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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Treinamento de novos bombeiros para o aeroporto deve começar em fevereiro

No total, 37 homens farão o curso de preparação. O novo contingente permitirá a elevação do aeroporto para categoria 7 de segurança no combate a incêndio
Em setembro de 2010, o então governador Orlando Pessuti assinou a liberação da compra de um caminhão de combate a incêndios e a contratação de 30 bombeiros, exigências que elevam o Silvio Name para a categoria 7 de segurança - Foto:Arquivo - Agência de Notícias Gazeta do Povo

O Corpo de Bombeiros de Maringá deve receber nos próximos meses cerca de 40 homens, sendo que a maior parte deles será destinada para trabalhar exclusivamente no Aeroporto Silvio Name Júnior. O novo contingente deve receber treino específico a partir do mês que vem. O anúncio foi feito na tarde desta terça-feira (25) pelo Secretário de Estado da Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César, que se comprometeu a manter o compromisso assumido pelo governo passado.

Em setembro de 2010, o então governador Orlando Pessuti assinou a liberação da compra de um caminhão de combate a incêndios e a contratação de 30 bombeiros, exigências que elevam o Silvio Name para a categoria 7 de segurança no combate a incêndio, estipulada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)

“É algo que nós já esperávamos. Com este contingente poderemos ter voos internacionais de cargas semanalmente”, afirmou o superintendente do aeroporto, Marcos Valêncio. Atualmente, o aeroporto só recebe um voo do exterior a cada 15 dias.

A efetivação de novos bombeiros foi firmada por um convênio assinado entre a prefeitura e a Secretaria Estadual de Segurança Pública. Já a aquisição do caminhão será feita por processo licitatório internacional, com valor em US$ 640 mil. Hoje, o aeroporto conta com 18 bombeiros e dois caminhões, um com capacidade para 5,7 mil litros de produtos para combate ao fogo e outro com 2,2 mil litros de armazenagem.

Há um ano, categoria do aeroporto era a 5

Em novembro de 2009, a autorização de novos voos para Maringá havia sido suspensa pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que considerou insuficiente o número de bombeiros que permaneciam de plantão para o porte de aeroporto. Além disso, a Anac também reclassificou o aeroporto para categoria 5. Após notificação, a administração dobrou o efetivo e em junho do ano passado se adequou as exigências de segurança de combate ao incêndio, voltando a obter a categoria 6.

Escola de formação é confirmada

Em sua passagem por Maringá, o secretário também afirmou que há boas perspectivas de implantar rapidamente a Escola de Formação, Aperfeiçoamento e Especialização de Praças da Polícia Militar, criado em dezembro do ano passado e que deverá funcionar nas instalações da Escola Estadual Maria Balani Planas, localizada no Jardim Novo Horizonte.

Para a escola estadual ser reformada e abrigar a Esfaep, será necessário firmar um contrato de cessão do prédio entre o Governo do Estado e a prefeitura. Segundo o prefeito Silvio Barros, a reforma e readequação do prédio custará R$ 2 milhões e será feita pela comunidade maringaense.

A primeira instituição do gênero no interior do Paraná ofertará os cursos de formação de soldado, cabo e sargento e de aperfeiçoamento de praça e de sargento. Atualmente, cada batalhão já oferta o curso de formação de soldado, mas os demais cursos só podem ser realizados na Academia Guatupê, em Curitiba.

O secretário ainda ressaltou que melhorias no Instituto Médico Legal (IML) também estão nos planos, como a construção de uma nova sede, melhor equipada e com mais servidores. Fonte: Gazeta Maringá, reportagem de Marcus Ayres

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sexta-feira, 5 de março de 2010

Construtora convence Requião e obras no Semiaberto Maringá são retomadas

Paralisadas há mais de seis anos, as obras do Presídio Semiaberto de Maringá foram retomadas, agora sob execução da Sial Construções Civis Ltda. Declarada vencedora da licitação em 18 de dezembro, com o valor de R$ 4,727 milhões, a empresa de Curitiba precisou provar ao governador Roberto Requião (PMDB) que teria condições de concluir a unidade prisional dentro do prazo previsto, de 240 dias.

