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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Cristãos que abençoam a cidade - Por Jorge Henrique Barro

Pela bênção dos justos a cidade é exaltada, mas pela boca dos ímpios é destruída Provérbios 11.11

Salomão percebeu uma clara relação entre bênção, justiça e cidade. Retidão, honestidade, sinceridade e justiça suscitam bênção e, como consequência, a cidade é exaltada.

A bênção – “o que” da ação
As definições de bênção consideram-na como ato ou ação de “benedicere” (do latim). Os cristãos -- e como consequência a igreja -- estão na cidade para abençoá-la. A ação contrária a essa, segundo Salomão, é destruição. Os justos constroem-na, os injustos (ímpios) destroem-na; uns querem o bem da cidade, outros buscam seu mal; uns querem vê-la exaltada, outros não se importam se ela vier a ser destruída. Certamente Deus quer a exaltação da cidade, mas isso depende dos seus habitantes, principalmente da atitude do seu povo: “Assim diz o Senhor: ‘Esta cidade infalivelmente será entregue nas mãos do exército do rei da Babilônia, e este a tomará’” (Jr 38.3). Por que ela seria entregue? Porque o povo de Deus queria ter um estilo de vida como o dos babilônicos. A consequência: “Como está abandonada a famosa cidade, a cidade de meu folguedo!” (Jr 49.25). O fim foi trágico: “A cidade ficou sitiada até ao undécimo ano do rei Zedequias” (Jr 52:5). A tragédia estava anunciada. Em vez de o povo de Deus agir como povo, agiu como os babilônicos. Se é assim, que reine a Babilônia sobre eles e vivam debaixo do seu forte braço impiedoso! Quem não vive para abençoar corre o risco de sofrer sob a opressão daqueles que estão para amaldiçoar.

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