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terça-feira, 10 de maio de 2011

Audiência Pública do Governo Beto Richa Realizada em Maringá

Em Maringá pela primeira vez depois de eleito o governador Beto Richa realizou nesta segunda-feira (9) a segunda Audiência Público do seu governo. A audiência teve a presentes de autoridades de vários segmentos e contou também com a participação popular.

O ponto alto da audiência foram os anúncios de inúmeros recursos que serão aplicados em Maringá e região atendendo a vários pedidos dos prefeitos e da população, os principais investimentos anunciados foram a liberação de R$ 2,2 milhões para obras de infraestrutura no Hospital Universitário Regional de Maringá, repasse de R$ 3,1 milhões para a execução e licitação de obras de pavimentação em cinco municípios da região Noroeste do Paraná e foi anunciada ainda a construção da nova sede do IML em Maringá neste ano.

O governador disse “Estamos aqui para ouvir a população e anunciar investimentos fundamentais nas áreas de saúde e infraestrutura. O Paraná precisa crescer e isso só será possível com o governo trabalhando próximo das pessoas. Quem quiser dar ideias e boas propostas para o novo Paraná será bem-vindo”, e afirmou ainda que as audiências públicas serão constantes no Estado do Paraná.

A audiência pública que foi dirigida pelo Secretário da Indústria e Comércio, Ricardo Barros teve uma grande produtividade uma vez que apenas quatro secretários não tiveram perguntas diretamente ligadas as suas pastas.

Os secretários Wilson Quinteiro (Relações com a Comunidade), Reinaldo de Almeida César (Segurança) e Michele Caputo Neto (Saúde) respondendo a pergunta formulada por mim representando a Igreja Assembleia de Deus afirmaram que o governo Beto Richa tem o compromisso de combater o tráfico de drogas, mas também ajudar os dependentes a se libertarem do vício das drogas e que iram firmar parcerias com as inúmeras comunidades terapêuticas no Paraná em sua maioria mantidas pelas igrejas evangélicas e católicas.
Secretário Wilson Quinteiro respondendo a perguntas durante audiência
Grupo de capoeira coordenado pelo professor Luizinho e que tem um trabalho voltado para a retirada de jovens e adolescentes das drogas se apresentando durante audiência (o grupo recebe o apoio da Secretaria de Relações com a Comunidade)
Governador Beto Richa falando durante audiência pública
Prefeito Silvio Barros saudando o governo do Paraná instalado em Maringá para audiência e dando as boas vindas a toda a comunidade

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domingo, 25 de julho de 2010

Beto Richa em Maringá no Lançamento do Comitê Central Cida Borguetti e Wilson Quinteiro, Dr Batista, Evandro Jr e Ulisses Maia

Neste sábado (24) Beto Richa esteve na região de Maringá e a noite participou do lançamento do Comitê Central da candidata a deputada federal, Cida Borguetti (PP) dobrando com os candidatos a Deputado Estaduais, Wilson Quinteiro (PSB); Dr Batista (PMN), Evandro Júnior (PSDB) e Ulisses Maia (PP). Estive presente para prestigiar e no ato estiveram presentes além de vários candidatos e candidatas a deputado federal e estadual o candidato a Governador do Estado Beto Richa (PSDB) e seu Vice Flávio Arns (PSDB) junto com os candidatos ao Senado Federal Ricardo Barros (PP) e Gustavo Fruet (PSDB).
Meu amigo Cila Morais (DEM), vereador e presidente da Câmara de Vereadores de Sarandi, Luciano Brito (PSB) e Beto Richa (PSDB)
Luciano Brito, Deputado Estadual Wilson Quinteiro, Zenon de Sarandi e Vereador Cilas Morais de Sarandi (DEM)

Deputado Estadual Wilson Quinteiro (PSB) durante a sua fala aos presentes

Deputado Estadual Dr Batista (PMN) durante o seu discursso
Prefeito de Maringá Silvio Barros (PP) durante seu pronunciamento
Gustavo Fruet (PSDB) candidato ao Senado
Ricardo Barros (PP) candidato ao Senado fazendo uso da palavra
Flávio Arns (PSDB) candidato a vice-governador do Paraná
Deputada Cida Borghetti (PP) candidata a deputada federal discurssando aos presentes

Beto Richa (PSDB) candidato ao governo do Paraná durante sua fala
Beto Richa (PSDB) candidato ao governo do Paraná durante sua fala

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terça-feira, 15 de junho de 2010

Pessuti pode desistir em favor de Osmar

O deputado federal Rodrigo Rocha Loures seria indicado candidato a vice-governador na chapa do senador Osmar Dias (PDT), escolhido pelo governador Orlando Pessuti (PMDB) e com as bençãos do PT.

