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terça-feira, 7 de junho de 2011

Penitenciária Estadual de Maringá tem novo diretor

Nesta terça-feira (7), tomou posse o novo diretor da Penitenciária Estadual de Maringá (PEM), Luciano Marcelo Simões de Brito.

Para chegar ao cargo de diretor, Luciano Brito foi aprovado em processo seletivo, no qual em uma decisão inédita, a nova administração da Secretaria da Justiça e da Cidadania abriu a oportunidade para os servidores de carreira do sistema penitenciário do Paraná se candidatarem às 24 vagas de diretor geral das penitenciárias do Estado.

Após as cinco fases de um processo seletivo que contou com a participação de 211 funcionários, foram aprovados 15 funcionários. Luciano Brito que é formado em Gestão Pública e especialista em educação é funcionário público a cerca de 20 anos e é agente penitenciário a 15 anos tendo assumido várias funções na administração e além de ter participado da equipe que implantou a CCM - Casa de Custódia de Maringá naquela oportunidade como vice-diretor e chefe da DIAF retornando para a PEM em 2009.

Compareceram na solenidade de transmissão do cargo de diretor geral da PEM, o Secretário de Estado de Relações com a Comunidade, Dr Wilson Quinteiro; o coordenador geral do Departamento Penitenciário do Estado, Dr Cezinando Vieira Paredes; o prefeito de Maringá em exercício, Roberto Pupin; representantes dos deputados federais Edmar Arruda e Cida Borgethi.

Prestigiaram a solenidade também os representantes das entidades que prestam assistência religiosa na PEM: pastores da Igreja Assembleia de Deus, Robson Brito, Francisco de Assis, Daniel Ramos e Antonio Sutir e Celso; Pastor Nilton Carlos Rosa de Oliveira e irmã Ruth Anita Schneider Tesche; Ademar de Castro da Associação Espírita de Maringá - AMEM e representante do Conselho de Execuções Penais de Maringá.

Participaram do evento também representantes dos órgãos de segurança de Maringá, o Coronel Antonio Tadeu Rodrigues, Presidente do Conseg de Maringá; o Capitão Silva Neto - representando o comando do 4º Batalhão de Polícia Militar; Dr. Fabiano Lúcio Zanin, Delegado da Polícia Federal de Maringá; José Roberto das Neves - Presidente do SINDARSPEN – Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná, além dos representantes das empresas e entidades parceiras em projetos na PEM: Luiz Antonio Mendonça, Gerente do Senai em Maringá; professora Maria Angela Bassan Sierra, Coordenadora do Projeto Visão de Liberdade do CAP; Mariza Nogami, Diretora em Exercício da BCE da Universidade Estadual de Maringá e Marçal Siqueira - Gerente de Marketing da Cocamar.

Fazendo uso da palavra o coordenador geral do Departamento Penitenciário do Estado, Cezinando Vieira Paredes, destacou que "participei da comissão de avaliação do Luciano Brito e posso afirmar que ele demonstrou qualidades e tem competência para assusmir esta missão; neste momento a SEJU da um grande exemplo de valorização dos funcionários nomeando funcionários de carreira".

Acrescentou ainda que “Luciano Brito é agente penitenciário e conhece bem de perto a realidade da penitenciária que vai dirigir. Essa experiência será fundamental para continuar com o belo trabalho realizado já há anos na PEM”, destacou. Dr Cezinando Vieira Paredes, Coordenador Geral do Depen

Já o Secretário da SERC, Wilson Quinteiro afirmou que "o nome do Luciano Brito sempre foi indicado pela comunidade e pelos políticos de Maringá como um bom nome para representar o governo do Beto Richa nesta área e quando surgiu a notícia deste processo seletivo não tivemos dúvidas de que o Luciano Brito seria aprovado. Cheguei a afirmar naquela oportunidade que ele passaria e passaria em primeiro lugar". Quinteiro finalizou dizendo "Luciano conte com a SERC e conte com o seu amigo, parabéns a secretária pela sua nomeação deste funcionário competente, sério e comprometido, parabéns a você Luciano Brito pela conquista, que Deus te abençoe e te ilumine".Secretário de Relações com a Comunidade, Dr Wilson Quinteiro fazendo uso da palavra

