, reportagem de Marcus Ayres

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

BA: juiz pune pais que não matriculam filhos

Um juiz no interior da Bahia resolveu punir pais que não matricularem os filhos na escola. Também decidiu proibir que os estudantes frequentem casas de jogos eletrônicos e internet, durante o horário das aula. Fonte: BandNews/UOL Notícias

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Jovens de Maringá invadem escolas fechadas para usar drogas

No pátio dos centros de ensino, jovens usam, sobretudo, crack

A testemunha que fez o flagrante disse ainda que depois de usar os entorpecentes, os jovens entram em estado de euforia e começam a depredar os estabelecimentos públicos

Alguns jovens de Maringá estão invadindo escolas fechadas por conta das férias para consumir drogas. O flagrante foi registrado, em fotos e vídeos, por funcionários municipais, conforme mostrou reportagem do telejornal ParanáTV 1ª Edição, da RPCTV, desta sexta-feira (5).

Eles entram nas escolas pulando muros ou abrindo buracos nas grades de proteção. No pátio dos centros de ensino, usam, sobretudo, crack, conforme mostram as fotos e os vídeos. As imagens mostram ainda jovens caídos pelos corredores das escolas.

Após o uso, jovens ficam caídos pelos cantos das escolas


De acordo com relato da testemunha que fez o flagrante, depois de usar os entorpecentes, os jovens entram em estado de euforia, começando a depredar e pichar os centros de educação. A segurança desses locais é feita pela Guarda Municipal, mas estes alegam que não têm condições adequadas para fazer o trabalho.

Segundo alguns guardas que foram ouvidos em anonimato pela reportagem, alguns profissionais não têm preparo suficiente, e os únicos equipamentos de trabalho com que a categoria conta são cassetetes. Além disso, os guardas temem sofrer represálias, o que torna o trabalho de segurança ainda mais falho.

Ouvida pela reportagem, a Prefeitura de Maringá informou que 310 guardas municipais atuam na segurança das escolas e que, quando ocorrem problemas mais graves, a Polícia Militar é chamada para auxiliá-los. Já a Guarda Municipal negou que faltem equipamentos aos agentes. Fonte: Jornal de Maringá com informação da RPC

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