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sábado, 16 de junho de 2012

Convite Inauguração da Escola Municipal João Barbosa de Macedo


Convidamos a todos para a inauguração da 

Escola Municipal JOÃO BARBOSA DE MACEDO que ocorrerá na próxima segunda-feira (18), às 19 horas, na
Rua Pioneiro Pompílio Custódio Valério, número 193,
Jardim Sumaré em Maringá. 


Endereço: Rua Pioneiro Pompílio Custódio Valério, número 193, Jardim Sumaré

Como chegar até lá? 

Descrição: pegue a Avenida Pedro Taques sentido Centro-Jardim Alvorada, quando chegar ao final da pista dupla atravesse a Avenida Franklin Delano Roosevelt (pegue a písta da direita e faça o retorno à esquerda pegando a outra pista para retornar para a Avenida Pedro Taques novamente) e pegue a Avenida Pedro Taques (você entrará em um trecho em que tem apenas uma pista com sentido duplo, mais a frente ela torna a ser dupla) sentido Contorno Norte.

Ao chegar ao final da Av Pedro Taques você deve pegar a marginal do Contorno Norte à direita (fique atento você terá que cruzar o terreno onde será pavimentado o Contorne Norte a esquerda) vire na primeira estrada de chão à esquerda e cruze o Contorno Norte pegando a marginal do outro lado virando nela à direita, a seguir pegue a primeira rua à esquerda - Rua Pioneiro Alfredo Jose da Costa e siga em frente, após a rua marginal ao contorno norte você deve virar na 5ª rua à direita, Rua Serafim de Souza, pemaneça nela e siga em frente a Escola estará a cerca de 2 quadras na esquina.

 Abaixo um mapa, clique em cima para aumentar.

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sexta-feira, 9 de março de 2012

Estado cria fundos para atender penitenciárias e de combate às drogas

Governador Beto Richa, acompanhado pela Secretária de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uille Gomes; pelo diretor do Depen-Pr, Mauricio Kuehne; pelo prefeito de Piraquara, Gabriel Samaha; pelo presidente do Conselho Penitenciário, Dr. Dálio Zipin; pelo presidente da COHAPAR, Mounir Chaowiche e demais autoridades, inaugura ampliação dos módulos de vivência coletiva na Penitenciária Central do Estado. Foto: AENotícias

O governador Beto Richa assinou nesta sexta-feira (09) duas mensagens para enviar à Assembleia Legislativa criando o Fundo Penitenciário, que vai receber recursos das multas criminais, atualmente enviadas para o sistema nacional, e o Fundo Estadual de Políticas sobre Drogas, para intensificar o combate ao tráfico e a prevenção ao uso de entorpecentes.

As mensagens foram assinadas durante a entrega do novo prédio da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Piraquara. A unidade já recebeu 280 detentos que estavam em delegacias superlotadas do Litoral e vai abrigar os 1.220 presos que hoje estão na PCE e outros 50 da delegacia de Sarandi.

O novo prédio adota um conceito chamado de módulo de vivência coletiva, porque incorpora uma nova visão que inclui mais segurança e a garantia de educação e trabalho para os presos. O prédio antigo será reformado e, dentro de 90 dias, será transformado em presídio feminino, com 700 vagas.

No dia 30 deste mês, o governo entrega mais dois estabelecimentos penais, com capacidade para 1.050 presos, em Maringá e Cruzeiro do Oeste. “Os presos têm de pagar pelo crime cometido, mas merecem que seus direitos sejam respeitados, especialmente pelo poder público, o que também vai aumentar as chances de reinserção social dos condenados”, disse Beto Richa, explicando que o Paraná “tem essa consciência”.
Richa destacou que as vagas criadas no sistema prisional paranaense, apenas neste ano, passam dos três mil. O incremento faz parte do plano de governo de acabar com a superlotação das delegacias. “Nos próximos anos serão criadas 10 mil novas vagas em todo o Estado”, disse o governador.

Em maio, o sistema recebe outras 700 vagas com a conclusão e ampliação da Cadeia Pública de Foz do Iguaçu. A previsão, de acordo com a secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uille Gomes, é fechar em seis mil novas vagas até o final deste ano.

Com as vagas atuais no sistema prisional do Paraná, o número de presos em delegacias e cadeias baixou de 16 mil para 12 mil. “Nós vamos cumprir também a meta assumida pelo governador Beto Richa de acabar com os presos condenados e denunciados à Justiça vivendo em delegacias de polícia”, explicou a secretária.

De acordo com ela, a transferência dos presos vai obedecer critérios técnicos, de idade, perfil, tipo de crime cometido e escolarização. “Com isso, vamos adequar os novos módulos de vivência com a educação e a profissionalização dos presos e com as opções de trabalho que estamos priorizando em todas as unidades”, afirmou Maria Tereza.
ESTABELECIMENTOS – A construção de unidades prisionais conta com a parceria do governo federal. O investimento total chega a R$ 160 milhões, sendo R$ 130 milhões do Ministério da Justiça. A verba vai permitir a reforma ou construção 14 estabelecimentos penais espalhados pelo Estado. “Os recursos repassados pelo Ministério da Justiça significam três vezes mais que os recebidos pelo Paraná nos últimos 15 anos”, disse Richa.

Em abril, entra em licitação nova unidade no complexo penal de Piraquara que vai abrigar 516 presos de adultos jovens, na faixa dos 18 aos 25 anos. O plano prevê ainda a construção de cinco estabelecimentos, com capacidade de 540 presos, em Apucarana, Campo Mourão, Foz do Iguaçu, Londrina e Maringá; e a ampliação de outros oito estabelecimentos prisionais em Piraquara (492 vagas e outro de 432 vagas), em Foz do Iguaçu, Maringá, Ponta Grossa e duas em Londrina (384 vagas) e em Cascavel (288 vagas).
MUDANÇAS - O presidente do Conselho Penitenciário do Paraná, Dálio Zippin, disse que em 45 anos de trabalho esta é a primeira vez em que vê um movimento tão grande neste setor, incluindo direitos humanos. “Beto está cumprindo todas as promessas de campanha”, afirmou.

