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sábado, 30 de abril de 2011

Neste domingo acontece o 2º Passeio Ciclístico "Pedalando Contra às Drogas"

Neste domingo (1º de maio) acontece o 2º Passeio Ciclístico "Pedalando Contra às Drogas" para todas as faixas etárias, a partir das 13 horas com largada e chegada no estacionamento do paço municipal da prefeitura de Maringá na Avenida 15 de novembro.

Todos são convidados, haverá o sorteiro de muitos brindes e sensibilização sobre os perigos do uso indevido de drogas, brincadeiras e muito mais, venha e traga sua família e amigos.

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Arqueólogos desenterram estátua de faraó com 13 m de altura

Supreme Council of Antiquities/Associated Press

Arqueólogos retiraram, de um templo funerário ao sul da cidade de Luxor (Egito), uma das maiores estátuas do faraó egípcio Amenhotep 3º.

A estátua, com 13 metros de altura, fazia par com uma outra posta na entrada do mortuário com 3.400 anos, que fica na margem oeste do rio Nilo, onde é executada uma grande escavação --o local concentra tumbas dos maiores faraós egípcios.

A estátua de Amenhotep 3º fazia par com outra posta na entrada de um templo com 3.400 anos

Formada por sete grandes blocos de quartzito, a peça só não é completa porque lhe falta a cabeça, que foi descoberta em 1928 e sumiu novamente.

O supervisor Abdel-Ghaffar Wagdi disse que há ainda duas outras estátuas de divindades a serem localizadas no sítio.

Amenhotep 3º, avô de Tutancâmon, que se tornaria posteriormente um dos mais famosos da história, governou o Egito no século 14 a.C.

O templo passou por enchentes e um terremoto em 27 a.C., mas ainda é possível ver algumas de suas paredes erguidas. Fonte: Associated Press, via Folha Online

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Trabalho quer reduzir números de presos no 2º DP de Londrina

A pedido da juíza da Vara de Execuções Penais, Márcia Guimarães Marques da Costa, o assessor jurídico da Penitenciária Estadual de Londrina (PEL) 2, Nélson Roberto Ymanichi, iniciou ontem um trabalho de análise dos processos
dos detentos do Segundo Distrito Policial (2º DP).

A medida é para tentar agilizar a transferência dos presos no local, que está superlotado. O 2º DP tem atualmente cerca de 310 homens presos, sendo que a capacidade é de apenas 122. Ymanichi explicou que a partir do levantamento será possível definir o pedido de revogação de algumas prisões preventivas e até mesmo relaxamento de pena.

"O relatório vai identificar quais internos já foram condenados, quais são provisórios. É preciso ver os direitos de cada um", comentou. O documento deve ser concluído em menos de um mês.Fonte: O Diário

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Presos farão coleta seletiva de resíduos para a Prefeitura de Maringá

Termo de cooperação envolvendo prefeitura de Maringá e governo do estado também prevê uso da mão de obra dos presos na fabricação de produtos para infraestrutura e execução de obras - Foto: PMM

O protocolo de intenções foi assinado na tarde desta sexta-feira (29) pelo prefeito e a secretária da Justiça e da Cidadania. Pelo acordo firmado, o município disponibilizará vagas de trabalho para 36 detentos

A prefeitura de Maringá deve utilizar presos como mão de obra em diversos serviços públicos. O protocolo de intenções foi assinado na tarde desta sexta-feira (29) pelo prefeito Silvio Barros e a secretária de Estado da Justiça e da Cidadania, Maria Tereza Uille Gomes. Pelo acordo firmado, o município disponibilizará vagas de trabalho para 36 detentos.

A princípio, os selecionados deverão trabalhar na coleta seletiva de resíduos, o segundo cargo mais difícil de se contratar no município. Os presos beneficiados seriam aqueles que permanecem em regime fechado, mas que já têm direito à semiliberdade, seja porque já cumpriu um sexto da pena por bom comportamento ou porque a Justiça avalia terem condições de progredir de regime.

Segundo Barros, o convênio ainda precisa ser autorizado pelo governador Beto Richa (PSDB), o que deve ser feito na próxima segunda-feira (29). O prefeito ainda afirmou que pretende ampliar o projeto, tanto é que o município havia solicitado inicialmente 80 trabalhadores.

Estes presidiários poderiam trabalhar em fábricas de produtos utilizados pelo município na infraestrutura e na execução de obras. A possibilidade será estudada e está prevista no termo de cooperação assinado nesta sexta.

Com relação a uma possibilidade fuga de presos, Barros se mostrou tranquilo. “Talvez teremos dificuldade com um ou outro, mas o regime semi-aberto é uma conquista adquirida pelo detento. Se o preso quer fugir, pode fugir, mas a hora que for recapturado vai para o regime fechado e perde os benefícios conquistados”, declarou.

Penitenciária de regime semiaberto terá 330 detentos em Maringá

A penitenciária de regime semiaberto de Maringá terá 330 vagas e deve ser concluída até a metade deste ano. A informação foi confirmada na tarde desta sexta-feira (29) pela secretária de Estado da Justiça e da Cidadania, Maria Tereza Uille Gomes. Durante a reunião do Gabinete de Gestão Integrada, ela afirmou que existia a possibilidade de construir unidades para atender 660 detentos, mas que esse número foi descartado, devido a dificuldade de controle.

A secretária informou que presídios semelhantes serão construídos em outros pólos regionais como Londrina. Ela estima que 1,5 mil presos no Paraná deveriam estar em colônias industriais. ”Vamos diluir o regime semiaberto para que todos tenham condição de ressocialização”. Fonte: Gazeta Maringá, reportagem de Marcus Ayres

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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Quinteiro participa de audiência pública em Sarandi

O secretário Especial de Relações com a Comunidade, Wilson Quinteiro é o convidado do presidente da Câmara Municipal de Sarandi, vereador Rafael Pszybylski, para a audiência pública que acontece às 20h desta sexta-feira (29), sob a coordenação do vereador Cilas Morais. Quinteiro vai ouvir as reivindicações da comunidade apresentar os programas e projetos desenvolvidos pela Serc e discutir a aplicação dos mesmos no município e na região.

Este é o novo modelo de gestão do governo Beto Richa e um novo formato de relacionamento com a comunidade adotado pela Secretaria de Relações com a Comunidade. “Nosso objetivo é que as ações e programas da secretaria atinjam cada vez uma parcela maior da comunidade paranaense, de forma mais dinâmica e interativa”, disse o secretário.

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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Morre David Wilkerson, pastor americano e autor do livro “A Cruz e o Punhal”

O pastor David Wilkerson, 79 anos, fundador da Igreja de Times Square em Nova York, e autor de livros conhecidos como “A Cruz e o Punhal”, faleceu nesta quarta-feira em um acidente de carro numa rodovia do Texas. Seu carro perdeu o controle e se chocou com um caminhão que vinha no sentido contrário.

Sua esposa Gwen também estava no carro e foi levada para o hospital juntamente com o motorista do caminhão. Não há notícias do hospital quanto ao estado de saúde deles.