O prefeito em exercício, Roberto Pupin, parabenizou o novo diretor e lembrou que a Prefeitura estará sempre presente na cooperação de projetos que valorizem a reintegração dos condenados. “Faremos o possível para auxiliar o Estado com programas de trabalho prisional, educação e profissionalizante, para proporcionarem aos condenados a reintegração na sociedade”, destacou Pupin.Roberto Pupin, Prefeito de Maringá em Exercício falando aos presentes

Luciano Brito, ao fazer uso da palavra já como o novo diretor da PEM agradeceu aos presentes pelo apoio e a secretária da SEJU, DRª Maria Tereza Uille Gomes na pessoa do Dr Cezinando Vieira Paredes. Luciano Brito também salientou que o sistema penitenciário paranaense é um dos melhores do Brasil, e que o comprometimento dos servidores fazem com que a PEM seja uma referência no estado.

“Com a participação de entidades privadas e públicas, os condenados possuem meios indispensáveis para sua reintegração social. O sucesso da PEM se deve principalmente aos nossos servidores, que não medem esforços para a unidade manter a sua qualidade”, explicou Luciano de Brito.Luciano Brito fazendo uso da palavra e agradecendo a presença de todos que prestigiaram a sua posse

Luciano Brito finalizou agradecendo a todos os diretores que o antecederam, Coronel Antonio Tadeu Rodrigues (1996 a 2008), Coronel Eduardo Krevieski (2008 a 2010) e Marcos Roberto Rodrigues (janeiro de 2011 a maio de 2011) e afirmou "preciso fazer menção aos diretores anteriores que fizeram um bom trabalho e espero poder dar continuidade aos projetos em andamento com o apoio dos técnicos, professores, administrativos, agentes penitenciários, comunidade religiosa, poder judiciário e os órgãos de segurança".

Salientou também que "objetivo da atual administração e da nossa secretária da SEJU, Drª Maria Tereza é o de implantar um sistema penitenciário que seja fiel cumpridor das leis, humanizador, seguro e que vise a ressocialização e a reinserção social do preso".

José Roberto das Neves, Presidente do SINDARSPEN - Sindicato dos Agentes Penitenciários do ParanáCoronel Antonio Tadeu Rodrigues, Presidente do Conseg - Conselho de Segurança de MaringáPastor Robson Brito, Presidente da Assembleia de Deus de MaringáPastor Nilton Santos da Igreja Adventista do 7º DiaIrmã Ruth Scheneider da Igreja Adventista do 7º DiaAdemar de Castro, representando a AMEM e o Conselho de Execuções Penais de Maringá

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domingo, 24 de abril de 2011

Sepultamento do Valdir, Agente Penitenciário da CPA

Foto:Átila Alberti

Na data de ontem (23) foi assassinado o agente penitenciário Valdir Vicente Lopes, que trabalhava na Colônia Penal Agricola.

O velório que foi realizado na Capela da Luz II, situado na rua Hugo Simas nº 35 , atrás do Cemitério Municipal, foi bastante concorrido e as 10 horas de hoje (24) o féretro do corpo foi acompanhado pelos amigos e familiares até o Crematório Perpetuo Socorro em Campo Largo.

Meus sentimentos a família do Valdir e a todos os amigos da CPA, que Deus possa confortar a todos.

O valdir era agente penitenciário a cerca de 20 anos e foi tragicamente assassinado na chacina ocorrida de sexta-feira (22) para sábado (23) na cidade de Piraquara, veja o post abaixo ou clique aqui, aguardamos os esclarecimentos sobre o crime e a punição dos culpados por esta crueldade.

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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Detido por matar agente penitenciário seria traficante no Fazendinha

Segundo a polícia, o crime não tem relação com a profissão da vítima. Suspeito foi preso hoje (07)

A Delegacia de Homicídios (DH) apresentou na tarde desta sexta-feira (17), Nilson Ramos Paula, de 25 anos, suspeito de ter cometido o assassinato de um agente penitenciário, na última terça-feira (04). Ele foi preso no início da manhã de hoje por aquela distrital com apoio do Centro de Operações Especiais da Polícia Civil (Cope).

