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domingo, 3 de abril de 2011

Após queima de Corão, pastor culpa muçulmanos por violência

Terry Jones, o pastor de uma igreja na Flórida onde se queimou o Corão, declarou neste sábado que não se sente responsável pelos violentos protestos dos muçulmanos no Afeganistão.

Protesto contra queima de Corão mata 9 no Afeganistão

"Não nos sentimos responsáveis", disse Jones à emissora First Coast News da Flórida, acrescentando que "os muçulmanos e os extremistas do Islã usaram isso como uma desculpa".

"Se não nos tivessem como desculpa, usariam outra", declarou.

No total, nove manifestantes morreram neste sábado na conflituosa cidade de Kandahar, no sul do Afeganistão, durante a segunda jornada de protestos no país pela queima de um exemplar do Corão em 20 de março na igreja Dove World Outreach Center, em Gainesville, pelas mãos do pastor Wayne Sapp.

No primeiro dia de protestos, sete funcionários das Nações Unidas e quatro civis morreram durante o ataque contra a sede do organismo em Mazar-e-Sharif.

Na sexta-feira, em comunicado, Jones qualificou o ataque contra os escritórios das Nações Unidas no Afeganistão como um ato "trágico e criminoso".

"O governo dos EUA e a própria ONU devem tomar uma atitude imediatamente", acrescentou o pastor, que também lidera o grupo Stand Up América Now, crítico à religião muçulmana.

"Devemos exigir contas a estes países e pessoas pelo que fizeram e por qualquer desculpa que possam usar para promover suas atividades terroristas", disse Jones, quem ressaltou que o islamismo "não é uma religião de paz". Fonte: Folha Online via EFE

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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Agentes são recebidos por Secretária de Justiça

Um grupo de agentes penitenciários foi recebido no final da manhã de ontem pela secretária da Justiça e da Cidadania do Estado do Paraná, Maria Tereza Uille Gomes, para discutir medidas para melhorar a segurança da categoria e a regulamentação do porte de arma pelos agentes. O encontro aconteceu depois que cerca de 500 agentes penitenciários da Grande Curitiba realizaram, de manhã, uma manifestação "silenciosa" como forma de protesto contra a morte de um colega, na última terça-feira.

Segundo o sindicato que represneta a categoria, os agentes paralisaram as atividades consideradas não essenciais dentro dos presídios, como acompanhamento de visitas e banho de sol dos presos em todas as cadeias da região, e mantendo a alimentação dos presos e guarnição. O agente Carlos Alberto Pereira, de 52 anos, foi morto na terça-feira quando pintava o portão de sua casa, em Curitiba. Um homem disparou três tiros contra o agente, que foi atingido duas vezes na cabeça e uma no tórax.

A reunião com Maria Tereza começou no meio da manhã e levou mais de três horas.

"Queremos urgentemente a regulamentação do porte de arma e a profissionalização da administração penitenciária, com a ocupação dos cargos de direção de unidade penal por agentes penitenciários de carreira", afirmou o presidente do sindicato, José Roberto Neves. a secretária prometeu estudar as reivindicações. De tarde os agentes retomaram as atividades normalmente em toda as unidades penais.Fonte: Jornal do Paraná/Redação Bem Paraná com Agência Estado

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Nova morte faz agentes pedirem uso de armas

Protesto de agentes penitenciários durante o enterro de Pereira: oitava morte em dois anos levou profissionais a pedirem o uso de armas fora do horário de serviço - Foto:Hugo Harada/Gazeta do Povo

Carlos Alberto Pereira foi assassinado a tiros na frente de casa, no bairro Fazendinha. Foi o oitavo crime em dois anos

Agentes penitenciários que acompanharam o enterro do colega de trabalho Carlos Alberto Pereira, 52 anos, assassinado a tiros na tarde de terça-feira em Curitiba, fizeram uma manifestação na tarde ontem, pedindo a liberação do uso de armas de fogo pela categoria. Carregando faixas e cartazes, cerca de 50 agentes que estiveram no velório fecharam por cinco minutos a Rua João Bettega, nas imediações do cemitério Jardim da Saudade, onde o corpo foi enterrado. “Agentes Peni­­tenciários: categoria unida por mais segurança para os trabalhadores”, dizia uma das faixas.

De acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sin­­darspen), Antony Johnson, oito agentes foram assassinados no estado nos últimos dois anos. A morte de Pereira foi a primeira do ano. “As ameaças que sofremos diariamente no interior das unidades penais estão se realizando. Precisamos de apoio, precisamos do porte de arma. Não queremos usá-las dentro das penitenciárias, mas fora, para se defender”, diz.

Segundo o agente penitenciário Clayton Auwerter, o porte de arma para agentes é regulamentado pela Lei Federal n.º 10.826/03. Entretanto, no Paraná, um projeto de lei que propunha o porte, aprovado na Assembleia, foi vetado pelo então governador Roberto Requião, em 2008. “O crime extrapolou as paredes das penitenciárias. Se os agentes mortos estivessem armados, provavelmente estariam aqui”, afirma. “Não estamos afirmando que o porte vai resolver os problemas, mas o criminoso, quando souber que estamos armados, vai pensar duas vezes antes de nos atacar.”

Para que os agentes pudessem comparecer ao sepultamento do colega, as unidades de regime fechado de Curitiba e região metropolitana operaram em ritmo diferenciado ontem, segundo o vice-presidente do sindicato. De acordo com ele, os presos não teriam banho de sol e as unidades não fariam atendimento externo.

Investigações

Pereira foi assassinado na frente de casa, no bairro Fazendinha. Ele já havia sido chefe de segurança do antigo presídio do Ahú e atualmente trabalhava na Casa de Custódia de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.

Para a polícia, a principal hipótese é de que o assassinato de Pereira esteja relacionado à atuação dele como agente. De acordo com a Delegacia de Homicídios, Pereira estava de férias e pintava o portão da residência quando foi surpreendido por um homem encapuzado que abriu fogo. O agente foi atingido por dois tiros na cabeça e um no tórax e morreu no local. No carro dele, que estava estacionado na garagem, também havia sinais de disparos.

“Não resta dúvida de que se trata de uma execução. Pelas circunstâncias, de imediato, relacionamos o crime com a atividade profissional da vítima. Esta é a principal hipótese”, disse o superintendente da Delegacia de Homicídios, José Carlos Machado.

Familiares da vítima disseram à polícia que Pereira nunca revelou ter recebido ameaças, nem comentou algo que pudesse justificar o crime. “Além de ouvir familiares, procuramos pessoas que possam ter visto elementos que nos ajudem a entender a dinâmica deste homicídio”, disse Ma­­chado.

Segundo informações repassadas à polícia, o autor do crime teria estacionado um carro de cor escura próximo à casa de Pereira. O assassino teria caminhado até o local onde a vítima estava, efetuado os disparos e retornado ao veículo para fugir. “Fizemos buscas por câmeras de segurança que pudessem ter captado os movimentos deste carro, mas não encontramos”, disse o superintendente. Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Gabriel Azevedo e Felipe Anníbal

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quinta-feira, 17 de junho de 2010

PEC 300 - Policiais civis e militares protestaram na Câmara dos Deputados


Policiais civis e militares fizeram ontem um protesto, na Câmara dos Deputados, em Brasília. Eles pressionam os parlamentares para conseguir a implantação de um piso nacional para a categoria. Fonte: UOL Notícias

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sábado, 15 de maio de 2010

Agentes penitenciários do PCE fazem manifestação durante quatro horas

Protesto é contra a redução do número de policiais militares que fazem a segurança do presídio

Agentes penitenciários fizeram uma movimentação em frente à Penitenciária Central do Estado (PCE), em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba na manhã deste sábado (15), pedindo uma posição das autoridades estaduais sobre a possível redução do número de policiais militares que fazem a segurança do presídio. Os agentes ameaçam não entrar na PCE para trabalhar caso a diminuição do efetivo policial aconteça. Uma nova reunião entre representantes dos agentes e poder público foi marcada para segunda-feira (16). A manifestação deste sábado começou por volta das 8h30, hora de mudança de turno dos agentes, e terminou por volta do meio-dia.