A notícia do acidente começou a se espalhar rapidamente na noite de quarta-feira em sites de redes sociais como Facebook e Twitter. Rich, um primo Wilkerson confirmou a morte no Twitter.”Confirmo que meu querido primo David Wilkerson perdeu a vida num trágico acidente de carro esta tarde. Suas orações são necessárias neste momento”, escreveu ele.

Wilkerson postou em seu blog um artigo datado de 27 de abril – o dia da sua morte. Intitulado “Quando tudo mais falhar”, ele incentivou as pessoas que estão enfrentando dificuldades a “permanecerem firmes na fé”.

“Para quem passa pelo vale da sombra da morte, ouça esta palavra: o choro vai durar por algumas noites escuras e terríveis, mas em breve você vai ouvir o sussurro Pai:”Eu estou com você’. Amado, Deus nunca deixou de agir, sempre com bondade e amor. Quando tudo mais falhar, o seu amor ainda prevalece. Segure firme em sua fé. Permaneça firme na sua Palavra. Não há outra esperança neste mundo.”

Wilkerson passou a primeira parte do seu ministério trabalhando em Nova York com membros de gangues e viciados em drogas, conforme relatou em seu best-seller A Cruz e o Punhal .

Em 1971, iniciou o World Challenge, ministério que cuidava de suas cruzadas, conferências, evangelismo e outras atividades. Em 1987 fundou a Igreja de Times Square, que hoje é liderada pelo pastor Carter Conlon e tem mais de 8.000 membros.

Wilkerson também fundou o Desafio Jovem, e um programa cristão para recuperação de jovens viciados. Ele deixou esposa, quatro filhos e 11 netos. Fonte: Gospel Prime

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Justiça determina transferência de 50 presos do 2º DP em Londrina

A juíza da Vara de Execuções Penais da Comarca de Londrina, Márcia Guimarães Marques da Costa, determinou nesta quinta-feira (28) a transferência de 50 detentos do 2º Distrito Policial (DP). Apesar de comportar 122 presos, a unidade contava com 370 homens no local.

O delegado-adjunto da 10ª Subdivisão Policial (SDP), Manuel Pelisson, informou que a transferência dos presos atendendo a ordem judiciária terminou no início da noite. Ele contou que 30 homens foram transferidos para a Casa de Detenção e Ressocialização de Londrina (CDR), 10 para a Penitenciária Estadual de Londrina (PEL) e mais 10 detentos para a Casa de Custódia de Londrina (CCL).

Ao todo, 60 homens foram transferidos somente nesta quinta-feira, pois durante o período da manhã outros 10 detentos foram encaminhados para a CCL, fora da determinação judicial da Vara de EXecuções Penais. O 2ºDP está com 310 homens, o dobro da capacidade que a unidade suporta. "É um número até certo ponto preocupante, mas podemos dizer que é controlável", declarou.

Cerca de 20 viaturas da Polícia Militar (PM), Polícia Civil (PC) e do Departamento Penitenciário do Estado (Depen) do Paraná participaram da operação.
Pelisson disse que a polícia tenta conter a superlotação com as transferências que são realizadas diariamente, de 5 a 10 presos. "Só podemos transferir quando há vagas nas outras unidades e conforme os alvarás de soltura. É uma luta constante a todo momento", disse.


Terrenos: Estado x Município

Nesta quinta-feira (28), a secretária de Estado de Justiça e da Cidadania (Seju), Maria Tereza Uille Gomes, declarou para a Rádio CBN de Foz do Iguaçu, durante a instalação do Gabinete de Gestão Integrada de Fronteira, que o Estado só está aguardando o município de Londrina efetivar a doação de dois terrenos para a construção de presídios de regime semi-aberto. Segundo ela, a medida desafogaria a superlotação do 2º Distrito Policial, na zona leste da cidade. Os novos presídios seriam constrídos próximos ao Centro de Detenção e Ressocialização de Londrina (CDR).

No entanto, o vice-prefeito do município, José Joaquim Martins Ribeiro, que também é presidente do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Idel), disse que "há pendências burocráticas que estariam empacando as transferências". A prefeitura já possui a escritura de um terreno, mas aguarda a liberação de documentos do outro para fazer a transferência ao Estado.

Ribeiro afirmou que o processo estaria em fase final, mas não informou quando o trâmite deverá ocorrer.

Na última terça-feira (26), os policiais do 2º DP protestaram contra a superlotação da unidade policial. Os familiares dos presidiários também reclamaram que estariam proibidos de fazer a visita no período da manhã. No entanto, Pelisson informou que houve apenas um atraso, que teria sido compensado à tarde.

A juíza da Vara de Execução Penal da Comarca de Londrina, Márcia Guimarães Marques da Costa, declarou que a situação só deveria melhorar quando a Secretaria de Estado de Justiça e da Cidadania (Seju) viabilizasse a construção de presídios de regime semi-aberto no município. A juíza interditou o 2º DP em novembro do ano passado.

Em fevereiro deste ano, o delegado-chefe da 10ª SDP, Márcio Amaro, durante sessão da Câmara Municipal, chegou a anunciar a transferência da responsabilidade do 2º Distrito Policial de Londrina para a Seju, o que não ocorreu até o momento.Fonte: O Diário, reportagem de Juliana Leite

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Semiaberto de Maringá será para 300 presos


Obras do Centro de Regime Semiaberto: inauguração prevista para julho - Foto:Rafael Silva
O Centro de Regime Semiaberto de Maringá, com previsão de inauguração para julho deste ano, terá capacidade para 300 presos. A confirmação foi dada ontem a O Diário pela Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania.

O receio de que a capacidade fosse ampliada para 600 detentos motivou o agendamento de uma reunião do Gabinete de Gestão Integrada de Maringá para amanhã. O encontro será na prefeitura, com a presença da secretária de Justiça e Cidadania do Paraná, Maria Tereza Uille Gomes.

A afirmação de que a capacidade da unidade prisional, que está sendo construída desde 2003, seria dobrada, por meio da simples aquisição de beliches, foi anunciada durante o governo de Roberto Requião (PMDB).

"O secretário anterior afirmou que seriam 600 vagas, o que é um absurdo para Maringá. Não podemos aceitar 600 presos confinados num espaço daquele", diz o presidente do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg), Antonio Tadeu Rodrigues.
No regime semiaberto, o preso poderá passar o dia fora da penitenciária para trabalhar, retornando apenas para dormir. Para ter direito a esse benefício, o detento deverá ter cumprido parte da pena (o tempo depende do crime, conforme Código Penal), ou aqueles condenados a cumprir de 4 a 8 anos de pena, ambos com determinação da Justiça.

A confirmação de que a capacidade do presídio não será alterada deverá ser dada pela secretária de Estado durante a reunião. A assessoria de imprensa da Secretaria de Justiça evitou polêmicas com a administração passada e apenas confirmou que o número de vagas permanece como no projeto original.

Total de R$ 4,7 milhões é o custo das obras do Centro de Regime Semiaberto. Fonte: O Diário, reportagem de Fábio Linjardi

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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Governo envia para a Assembleia projeto que cria a Defensoria Pública do Estado

Secretário da Casa Civil Durval Amaral, entregou nesta quarta-feira(27) projeto que cria a defenssoria pública ao Presidente da Assembleia Legislativa do Paraná Valdir Rossoni. Foto: Jonas Oliveira/AENoticias
O governador Beto Richa enviou nesta quarta-feira (27) para a Assembleia Legislativa o projeto de lei que institui a Defensoria Pública do Estado do Paraná. A proposta institui a Lei Orgânica da Defensoria Pública do Estado, cria a carreira de defensor público e o quadro de pessoal de apoio e área administrativa do órgão.