O suspeito já é conhecido da justiça e tem passagens pela polícia. “Ele é um traficante conhecido na região do Fazendinha, com passagens por tráfico e homicídio”, contou à Banda B o delegado Rafael Vianna. Ainda segundo investigações, não há indícios de relação entre o crime e a atividade da vítima. “O crime foi motivado por uma desavença entre pessoal, não existe relação com a profissão dele”, finalizou o delegado.

Em decorrência da morte do agente, colegas de trabalho de Pereira realizaram um protesto no dia do sepultamento da vítima. Cerca de 80% do efetivo cruzou os braços em busca de uma reunião com a cúpula do sistema prisional do estado. Na ocasião, a principal reivindicação dos servidores era a liberação do porte de armas para a categoria. “Pedimos principalmente o porte de arma, a categoria precisa disso, alguns já têm, mas precisamos que seja uma medida administrativa. Também pedimos a profissionalização e fortalecimento do serviço de inteligência da categoria”, comentou presidente do Sindicato de Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen), José Roberto Neves, em entrevista à Banda B. Fonte: Rádio Banda B, reportagem de Luiz Henrique de Oliveira e Tiago Silva

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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Agentes penitenciários acompanham velório de colega que foi assassinado

Como as unidades de regime fechado trabalham em ritmo diferenciado, alguns agentes foram até o cemitério para dar apoio à família de Carlos Alberto Pereira

Vários agentes penitenciários estão no Cemitério Jardim da Saudade, no bairro Portão, em Curitiba, para acompanhar o velório do colega Carlos Alberto Pereira, de 52 anos, conhecido como Federal, que foi assassinado na tarde de terça-feira (4). De acordo com Antony Johnson, vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen), as unidades de regime fechado da capital e região metropolitana estão trabalhando em ritmo diferenciado e, por isso, mais agentes puderam ir até o velório. O enterro ocorre no mesmo cemitério às 17 horas.

Ainda de acordo com Johnson, não há movimentação nos presídios nesta quarta-feira (5). Ou seja, os presos não vão ter banho de sol e as unidades não realizam atendimento externo. No entanto, todos os postos de atendimento estão guarnecidos por agentes. A Secretaria de Justiça, que administra o sistema, não tinha informação sobre uma movimentação diferenciada pela manhã.
Por volta de meio-dia, havia pelo menos cem pessoas no velório de Pereira. Ele foi assassinado no fim da tarde de terça-feira (4), no portão da própria casa, na Rua Álvaro José da Costa, no bairro Fazendinha. Pereira foi atingido por dois tiros na cabeça e um na barriga. Os disparos foram feitos por uma pistola 9 mm e à queima roupa. O autor, que não foi identificado, fugiu. A Delegacia de Homicídios investiga o caso. Pereira já foi chefe de segurança do antigo presídio do Ahú e do Casa de Custódia de São José dos Pinhais.

Luta da categoria

Segundo Johnson, na função de agente penitenciário é comum sofrer ameaças e retaliações. Por isso, uma das reivindicações da categoria é a legalização do porte de arma para os agentes. O vice-presidente do Sindarspen diz que essa é uma luta antiga da categoria e que não foi tratada pelo governo anterior. “Esperamos que o novo governador nos receba e possa atender algumas de nossas reivindicações, entre elas a da legalização do porte de arma para os agentes penitenciários”, diz. Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Fernanda Trisotto

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Agente Penitenciário foi assassinado quando pintava o portão de casa

Carlos “Federal” foi chefe de segurança de presídios - Foto:Fábio Alexandre

O agente penitenciário da Colônia Penal Agrícola (CPA) de Piraquara, Carlos Alberto Pereira, 52 anos, o “Federal”, pintava o portão de casa, no final da tarde de ontem, quando foi executado com três tiros na Rua Álvaro José da Costa, Fazendinha.

A principal hipótese levantada pela polícia é que o crime tem ligação com a função de Carlos Alberto, que durante sua carreira também foi chefe de segurança do antigo presídio do Ahu, e da Casa de Custódia de São José dos Pinhais.

