Participe da comunidade do meu Blog

Mostrando postagens com marcador eua. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador eua. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Presbiteriana dos EUA pode se dividir após nomeação de pastores gays

Foto: pastor da PCUSA em campanha pró-homossexuais

Ao que parece, a PCUSA (Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos) está no processo de sofrer uma grande divisão. Um grande número de pastores e igrejas que durante 35 anos ficaram no lado contrário da tentativa de aprovarem pastores gays e pastoras lésbicas, casamento gay e outros pontos da agenda liberal, estão liderando uma saída em massa da denominação. Argumentam que não suportam mais esta discussão, ao presenciarem durante estas décadas a PCUSA minguar, perdendo membros aos milhares a cada ano.

A convocação para uma reunião dos evangélicos que ainda restam dentro da PCUSA foi feita no dia 02 de fevereiro. Vejam a convocação e as razões apresentadas aqui.

A reunião está marcada para os dias 25-27 de agosto de 2011, em Mineápolis. Na pauta está incluida a viabilidade da criação de uma nova igreja presbiteriana que adote o que eles chamam de “Um núcleo teológico claro e conciso ao qual iremos subscrever, dentro da clássica tradição Reformada, bíblica e evangélica, e um compromisso de viver de acordo com essas crenças, independentemente de pressões culturais”. Fonte: O Tempora via Creio

Leia mais >>

quinta-feira, 25 de março de 2010

“Nos EUA, vacinação teve de ser ampliada”

Heloísa Ihle Garcia Giamberardino, coordenadora do Serviço de Epidemiologia e Controle de Infecção do Hospital Pequeno Príncipe

A pediatra Heloísa Ihle Garcia Giamberardino, coordenadora do Serviço de Epidemiologia e Controle de Infecção do Hospital Pequeno Príncipe, defende que todas as crianças sejam vacinadas contra a gripe A (H1N1). Nos Estados Unidos, a segunda onda da doença mostrou-se mais severa do que registrada em 2009 e a vacinação teve de ser ampliada, ressalta a médica. Ela participou recentemente de um congresso da Sociedade Americana de Infectologia, nos Estados Unidos, onde observou que cuidados de higiene reduziram a incidência de meningite, diarreia e conjuntivite. Leia alguns trechos da entrevista.

Qual sua posição com relação à vacina?

Na nossa região, como foi muito afetada, com mais de 63 mil casos confirmados e cerca de 300 óbitos, sendo o estado que teve mais ca­sos, acho que nossa população teria de ser vacinada o máximo possível. A vacina deveria ser estendida.

Crianças com doenças crônicas podem receber a vacina?

Sim, isso está previso. Acho que não se deve perder essa oportunidade de tomar a vacina porque você nunca sabe como vai ser a manifestação da doença. Não tem como prever como será a nossa segunda onda da doença, se do mesmo grau ou menos grave.

O que foi verificado nos Estados Unidos?

Lá eles tiveram a primeira onda mais tranquila. Na segunda onda tiveram muitos mais casos e óbitos. Nós precisamos estar muito bem preparados. Precisamos estar com todas as nossas formas de combate: vacina no sistema público e privado de saúde e acesso facilitado ao Oseltamivir (Tamiflu).

Como foi a vacinação nos Estados Unidos?

Por causa do número de casos que tiveram e da gravidade da doença, eles ampliaram a vacinação. No começo fizeram para os grupos prioritários. Depois reviram as regras e a vacina foi disponibilizada para todas as faixas etárias.

As crianças em idade escolar não vão receber a vacina. O cuidado na escola tem de ser mais intenso?

Sim. Independentemente de serem ou não vacinadas, acho que o hábito de higiene deve ser perpetuado na rotina. Se tiver boa higiene, vamos conseguir prevenir não só a gripe, mas outras infecções tanto bacterianas quanto virais (diarreia e conjuntivite). Até chegamos a perceber redução nos casos de meningite. Vários trabalhos mostram redução de taxas de infecção com maior adesão à higiene das mãos.

Qual o papel da escola no enfrentamento da gripe A?

Percebemos como foi importante trabalhar em conjunto com as escolas no ano passado. Você atinge muitas crianças no mesmo momento e, indiretamente, as famílias. Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Bruna Maestri Walter

Leia mais >>

domingo, 21 de março de 2010

Obama garante que reforma da saúde não dará recursos para aborto

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou neste domingo planos para emitir uma ordem executiva garantindo que a reforma do sistema de saúde, em discussão na Câmara dos Representantes, não vai alterar as restrições federais para verbas para a realização de abortos.

O diretor de comunicações da Casa Branca, Dan Pfeiffer, disse que esta ordem prevê salvaguardas para garantir a atual situação das verbas federais para aborto. A atual política federal de longo prazo sobre o aborto impede que verbas da Casa Branca sejam usadas para a realização de abortos, exceto em casos de estupro, incesto e quando a vida da mãe está em perigo.