Os agentes penitenciários reclamam da falta de segurança que a redução do número de policiais provoca. Um agente, que não quis se identificar, informou que com menos policiais o clima de insegurança é constante dentro do presídio. "Nós trabalhamos movimentando mais de 400 presos por dia. Aqui ainda existe uma horta onde os presos trabalham com enxadas, pás e outras ferramentas perigosas. A gente teme pela própria vida e dos colegas", disse o agente. Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Thiago André Costa

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terça-feira, 30 de março de 2010

Agentes penitenciários fazem passeata para protestar contra reajuste

Durante a tarde os manifestantes irão doar sangue no Hemepar, para chamar a atenção ao movimento

Cerca de 100 agentes penitenciários do estado participaram de uma passeata na manhã desta terça-feira (30) pelo calçadão da Rua XV, no Centro de Curitiba. Eles reivindicam um reajuste nas gratificações recebidas pelos trabalhadores da categoria. A Secretaria Estadual de Administração e Previdência (Seap) teria garantido um reajuste de 14,89% nas gratificações recebidas pelos agentes. Os valores destes adicionais estariam congelados desde 2006.

“Fizemos um ato público em repúdio aos 14,89% de reajuste”, afirmou Clayton Auwerter, presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Paraná (Sindarspen). Durante a tarde desta terça os manifestantes prometem ir até o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar) para fazer doações de sangue para chamar a atenção ao movimento. “Será uma ação social junto com o ato público”, disse Auwerter. A doação deve ocorrer por volta das 14h.

A passeata da manhã desta terça saiu da Praça Santos Andrade e foi até a Praça Rui Barbosa. Os manifestantes usaram apitos e faixas para chamar a atenção das pessoas que passavam pela Rua XV.

Na quarta (31) e na quinta-feira (1.º), os agentes prometem se concentrar em frente ao Palácio das Araucárias, sede do governo estadual. O objetivo é solicitar uma audiência com Orlando Pessuti (PMDB), que assume o cargo de governador no primeiro dia do mês de abril.

De acordo com nota enviada pela assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Administração e Previdência (Seap), este é o quarto ano consecutivo que o governo estadual aplica reajuste ao funcionalismo estadual. Neste ano, o reajuste será de 5%, conforme projeto de lei do governador Roberto Requião (PMDB) já aprovado pela Assembleia Legislativa. Sobre possíveis negociações com os agentes, o texto da Seap afirma que o governo “mantém constante e franco diálogo com os sindicatos que representam o funcionalismo”. Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Adriano Kotsan

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Moradores fazem protesto em frente à prefeitura para pedir asfalto

Dezenas de moradores proveram um apitaço e empunharam cartazes para protestar contra a falta de asfalto nos bairros de Sarandi

Moradores do Jardim independência III e do Parque Alvamar II foram até a frente da Prefeitura de Sarandi para protestar contra a falta de asfalto nas ruas dos bairros. Os manifestantes se aglomeraram no Paço Municipal na tarde desta quinta-feira (12) e pediram a presença do prefeito com apitos e cartazes. A prefeitura não tem prazo definido para começar as obras nos bairros.

De acordo o prefeito Milton Martin, ainda falta a abertura de licitação para que as obras de asfaltamento tenham início. A previsão inicial é de que a colocação do asfalto comece só em março do próximo ano. “Só dependemos da documentação para que o governo possa abrir a licitação e começarmos as obras”, explicou Martini.

Com as chuvas dos últimos meses, a situação das ruas dos bairros piorou. Erosões e enormes buracos estão por toda a parte. Veículos pequenos não conseguem passar. Em alguns pontos, nem mesmo os ônibus do transporte coletivo conseguem ter acesso. “Há 25 anos que moro lá e já era para ter uma solução”, disse Neusa Rocha. “Está muito difícil de passar por aqui”, lamentou a dona de casa Rosângela Almeida, que levava o o carrinho de bebê, com a criança, nos braços.Fonte:Gazeta do Povo

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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Reportagem Paraná no Ar - 14/10/2009 - Protesto Agentes Penitenciários do Paraná

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terça-feira, 25 de agosto de 2009

CIMEB e Associação evangélica publicam protesto em grandes jornais

Clique sobre a imagem para ampliar ou leia diretamente no site do CIMEB - Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil ou no site da Associação Vitória em Cristo que publicaram hoje um grande anúncio em alguns grandes jornais do país, como o Estado de S. Paulo e O Globo o texto abaixo

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