Participe da comunidade do meu Blog

Mostrando postagens com marcador estados unidos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador estados unidos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de junho de 2012

Quase metade dos americanos rejeita a teoria da evolução

Pesquisa indica que 46% dos entrevistados acreditam que Deus criou o homem

A visão defendida pela teoria de Charles Darwin, e aceita pela maior parte da comunidade científica, ficou em terceiro lugar, com apenas 15% Quase metade dos americanos acreditam que Deus criou os humanos em sua forma atual há menos de 10.000 anos, informa uma pesquisa do instituto Gallup, divulgada pela rede CNN na última sexta-feira.

O levantamento indicou que 46% dos entrevistados rejeitam a teoria da evolução e adotam uma visão criacionista do mundo.

A segunda crença mais comum é a de uma evolução humana direcionada por Deus, com 32%. A visão defendida pela teoria de Charles Darwin, e aceita pela maior parte da comunidade científica, de que os humanos evoluíram sem intervenção divina ao longo de milhões de anos ficou em terceiro lugar, com apenas 15%.

O número de pessoas nos EUA que creem em uma visão bíblica da origem humana mudou pouco nos últimos trinta anos, quando o instituto começou a questionar os americanos sobre o tema.

Em 1982, 44% das pessoas eram criacionistas, um número dentro da margem de erro de quatro pontos percentuais da pesquisa.

Religião - Como era esperado, a religiosidade influencia diretamente na resposta do entrevistado.

Quase 70% daqueles que afirmaram frequentar a igreja toda semana são criacionistas, contra 25% dos que vão pouco ou nunca.

A filiação partidária também faz diferença na hora da resposta. Entre os republicanos, 60% acreditam no criacionismo, enquanto 41% dos democratas compartilham a mesma visão.

"Seria difícil discordar que a maioria dos cientistas acreditam que a espécie evoluiu ao longo de milhões de anos, e que relativamente poucos cientistas acreditam que os humanos surgiram em sua forma atual há apenas 10.000 anos, sem a ajuda da evolução", ponderou Frank Newport, responsável pelo levantamento.

"No entanto, quase metade dos americanos hoje têm uma crença contrária à maior parte da literatura científica", concluiu o pesquisador. Fonte: Exame.com

Leia mais >>

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Califórnia deve libertar 30 mil presos a mando da Suprema Corte

O Estado da Califórnia deve libertar mais de 30 mil presos num período de dois anos, anunciou nesta segunda-feira a Suprema Corta dos EUA, numa decisão polêmica tomada após horas de deliberação. A mais alta corte americana julgou que as penitenciárias californianas violam a Constituição devido à superlotação nas celas.

De acordo com o "New York Times" a sentença --decidida por apenas um voto-- ocorreu após os juízes terem tido acesso a fotografias que mostram os presos em condições consideradas desumanas.

2.fev.07/California Department of Corrections/Associated PressSuprema Corte julgou que as camas distribuídas em ginásios indicam uma condição desumana de superlotação

O juíz Anthony M. Kennedy disse que as imagens indicam um sistema carcerário que falhou em providenciar as condições mínimas necessárias a detentos com problemas mentais e de saúde graves e que cria "mortes e sofrimento desnecessários".

Já os magistrados Antonin Scalia e Samuel A. Alito Jr., que emitiram dois dos quatro votos contra a decisão, foram enfáticos ao argumentar que a medida prejudicará os cidadãos californianos.

Alito Jr. afirmou que "a maioria [da Suprema Corte] está jogando com a segurança do povo da Califórnia".

Segundo o "Times", os juízes a favor da decisão argumentam que a taxa de suicídio nas prisões do Estado são 80% maiores do que a da média nacional americana.

A resolução da Suprema Corte delega ao Estado a função de escolher os meios para reduzir a superlotação --incluindo a construção de mais prisões.

Kennedy deixou claro que o Estado tem até dois anos para implementar a decisão, e pode pedir mais tempo. No entanto, outros magistrados da Suprema Corte acreditam que a Califórnia, que enfrenta problemas financeiros, dificilmente conseguirá conter a crise de forma adequada.

SENTENÇA

"O limite da população carcerária estabelecido pela corte é necessário para remediar a violação dos direitos constitucionais dos prisioneiros", disse a máxima instância judicial americana, em uma sentença aprovada por 5 votos a 4.

"Devido ao não-cumprimento (das normas) nas novas construções, transferências foram do Estado e outros meios (...), o Estado terá que libertar um certo número de prisioneiros antes de cumprida a totalidade de sua sentença", determina o veredicto.