O prefeito de Piraquara e presidente da Associação dos Municípios, Gabriel (Gabão) Samaha, cumprimentou especialmente a postura deste governo de repensar todo o sistema penitenciário do Paraná, o que vai incrementar os direitos humanos e melhorar a segurança da população.

“Estamos virando uma página ruim, com muitas rebeliões, para prisões mais seguras com foco na escolarização e capacitação dos presos”, salientou a secretária da Justiça. Hoje a educação atinge 21% da população carcerária, e capacitação profissional chega a 26%. “A meta é chegar a 100% até o final deste governo”, disse a secretária.

EM PIRAQUARA - O novo prédio da PCE tem capacidade para 1.480 presos, que usarão 240 celas com capacidade para seis em cada uma. As celas estão distribuídas em 24 galerias no primeiro e segundo pisos, onde vão circular os agentes penitenciários com mais segurança. “Neste modelo, é impossível que uma rebelião se espalhe pelo estabelecimento”, avalia o vice-diretor da PCE, Lúcio Olider Micheline. No terceiro andar estão 40 celas individuais, para os presos que cumprem medida disciplinar interna. Fonte: AEN

Governador Beto Richa; Drª Maria Tereza Uille Gomes, Secretária da SEJU; Dr Mauricio Kuhene, Diretor Geral do Depen-Pr e Aclinio Amaral, diretor da PCE
Governador Beto Richa saudando os agentes penitenciários da PCE

Governador Beto Richa e Drª Maria Tereza Uille Gomes, secretária da SEJU, descerando a placa inaugural da nova Penitenciária Central do Estado, acompanhados pelo ex-secretário da SEJU, Dr Jair Ramos Braga e do Dr Mauricio Kuhene, Diretor Geral do Depen

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Preparativos para Copa, interditar a Igreja Mundial

Recentemente a inauguração do templo da Igreja Mundial foi noticiada apenas como um transtorno, como um problema de trânsito. Leia aqui

A última vez que passei pela Dutra, levei cerca de 4 horas para sair do perímetro urbano de São Paulo e era um dia normal sem nenhum evento, no dia a dia podemos constatar pelos telejornais a realidade do trânsito das grandes capitais e sofremos em menores proporções em cidades de médio porte.

Incrível é que praticamente todos os eventos de massa evangélicos são perseguidos por boa parte da mídia, e algumas pessoas expõe a sua aversão e preconceito contra os evangélicos, uma intolerância com o diverso.

Outra detalhe revoltante é que em se tratando de São Paulo e das grandes capitais, quase todo final de semana próximo aos estádios de futebol ocorrem grandes aglomerações por conta de jogos, shows e outros eventos, a Dutra e as marginais do Rio Tietê tem trânsito lento devido a falta de estrutura, são vias de nível de trafego elevado, qualquer alteração no fluxo pára tudo.

Portanto, no mínimno existem atenuantes neste episódio, a Igreja e o poder público devem sim buscar o entendimento e dialogarem para que ambos direitos sejam preservados, o das pessoas cultuarem naquele templo e do ir e vir, no entanto pedir a interdição do templo da igreja não seria uma afronta a liberdade religiosa?

Daqui a pouco a sua igreja será considerada como motivo de transtorno para o trânsito no bairro onde esta, pois tem 50, 100, 200, 500, 1.000 carros estacionados, então algum órgão público pedirá a interdição do templo pelo transtorno. Isto é razoável? Um outro enfoque não seria o do incentivo ao uso do transporte coletivo e de ciclovias, etc.

Realmente, para todos grandes eventos seculares e até de outras religiões o aparato de segurança pública deve estar a disposição dos CIDADÃOS,
os membros desta Igreja são pagadores de impostos.

Preocupante é sabermos que a Copa exige melhorias urgentes na mobilidade, no planejamento urbano e principalmente nas obras de estrutura viária municipal, estadual e federal, este sim é um ponto a ser destacado.

Não conheço o Bispo Valdomiro, mas o parabenizo pela grande evento e pela coragem. Também posso até a distância reconhecer que para grandes eventos existem cuidados a serem observados pelos organizadores, agora o que vemos, lemos e ouvimos nos comentários e críticas, são palavras eivadas de preconceito religioso e intolerãncia religiosa.

Se as pessoas gostam da igreja e são abençoados e encontram força para lutar pela vida e por aquilo que é bom, amém. Se alguém não gosta desta igreja não vá até ela, procure outra, critique, fique em casa, mas impedir o funcionamento da igreja por que são muitas as pessoas que afluenm ao templo? É sensato isto? Não conceder o álvara de funcionamento? O tema tem que ser mais discutido e a igreja deve ser orientada, as igrejas devem ser consultadas e ouvidas.

Os parlamentares devem atentar para o Estatuto das Cidades, para os planos diretores das cidades e verificarem o que pode ser feito para que ambos direitos sejam preservados, o da liberdade religiosa e o direito de ir e vir.

Finalmente esta claro que não era um evento que acontecerá todos os dias, era uma inauguração, portanto não se trata de impedir as pessoas no seu direito de ir e vir – o que ocorre é que o Brasil carece de mais estrutura nos meios urbanos, imaginem durante a Copa.

Em tempo, vou ver como a mídia repercutirá a inauguração de uma igreja em São Paulo que promete outra aglomeração, porém de outra denominação.

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