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terça-feira, 28 de abril de 2015
Atentado a agente penitenciário de São Joaquim de Bicas acende alerta Sistema de Minas Gerais
domingo, 30 de outubro de 2011
Após ataques, Jihad Islâmica se compromete com trégua com Israel
O movimento da Jihad Islâmica anunciou neste domingo que alcançou acordo de trégua com Israel, após 24 horas de ataques na faixa de Gaza e arredores, que tiraram a vida de nove de seus milicianos palestinos e um civil israelense.
"A Jihad Islâmica respondeu aos esforços de trégua, mas nos reservamos ao direito de responder a qualquer agressão. Criamos um balanço de horror com o inimigo, que foi quem suplicou por uma trégua", declarou em comunicado divulgado aos jornalistas Abu Ahmed, porta-voz do braço armado do movimento, as Brigadas Al Quds.
O grupo se comprometeu em cumprir a trégua estabelecida com a ajuda do Egito nas negociações, depois que ao menos dez pessoas morreram no sábado. O governo egípcio faz a intermediação do diálogo entre israelenses e palestinos, que não conversam diretamente.
"Pararemos de lançar foguetes contra Israel quando eles retirarem dos céus de Gaza todos os aviões de combate", disse Dawud Shehab, membro da Jihad Islâmica.
De acordo com a agência de notícias palestina "Maan", a mediação egípcia foi que permitiu o acordo de trégua, em vigor desde as 6h da madrugada deste domingo (2h de Brasília). Ainda assim, a polícia israelense disse que os ataques contra o sul de Israel continuaram, apesar de um porta-voz do Exército afirmar que não existia atividade militar em Gaza.
Oliver Weiken/Efe
Garoto observa estragos causados por míssil lançado de Gaza contra região de Ashdod, em Israel
O pacto de cessar-fogo coloca fim a 24 horas de confrontos, que começaram no sábado com um ataque da aviação israelense contra um campo de treinamento das Brigadas Al Quds, que matou cinco milicianos e feriu três.
Depois disso, houve o lançamento de cerca de 40 foguetes e bombas a partir de Gaza contra o território israelense, deixando um civil morto e dois feridos. Cinco bombardeios aéreos israelenses no norte e sul da faixa mataram mais tarde outros quatro milicianos da Jihad Islâmica.
Como medida preventiva, Israel fechou escolas em comunidades ao sul localizadas a uma distância de até 40 km de Gaza, assim como universidades e colégios que deveriam começar suas atividades acadêmicas neste domingo. Policiamento extra foi levado de outras partes do país.
A imprensa palestina havia informado que o governo do Hamas mantinha contatos com Egito, Turquia e representantes da ONU para tentar conter a crise iniciada após os ataques.
De Ramallah, a ANP (Autoridade Nacional Palestina), liderada por Mahmoud Abbas, apelou aos grupos milicianos para exercerem restrição a fim de "evitar uma guerra com Israel na faixa de Gaza" como a que acabou no final de 2008 com a vida de mais de 1.400 palestinos.
O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, alertou que Israel se defenderia dos ataques se fosse necessário, mas, ao mesmo tempo, oficiais disseram que o país agia cautelosamente para evitar que a violência aumentasse ainda mais. Fonte: Agências Internacionais via Folha Online
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
A QUEM NÃO INTERESSA A APROVAÇÃO DA PEC 308? Por Luciano Brito
Muito me impressiona que em meio a esses conflitos urbanos deflagrados nas ruas das cidades brasileiras, pouco ou quase nada se fala sobre uma mudança estrutural no sistema prisional brasileiro.
Apesar da evidente importância que o sistema prisional tem para a segurança pública e que sempre é citado e vem à tona nestes períodos de crise praticamente nada tem sido feito para reestruturar a administração do sistema prisional a nível nacional.
Em meio a estes conflitos urbanos até mesmo o público leigo constata diante das inúmeras reportagens que reproduzem o dia a dia das penitenciárias brasileiras que algo precisa ser feito para que os chefes do tráfico mesmo presos não tenham tamanha influência sobre suas quadrilhas a ponto de comandarem e ordenarem uma sucessão de ataques terroristas todas as vezes que o Estado não se submete aos seus desejos.
Os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro tem sofrido constantes ataques perpretados por facções criminosas que visam tão somente à manutenção e o crescimento de seus lucros a custo da exploração e destruição de nossas famílias, da venda de drogas em portas de escolas e em nossas comunidades, da exploração da massa carcerária que é massa de manobra, da morte e agora do terror.
As forças estaduais do sistema prisional têm em seus quadros servidores comprometidos e competentes que sem dúvida tem contribuído para que estas crises não sejam de proporções maiores.
Existem boas iniciativas e práticas que têm sido adotadas por alguns estados com o de Minas Gerais que criou dentro da Secretaria de Defesa Social a Superintendência da Guarda Penitenciária, como o de São Paulo e do Rio de Janeiro que criaram a Secretaria de Administração Penitenciária, ambas surgem numa tentativa de aperfeiçoar o sistema prisional, de valorização dos agentes penitenciários e demais servidores e visando criar mecanismos de inteligência eficazes na manutenção da segurança pública.
Contudo, tais esforços tem se mostrado ainda insuficientes para prejudicar a influência dos chefes do tráfico na orquestração de atentados como os que temos visto.
Diante destes fatos é inadmissível que muitas propostas para a melhoria do sistema prisional brasileiro e de justiça criminal fiquem paradas no congresso nacional.
Uma destas propostas e que considero fundamental é a Proposta de Emenda Constitucional – PEC 308/04 que precisa rapidamente ser colocada em votação e aprovada pela Câmara dos Deputados e que prevê a alteração do Artigo 144 da Constituição Federal reconhecendo a centenária atividade da polícia penal, a nível federal e estadual o que possibilitaria a padronização e profissionalização da administração penitenciária.
Portanto, a quem interessa um sistema prisional precário e vulnerável? A quem interessa um sistema penitenciário que possibilita o crescente poder das facções criminosas? A quem interessa a não aprovação da PEC 308/04?
Luciano Brito, é servidor público a 19 anos e agente penitenciário no Paraná a mais de 14 anos.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Agentes Penitenciários sofrem atentado
Na Vila “A”, em Foz do Iguaçu, dois agentes penitenciários foram baleados ontem à noite (30). Os agentes estavam dentro de um Opala quando dois homens chegaram em uma motocicleta e dispararam contra eles.
Uma das vítimas ficou ferida por três tiros e está internada em estado grave no Hospital Costa Cavalcanti. Ninguém foi preso. A polícia investiga o caso. Fonte: Blog CGN Notícias