Esta era a fórmula que circulava ontem nos bastidores da política paranaense para se contrapor às informações dos tucanos e alas do PDT garantindo que falta muito pouco para que o senador Osmar Dias diga “sim” para uma aliança com o ex-prefeito de Curitiba Beto Richa (PSDB) na qual seria candidato ao Senado.

Pessuti teria a “chave” para permitir a recomposição do velho projeto de construção de um palanque único para a ex-ministra Dilma Rousseff (PT) com os partidos da base aliada do governo do presidente Lula, no Paraná.

Embora, publicamente, o governador sinalize na direção contrária, de que não abdica da candidatura à reeleição em nenhuma hipótese, a versão de ontem à tarde era que Pessuti poderia abrir mão desse projeto para ser alçado à condição do articulador do palanque da ex-ministra no Paraná.

Após intervenção do diretório nacional do PT que forçou o apoio à reeleição de Roseana Sarney (PMDB) no Maranhão e do acordo em Minas Gerais que avalizou a candidatura do ex-ministro Hélio Costa (PMDB) ao governo, a direção nacional do PT intensificou a pressão para que a cúpula do PMDB viabilize o palanque único no Paraná.

O líder da bancada do PDT na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Carlos Martins, disse que não há nada definido. E defendeu a ampliação do diálogo interno sobre alianças para que outras lideranças também possam se expressar sobre o assunto.

Até agora, além do senador Osmar Dias, o trânsito das articulações e informações está restrito ao presidente estadual do PDT, deputado Augustinho Zucchi, que tem inclinação por uma aliança com os tucanos. “Essas conversas não podem se limitar a duas ou três pessoas”, comentou.

Sinal verde

Enquanto isso, o senador Osmar Dias estava se preparando para participar da reunião da executiva nacional do PDT, hoje, em Brasília. Como a convenção nacional realizada no sábado passado, em São Paulo, não deliberou sobre a política de alianças nos estados, a executiva irá discutir caso a caso como ficam as composições do PDT nos estados onde, como no Paraná, existe a possibilidade de o partido se aliar aos adversários nacionais do PDT e PT.

A executiva nacional do PDT analisará a situação específica do Paraná, onde os tucanos propuseram ao PDT a vaga de candidato ao Senado para Osmar e a indicação do vice-governador.

O caso é parecido com o do Maranhão, com a diferença de que lá, o pedetista Jackson Lago (PDT) é que deverá ter o apoio do PSDB para sua candidatura ao governo.

As dúvidas dos pedetistas não serão sanadas apenas com as orientações da direção nacional. Para saber se poderá subir ao palanque tucano no Paraná, o PDT também precisa de informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Uma das perguntas, ainda sem resposta, é se Osmar e o PDT poderão apoiar o ex-governador José Serra à presidência da República, caso decidam se coligar aos tucanos.

O presidente estadual do PSDB, deputado Valdir Rossoni, disse que o partido espera pela resposta do senador Osmar Dias até o próximo sábado, dia da convenção estadual tucana. Para Martins, entretanto, o PDT não tem que se submeter a prazos. “Ainda que pressão seja normal, não é hora. A hora é de conversar”, afirmou. Fonte: Paraná Online, reportagem de Elizabete Castro

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sexta-feira, 5 de março de 2010

Em Assis Chateaubriand, Beto Richa propõe uma ampla aliança de partidos


O prefeito Beto Richa, de Curitiba, propôs nesta quinta-feira (4), em Assis Chateaubriand, a construção de uma ampla aliança de partidos para apresentar aos paranaenses, nas eleições de outubro, um grande projeto de desenvolvimento social, econômico e sustentável para o Estado. “Estamos conversando com lideranças de diversas legendas a fim de estabelecer um amplo leque de aliados em torno de um projeto que alavanque o desenvolvimento do Paraná”, afirmou Richa.

