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terça-feira, 12 de julho de 2011

Câmara dará posse a deputados barrados pela ficha limpa

Posse depende do afastamento de deputados que serão substituídos.
Serão empossados 4 novos parlamentares de AP, GO, MT e SC.

Quatro deputados que foram barrados pela Lei da Ficha Limpa, tomarão posse nos próximos dias na Câmara. Janete Capiberibe (PSB-AP), João Pizzolatti (PP-SC), Magda Mofatto (PTB-GO) e Nilson Leitão (PSDB-MT) serão formalmente empossados assim que for publicado o afastamento dos parlamentares que serão substituídos.

Segundo a assessoria da Câmara, deixam os mandatos, respectivamente, os deputados Professora Marcivânia (PT-AP), Odair Zonta (PP-SC), Delegado Waldir (PSDB-GO) e Ságuas Moraes (PT-MT).

Em março deste ano, depois da posse dos parlamentares, o Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que a ficha limpa não valeu para as eleições de 2010. Com isso, a Justiça Eleitoral começou a fazer uma nova contagem dos votos.

Os candidatos que, mesmo barrados, obtiveram votos suficientes para serem eleitos e que recorreram à Justiça contra a ficha limpa poderão assumir os cargos.

A Mesa Diretora da Câmara informa que o processo de substituição dos deputados empossados em janeiro pelos que foram barrados pela ficha limpa depende do trabalho da Justiça Eleitoral.

Após a recontagem dos votos, os tribunais regionais eleitorais informam à Câmara eventuais mudanças na lista de parlamentares do estado. Esse processo não tem um prazo para acontecer, porque depende de decisões da Justiça sobre os recursos dos políticos contra a ficha limpa.

Não há data definida para a posse que ocorrerá de forma sumária, sem direito a defesa dos parlamentares que deixarão os cargos. A cerimônia de posse será realizada no plenário da Casa, durante uma sessão, na qual os novos deputados farão um juramento à sociedade. Fonte: G1.com, reportagem de Débora Santos

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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Câmara dos Deputados presta homenagem as igrejas evangélicas da Assembleia de Deus no Brasil

A Câmara dos Deputados em sessão especial nesta terça-feira (13), às 10h, prestou homenagem as Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Brasil, por ocasião dos cem anos de fundação da denominação no Brasil que será comemorado no dia 18 de junho. A celebração do centenário das Assembleias de Deus no Brasil em sessão solene ocorreu por iniciativa dos deputados federais João Campos (PSDB-GO), Ronaldo Nogueira (PTB-RS) e Paulo Freire (SP) membros das Assembleias de Deus.

A sessão especial em comemoração ao centenário das Assembleias de Deus no Brasil durou cerca de três horas e teve a presidência dos deputados federais autores do requerimento para a sessão solene deputados Ronaldo Nogueira (PTB-RS), Paulo Freire (SP) e João Campos (PSDB-GO) que representou também a Frente Parlamentar Evangélica que agrega 74 deputados federais e 4 senadores, a mesa foi composta pelo Bispo Manoel Ferreira, presidente da CONAMAD - Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil Ministério Madureira; pastor Samuel Câmara, presidente da Assembleia de Deus em Belém, considerada a igreja mãe; pastor José Welington Bezerra da Costa, presidente da CGADB – Convenção Geral das Igrejas Assembleias de Deus no Brasil; deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ) representando a bancada feminina.

A solenidade contou com a participação musical da banda da Polícia Militar do Distrito Federal tocou o Hino Nacional Brasileiro na abertura da sessão solene, apresentação do Coral das Assembleias de Deus que entoou os hinos Pensamento e "História das Assembleias de Deus", de autoria de Guiomar Victor e da cantora e deputada federal Lauriete que cantou o hino “Canta Minha Alma”.