O governador tinha receio de que a Sial, vencedora de outras concorrências abertas pelo governo do Estado, não tivesse condições de tocar as obras em Maringá. A documentação exigida foi apresentada ao secretário de Obras, Júlio Araújo, e o contrato foi homologado pelo governador. “Todo contrato demanda uma garantia de execução. Isso foi providenciado, deixando o governador mais tranquilo”, comentou o diretor técnico da Sial, engenheiro Armando Wiroshi.

As obras foram retomadas em 15 de fevereiro e, se respeitado à risca o contrato, o Presídio Semiaberto de Maringá ficará pronto até 15 de outubro. Para Wiroshi, o prazo de oito meses é mais do que suficiente. “As chuvas atrapalharam um pouco no começo, mas mesmo assim foi possível fazer alguns trabalhos internos”, diz o engenheiro. “Está tudo dentro do cronograma”, assegura. Na semana que vem, adianta o Wiroshi, serão iniciadas as instalações elétricas e hidráulicas. Trabalhos de serralheria, limpeza de terreno e ligações de água e luz já vinham sendo feitas.

Controvérsia
A Penitenciária Semiaberta de Maringá terá 608 vagas, mas setores da sociedade organizada de Maringá e Paiçandu – ela fica no limite dos dois municípios – são contra a conclusão do presídio e propõem que o local seja destinado a uma incubadora industrial. A obra foi paralisada devido a uma disputa judicial entre a empreiteira responsável e o governo do Estado. Para ser concluída, restam cerca de 70% das obras. Fonte: O Diário, reportagem de Luiz Fernando Cardoso

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domingo, 1 de novembro de 2009

Como Maringá, Paiçandu se levanta contra presídio

Sérgio Loni, presidente do Conselho Comunitário de Segurança Pública de Paiçandu, mora no bairro onde se pretente implantar o semiaberto (Foto: Douglas Marçal)

Anúncio de que as obras da unidade prisional em regime semiaberto serão retomadas, agora mobiliza a comunidade paiçanduense. Cidade também teme aumento da violência

A exemplo do que está ocorrendo em Maringá, lideranças comunitárias de Paiçandu também estão se mobilizando contra a implantação da penitenciária semiaberta, no limite dos dois municípios.

O anúncio da retomada da obra suscitou reuniões entre os principais representantes da sociedade organizada paiçanduense durante a semana e na próxima terça-feira a Câmara Municipal deve apreciar mais um pedido de esclarecimento ao governador Roberto Requião sob a instalação do Presídio de Regime Semiaberto de Maringá, que prevê abrigar 300 presos — durante o dia, os detentos poderão sair da unidade para trabalhar, e retornarão à noite.

A obra da nova unidade prisional está paralisada deste 2003, devido a uma batalha judicial entre a construtora e o governo do Paraná. Com o impasse parcialmente solucionado pela Justiça, foi aberta nova licitação para a retomada da construção, que exigirá investimentos na ordem de R$ 4,8 milhões dos governos estadual (R$ 2 milhões) e federal (R$ 2,8 milhões).

Mas a resistência, encabeçada pelos conselhos comunitários de segurança pública das duas cidades, cresce e começa a gerar mobilizações populares. Protestos, abaixo-assinados e manifestações de repúdio estão previstos para os próximos dias em Paiçandu.

Cidades unidas
Nova reunião entre as forças organizadas de Paiçandu deve acontecer durante a semana, objetivando a estudar os possíveis impactos sociais da nova prisão. Autora de um primeiro requerimento, encaminhado no início do ano ao governo do Estado, a vereadora Eliana Fuzari (PTB), ainda aguarda resposta.

“A obra afeta a imagem do município sem que haja qualquer contrapartida do governo estadual”, observa a vereadora. Disse que lideranças políticas de Paiçandu, Maringá e Sarandi começam a se interagir esta semana, no sentido de barrar a conclusão do novo presídio.

“Vamos pedir o apoio da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep)”, adianta Eliana. E o presidente da Câmara e Paiçandu, Eduardo Pioneiro (PRB), observa que a decisão estadual e federal de instalar o presídio na região excluiu da consulta os principais interessados: moradores de Paiçandu, Sarandi e Maringá. “O avanço da droga e da violência será maior em Paiçandu com o presos soltos durante o dia”, prevê.