A convite da prefeita Dalila Mello, de Assis, Richa apresentou à população da cidade a experiência de gestão da capital paranaense em palestra na Associação Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira (Acenbac). O prefeito destacou o Contrato de Gestão, ferramenta que estabelece metas e prazos para todas as áreas da Prefeitura de Curitiba.

Acompanhado pelo deputado federal Alfredo Kaefer e deputados estaduais Valdir Rossoni, Ademar Traiano e Luiz Fernandes Litro, Richa visitou a Associação Comercial de Assis e participou da entrega do título de cidadão honorário a Alípio Leal e Paulo Yamamoto, reitor e vice-reitor da Universidade Tecnológica do Paraná, na Câmara Municipal. No fim da noite, participou de um jantar com lideranças de Assis e região.

Segundo ele, sua indicação como pré-candidato do PSDB ao Governo do Paraná possibilita ao partido avançar nos entendimentos com outras legendas. “Essa indicação facilita e possibilita avançar nos entendimentos que têm sido mantidos com outras siglas partidárias”, disse o prefeito de Curitiba.

A indicação de Richa foi definida em votação pelo Diretório Regional do PSDB no dia 22 de fevereiro, em Curitiba. “Estou bastante entusiasmado com o grande número de apoio que temos recebido, manifestações de solidariedade, de crença em nossa capacidade de promover as mudanças necessárias no Estado do Paraná, de poder traduzir o sentimento do povo em ações concretas, que atendam os anseios e as expectativas de todos os paranaenses.”

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

PSDB se reúne para definir entre Beto ou Alvaro

Alvaro e Richa: o senador diz que é o nome que mais agrega benefícios para o PSDB no Paraná e para a eleição presidencial; Beto destaca o sucesso de sua gestão à frente da administração municipal de Curitiba Eleições 2010 - Foto: Rodolfo Bührer/ Gazeta do Povo

Preocupação maior é evitar que a disputa interna divida os tucanos no Paraná, com consequências negativas para a candidatura presidencial de José Serra

A executiva estadual do PSDB paranaense se reúne amanhã, em Curitiba, para apressar o processo de escolha do candidato tucano que vai disputar em outubro a eleição para o governo do estado. A definição por uma das duas pré-candidaturas – a do prefeito Beto Richa ou do senador Alvaro Dias – não deve sair já nesta reunião. Mas o encontro será usado para que a direção estadual do PSDB “sinta” qual é a tendência do partido no estado para levá-la ao conhecimento do diretório nacional – que deve fechar o nome do paranaense que irá disputar o Palácio Iguaçu em função da estratégia para eleger o governador paulista José Serra à Presidência.

O principal motivo para a “pres­­­­sa” dos tucanos do Paraná é a possibilidade de, ao antecipar o nome do candidato, começar a trabalhar para fechar alianças políticas.

Lei do silêncio

Apesar do clima de disputa interna, a orientação tanto da executiva estadual quanto da nacional é de máxima cautela. Nos bastidores do ninho tucano, fala-se na decretação da lei do silêncio sobre o assunto, imposta pelo presidente nacional da legenda, senador Sérgio Guerra (PE). O temor é que a disputa entre Richa e Alvaro provoque um racha no partido no Paraná, tendo como consequência o enfraquecimento do palanque no estado para Serra.

O cuidado pode ser sentido nas palavras de Guerra quando questionado sobre a disputa no Paraná. “O momento é de conversar, mas não de falar”, disse o presidente nacional do PSDB, por meio de sua assessoria de imprensa. Já o governador paulista, que esteve na sexta-feira em Curitiba para acompanhar o velório de Zilda Arns, não quis comentar a disputa interna no Paraná.

Cedo para definir

“A intenção nossa é extrair dessa reunião a vontade da direção do PSDB: se é a de indicar um nome ou se devemos protelar essa discussão. Enfim, queremos saber o que fazer”, explica o deputado estadual Valdir Rossoni, presidente do PSDB no Paraná. “Mas não acredito que já saia um nome.”

A opinião de Rossoni é compartilhada tanto por Alvaro quanto por Richa. “Acho que não haverá uma definição; talvez uma indicação da vontade do PSDB. Mas ainda é cedo para definições”, diz o prefeito de Curitiba.