Carlos Alberto estava em férias e aproveitava as tardes para cuidar da casa, como contaram vizinhos. Conforme apurado pela polícia, por volta das 17h40, o assassino parou o carro na rua de baixo e subiu a pé em direção à vítima, disparando à queima-roupa tiros de calibre 9 milímetros. Dois disparos atingiram a cabeça do agente e o outro acertou a barriga. O criminoso fugiu sem deixar pistas.

Mistério
A mulher de Carlos também trabalha na CPA como professora e, segundo vizinhos, não estava em casa na hora do crime. O delegado Rafael Vianna, da Delegacia de Homicídios, conversou com familiares da vítima, que, aparentemente, não vinha recebendo ameaças.

“A princípio, não havia nenhuma razão para Carlos ser morto. Ele era uma pessoa trabalhadora, não tinha rixa com ninguém. Ainda é cedo para apurarmos o motivo, mas com certeza trata-se de uma execução”, comentou o delegado.

Vizinhos contaram que o agente era uma pessoa tranquila. “Ontem (segunda-feira), ele estava podando a árvore da frente de casa junto com o papagaio. Penso que se estivesse sendo ameaçado não se comportaria dessa forma”, disse um morador.

Investigadores da DH fizeram levantamento das casas equipadas com câmeras de segurança na região, mas nenhuma delas teria flagrado a ação do marginal. Além de prisões estaduais, Carlos também foi agente penitenciário federal, o que lhe rendeu o apelido. Fonte: Parana Online, reportagem de Janaina Monteiro

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Agente penitenciário é morto na porta de casa

Crime ocorreu no bairro Fazendinha, por volta das 17h40 de terça-feira. Autor dos disparos fugiu

Um agente penitenciário foi morto na tarde de terça-feira (4) no portão da própria casa no bairro Fazendinha, em Curitiba. De acordo com a sala de imprensa da Polícia Militar (PM), o crime ocorreu na Rua Álvaro José da Costa, por volta das 17h40. Carlos Alberto Pereira, de 52 anos, conhecido como Federal, foi atingido por dois tiros na cabeça e um na barriga. Os disparos foram feitos por uma pistola 9 mm e à queima roupa. O autor, que não foi identificado, fugiu. A Delegacia de Homicídios investiga o caso. Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Fernanda Trisotto

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quinta-feira, 15 de abril de 2010

Resultado Oficial das Eleições Sindicais do Sindarspen

Como anteriormente havia publicado, o resultado oficial das eleições sindicais para escolha da nova Diretoria do SINDARSPEN - Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná que ocorreram nos dias 13 e 14 de Abril de 2010 apontou a CHAPA 01 - SINDARSPEN NO RUMO CERTO! como a vencedora com um total de 930 votos e a CHAPA 02 - TRANSPARÊNCIA obteve um total de 737 votos.

Parabenizo a Chapa 01 pela vitória e aos membros da Chapa 02 pela disposição em participar do processo democrático de escolha dos representantes sindicais.

Abaixo o resultado parcial por cidades:

