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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Brasil apreende 360t de drogas em um ano e meio de plano de fronteiras
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Beltrame diz esperar que Nem forneça dados sobre tráfico e corrupção
A prisão de Antonio Francisco Bonfim Lopes, o Nem --apontado como o chefe do tráfico de drogas na favela da Rocinha--, pode resultar em informações sobre o organograma do crime e corrupção policial. Em entrevista à Rede Globo, o secretário da Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, afirmou nesta segunda-feira que a polícia espera que Nem contribua com as investigações.
"Seria uma oportunidade importantíssima o oferecimento de alguma medida judicial para que ele pudesse contribuir com a Justiça e, obviamente, com a polícia", disse o secretário ao telejornal "Bom Dia Brasil". Medida que costuma ser aplicada é a da delação premiada, quando o criminoso coopera com a investigação e tem a pena reduzida pela Justiça.
O traficante foi preso na semana passada, no porta-malas de um carro, quando tentava fugir. Um dos policiais militares que participaram da prisão disse que os homens que ajudavam Nem na tentativa de fuga chegaram a oferecer R$ 1 milhão de suborno.
Para o secretário, Nem pode ajudar também a identificar casos de corrupção.
"Ele [Nem] tem conhecimento não só da arquitetura do tráfico como o assédio que ele, em tese, teria, no que diz respeito a corrupção. Nós esperamos ansiosamente que ele possa nos dar qualquer tipo de dado para que a gente puxe esse novelo", disse o secretário à GloboNews.
Rafael Andrade/Folhapress
Uma das casas do traficante Nem, na Rocinha
"As polícias querem esclarecer essas situações. Se isso [corrupção] é muito ruim, se isso dói, se isso é vergonhoso, se isso nos deixa mal, é essa mesma polícia que está fazendo um trabalho belíssimo. Essa mesma polícia está pacificando áreas", afirmou.
Forças de segurança ocuparam a Rocinha na madrugada de domingo (13), sem que tiros fossem disparados. Casas de luxo usadas pelos traficantes foram revistadas.
De acordo com o secretário, esses imóveis e equipamentos --considerados bens do tráfico-- podem ser destinados à comunidade ou ao governo. Segundo ele, uma das casas poderia ser uma base operacional da polícia, por exemplo, mas isso ainda depende de avaliação das autoridades. Fonte: Folha Online
Editoria de Arte/Folhapre
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011
PF bate com carro em avião e impede fuga de suspeitos; veja
Para impedir a fuga de suspeitos de transportar carga ilegal para o Brasil, policiais federais de Ribeirão Preto (314 km de São Paulo) atiraram um carro da corporação contra o avião que era usado pelo grupo. Com a ação, os agentes da PF que filmaram o momento da abordagem-- conseguiram impedir a decolagem do avião.
Cinco suspeitos, incluindo o piloto do avião, apreensão de uma carga estimada em R$ 200 mil em notebooks, equipamentos de vigilância eletrônica e uma bicicleta.
"Vou bater na asa, vou bater na asa. Não atira, não", grita o policial.
quarta-feira, 23 de março de 2011
Polícia de Maringá cria grupo para combater pequenos traficantes
O Grupo Antitóxicos da 9ª Subdivisão de Polícia apreendeu 35 quilos de drogas, prendeu seis pessoas e apreendeu um adolescente nas seis primeiras ações desencadeadas desde sua fundação, no fim de janeiro deste ano. O grupo foi criado para desmantelar pequenos esquemas de tráfico, pois, segundo o delegado-chefe, Osnildo Lemes, o crime é um dos principais problemas enfrentados em Maringá.
Por questões estratégias, a polícia não informa o número de pessoas que integram o grupo. A identidade delas também é preservada.
A maior quantia de droga foi apreendida no dia 15 de fevereiro, quando 25 quilos de maconha foram apreendidos. “Os policiais que integram esse grupo levantam possíveis casos e realizam o monitoramento de suspeitos de envolvimento”, informou. “Nem sempre a investigação termina em prisão, mas muitas vezes funciona, fazendo com que pensemos até em ampliar o grupo.”
O adolescente apreendido chamou a atenção no dia 16, porque foi flagrado por policiais com pequena quantidade de drogas, uma submetralhadora de produção artesanal e vários cartuchos de munição, poucas horas depois de ter confessado a autoria de um homicídio na cidade. Ele permanece na delegacia, provisoriamente, aguardando decisão judicial. Os outros seis presos continuam presos também.