Pela proposta do governo, a escolha do Defensor Público Geral será feita por eleição direta entre os integrantes da carreira. "É mais uma garantia de independência e autonomia que a defensoria terá", afirma o governador Beto Richa.

O projeto, que foi entregue à presidência da Assembleia pelo secretário chefe da Casa Civil do governo, Durval Amaral, apresenta avanços em relação ao que tramitava na Casa. Elogiado por entidades e autoridades da área, o texto prevê a criação de 333 cargos de defensor público, dos quais 207 serão contratados na primeira etapa - praticamente o dobro do previsto na proposta anterior.

"Nós estamos cumprindo um compromisso assumido de levar assistência integral e gratuita à população mais vulnerável. Estamos fazendo em menos de quatro meses o que os demais governos não fizeram em 20 anos", afirma Beto Richa. A Lei Complementar no 55, que criou a Defensoria Pública do Paraná, é de 4 de fevereiro de 1991, e estabeleceu 180 dias para que o órgão fosse instituído no Estado, o que vai ser feito apenas agora.

Outro avanço do projeto em relação ao texto anterior é o artigo que estabelece a interiorização da Defensoria Pública, com pelo menos um Defensor Público em cada Comarca do Estado. O novo projeto também prevê a criação de uma Ouvidoria externa da Defensoria, não prevista na proposta anterior.

Propõe ainda a contratação de 426 profissionais para a estrutura administrativa da Defensoria (eram 80 no projeto anterior). Serão 211 assessores jurídicos e 215 técnico-administrativos, entre profissionais do ensino superior e ensino médio. "Onde houver ao menos um juiz e um promotor também haverá ao menos um defensor público", afirma a secretária da Justiça e da Cidadania, Maria Tereza Uille Gomes, responsável pela elaboração do novo projeto.

APOIO - Apoiado por entidades como a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp) e a Associação Interamericana de Defensores Públicos (Aidef), o projeto define que as cidades maiores terão o atendimento ampliado e priorizado, o que deverá ser estabelecido em conjunto com a Corregedoria do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná.

Para o secretário de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça, Marcelo Vieira de Campos, a proposta paranaense "traz grandes avanços que poderão servir como paradigma para outros estados".

O presidente da Associação Nacional dos Defensores Públicos (Anadep), André Luis Machado de Castro, diz que o projeto deve "se constituir em uma das mais modernas e completas leis orgânicas da Defensoria Pública do País".

Castro elogiou ainda a forma democrática e participativa na condução do processo de elaboração do anteprojeto de lei, com consultas públicas, reuniões de trabalho com diversos setores da sociedade civil e a incorporação de dispositivos modernos, colhidos da experiência das Defensorias Públicas das demais unidades federativas.

A secretária Maria Tereza Uille Gomes afirmou que o projeto estabelece uma transição democrática para a nova proposta, definindo as normas para o provimento de todos os cargos previstos, que deverão ser preenchidos por concurso público, realizado por instituição idônea e de âmbito nacional.

A expectativa do Governo do Paraná é que esse projeto tenha discussão imediata e seja aprovado pela Assembleia Legislativa a tempo de ser sancionado no dia 19 de maio, Dia Nacional da Defensoria Pública. Fonte: Agência Estadual de Notícias

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60% dos homicídios registrados em Maringá têm ligação com drogas

Vinícius Alegre Zampar, 17 anos, morreu baleado em frente de casa no Conjunto Requião, zona norte de Maringá. O crime foi no último sábado, o assassino fugiu a pé e a polícia identificou a causa enquanto vasculhava o quarto do garoto. Não havia gibis, nem bola de futebol. Na verdade, o quarto do adolescente escondia 54 pedras de crack e um revólver calibre 38.

Zampar é a vítima mais recente do tráfico de drogas neste ano. De acordo com a polícia, de cada dez assassinatos na cidade, seis têm envolvimento com o tráfico de entorpecentes.

"É a conta média que fazemos. Gira em torno de 60% por tráfico, o restante por motivos diversos", diz o delegado Nilson Rodrigues da Silva. Isso quer dizer que dos 239 assassinatos nos últimos 5 anos na cidade, 143 estariam ligados a acertos de contas do tráfico.Cena do assassinato do adolescente Vinícius Zampar, no Conjunto Requião: no quarto, crack e revólver - Foto:Câmera Rec
Antes de Zampar, outra morte que estaria ligada ao tráfico foi a de Wesley Rodrigues de Carvalho, mês passado, no Jardim Olímpico. O assassino se apresentou à polícia e disse que Carvalho era traficante e estava cobrando ele por conta de uma dívida de drogas.

Também por conta de uma pendenga envolvendo o não pagamento de pedras de crack, o pedreiro Alvaro Marco Camilo, 29, foi morto com uma marretada na cabeça, mês passado, no distrito de Floriano. Em fevereiro, Anderson Rosa da Silva, 19, foi executado com 15 tiros em um bar da Avenida São Judas Tadeu. Ele havia fugido da cadeia de Ponta Grossa e segundo a família estava jurado de morte por traficantes.

Políticas

"A violência floresce onde o Estado é ausente. O que acontece em Maringá e região é idêntico em qualquer outra parte do País que esteja desassistida", diz a socióloga Ana Lúcia Rodrigues, coordenadora do Observatório das Metrópoles, núcleo de pesquisas da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Ana Lúcia elaborou um estudo sobre o perfil das vítimas de homicídios em Maringá entre os anos de 1998 e 2007, que serão apresentados nesta semana no Seminário de Violência Urbana, na UEM. Os números mostram que as principais vítimas da violência são homens solteiros, jovens e que não chegaram ao ensino médio.

De 564 homicídios ocorridos no período do estudo na região metropolitana de Maringá, 63% foram de vítimas com até 7 anos de estudos. Na divisão por faixa etária, a maior fatia se concentra no faixa de 20 a 29 anos, correspondendo a 22% das vítimas.

A conclusão é que onde o Estado peca em educação, saúde e segurança os jovens seguem para a violência. "No Rio de Janeiro você vê o exemplo das Unidades de Polícia Pacificadora. Lá, a UPP é instalada junto com políticas de educação e cultura, não é só a polícia. Tanto que quando a UPP chega, os bandidos saem, porque o Estado está presente", compara a socióloga.



Índices

Em relatório divulgado neste mês, o governo do Estado deixou claro os problemas acumulados na área de segurança. Em um intervalo de 10 anos, o efetivo policial no Paraná caiu quase 10%. Em 2007, a média paranaense era de 32 homicídios para cada 100 mil habitantes, quase o dobro de 10 anos antes.

No mesmo ano, a média em São Paulo foi de 18,6 homicídios. Já no Brasil, a média foi de 25 assassinatos para cada grupo de 100 mil habitantes.

Apreensões
244,3 quilos de maconha e crack foram apreendidos em Maringá no primeiro bimestre de 2011.