Violência cresce
Ao circular pela cidade, o que mais se ouve entre os comerciantes, moradores e autoridades é o “estouro” da criminalidade em todos os níveis e em escala nunca antes vista. O presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Paiçandu, Sérgio Loni, confirma a tendência do avanço da violência e conta que mora no Jardim Bela Vista I, ao lado das unidades da Penitenciária Estadual de Maringá (PEM), do Centro de Detenção e da obra inacabada da Penitenciária de Regime Semiaberto de Maringá.

“Roubos, furtos e arrombamentos estão crescendo na região do presídio”, afirma Loni. Segundo ele, os moradores deixam de registrar queixas na polícia devido ao baixo efetivo policial. “Tem famílias de presos que se mudaram para cá e com elas vieram vários problemas sociais”, constata.

O presidente do conselho informa que há 1,3 mil detentos nas duas unidades prisionais em funcionamento. “Imagine mais 300 presos vagando durante o dia pelas ruas de Paiçandu”, questiona.

Loni observa que a cidade possui 47 mil habitantes e que as normas internacionais de segurança indicam, para cidades de pequeno porte, um policial para cada mil habitantes. “Nós temos 12 policiais e apenas três trabalham em regime de 24 horas”, destaca.

A defasagem de policiais é confirmada pelo responsável pelo Destacamento da Polícia Militar de Paiçandu, sargento Gilberto Felipe, que confirma o aumento de furtos e arrombamentos na região do presídio.

“Temos muitos casos de pessoas que foram furtadas, mas que não registraram ocorrência”, observa Felipe. Segundo ele, os dois policiais externos também cuidam de acidentes de trânsito. “Demora, às vezes, uma hora e meia para fazer uma ocorrência envolvendo veículos”, conta.

O militar pondera que a instalação do semiaberto poderia ocorrer na cidade, desde que houvesse contrapartidas, como o aumento do efetivo policial e mudança no sistema de policiamento. Fonte: O Diário, reportagem de Edson Pereira Filho

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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Aeroporto de Maringá abre concurso para contratar 24 profissionais

Serão admitidos 12 controladores de tráfego aéreo, seis técnicos em meteorologia, quatro operadores de estação aeronáutica e dois técnicos em informação aeronáutica

Os Terminais Aéreos Maringá - SBMG S/A, que administram o Aeroporto Silvio Name Junior, abriram na segunda-feira (28) as inscrições para um concurso público que prevê a contratação de 24 profissionais. Serão admitidos 12 controladores de tráfego aéreo, seis técnicos em meteorologia, quatro operadores de estação aeronáutica e dois técnicos em informação aeronáutica. As inscrições custam entre R$ 50 e R$60, conforme o cargo disputado, e terminam em 25 de outubro.

O candidato deve se inscrever pela internet, no site da Fundação de Apoio à Faculdade Estadual de Educação Ciências e Letras de Paranavaí (Fafipa), que organiza o concurso. Os salários são de R$ 2.008 (técnico em meteorologia, operador de estação aeronáutica e técnico em informação aeronáutica) e R$ 2.415 (controlador de tráfego aéreo). Em todos os casos, a carga horária é de 44 horas semanais.

As provas acontecem em 15 de novembro. Os locais e horários serão divulgados em breve, também no site da Fundação de Apoio à Fafipa. O resultado do concurso deve sair em 8 de dezembro. Para ter mais informações, acesse o site.

Outros concursos

Estão abertas também as inscrições para o concurso da Prefeitura de Maringá, que oferece 340 vagas; e da Câmara de Maringá, que contratará 21 funcionários efetivos. No primeiro caso, as incrições terminam em 12 de outubro e devem ser feitas pela internet. O edital completo está disponível no site da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Universidade Estadual de Londrina (Fauel).

A inscrição para o concurso da Câmara termina em 18 de outubro e pode ser feita pela internet, no site www.aocp.com.br; na Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim), na Rua Basílio Saltchuk, 388, no Centro, das 9h as 19h; e no Terminal Urbano, na avenida Tamandaré, 600, também no Centro. Fonte: Gazeta do Povo

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