O aumento do grupo depende da contratação de mais policiais pelo estado. Maringá recebeu dois novos escrivães na semana passada, mas o delegado espera por mais. “O governo anunciou que, até o fim do ano, contratará mais 600 policiais e esperamos que alguns deles venham para cá [Maringá]”, disse. “Isto vai ajudar ainda mais a combater o tráfico, que é grave na cidade, relacionando-se, inclusive, com outros crimes. Fonte: Gazeta Maringá, reportagem de Thiago Ramari
quinta-feira, 3 de março de 2011
Preso é jurado pelo PCC
Aproveitando uma licença de cinco dias, concedida para visitar familiares em Maringá, o presidiário Luiz Eugênio de Castro, 44 anos, compareceu na tarde de ontem no plantão da 9ª Subdivisão Policial (SDP) para denunciar supostos integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) que o estariam ameaçando morte na Colônia Penal Agrícola (CPA), em Piraquara, onde cumpre o restante de uma pena de seis anos de reclusão por tráfico de drogas. "Pra lá eu não volto. Se voltar, vou ser morto. Cansei da vida de crime. Quero parar, mas eles (PCC) não deixam", disse ele.A denúncia foi feita meia hora antes do vencimento da licença concedida pela CPA a Castro. Ele deveria se apresentar às 16h de ontem à direção da unidade prisional e, caso não chegasse no horário determinado, passaria a ser considerado evadido.
Castro já devia ter voltado ao CPA
Na explicação dada à Polícia Civil de Maringá, Castro contou que seus problemas no presídio começaram no ano de 2001, quando cumpriu sua primeira pena na CPA. "A direção da unidade me escolheu para fazer serviços de faxina e os presos passaram a me acusar de ser ‘cagueta’ (alcaguete, informante)", disse ele.
No entanto, em entrevista a O Diário, Castro foi mais além e contou que seus problemas aumentaram depois que integrantes do PCC passaram a assediá-lo para que montasse um ponto de venda de drogas em Maringá.
"Expliquei a eles que não quero mais viver na vida do crime, mas eles não aceitam. O recado deles é curto: ou trabalha para o PCC ou cai no ‘verde’ (foge para o mato). Caso contrário, serei morto assim que receber meu alvará de soltura", afirmou, ressaltando que as pressões chegaram a tal ponto que os membros do PCC o proíbem até mesmo de se alimentar.
"Tomam a minha comida todos os dias. Se quiser comer, tenho que pegar a minha marmita e me esconder no meio do mato".
Ajuda
Cansado das ameaças, Castro disse que decidiu não retornar para a CPA, mesmo estando com a passagem comprada.
"Procurei a Vara de Execuções Penais (VEP) e contei meu drama. Me orientaram a procurar a delegacia e registrar um boletim de ocorrência. É o que estou fazendo, até mesmo para provar que não tenho o interesse de fugir. Quero cumprir o restante da minha pena aqui, em Maringá", concluiu ele.
O discurso não comoveu o delegado-adjunto Nilson Rodrigues da Silva, que aconselhou o presidiário a se apresentar a CPA, mesmo em atraso.
"Ele não pode contrariar uma decisão judicial que estabeleceu o local para o cumprimento da pena em regime semi-aberto. Essa questão de ameaças e de não querer retornar a CPA deve ser discutida pelo advogado dele junto à Justiça", explicou Rodrigues. Fonte: O Diário, reportagem de Roberto Silva
domingo, 30 de janeiro de 2011
Paraguaio é preso depois de ter ingerido 70 cápsulas de cocaína
Ele foi acusado de tráfico internacional de entorpecentes e encaminhado para um hospitalA Polícia Federal de Foz do Iguaçu, no oeste do estado, prendeu um paraguaio que havia ingerido 70 cápsulas de cocaína para levá-las até a Espanha, no último domingo (30). O paraguaio, de 35 anos, foi acusado de cometer tráfico internacional de drogas.
Por volta das 17h, os agentes desconfiaram do paraguaio que, supostamente, faria uma viagem de turismo com destino à Roma, na Itália. Ele foi chamado para uma entrevista e apresentou nervosismo excessivo. Não foram encontrados indícios de drogas em sua bagagem, mas ele confessou que havia ingerido cerca de 70 cápsulas de cocaína, que seria levada para Madri, na Espanha.
O paraguaio foi preso em flagrante e levado para o Hospital Municipal de Foz do Iguaçu, onde receberá medicação para expelir as cápsulas. Fonte: Gazeta do Povo