12,8 quilos das duas drogas foram apreendidos nos dois primeiros meses de 2010.
Fonte: O Diário, reportagem de Fabio Linjardi

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Defensoria Pública pede à Justiça conversão de pena para 299 presos

A Defensoria Pública do Paraná – órgão ligado à Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania –, o Conselho Penitenciário do Paraná e a Comissão de Direitos Humanos da OAB/PR estão encaminhando aos juízes de direito das Varas de Execuções Penais do Paraná solicitação de conversão de pena para 299 detentos do Estado. “São pessoas condenadas a pena privativa de liberdade que têm direito a pena restritiva de direitos”, informa Maria Tereza Uille Gomes, secretária da Justiça e da Cidadania do Paraná.

São 254 homens e 45 mulheres presos por tráfico de drogas, todos primários e condenados a penas de até quatro anos. “Muitas dessas pessoas estão ali porque foram pegas com três, cinco, oito gramas de droga, e passaram a ser tratadas como se fossem traficantes comuns”, justifica Maria Tereza.

O número de presos que têm direito à conversão de pena foi definido a partir de uma pesquisa criminológica do perfil dos condenados por tráfico de drogas no Paraná, realizado neste ano pela Secretaria da Justiça. Dos 14.341 presos condenados nas unidades penais do Estado, 2.495 cumprem pena por tráfico de drogas. “Desses, mais de 300 estão ali condenados com o mesmo rigor daqueles que foram presos com dezenas, centenas de quilos de drogas. Precisamos dar tratamento diferenciado para o traficante e para o usuário de droga, que às vezes faz tráfico eventual em função do próprio consumo”, adverte Maria Tereza.

O pedido, encabeçado pela Defensoria Pública do Paraná, se baseia numa decisão do Supremo Tribunal Federal que no dia 21 de setembro de 2010 declarou a inconstitucionalidade do dispositivo da Lei de Drogas que veda a conversão em penas restritivas de direitos. Com isso, tornou-se possível a substituição da pena para esses presos que se enquadram no artigo 44 do Código Penal.

A chefe da Defensoria Pública do Paraná, Josiane Fruet Betine Lupion, destaca que os beneficiados são presos primários, que foram condenados a pena privativa de liberdade não superior a quatro anos e cujo crime não foi cometido com violência ou grave ameaça à pessoa. “São réus não reincidentes em crime doloso e cuja culpabilidade, antecedentes, conduta social e personalidade, bem como os motivos e as circunstâncias de sua prisão, indicam que essa substituição de pena seja suficiente”, disse.

No pedido feito aos juízes, a Defensoria Pública do Paraná, o representante do Conselho Penitenciário do Paraná e o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/PR afirmam que essas pessoas foram recolhidas indevidamente nas unidades penais do Estado, por terem direito à substituição da pena privativa de liberdade por pena restritiva de direitos. “Elas estão, portanto, sofrendo constrangimento ilegal, recolhidas em unidades prisionais destinadas ao cumprimento de pena em regime fechado”.

Para cada juiz foi enviada uma lista com nomes dos presos da respectiva comar, números dos cadastros nas Varas de Execuções Penais, datas das prisões, penas fixadas, quantidades de drogas apreendidas e sua condição de preso primário. De posse dessa solicitação, cada juiz deverá tomar a decisão nas próximas semanas.

Relação, por comarca, de presos que podem ser beneficiados:

COMARCA HOMENS MULHERES TOTAL DE PRESOS

Curitiba 64 32 96

Foz do Iguaçu 68 0 68

Londrina 33 13 46

Cascavel 41 0 41

Maringá 37 0 37

Guarapuava 7 0 7

Ponta Grossa 4 0 4

TOTAL GERAL PRESOS 254 45 299. Fonte: Agência Estadual de Notícias

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terça-feira, 26 de abril de 2011

Depois de agressão de Requião, Sarney quer novo corregedor

Com três meses de atraso, o senador José Sarney (PMDB-AP) prometeu anunciar esta semana o nome do novo corregedor-geral do Senado. O cargo está vago desde o ano passado, com a morte do ex-corregedor Romeu Tuma. Cabe ao corregedor investigar os parlamentares por atos relacionados ao mandato.

O anúncio da indicação ocorre um dia depois do senador Roberto Requião (PMDB-PR) arrancar o gravador de um repórter da Rádio Bandeirantes -depois de ficar irritado com uma pergunta do jornalista. Como ainda não há corregedor, o repórter não conseguiu registrar queixa contra o senador.

A Polícia do Senado se recusou a registrar ocorrência ao argumentar que o órgão não tem competência para investigar parlamentares.

Sarney minimizou a demora da escolha do corregedor ao afirmar que há uma "sobrecarga" muito grande de trabalhos na Casa. A indicação do corregedor tem que ser feita pelo presidente do Senado e, posteriormente, submetida à análise do plenário.

"Somos 81 [senadores], temos 12 comissões e 22 subcomissões, de maneira que o cargo de corregedor demanda certa dedicação, e muitos estão comprometidos", afirmou. Sarney disse ainda que vem consultando os líderes dos partidários para indicar um nome de consenso.

Além da Corregedoria, o Conselho de Ética do Senado também está vago desde a crise política dos atos secretos que atingiu a Casa em 2009. Na época, a oposição se retirou do conselho em protesto contra o arquivamento das denúncias contra Sarney, acusado de envolvimento na não-publicação de atos oficiais do Senado.

Segundo Sarney, o plenário da Casa deve analisar nesta terça-feira as indicações dos novos membros do conselho. "Houve demora porque as lideranças demoraram a indicar os nomes. Algumas tiveram dificuldades e ainda não indicaram por completo. Vamos ter que votar mesmo sem que estejam totalmente preenchidos os cargos", disse o senador.

GRAVADOR

Sarney lamentou o episódio envolvendo Requião, mas classificou a agressão de "atrito devido a um problema de temperamento". "É um episódio que podia não ter acontecido. Acho que foi um atrito, mas não tem essa conotação de uma agressão à liberdade de imprensa."

A irritação de Requião ocorreu depois do repórter questioná-lo sobre a aposentadoria de R$ 24 mil que recebe como ex-governador do Paraná. À Folha, o senador disse que não agrediu o jornalista, apenas pediu para que lhe entregasse o gravador. Mas a gravação, apagada por Requião, mostra que o senador ameaçou bater no repórter depois do questionamento.

O senador confirmou que apagou o conteúdo da gravação. Depois do episódio, Requião mandou devolver o cartão de memória e o aparelho ao repórter, que ficou sem o conteúdo da entrevista. O próprio senador divulgou a íntegra em seu site. Fonte: Folha Online, reportagem de Gabriela Guerreiro

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Suspeitos de chacina em Piraquara são ouvidos

Os dois principais suspeitos de matar cinco pessoas em uma chácara de Piraquara foram localizados na tarde de ontem, por investigadores da delegacia local. Eles prestaram depoimento e foram liberados.

Os dois foram liberados, já que passou o período de flagrante e não há prova contra eles. “Colhemos as impressões digitais dos dois para confrontar com as impressões retiradas na casa”, explica Marco Aurélio Furtado, superintendente da delegacia de Piraquara.