Há alguns anos teve início uma situação de superlotação no sistema prisional da Califórnia. Atualmente, há 148 mil detentos, alojados em 33 prisões projetadas para abrigar 88 mil pessoas, segundo dados do Estado. Fonte: Agências de Notícias via Folha Online

Leia mais >>

quinta-feira, 10 de março de 2011

Em meio a revolta árabe, Israel pede mais ajuda militar aos EUA

Israel quer que os Estados Unidos aumentem substancialmente a ajuda para manter sua "vantagem militar" em relação aos países árabes da região, em meio a uma onda de grandes mudanças e tentativas de retomar as negociações de paz com os palestinos.

"O tema da vantagem qualitativa de Israel no plano militar está se tornando primordial para nós, e acho que também para eles [os americanos]", afirmou o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, em entrevista ao "Wall Street Journal".

O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak; em meio a revoltas árabes, ele defende mais ajuda militar dos EUA. Foto: Spencer Platt/AFP

"Pode ser sensato [para os EUA] investirem mais US$ 20 bilhões para melhorar a segurança de Israel para a próxima geração", argumentou.

"Poderá ocorrer que, em casos extremos, nos vejamos obrigados a projetar nosso poder [ao exterior] ou, se for necessário, exercer [...] nosso direito à autodefesa em prol da estabilidade da região inteira", disse Barak.

Israel, que tem um acordo de cooperação estratégica com os EUA, considera-se uma "ilha estável de democracia" em um contexto regional "turbulento e imprevisível".

Desde 2007, Israel recebe dos EUA US$ 3 bilhões em ajuda anual, em virtude de um acordo entre os dois países vigente até 2017, que inclui um aumento de 25% da ajuda militar americana.

Segundo o jornal israelense "Israël Hayom", o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu repetiu na terça-feira que "com ou sem acordo de paz [com os palestinos], deveremos aumentar seriamente nosso orçamento de defesa para responder às ameaças tecnológicas, à mobilização de forças e ao aumento crescente de mísseis na região".

Netanyahu estimou que, em contrapartida a um acordo de paz, o Ocidente poderia conceder a Israel "um pacote especial de ajuda para sua defesa".

O primeiro-ministro não descartou a possibilidade de financiar esse aumento de recursos para a segurança com futuros royalties sobre as reservas de gás natural israelenses descobertas no Mediterrâneo.

O orçamento anual da Defesa de Israel chega aos US$ 13 bilhões, aproximadamente 7% do PIB. Fonte:France Presse, em Jerusalém

Leia mais >>

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Judeus e muçulmanos dos EUA têm reações diferentes a discurso de Obama

Organizações muçulmanas e judaicas dos Estados Unidos reagiram de forma diferente ao discurso que o presidente Barack Obama fez ontem no Cairo, no qual buscou uma aproximação com o mundo islâmico e reconheceu o sofrimento do povo palestino.

"O presidente estabeleceu um novo marco nas relações entre os Estados Unidos e a comunidade muçulmana", disse à Agência Efe Salam al-Marayati, diretor-executivo do Conselho Muçulmano de Assuntos Públicos (MPAC, na sigla em inglês).

Na opinião de Marayati, o discurso foi "equilibrado" porque anunciou uma mudança na política americana e, ao mesmo tempo, pediu a reforma no mundo muçulmano, ao apelar para que os Governos islâmicos reconheçam direitos básicos de seus cidadãos, inclusive os da mulher.


Por sua vez, o Comitê Antidiscriminação Árabe-Americano (ADC, em inglês) disse que, em seu discurso, Obama reconheceu o valor da civilização islâmica, o que ajuda a eliminar estereótipos equivocados sobre os árabes e os muçulmanos.

Já o Comitê de Assuntos Públicos Americano-Israelense (AIPAC, em inglês) evitou fazer críticas. A entidade apenas destacou que o presidente reiterou o vínculo entre os dois países e pressionou o Hamas a abandonar a violência.

No entanto, a Liga Antidifamação se disse "desanimada", porque o presidente "sentiu a necessidade de equilibrar o sofrimento dos judeus no genocídio com o dos palestinos em consequência das guerras árabes".

Por sua vez, Jennifer Laszlo Mizrahi, presidente do Projeto Israel, afirmou que Obama deveria ter esclarecido que os judeus deveriam voltar a Israel e que os refugiados palestinos têm de retornar a "uma pátria palestina", e não a suas antigas casas, localizadas onde hoje fica o Estado israelense.

Mizrahi também se disse "muito preocupada", porque Obama disse que o Irã tem a direito ter acesso a material nuclear com fins energéticos, embora haja o risco de estes caírem em mãos terroristas.
Fonte: EFE

Leia mais >>