Com isso, estaria garantido que as beneficiárias da reforma do sistema de saúde não utilizariam os planos de saúde para procedimentos médicos abortivos.

A decisão de Obama tem como objetivo convencer deputados democratas a votar a favor da reforma da saúde, que está em processo de votação no Capitólio. Muitos deles são antiaborto, e temiam que a nova lei abrisse uma brecha para a realização dos abortos com recursos federais.

O anúncio teve resultado imediato: o congressista Bart Stupak, líder de um grupo de congressistas democratas católicos, anunciou que apoiará a medida. O grupo que ele comanda estava reticente em apoiar a reforma. Sem o voto desse grupo, seria difícil que os democratas obtivessem os 216 votos que precisariam para aprovar a reforma.

Votação

Após uma série de debates, os deputados americanos estão votando no texto-base da reforma da saúde. Caso seja aprovada, a reforma considerada prioritária pelo governo de Barack Obama, seguirá direto para sanção presidencial.

Os democratas precisam de 216 dos 431 votos da Câmara para garantir a aprovação da reforma.

Os republicanos, 178 no total, dizem que não vão apoiar o projeto de lei. Os líderes democratas trabalham há semanas com seus correligionários mais conservadores, inclusive cerca de dez antiaborto. Segundo estimativa do jornal "Washington Post", os democratas estão divididos entre 198 "sim", 31 "não" e 24 indecisos.

Vários democratas do alto escalão foram à imprensa americana neste domingo para garantir que terão votos suficientes para a aprovação da reforma no sistema de saúde.

A batalha política sobre a reforma da Saúde tem consumido o Congresso há mais de nove meses, reduzindo a aprovação de Obama e deixando preocupados os deputados democratas que enfrentam reeleição em novembro.

Neste domingo, os congressistas votarão dois projetos de lei diferentes após duas horas de debate. Um é o que foi aprovado pelo Senado em dezembro, e que, se receber o sinal verde da câmara, vai levado para que Obama o sancione. O segundo introduz uma série de emendas no primeiro. Se este for aprovado, passará para o Senado, que, segundo o acordo fechado pelos democratas, o aprovará sem mudanças e ainda ao longo desta semana.

A reforma, na qual Obama apostou grande capital político, pretende ampliar a cobertura dos serviços de Saúde para 32 milhões de norte-americanos sem convênio médico e coibir práticas como a recusa de cobertura para as pessoas com condições médicas preexistentes.

O programa ainda prevê que todos os norte-americanos tenham acesso a convênios médicos, mas vai oferecer subsídios para ajudar trabalhadores de baixa renda a pagarem por eles. Também vai estabelecer regras que possibilitem indivíduos e grupos trocarem e compararem planos de saúde. Fonte: Folha Online com agências internacionais.

Leia mais >>

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Primeira prisão cristã planejada para os EUA

A ideia inédita, e de inspiração evangélica, partiu de Bill Robinson, um ex-presidiário que se tornou pastor depois de se converter ao Cristianismo evangélico.

Já existem várias prisões privadas nos Estados Unidos, que recebem fundos do Governo por cada recluso que acolhem, mas nenhuma é de inspiração estritamente religiosa. O plano de Robinson tem ainda de passar por vários obstáculos burocráticos e políticos, mas já conta com o apoio das autoridades locais e com um aval inicial do Departamento de Correcções, que gere o sistema prisional.

A andar para a frente, a prisão projectada por Robinson teria uma equipe profissional composta exclusivamente por cristãos evangélicos e uma orientação cristã virada para a reintegração. Os reclusos, todos voluntários perto do fim das suas sentenças, poderiam trabalhar, ganhar ordenados e estudar numa universidade cristã que já concordou estabelecer um pólo na prisão.

O dinheiro que os reclusos ganhariam serviria para sustentar as suas famílias no exterior e pagar compensações às vítimas dos crimes praticados. Um certo valor seria posto de lado para ajudar o recluso a reiniciar a sua vida quando sair em liberdade.

Há ainda dúvidas quanto à constitucionalidade do projecto, mas caso seja levantada essa questão a American Center for Law and Justice, um grande escritório de advogados de inspiração cristã, já se ofereceu para defender os planos a custo zero.
Fonte: Rádio Renascença

Leia mais >>

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Chanceler colombiano defende que Unasul discuta acordo militar entre Brasil e França

O ministro das Relações Exteriores da Colômbia, Jaime Bermúdez, disse nesta quarta-feira em Brasília que os países da Unasul (União de Nações Sul-americanas) devem ir além do acordo militar entre Colômbia e Estados Unidos e discutir também o terrorismo e o recente acordo do Brasil com a França para a compra de equipamento militar.

O Conselho de Defesa do organismo vai se reunir no próximo dia 15 em Quito, em um encontro convocado fundamentalmente para discutir os detalhes do acordo que está sendo negociado entre a Colômbia e os EUA para o uso de sete bases colombianas por militares americanos, conforme decidido na cúpula de chefes de Estado realizada em Bariloche em 28 de agosto.