Richa afirma que, inicialmente, achava precipitada a reunião. Mas reconsiderou a posição. “Muitos partidos, lideranças e até aliados estão inseguros em relação à posição do PSDB. Está na hora de avançar um pouco mais nessa discussão”, afirmou. “E o que a executiva estadual decidir será respeitada pelo diretório nacional”, completa ele – que é tido como o preferido da cúpula do partido no estado.

Alvaro também não acredita que o candidato tucano seja definido amanhã. “A minha expectativa é que na reunião se inicie um entendimento que hoje ainda não há. Mas é preciso preservar a unidade do partido”, afirma ele, que garante que irá subir no palanque de Richa caso o prefeito seja o escolhido.

Mas o senador não perde a oportunidade de mostrar que, no seu entendimento, é o nome que mais traria benefícios ao PSDB no Paraná e no país.

“A confirmação do nome do Beto como candidato do partido significa entregar a prefeitura de Curitiba para o PSB (partido aliado do governo Lula) já em abril (pois o vice-prefeito, Luciano Ducci é do PSB)”, afirma Alvaro. “Também significa partir para um enfrentamento bastante equilibrado com o Osmar (Dias, pré-candidato do PDT) – o que vai dividir os nossos votos. Além disso, vai permitir que seja formado um palanque forte para a candidatura da Dilma Rousseff (candidata do PT à Presidência), já que o PT e o PDT inevitavelmente formariam uma aliança.” E a quarta consequência, segundo o senador, é que o partido elegeria menos deputados estaduais. “Vamos dividir o mesmo bolo de eleitores.”

Também são quatro as conseqüências elencadas por Alvaro caso seja ele o escolhido pelo partido para disputar o governo do estado. “A primeira é que o partido continuaria administrando a prefeitura de Curitiba e haveria uma atração inevitável do Osmar Dias para o palanque do PSDB. Além disso, com o Osmar sendo candidato ao Senado com o apoio do nosso partido, o palanque da Dilma fica esvaziado. E a última consequência é a eleição de mais deputados, já que a nossa chapa atrairia as principais e mais fortes lideranças do partido.”

Já Richa cita o sucesso que vem tendo na gestão de Curi­­­tiba como seu principal trunfo na disputa interna. “Não há dúvida que a minha administração na prefeitura de Curitiba, mostrando as boas práticas de uma gestão pública, é um grande diferencial. Foi isso que nos deu um porcentual alto nas pesquisas de intenção de voto”, afirma o prefeito.

Quem é o senador

Alvaro Dias, ex-governador do Paraná, conta também com a experiência de três mandatos no Senado.

Alvaro Dias deu os primeiros passos na política em 1968, quando foi eleito vereador em Londrina, na Região Norte do Paraná. Foi escolhido vice-presidente da Câmara Municipal e líder do MDB. Em 1971, elegeu-se deputado estadual. Três anos depois, ocupou uma cadeira na Câmara dos Deputados, onde ficou por dois mandatos.

Em 1982, Alvaro foi eleito senador e, de 1987 a 1991, foi governador do Paraná. Posteriormente, ocupou a presidência da Telepar, onde permaneceu entre 1996 e 1997, retornando ao Senado Federal nas eleições de 1998 – cargo que ocupa até hoje. Em 2007 foi eleito vice-presidente do Senado. (KK)

Conheça o prefeito

Beto Richa, filho do ex-governador José Richa, conta com o alto índice de popularidade na capital para reforçar sua candidatura.

Carlos Alberto Richa nasceu no dia 29 de julho de 1965 em Londrina, no Norte do Paraná. Ingressou na vida pública aos 29 anos, quando foi eleito deputado estadual, sendo reeleito quatro anos depois. Em 2000 foi escolhido para ser o candidato a vice-prefeito de Cassio Taniguchi em Curitiba.