URNAS - Curitiba

Votos listagem - 600
Votos em separado - 20
Total de Votantes - 620

Votos CHAPA 01: 352
Votos CHAPA 02: 264
Votos válidos: 616
BRANCO: 0
NULO: 4

URNAS - Cascavel

Votos listagem - 139
Votos em separado - 09
Total de Votantes - 145

Votos CHAPA 01: 93
Votos CHAPA 02: 48
Votos válidos: 141
BRANCO: 1
NULO: 3

URNAS - Foz do Iguaçu

Votos listagem - 159
Votos em separado - 09
Total de Votantes - 168

Votos CHAPA 01: 99
Votos CHAPA 02: 68
Votos válidos: 167
BRANCO: 0
NULO: 1

URNAS - Francisco Beltrão

Votos listagem - 92
Votos em separado - 1
Total de Votantes - 93

Votos CHAPA 01: 66
Votos CHAPA 02: 26
Votos válidos: 92
BRANCO: 0
NULO: 1

URNAS - Guarapuava

Votos listagem - 113
Votos em separado - 0
Total de Votantes - 113

Votos CHAPA 01: 61
Votos CHAPA 02: 52
Votos válidos: 113
BRANCO: 0
NULO: 0

URNAS - Londrina

Votos listagem - 284
Votos em separado - 02
Total de Votantes - 286

Votos CHAPA 01: 59
Votos CHAPA 02: 224
Votos válidos: 283
BRANCO: 0
NULO: 3

URNAS - Maringá

Votos listagem - 182
Votos em separado - 01
Total de Votantes - 182

Votos CHAPA 01: 136
Votos CHAPA 02: 42
Votos válidos: 178
BRANCO: 0
NULO: 4

URNAS - Ponta Grossa

Votos listagem - 79
Votos em separado - 02
Total de Votantes - 81

Votos CHAPA 01: 64
Votos CHAPA 02: 16
Votos válidos: 80
BRANCO: 0
NULO: 1

TOTAIS
VOTOS CHAPA 01: 930
VOTOS CHAPA 02: 740
BRANCO: 1
NULOS: 17

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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Agente penitenciário é preso acusado de incitar rebelião na PCE

Prisão é resultado das investigações comandadas pelo Cope. Outro agente está foragido

Um agente penitenciário acusado de incitar a rebelião na Penitenciária Central do Estado (PCE) foi preso na manhã desta terça-feira (2). A prisão é resultado da conclusão das investigações do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) e foi anunciada pelo secretário da Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari, durante a abertura da Escola de Governo desta terça. A rebelião na PCE aconteceu nos dias 14 e 15 de janeiro e deixou seis presos mortos em Piraquara, na região metropolitana.

“A causa da rebelião foi a mistura de presos de facções diferentes na mesma galeria”, disse Delazari. O secretário explicou que outro agente penitenciário teve a prisão decretada, mas está foragido desde quinta-feira (28). Foram emitidos mandados de prisão contra nove detentos que já estão presos na PCE, por serem, segundo Delazari, os autores das mortes que aconteceram na rebelião. “Eles foram indiciados por prática de homicídio, inclusive os agentes penitenciários”,

Logo após a rebelião, o Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen) afirmou que o responsável pelo motim foi o governo do estado, que determinou a retirada de policiais militares que trabalhavam na PCE, facilitando rebelião. O governador Roberto Requião (PMDB), também na manhã desta terça durante a Escola de Governo, atacou novamente os agentes e disse que eles forçaram a rebelião para pressionar o governo para conseguir o porte de arma e novas escalas de plantão.

De acordo com o secretário geral do Sindarspen, Ademildo Passos Correia, os advogados do sindicato já estão trabalhando no caso. “Não posso falar nada sobre isso porque não conversei com os agentes ainda”, explicou. Ele afirmou que o outro agente que teve a prisão decretada está viajando e vai se apresentar depois no Cope.

De acordo com a Sesp, outras informações sobre o caso serão dadas em entrevista coletiva, na tarde desta terça-feira (2), com o secretário da Segurança Pública, Luiz Fernando Delazari. A entrevista e os esclarecimentos serão prestados às 16 horas no 1.º Distrito Policial, na Rua André de Barros, no Centro de Curitiba.

Mais agentes presos

Delazari também anunciou que outros cinco agentes penitenciários foram presos em flagrante por facilitação de fuga. O caso teria ocorrido no Centro de Triagem II, onde um preso estava detido em uma cela com cadeado e na manhã seguinte havia conseguido escapar, pois o cadeado estava aberto. “Os agentes serão demitidos por justa causa”, afirmou o secretário. Não foram divulgados os nomes dos agentes presos.

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Princípio de tumulto agita a tarde na Penitenciária de Piraquara

Durante a limpeza de algumas alas menos afetadas na rebelião da semana passada, alguns detentos teriam se recusado a entrar nas galerias e houve princípio de conflito

Um princípio de tumulto teria agitado a Penitenciária Central do Estado (PCE), em Piraquara, na tarde de ontem. Durante a limpeza de algumas alas menos afetadas na rebelião da semana passada, alguns detentos teriam se recusado a entrar nas galerias e houve princípio de conflito, que logo foi disperso por policiais militares. Para conter o tumulto, até tiros foram disparados para cima. Testemunhas que estavam nos arredores do presídio contaram pelo menos dez disparos. Com os tiros, a PM conseguiu fazer com que os presos entrassem nas alas.