Eles foram encontrados em Pinhais. Um dos suspeitos já esteve preso por receptação, furto e roubo. Os antecedentes criminais chamaram a atenção da Polícia. “Recebemos no sábado pela manhã as informações de que eles teriam cometido o crime, mas eles negaram qualquer participação”, explica Furtado.

Motivo

As denúncias não apontaram o motivo que teria levado a dupla a matar o ex-secretário do meio ambiente de Pinhais, Jorge Roberto Carvalho Grando, 53 anos, o irmão dele, Antônio Luís Carvalho Grando, 46, que também morava na casa, o vizinho Albino Eliseu da Silva, o empresário Gilmar Reinert e o agente penitenciário Valdir Vicente Lopes.

Duas equipes policiais da Divisão Metropolitana e a equipe da delegacia local seguem várias linhas de investigação. A principal é latrocínio (roubo com morte). Outra linha divulgada pela imprensa ontem foi um seguro de R$700 mil que estaria no nome de Jorge, e que teria como beneficiária a ex-esposa. “Todo mundo é suspeito, mas não existe seguro e a ex-mulher dele ainda não é motivo de investigação”, garante Furtado. Fonte: Parana Online, reportagem de Fernanda Deslandes

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Guantánamo é 'monstruosidade', afirma Julian Assange

"Os arquivos de Guantánamo, que o WikiLeaks começou a publicar, revelam essa monstruosidade da era (George W.) Bush que o governo (Barack) Obama decidiu continuar", afirmou Julian Assange para a agência pública ontem. A declaração resume a importância do vazamento mais recente da organização, que começou a ser publicado na madrugada de domingo para segunda-feira.

São milhares de fichas de prisioneiros ou ex-prisioneiros de Guantánamo, em Cuba, e outros documentos relacionados, emitidos pela Força-Tarefa de Guantánamo (JFT-GTM) e enviados na forma de memorandos ao Comando Sul dos Estados Unidos, que coordena operações militares americanas nas Américas Central e do Sul.

As fichas relatam o estado de saúde dos atuais presos, refazem a teia investigativa que os levou à prisão e revelam que boa parte dos acusados foi incriminada com base em depoimentos de outros presos, obtidos sob tortura em Guantánamo e nas prisões secretas da CIA. Uma revisão cuidadosa dos documentos revela que o mercado de recompensas promovido pelos Estados Unidos levou à detenção de inocentes por acusações formuladas por informantes interessados apenas em prêmios em dinheiro.
Também revelam como são feitos os "pareceres", que recomendam ou não a permanência dos presos na base de Guantánamo, não apenas pela força-tarefa mas também pelos responsáveis pela investigação criminal e psicólogos encarregados de avaliar a maneira pela qual devem ser utilizadas as informações obtidas em outros interrogatórios.

"A publicação dessas informações é importante para o público, para os prisioneiros e ex-prisioneiros e para os juízes que se ocupam desses casos. Muitos estão presos há anos sem acusação formal e com base em testemunhos falsos", disse Assange. "Está na hora de reacender a discussão pública sobre a prisão de Guantánamo, na esperança de que, finalmente, se possa fazer alguma coisa para fazer justiça", afirmou o fundador do WikiLeaks, que qualificou a base americana em Guantánamo de "um estabelecimento de lavagem de pessoas". Fonte: Agência Estado

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domingo, 24 de abril de 2011

Sepultamento do Valdir, Agente Penitenciário da CPA

Foto:Átila Alberti

Na data de ontem (23) foi assassinado o agente penitenciário Valdir Vicente Lopes, que trabalhava na Colônia Penal Agricola.

O velório que foi realizado na Capela da Luz II, situado na rua Hugo Simas nº 35 , atrás do Cemitério Municipal, foi bastante concorrido e as 10 horas de hoje (24) o féretro do corpo foi acompanhado pelos amigos e familiares até o Crematório Perpetuo Socorro em Campo Largo.

Meus sentimentos a família do Valdir e a todos os amigos da CPA, que Deus possa confortar a todos.

O valdir era agente penitenciário a cerca de 20 anos e foi tragicamente assassinado na chacina ocorrida de sexta-feira (22) para sábado (23) na cidade de Piraquara, veja o post abaixo ou clique aqui, aguardamos os esclarecimentos sobre o crime e a punição dos culpados por esta crueldade.

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2º Passeio Ciclístico "Pedalando Contra às Drogas"

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Chacina deixa cinco mortos em Piraquara

Entre as vítimas está Jorge Grando, ex-secretário de meio ambiente de Pinhais e seu irmão Antonio Luiz Grando. Dois homens são suspeitos do crime

Cinco homens foram mortos brutalmente em uma chacina na noite de sexta-feira em um loteamento de chácaras na cidade de Piraquara, região metropolitana de Curitiba. O caso chama a atenção da polícia, porque as vítimas não tinham motivos aparentes para serem assassinadas.

O crime aconteceu na casa dos irmãos Antonio Luis Carvalho Grando e Jorge Roberto Carvalho Grando, ambos eram funcionários da prefeitura de Pinhais. Jorge Grando já havia sido secretário de meio ambiente do município. Eles moravam em uma área ecológica e estavam reunidos com outros três amigos que haviam comprado lotes no local – um deles era vizinho e dois pretendiam se mudar para lá.
As outras vítimas são Albino Silva, funcionário da Sanepar; Gilmar Reinert, empresário; e Valdir Vicente Lopes, agente da Penitenciária Central do Estado.

O crime teria ocorrido, segundo a Delegacia de Piraquara, que cuida do caso, entre 23h15 de sexta-feira e 0h15 de sábado. Os amigos estavam em um galpão ao lado da casa dos Grando fazendo um churrasco e teriam sido rendidos nesse local por três pessoas ou mais. Eles foram conduzidos até a pequena cozinha da casa, foram amarrados com as mãos para trás com fios de luz e arames e foram alvejados na cabeça. Na residência, foi encontrado um estojo de munições de calibre 9 milímetros.

Albino, que era vizinho dos Grando, havia saído para comprar remédios para a filha recém-nascida e pode ter parado para falar com os amigos ou ainda pode ter ido ao local depois de perceber uma movimentação estranha na casa. Ele não seria o alvo, segundo a polícia, mas acabou morrendo. A esposa dele, estranhando a demora, foi até o local e encontrou os corpos na casa dos Grando. A Delegacia de Piraquara trabalha com duas hipóteses na investigação: vingança contra Jorge Grando ou latrocínio.

Primeiramente o roubo seguido de morte havia sido descartado, porque nenhum objeto nem os carros foram levados. Mas como a casa estava totalmente revirada, a polícia acredita que os criminosos estavam em busca de um possível dinheiro que os irmãos Grando poderiam guardar na chácara por causa da venda dos loteamentos (a área pertencia a eles há pelo menos duas décadas). Jorge vendia alguns lotes porque queria transformar o local em um condomínio ecologicamente correto para viver.

Dois suspeitos, que conheciam as vítimas, estão sendo investigados pelo crime. Mas a polícia não deu mais detalhes sobre as investigações.

Os irmãos Grando e Albino poderão ser velados na Câmara Municipal de Pinhais, mas a informação ainda não foi confirmada. A família do agente penitenciário Valdir (que atuava há pelo menos 20 anos na profissão) ainda não havia definido, até o fechamento dessa edição, onde ele seria velado e enterrado.