Eleito, assumiu no primeiro ano de mandato de Taniguchi a Secretaria Municipal de Obras Públicas. Em 2002, candidatou-se ao governo do Paraná pelo PSDB. Mas não se elegeu. Em 2004, aos 39 anos, Beto Richa candidatou-se à prefeitura de Curitiba. Foi eleito e, quatro anos depois, reeleito. (KK). Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Karlos Kohlbach

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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Governo gastará mais com pessoal e menos com obras em 2010

Orçamento estadual do ano que vem, de R$ 25 bilhões, prioriza a contratação de servidores. Já os investimentos terão queda de 5% em relação a 2009

O último ano do mandato do governador Roberto Requião (PMDB) será marcado pela queda de investimentos em obras e pela contratação de pessoal. Para colocar em funcionamento hospitais, escolas e penitenciárias que serão inauguradas, o governo pretende aumentar em 7,30% o custeio da máquina. Só na área de segurança pública serão contratados dois mil policiais. Em contrapartida, Requião vai reduzir em 5% os investimentos em obras e não deve anunciar ne­­­nhuma grande novidade na área de infraestrutura.

Embora a previsão orçamentária para 2010 seja de R$ 25,046 bilhões (um crescimento de 5,89% em relação a 2009), o governo vai priorizar a conclusão das obras que já foram iniciadas e licitar outras que já fazem parte dos programas atualmente em execução pelo governo – como 80 novas escolas e 100 centros de saúde da mulher e da criança.

Orçamento de Curitiba será de R$ 4 bilhões
A prefeitura de Curitiba entregou ontem à Câmara Municipal o projeto de Lei Orçamentária Municipal para 2010. O proposta prevê um orçamento de R$ 4,056 bilhões para o ano que vem. Cerca de 8% (R$ 328,6 milhões) foram reservados para investimentos em obras – entre elas, 18 novas creches; 4 unidades de saúde; a continuação da Linha Verde (no trecho norte, entre o Jardim Botânico e o Atuba); e a revitalização de três importantes vias de ligação: a Fredolin Wolff, Eduardo Pinto da Rocha e Desembargador Antônio de Paula. A prefeitura também apresentou ontem o Plano Plurianual 2010/2013, que prevê investimentos para os próximos quatro anos.

De acordo com as estimativas do governo, a composição das despesas para 2010 será distribuída entre despesas com pessoal e encargos sociais (40,60%), custeio (36,06%), amortização da dívida (7,27%), juros e encargos da dívida (2,83%), investimentos em obras (12,43%) e investimentos financeiros (0,85%).

A previsão de gastos para 2010 faz parte da Lei Orça­­men­­­tária Anual (LOA), que foi entregue ontem pelo vice-governador, Orlando Pessuti (PMDB), ao presidente da Assembleia Legislativa, Nelson Justus (DEM). “Fizemos um replanejamento do orçamento até 31 de dezembro de 2010. A ideia não é vir com anúncios de novas obras porque não há tempo legal para a execução”, disse Orlando Pessuti. “Mas temos noção clara do que podemos fazer até o final do mandato.”

Áreas prioritárias

Para poder contratar mais servidores, como médicos, enfermei­ras, agentes de saúde, professores, serventes, agentes penitenciários e policiais, o governo reservou mais recursos para determinadas áreas.

Para a saúde, o aumento previsto no orçamento de 2010 é de 13,68% em relação a 2009, passando de R$ 2,1 bilhões para R$ 2,4 bilhões. O porcentual do orçamento destinado à área vai passar de 12% para 13%. Já a educação básica terá 5,9% a mais em relação a 2009 (de R$ 3,3 bilhões para R$ 3,5 bilhões).

Na área de ciência e tecnologia, o governo anuncia que vai aplicar mais 8,99% do que em 2009 (de R$ 895 milhões para R$ 975 milhões). Na área da criança e juventude, o acréscimo será de 12,70%, variando de R$ 133 milhões (em 2009) para R$ 150 milhões no ano que vem.

O secretário estadual do Planejamento, Ênio Verri (PT), disse que aumentar gastos com pessoal é normal em um governo como o de Requião. “É um governo com característica democrática popular, que não tem tantas obras, mas que investiu muito na área social e no atendimento à população, com mais professores, médicos e policiais”, disse.

Outros poderes

Na lei orçamentária para o próximo ano foram mantidos os mesmos porcentuais de repasse dos recursos a outros poderes. O Judiciário terá 9% do orçamento geral do estado, passando de R$ 795 milhões neste ano para R$ 835 milhões. O Poder Legislativo ficará com 5% e terá à disposição R$ 464,32 milhões, R$ 20 milhões a mais do que em 2009. Para o Ministério Público, estão previstos 3,9%, o equivalente a R$ 362,17 milhões. Fonte: Gazeta do Povo

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