Vários deputados fizeram uso da palavra dando os seus testemunhos do trabalho relevante que a Igreja Assembleia de Deus vem prestando a sociedade brasileira, entre eles os deputados: os assembleianos João Campos (PSDB-GO), Ronaldo Nogueira (PTB-RS), Paulo Freire (SP), Pastor Eurico (PSB-PE), Marcos Feliciano (PSC-SP), Cantora Lauriete (PSC-ES), Fernando Francischini (PSDB-PR), Anderson Ferreira (PR-PE), Hidekazu Takayama (PSC-PR), Fátima Pelaes (PMDB-AP), Felipe (PSC-RJ), José Stedile (PSB-RS), Oziel Oliveira (PTB-BA), Heleno Silva (PRB-SE), o presbiteriano Anthony Garotinho (PR-RJ), Roberto de Lucena (PV-SP) membro da Igreja O Brasil para Cristo e vice-presidente da Frente Parlamentar da Família, Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) e o senador Magno Malta (PR-ES).

A cerimônia contou com a presença de pastores presidentes de várias cidades no Brasil, tais como: Sóstenes Apolo (Brasília), Ronaldo Fonseca (Itaguatinga), Egmar Tavares (Gama-DF), Robson Brito (Maringá), Silas Farias (Ferraz de Vasconcelos-SP), suplente do senador João Ribeiro e o pastor Wilton Gomes, de Palmeirópolis, além de vários deputados estaduais e vereadores de todos os estados brasileiros.
A presença marcante foi a de dois netos do missionário Daniel Berg, fundador das Assembleias de Deus no Brasil, Ann Sophie Schill e Peter Berg ambos oriundos de Estocolmo na Suécia.

No encerramento usaram da palavra no plenário da Câmara os pastores Bispo Manoel Ferreira, presidente da CONAMAD, José Welington Bezerra da Costa, presidente da CGADB e Samuel Câmara, presidente da AD em Belém do Pará, igreja considerada mãe por ter sido lá que a Assembleia de Deus foi fundada.

A Assembleia de Deus foi fundada no Brasil pelos jovens missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren oriundos dos Estados Unidos com apenas noventa dólares no bolso, sem falar o português, mas com muita vontade de trazer a mensagem pentecostal do evangelho de Jesus Cristo ao povo brasileiro. Os missionários aportaram no cais do porto da cidade de Belém no Pará onde na residência do casal Henrique e Celina de Albuquerque por 2 anos congregaram sob o nome de Missão de Fé Apostólica e após 7 anos fundaram a primeira congregação já com o nome de Igreja Assembleia de Deus no Brasil. Atualmente as Assembleias de Deus no Brasil tem cerca de 13 milhões de membros e esta presente em 176 países contando com cerca de 60 milhões de fiéis.
Coral da Assembleia de Deus de Brasília
Pastor Robson Brito e Luciano Brito no plenário da Câmara dos Deputados
Pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da CGADB e Luciano Brito
Bispo Manoel Ferreira - Presidente da CONAMAD e Luciano Brito
Deputada Federal Benedita da Silva (PT-RJ) e Luciano Brito
Netos do missíonário Daniel Berg: Ann Sophie, Luciano Brito e Peter Berg
Luciano Brito e Pastor Samuel Camara da AD em Belém do Pará
Luciano Brito e pastor e deputado Ronaldo Fonseca de Brasília
Luciano Brito e Delegado da Polícia Federal, Deputado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP)
Pr Robson Brito (AD-Maringá), Pr Silas Farias (Ferraz de Vasconcelos -SP), Luciano Brito e Pastor e Deputado Eurico(PSB-PE)
Cantora e Deputada Federal Lauriete (PSC-ES) e Luciano Brito

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Parlamentares destacam função social da Assembleia de Deus

A história e a função social da igreja evangélica Assembleia de Deus foram ressaltadas por parlamentares de diversos partidos ontem na Câmara. Em sessão solene que homenageou os cem anos de fundação da congregação, os deputados Paulo Freire (PR-SP), Ronaldo Nogueira (PTB-RS) e João Campos (PSDB-GO), entre outros, destacaram principalmente a participação da igreja na vida política do País e os trabalhos sociais realizados pelos assembleianos.