O sócio do empresário Gilmar, Murilo Chemin, disse que o corpo do amigo será velado na Igreja Conjunto Gralha Azul e o enterro será no Cemitério do Santa Cândida. “O Gilmar ainda não morava lá, mas estava prestes a se mudar. Eu também pensava em me mudar para lá, mas agora não sabemos o que fazer. O condomínio era um sonho de se viver em paz com a natureza”, afirma o empresário Murilo Chemin. Gilmar era casado e deixou dois filhos maiores de idade. Jorge Grando era divorciado e tinha um filho de 5 anos.

O prefeito de Piraquara Gabriel Samaha, conhecido como Gabão, lamentou o episódio e disse que a região do condomínio sofre com a falta de patrulhamento rural. O condomínio está próximo da Estrada Nova Tirol, bairro Capoeira. “Jorge militava como ambientalista há três décadas. É lamentável o que aconteceu”, afirma o amigo e presidente da ONG que Jorge fundou em 1997, a Associação Paranaense de Preservação Ambiental do Rio Iguaçu e Serra do Mar (APPAM), Irineu Nogueira. Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Paola Carriel e Pollianna Milan

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Acampadentro dos adolescentes do Quebec

Os adolescentes da Assembleia de Deus do Conjunto Quebec de Maringá realizaram nos dias 22 e 23 (6ª feira e sábado) um acampadentro de páscoa, e tive a honra de ser o preletor do evento a convite das líderes locais as irmãs Lúcia e Olinda a quem agradeço pelo convite.

Várias bandas estiveram cantando, tocando e celebrando a vida em Cristo Jesus. Foram momentos de oração, meditação e louvor a Deus. Os louvores estiveram a cargo das bandas Filhos da Promessa (Quebec), Restitui (Alvamar), Banda Meshika (Igreja Batista da Graça), Wellington (Quebec) e Miltinho e banda (Requião). Parabéns a todos os organizadores foi muito bom estar com vocês.


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Luciano Brito faz abertura de congresso na Vila Nova


Nesta última quinta-feira (21) tive o privilégio de ser o primeiro preletor e fazer abertura do 5º Congresso de Jovens e Círculo de Oração da Assembleia de Deus da Vila Nova em Maringá, no dia compareceram além da comunidade local, membros das igrejas da Vila Operária, Central, Jardim Liberdade, Requião e Tuiuti, agradeço a recepção dada a mim e minha família pelo dirigente local o Evangelista Sergio Paulo e o pastor Valdemar Ribeiro.


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Retiro de jovens da AD Tropical

Na última quinta-feira (21) estive participando do retiro de jovens e adolescentes da Assembleia de Deus do Jardim Tropical a convite do Rodrigo que é o líder local, agradeço o convite acolhida e parabenizo a todos pela esforço em realização o
evento. Parabéns a todos e ao pastor de vocês o Evangelista Rubens.

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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Richa anuncia reajuste de 6,5% para servidores estaduais

O governador Beto Richa autorizou um reajuste de 6,5% nos salários dos servidores do Governo do Estado.Foto:Ricardo Almeida/AENotícias

O governador Beto Richa autorizou um reajuste de 6,5% nos salários dos servidores do Governo do Estado. O aumento será aplicado a partir do salário de maio para todos os funcionários da ativa e também para os aposentados. “Mesmo diante de todas as restrições financeiras do momento, esta é uma medida de respeito e valorização aos servidores”, afirmou o governador.

O projeto de lei que institui o reajuste será enviado para a Assembleia Legislativa nos próximos dias. O percentual corresponde ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrado nos últimos 12 meses, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O Estado tem 151 mil servidores ativos, 72 mil aposentados e 25 mil pensionistas e o impacto financeiro mensal do aumento na folha de pagamento será de R$ 47 milhões. O total da folha passa de R$ 740 milhões para R$ 787 milhões.

“Temos muito claro o papel do servidor como figura central na busca da eficiência na gestão pública e no atendimento qualificado ao cidadão”, afirma o governador, destacando que cumpre a legislação estadual que determina o mês de maio como data-base para a correção dos vencimentos.

O cálculo do reajuste e do impacto sobre as finanças do Estado foi feito pela Secretaria da Administração e da Previdência, em conjunto com a Secretaria da Fazenda, para garantir o respeito aos parâmetros da Lei de Responsabilidade Fiscal para os gastos com pessoal.

O teto de gastos é 49% da Receita Corrente Líquida (RCL). Em 31 de dezembro passado essa despesa já tinha chegado a 46%, o que corresponde a 93,88% do teto legal. Isso motivou o Tribunal de Contas do Estado a emitir um sinal de alerta ao Governo, para que as despesas não ultrapassem o chamado “limite prudencial”, um sub-teto de 46,55%.

No entanto, no primeiro trimestre deste ano houve crescimento da receita, o que permite o ajuste concedido dentro do limite legal. O índice proposto ficou acima dos percentuais concedidos nos últimos anos. Em 2007, os servidores do Paraná receberam reajuste de 3,14%. No ano seguinte, 5%. Em 2009, de 6%; em 2010, 5%. Fonte: AEN

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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Ele nos amou. Te agradeço Senhor!

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Feliz Páscoa!

Prezados leitores desejo a todos uma Feliz Páscoa, que não nos esqueçamos do que Cristo sofreu por nós no calvário. Deus abençoe a todos nós.
A Cristo todo louvor, honras e glórias.

“Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem” (1 Coríntios 15.19-20).

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As Horas do Calvário - Por Marcel Malgo

As horas mais solitárias que alguém já passou sobre a terra foram as horas do Calvário; pois Jesus - além de ser Filho de Deus - era também homem ao morrer por nós.

Por que, entretanto, o Calvário foi o lugar mais solitário que já houve? Parece fácil responder a essa pergunta, pois muitos dos nossos leitores sabem tudo sobre o Calvário e a morte do Cordeiro de Deus. Mas mesmo assim, nunca conseguimos responder com precisão a essa pergunta porque somos incapazes de compreender o que Jesus realmente passou no Calvário.

Segundo a Escritura, Jesus foi crucificado à "hora terceira" (Mc 15.25) (às nove horas da manhã). E à "hora nona" (às três horas da tarde) Ele deu Seu grito alucinante: "Eloí, Eloí, lamá sabactâni?... Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (v. 34). Isso significa, portanto, que Jesus Cristo, quando deu esse grito – já estava dependurado há seis horas na cruz em pavorosa solidão! Significa que durante seis horas inteiras Ele esteve sem o Pai, sim, até mesmo Deus O abandonou. Que nessas seis horas na cruz Ele esteve sem o Pai é provado pelo fato de Ele – que normalmente sempre falava do Pai quando se referia a Deus – ter clamado a Deus. E que Ele estava também sem Deus é mostrado por Suas palavras desesperadoras: "...por que me desamparaste?" Apesar de Ele clamar a Deus, Deus O havia abandonado!