Mas os colombianos insistem que a questão das guerrilhas, do terrorismo, do narcotráfico e os acordos militares de todos os países da região com terceiros sejam alvo das discussões.

"A Colômbia acredita que é muito importante que nesse cenário da Unasul sejam discutidos todos os temas de interesse regional, como a presença de grupos terroristas ou os acordos de cooperação e de compra de armas de países alheios à região", declarou Bermúdez após uma reunião com o ministro da Defesa Nelson Jobim. "Conversamos sobre o tema [da reunião do Conselho de Defesa] com o ministro Jobim, e seguramente seguiremos falando sobre o assunto, apesar de que o cenário fundamental da visita era a interlocução bilateral".

O ministro disse que os "únicos inimigos" da Colômbia são o narcotráfico e o terrorismo e disse que é necessária a cooperação efetiva de toda a comunidade internacional para derrotá-los.

A posição do ministro é a mesma adotada pelo presidente colombiano, Álvaro Uribe, durante a cúpula de Bariloche, de dividir com os países vizinhos a responsabilidade de combater as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e atribuir ao seu isolamento a necessidade de buscar ajuda fora da região. A Colômbia também defende que os todos os acordos de cooperação militar sejam discutidos, não apenas os seus.

O ministro colombiano citou os acordos alcançados pelo Brasil com a França para a fabricação conjunta e a compra de cinco submarinos, um deles de propulsão nuclear, e 50 helicópteros de transporte.

"A Colômbia respeita muito as decisões que podem ser tomadas em cada país", mas "qualquer consideração sobre esse tema pode ser discutida dentro da Unasul", apontou.

Anteriormente, o governo colombiano havia pedido a discussão dos acordos de compra de armas russas pela Venezuela.

Bermúdez declinou de comentar as críticas recorrentes do presidente venezuelano, Hugo Chávez, aos acordos entre Colômbia e EUA.

Além de se reunir com Jobim, Bermúdez tinha prevista uma reunião com o ministro de Assuntos Estratégicos, Daniel Barcelos Vargas, e um jantar com o chanceler Celso Amorim. Fonte: Folha Online Com Efe e France Presse

Leia mais >>

sábado, 30 de maio de 2009

Caças enviados pelos EUA para reforçar presença no Pacífico chegam ao Japão

Após o segundo teste atômico realizado esta semana pela Coreia do Norte, os Estados Unidos decidiram reforçar sua presença no Pacífico com o envio de 12 caças F-22 Raptors ao Japão.

Aviões caça Force F-22 Raptor, enviados pelos Estados Unidos para reforçar presença no Pacífico, chegam à base japonesa

Os aviões militares, que decolaram do Estado da Virgínia, chegaram neste neste sábado (30) à base aérea de Kadena, localizada na província japonesa de Okinawa.

De acordo com fontes do Departamento de Defesa, os aviões fazem parte dos dois esquadrões que a Força Aérea americana montou nos últimos quatro meses com objetivo de reforçar a segurança no Pacífico Ocidental.

O envio dos aviões acontece no mesmo dia em que o secretário de Defesa americano, Robert Gates, afirmou que Estados Unidos responderão "rapidamente" se as ambições nucleares da Coreia do Norte ameaçarem o país ou seus aliados na Ásia. A declaração foi feita em Cingapura, durante uma conferência sobre segurança.

"Não ficaremos parados enquanto a Coreia do Norte desenvolve capacidade para semear a destruição", disse Gates.

"A política dos Estados Unidos não mudou. Nosso objetivo é a desnuclearização completa e inquestionável da península coreana, e nós não vamos aceitar que a Coreia do Norte seja um Estado nuclearizado", afirmou.

No mesmo dia, Gates, ao lado de autoridades da Coreia do Sul e do Japão, firmou uma via multilateral para conter a ameaça das ambições nucleares da Coreia do Norte.

"Se a Coreia do Norte pensa que desta vez vai ser recompensada por seus erros, está completamente enganada", afirmou o secretário de Defesa sul-coreado Lee Sang-hee.

A advertência de Gates e o acordo entre os três países aconteceu após um jornal sul-coreano informar que a Coreia do Norte prepara-se para levar um míssil balístico intercontinental de uma fábrica perto de Pyongyang para uma base de lançamento na costa leste do país.

O jornal citou uma fonte anônima em Washington. Mais cedo, o governo do ditador Kim Jong-il já havia lançado um foguete de curto alcance, no sexto lançamento feito só nesta semana.

A fábrica ao norte da capital norte-coreana é a mesma onde foi fabricado o foguete de longo alcance Taepodong-2, que a Coreia do Norte lançou em 5 de abril, em descumprimento a uma resolução do Conselho de Segurança (CS) das Nações Unidas.

Fonte: Folha Online com Reuters, Associated Press e Efe

Leia mais >>