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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Agentes penitenciários acompanham velório de colega que foi assassinado

Como as unidades de regime fechado trabalham em ritmo diferenciado, alguns agentes foram até o cemitério para dar apoio à família de Carlos Alberto Pereira

Vários agentes penitenciários estão no Cemitério Jardim da Saudade, no bairro Portão, em Curitiba, para acompanhar o velório do colega Carlos Alberto Pereira, de 52 anos, conhecido como Federal, que foi assassinado na tarde de terça-feira (4). De acordo com Antony Johnson, vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen), as unidades de regime fechado da capital e região metropolitana estão trabalhando em ritmo diferenciado e, por isso, mais agentes puderam ir até o velório. O enterro ocorre no mesmo cemitério às 17 horas.

Ainda de acordo com Johnson, não há movimentação nos presídios nesta quarta-feira (5). Ou seja, os presos não vão ter banho de sol e as unidades não realizam atendimento externo. No entanto, todos os postos de atendimento estão guarnecidos por agentes. A Secretaria de Justiça, que administra o sistema, não tinha informação sobre uma movimentação diferenciada pela manhã.
Por volta de meio-dia, havia pelo menos cem pessoas no velório de Pereira. Ele foi assassinado no fim da tarde de terça-feira (4), no portão da própria casa, na Rua Álvaro José da Costa, no bairro Fazendinha. Pereira foi atingido por dois tiros na cabeça e um na barriga. Os disparos foram feitos por uma pistola 9 mm e à queima roupa. O autor, que não foi identificado, fugiu. A Delegacia de Homicídios investiga o caso. Pereira já foi chefe de segurança do antigo presídio do Ahú e do Casa de Custódia de São José dos Pinhais.

Luta da categoria

Segundo Johnson, na função de agente penitenciário é comum sofrer ameaças e retaliações. Por isso, uma das reivindicações da categoria é a legalização do porte de arma para os agentes. O vice-presidente do Sindarspen diz que essa é uma luta antiga da categoria e que não foi tratada pelo governo anterior. “Esperamos que o novo governador nos receba e possa atender algumas de nossas reivindicações, entre elas a da legalização do porte de arma para os agentes penitenciários”, diz. Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Fernanda Trisotto

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Agente Penitenciário foi assassinado quando pintava o portão de casa

Carlos “Federal” foi chefe de segurança de presídios - Foto:Fábio Alexandre

O agente penitenciário da Colônia Penal Agrícola (CPA) de Piraquara, Carlos Alberto Pereira, 52 anos, o “Federal”, pintava o portão de casa, no final da tarde de ontem, quando foi executado com três tiros na Rua Álvaro José da Costa, Fazendinha.

A principal hipótese levantada pela polícia é que o crime tem ligação com a função de Carlos Alberto, que durante sua carreira também foi chefe de segurança do antigo presídio do Ahu, e da Casa de Custódia de São José dos Pinhais.

Carlos Alberto estava em férias e aproveitava as tardes para cuidar da casa, como contaram vizinhos. Conforme apurado pela polícia, por volta das 17h40, o assassino parou o carro na rua de baixo e subiu a pé em direção à vítima, disparando à queima-roupa tiros de calibre 9 milímetros. Dois disparos atingiram a cabeça do agente e o outro acertou a barriga. O criminoso fugiu sem deixar pistas.

Mistério
A mulher de Carlos também trabalha na CPA como professora e, segundo vizinhos, não estava em casa na hora do crime. O delegado Rafael Vianna, da Delegacia de Homicídios, conversou com familiares da vítima, que, aparentemente, não vinha recebendo ameaças.

“A princípio, não havia nenhuma razão para Carlos ser morto. Ele era uma pessoa trabalhadora, não tinha rixa com ninguém. Ainda é cedo para apurarmos o motivo, mas com certeza trata-se de uma execução”, comentou o delegado.

Vizinhos contaram que o agente era uma pessoa tranquila. “Ontem (segunda-feira), ele estava podando a árvore da frente de casa junto com o papagaio. Penso que se estivesse sendo ameaçado não se comportaria dessa forma”, disse um morador.

Investigadores da DH fizeram levantamento das casas equipadas com câmeras de segurança na região, mas nenhuma delas teria flagrado a ação do marginal. Além de prisões estaduais, Carlos também foi agente penitenciário federal, o que lhe rendeu o apelido. Fonte: Parana Online, reportagem de Janaina Monteiro

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Agente penitenciário é morto na porta de casa

Crime ocorreu no bairro Fazendinha, por volta das 17h40 de terça-feira. Autor dos disparos fugiu

Um agente penitenciário foi morto na tarde de terça-feira (4) no portão da própria casa no bairro Fazendinha, em Curitiba. De acordo com a sala de imprensa da Polícia Militar (PM), o crime ocorreu na Rua Álvaro José da Costa, por volta das 17h40. Carlos Alberto Pereira, de 52 anos, conhecido como Federal, foi atingido por dois tiros na cabeça e um na barriga. Os disparos foram feitos por uma pistola 9 mm e à queima roupa. O autor, que não foi identificado, fugiu. A Delegacia de Homicídios investiga o caso. Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Fernanda Trisotto

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