Nesse sentido, as palavras do centurião romano contêm um simbolismo profundo e trágico: "O centurião que estava em frente dele, vendo que assim expirara, disse: Verdadeiramente este homem era Filho de Deus" (v. 39). Enquanto Jesus esteve dependurado na cruz, era como se Ele não fosse mais o Filho de Deus. Por quê? Porque naquelas horas Ele não tinha mais Pai. Mas – não era o Filho de Deus que estava dependurado ali na cruz? Naturalmente, mas não em Seu caráter glorioso, de Rei. Ele estava ali dependurado como homem, cuja aparência estava profundamente desfigurada, a quem todo o mundo desprezava, e virava o rosto. A respeito, o profeta Isaías já predisse palavras abaladoras aproximadamente 700 anos antes de Cristo: "...o seu aspecto estava mui desfigurado, mais do que o de outro qualquer, e a sua aparência mais do que a dos outros filhos dos homens... Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso" (Is 52.14b; 53.3). Quão terrível e pavorosa deve ter sido essa solidão para Ele! Pois a Ele, ao Senhor Jesus Cristo, aconteceu algo que jamais pode acontecer a nós, que nEle cremos: Ele realmente foi abandonado pelo Pai – durante horas. É o que expressa com a maior clareza Sua pergunta: "...por que me desamparaste?". Em outras palavras: "Tu me abandonaste – mas por quê?"



Nunca podemos acusar Deus de tal coisa porque não corresponde à verdade, pois o Senhor nunca nos abandonará, a nós que somos Seus filhos. No máximo, poderíamos dizer que nos sentimos abandonados. Na realidade, porém, nunca estamos sozinhos, pois em Hebreus 13.5b estão escritas as maravilhosas palavras: "De maneira alguma te deixarei nunca jamais te abandonarei." Ou pensemos nas palavras do próprio Senhor Jesus: "E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século" (Mt 28.20b). Paulo exclama com júbilo em Romanos 8.38-39: "Porque eu estou bem certo de que nem morte, nem vida, nem anjos, nem principados, nem cousas do presente, nem do porvir, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor." Não, nada, nem ninguém pode separar-nos de nosso Senhor, nunca seremos deixados sós; onde quer que estejamos, o Senhor está sempre presente! Ouça uma vez o que o salmista diz a respeito: "Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também; se tomo as asas da alvorada e me detenho nos confins dos mares: ainda lá me haverá de guiar a tua mão e a tua destra me susterá" (Sl 139.8-10). Em outras palavras: Senhor, tu estás sempre comigo; onde quer que eu esteja, o que quer que eu faça, para onde quer que eu vá, como quer que eu me sinta – tu estás sempre comigo. Sim, disso podemos estar certos, e graças ao Senhor que é assim.

Mas o próprio Senhor Jesus – quando esteve dependurado na cruz – não tinha mais nada disso; Ele ficou completamente privado de amor e consolo. Ao invés da alegre certeza da presença do Pai – Ele era atormentado por um horror paralisante. Ao invés de firme certeza interior – Ele sentia calafrios por causa do gélido silêncio de Deus. Ao invés do olhar amoroso do Pai – Ele só via trevas intransponíveis. Ao invés de afável e calorosa afeição do alto – os rugidos e a fúria de todo o inferno se abateram sobre Ele. Jesus Cristo experimentou exatamente o oposto daquilo que o salmista testemunha com tanta fé: "Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo: a tua vara e o teu cajado me consolam" (Sl 23.4). Jesus andou literalmente pelo "vale da sombra da morte"; Deus não estava mais com Ele, a "vara e o cajado" do Pai não O consolavam mais.

"Por quê?", podemos perguntar, "por que, afinal?" Porque não era possível de outra maneira. Pois, apesar de Jesus ser o Cordeiro de Deus sem pecado, apesar de Ele nunca ter pecado em toda a Sua vida, apesar de Ele ter ficado puro e sem mácula, no Calvário Ele morreu como pecador. Bem entendido: Ele não morreu como pecador – pois, como dissemos, Ele era e continuou sem pecado –, mas Ele morreu por causa de pecados, isto é, dos pecados de todo o mundo.



Você sabe o que significa morrer a morte do pecador; você sabe qual é a terrível e inescapável conseqüência de tal morte? Nesse tipo de morte

– Deus não está presente;

– o céu está fechado;

– o Eterno afasta o olhar!

Por isso, uma morte assim é o mais terrível, pavoroso e horroroso que pode acontecer a uma pessoa. Existem testemunhos suficientes a respeito. A seguir, citamos somente alguns:

– O ateu David Hume gritou por ocasião de sua morte: "Estou nas chamas!"

– A morte de Voltaire, o famoso zombador, deve ter sido tão terrível que sua enfermeira disse depois: "Por todo o dinheiro da Europa, eu não gostaria mais de ver um ateu morrer!"

– Hobbes, um filósofo inglês, disse pouco antes de sua morte: "Estou diante de um terrível salto nas trevas."

– Goethe exclamou: "Mais luz!"

– Churchill morreu com as palavras: "Que tolo fui!"

Bastam esses poucos exemplos para nos mostrar claramente o que significa morrer como pecador. E Jesus experimentou esse tipo de morte, apesar de Ele mesmo – que isso fique bem claro – ser e continuar sendo absolutamente sem pecado. Ele experimentou uma morte tão pavorosa porque na cruz Ele tomou sobre Seu próprio corpo todos os pecados de todos os homens de todos os tempos. Pedro diz em sua primeira epístola: "carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos aos pecados, vivamos para a justiça" (1 Pe 2.24a). Quando Jesus morreu a morte do pecador, realmente o céu ficou fechado, o Pai desviou o olhar, o Eterno se afastou; e Ele, o Filho, ficou dependurado, só e abandonado, na cruz. Que ondas pavorosas do inferno devem ter se abatido sobre Ele. No Salmo 22 os sofrimentos de Jesus naquelas horas horrorosas são descritos de modo amedrontador, bem detalhado e claro: "Muitos touros me cercam, fortes touros de Basã me rodeiam. Contra mim abrem as bocas, como faz o leão que despedaça e ruge. Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se-me dentro de mim. Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim me deitas no pó da morte. Cães me cercam; uma súcia de malfeitores me rodeia; traspassaram-me as mãos e os pés. Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim" (vv. 12-17).



Meu irmão, minha irmã, como isso deve ter sido terrivelmente difícil para Jesus Cristo! Não é de admirar, pois, que de repente tenha partido de Seu coração ferido este grito: "...Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" Esse foi o grito de um homem que caiu num profundo abismo, e cujo coração estava completamente dilacerado.

É interessante lembrar que até então Jesus nunca havia sido abandonado pelo Pai. E agora, na cruz – Ele não somente foi abandonado pelo Pai, mas também estava cercado pelos poderes do inferno. Não, até então o Pai nunca O havia abandonado; pelo contrário –o Pai esteve constantemente nEle. Por exemplo, Jesus disse: "Quem me vê a mim, vê o Pai" (Jo 14.9b). E em João 11.41b lemos: "Jesus, levantando os olhos para o céu, disse: Pai..." Portanto, até essa hora tinha havido completa harmonia entre Ele e o Pai. E Jesus se alegrou por essa harmonia, e testemunhou dela, por exemplo, com as palavras:

– "...porque não sou eu só, porém eu e aquele que me enviou" (Jo 8.16).

– "E aquele que me enviou está comigo, não me deixou só..." (Jo 8.29b).

– "Eu e o Pai somos um" (Jo 10.30).