A Assembleia de Deus surgiu no Brasil em 18 de junho de 1911, por iniciativa dos missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren. Vindos dos Estados Unidos, eles haviam aportado em Belém (PA) no ano anterior, com a missão de pregar o Evangelho em uma terra distante. De Belém, a igreja se difundiu por todo o País. Hoje a instituição conta com cerca de 200 mil templos em todos os estados e aproximadamente 20 milhões de seguidores, segundo dados citados na sessão por Paulo Freire.

“Esses cem anos são dignos de uma epopeia. Os pastores suecos lançaram em nossas terras a crença de que, com fé e trabalho, é possível ver a determinação de Deus dia após dia. Houve perseguição política e religiosa implacável, mas os fundadores jamais desanimaram”, observou.

Em relação à participação da igreja na vida política do País, o deputado João Campos afirmou que o segmento evangélico contribui com a Nação ao se fazer representar na Câmara e no Senado. “A igreja presta colaboração de interesse público para este País. Temos anunciado a boa nova em todos os lugares”, disse Campos. Para Paulo Freire, essa participação se justifica em razão da necessidade que todos os segmentos sociais têm de se fazer ouvir pelos Poderes.

Trabalhos sociais - Entre os trabalhos sociais executados pela Assembleia de Deus, Paulo Freire destacou a reabilitação de usuários de drogas e a inserção de jovens no mercado de trabalho. Já Ronaldo Nogueira citou a existência, em Porto Alegre (RS), de clínica de atendimento a crianças soropositivas, de asilo e de casa de acolhimento de dependentes químicos, todos ligados à igreja. “A assembleia chega a cidadãos que não seriam alcançados pelas políticas públicas de Estado”, disse Nogueira.

Os parlamentares lembraram ainda o uso que a Assembleia de Deus faz dos meios de comunicação para divulgar sua doutrina. Zequinha Marinho (PSC-PA), no entanto, observou que, apesar dessa facilidade, a igreja convive hoje com desafios relacionados às drogas e à criminalidade crescente. Os desafios, segundo o presidente da Convenção das Assembleias de Deus no Brasil, pastor Jose Wellington da Costa, estendem-se ao Parlamento. Ele pediu aos deputados que não aprovem propostas que, segundo ele, trariam contrariedades ao País, como a institucionalização da prostituição como profissão e o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Fonte: Jornal da Camara

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Magno Malta exalta os 100 anos da Assembleia de Deus

Luciano Brito e Senador Magno Malta
O senador Magno Malta (PR-ES) registrou em Plenário nesta quarta-feira (14) a homenagem feita mais cedo pela Câmara dos Deputados aos 100 anos das igrejas Assembleia de Deus. O Senado realizou sessão de homenagem semelhante na segunda (13).

- A Assembleia de Deus, a exemplo de outras confissões de fé, é formada de “ex” alguma coisa, e a pregação do Evangelho fez com que a Assembleia de Deus fosse uma agência do reino de Deus muito grande e forte neste País, formada de ex-drogados, sofridos, mutilados, bêbados, prostitutas, famílias destruídas, gente degradada, desgraçada, que conheceu a vida pela via maravilhosa do Evangelho, pregado pela Assembleia de Deus, com base nas páginas da Escritura sagrada – disse o senador.

Magno Malta sugeriu que seja feito um estudo sociológico sobre a contribuição dada pela Assembleia de Deus ao país. Ele disse que a igreja promove a igualdade ao permitir que, por exemplo, um gari ou pedreiro seja pastor, vestido de uma maneira que antes era exclusiva de “juiz, médico, advogado e gerente de banco”.

- Esse respeito que a Constituição nos dá, de igualdade, penso que a Assembleia de Deus fez na prática. E penso que os intelectuais e os sociólogos deveriam estudar essa questão – defendeu.

O senador encerrou sugerindo que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em vez de defender a descriminalização das drogas, estude a contribuição sociológica da Assembleia de Deus. Fonte: Agência Senado

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quinta-feira, 17 de junho de 2010

PEC 300 - Policiais civis e militares protestaram na Câmara dos Deputados


Policiais civis e militares fizeram ontem um protesto, na Câmara dos Deputados, em Brasília. Eles pressionam os parlamentares para conseguir a implantação de um piso nacional para a categoria. Fonte: UOL Notícias

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