O presidente da Associação Paranaense de Advogados Criminalistas (Apacrimi), Heitor Fabreti Amante, informou que esposas de clientes, presos na Penitenciária Central do Estado, teriam fotos de detentos agredidos, além de imagens de munições e cartuchos de armas letais que teriam sido usadas pela PM para conter os presos. “Muitos presos estão nus no pátio sem poder entrar nas galerias”, afirmou Amante.

Procurada pela reportagem do Jornal do Estado, a assessoria da PM informou que os assuntos referentes à PCE devem ser tratados com o Departamento Penitenciário do Paraná (Depen). A assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania, responsável pela Depen, não foi encontrada para informar sobre a atual situação na penitenciária, nem sobre o ocorrido na tarde de ontem.

A situação na maior penitenciária do Paraná ainda é tensa desde a rebelião que ocorreu na sexta-feira passada, quando seis detentos acabaram mortos no motim. A rebelião já era prevista horas antes pelo presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen), Clayton Auwerter. “Mesmo com o término da rebelião, o presídio continua a ser uma bomba relógio que pode explodir novamente”, alerta Auwerter.

A polêmica sobre o que gerou o motim ainda está longe de acabar. Enquanto que o Sindarspen afirma que a retirada de policiais militares de dentro da penitenciária originou a rebelião, o governador do Paraná, Roberto Requião, informou na segunda-feira que seria instaurado um inquérito para apurar se os agentes teriam aberto as portas das celas a fim de provocar um confronto entre facções rivais. O motivo, segundo o governo do Estado, seria chamar atenção para que os agentes pudessem portar armas dentro da penitenciária.

Como a PCE estaria parcialmente danificada, cogita-se transferir parte dos presos para a antiga prisão provisória do Ahu, desativada desde 2005. Ontem, os agentes feitos reféns durante a rebelião falaram em coletiva com a imprensa, e expuseram os momentos de tensão que viveram. Fonte: Bem Paraná

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sábado, 5 de dezembro de 2009

PM invade presídio e liberta reféns em Araguaína

A Polícia Militar invadiu às 16h20 o Presídio de Barra da Grota, em Araguaína (TO), libertou seis agentes penitenciários mantidos reféns e encerrou a rebelião de mais de 300 presos iniciada na tarde de ontem (4). No início da tarde deste sábado, os presos esfaquearam um detento e o jogaram do telhado. Ele está hospitalizado. Os seis reféns, agredidos pelos presos, também foram levados ao hospital.

Na hora da invasão a PM usou gás lacrimogêneo e foram ouvidos disparos. Os presos não tinham armas de fogo, apenas barras de ferro e de madeira. A rebelião começou na tarde de sexta-feira, quando ele fizeram sete agentes penitenciários reféns - um deles, ferido, foi libertado na noite de sexta-feira. Os amotinados tomaram conta do presídio e hoje à tarde muitos deles permaneciam no telhado. O Barra da Grota abrigava 370 detentos, mas cerca de 25 deles não aderiram ao movimento.

Os três pavilhões do presídio foram totalmente destruídos, com cozinha e lavanderia incendiadas. Sem condições mínimas para permanecer no local, após a contagem, os detentos serão transferidos para outras unidades prisionais do Estado.

Durante a longa negociação com os amotinados a água e a energia elétrica do Barra da Grota foram cortadas. Os líderes do movimento exigiam, para libertar os reféns, 12 coletes à prova de balas, 10 caminhonetes e 12 pistolas. A proposta deles era libertar quatro dos seis reféns e levar dois. As informações são de um agente penitenciário da unidade.Fonte: Agência Estado

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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Reportagem RIC Notícias 2ª edição - 13/10/2009 - Paralisão dos Agentes Penitenciários

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