– "...para que possais saber e compreender que o Pai está em mim, e eu estou no Pai" (Jo 10.38b).

Que maravilhosas palavras! Mas, exatamente por isso foi muito mais duro e trágico o contraste entre elas e as horas na cruz. Oh! que caminho Jesus teve que seguir! E, por quê? Para redimir a você e a mim; pois nós deveríamos ter estado ali na cruz!

Talvez agora compreendamos um pouco melhor o profundo abismo dos sofrimentos do Cordeiro de Deus; talvez sejamos capazes agora de participar um pouco dos Seus sentimentos, do que Ele passou. Mesmo assim, uma ou outra pessoa poderá perguntar:

Jesus não sabia que tudo seria assim?
Ele falou várias vezes a respeito aos Seus discípulos. Lemos, por exemplo, em Mateus 16.21: "Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas cousas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto, e ressuscitado no terceiro dia." Aqui Ele falou claramente que ainda teria que "sofrer muitas cousas". Além disso, havia muitas profecias do Antigo Testamento que apontavam com clareza assustadora para esses acontecimentos; e Jesus conhecia todas essas palavras da Escritura. Portanto, certamente Ele sabia de tudo. Apesar de que jamais poderemos responder a essa pergunta definitivamente, hoje vou tentar – com todo respeito ao Cordeiro de Deus – dar uma resposta bem superficial. Jesus Cristo – apesar do fato de ser o Filho de Deus e de todas as coisas serem manifestas perante Ele – talvez não soubesse de uma coisa: quão terrível seria a separação entre Ele e o Pai; quão horroroso seria ser abandonado pelo Pai! Pois, repito: Ele nunca antes havia ficado sem o Pai – muito menos sido abandonado pelo Pai.



Entretanto, talvez você diga agora: Mas Jesus sempre sabia de tudo. Tudo – será que Jesus realmente sabia de tudo? Ele mesmo falou certa vez de algo que não sabia, ou seja, da hora da Sua volta: "Mas a respeito daquele dia ou da hora ninguém sabe; nem os anjos no céu, nem o Filho, senão somente o Pai" (Mc 13.32). Portanto: isso era uma coisa que Ele não sabia. Por isso, não será que somente o próprio Pai sabia o que o Filho realmente teria de passar na cruz; quão difícil realmente seria a separação? Não será que o Pai tenha se calado sobre esse assunto por causa de Seu grande amor pelo Filho?

Apesar de não sabermos a resposta, nesse contexto podemos pensar na relação de Abraão e Isaque. Quando os dois ainda estavam a caminho do local do sacrifício, Isaque, que não sabia de nada, perguntou ao seu pai: "Eis o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto?" (Gn 22.7b). O que Abraão respondeu a Isaque? Lemos em Gênesis 22.8a: "Deus proverá para si, meu filho, o cordeiro para o holocausto". Isaque sabia, portanto, do sacrifício, mas não sabia da terrível verdade de que ele deveria ser a vítima.

Jesus Cristo sabia do Calvário. Ele sabia que seria o Cordeiro do holocausto; mas será que Ele também sabia quão terrível seria quando o Pai – nas horas do Seu sofrimento e da Sua morte – teria que abandoná-lO? Bem, não o sabemos, e também nunca teremos uma resposta definitiva para essa questão aqui na terra. Uma coisa, porém, é segura: as horas do Calvário realmente foram as mais difíceis e solitárias pelas quais ninguém na terra jamais passou; e o Filho do Homem, Jesus Cristo, as sofreu.

O alto objetivo dos sofrimentos de Jesus
Por que o Senhor da Glória teve que sofrer de forma tão extrema? Para redimir muitas e muitas pessoas escravizadas! Oh! quão maravilhosamente esse objetivo dos sofrimentos de Jesus é descrito no livro do profeta Isaías: "...quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade... com o seu conhecimento, justificará a muitos... Por isso eu lhe darei muitos como a sua parte..." (Is 53.10b,11b,12a). Glorioso, não é mesmo?! E até hoje são acrescentados diariamente novos justificados à Sua posteridade. Mas tudo começou nessa terrível cruz solitária. Quanto mais se agravava Seu caminho de morte, quanto mais profundamente Jesus entrava em dores e sofrimentos, maior e mais real se tornava o fato de que assim o caminho ao reino dos céus estava sendo aberto para a Humanidade. A cada hora de dores se aproximava a grandiosa vitória de Jesus, a porta da graça se abria cada vez mais.

Vejamos essa gloriosa verdade em relação à parábola de Jesus sobre os trabalhadores na vinha. Nela nos é mostrado maravilhosamente, de forma figurada, o processo que Jesus enfrentou na cruz – quanto mais horas de dores, mais próxima e maior a vitória. Leiamos a primeira parte dessa parábola: "Porque o reino dos céus é semelhante a um dono de casa que saiu de madrugada para assalariar trabalhadores para a sua vinha. E, tendo ajustado com os trabalhadores a um denário por dia, mandou-os para a vinha. Saindo pela terceira hora viu, na praça, outros que estavam desocupados, e disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e vos darei o que for justo. Eles foram. Tendo saído outra vez perto da hora sexta e da nona, procedeu da mesma forma, e, saindo por volta da hora undécima, encontrou outros que estavam desocupados, e perguntou-lhes: Por que estivestes aqui desocupados o dia todo? Responderam-lhe: Porque ninguém nos contratou. Então lhes disse ele: Ide também vós para a vinha" (Mt 20.1-7).



Essa parábola aponta maravilhosamente para o reino celestial e para todos que estarão nele algum dia. Ela nos mostra também que não faz diferença se alguém encontra cedo o caminho ou se chega somente à hora undécima. O que importa é que muitos venham! Não vamos nos ater agora na parábola em si, mas extrair dela maravilhosos paralelos sobre os acontecimentos do Calvário.

1 – Quando começou o verdadeiro caminho de morte de nosso Senhor? Não me refiro ao caminho de sofrimentos em geral, que já começou na manjedoura em Belém, mas ao caminho de morte e crucificação em si, através do qual Ele, como Deus, o disse através do profeta Isaías, geraria uma posteridade, ou seja, justificaria a muitos. Quando começou esse caminho da cruz? Lemos em Marcos 15.1: "Logo pela manhã entraram em conselho os principais sacerdotes com os anciãos, escribas e todo o Sinédrio; e, amarrando a Jesus, levaram-no e o entregaram a Pilatos." E quando o dono da casa, na parábola citada, começou a enviar trabalhadores para sua vinha, isto é, quando o Rei do reino dos céus começou a chamar Sua posteridade para Seu reino? Também cedo de manhã: "Porque o reino dos céus é semelhante a um dono de casa que saiu de madrugada para assalariar trabalhadores para a sua vinha" (Mt 20.1).

2 – Quando, exatamente, Jesus foi crucificado? À hora terceira (nove horas da manhã): "Era a hora terceira quando o crucificaram" (Mc 15.25). E quando os próximos trabalhadores foram enviados para a vinha, isto é, quando o Rei do reino dos céus chamou os seguintes da Sua posteridade para Seu reino? À terceira hora (às nove horas da manhã): "Saindo pela terceira hora viu, na praça, outros que estavam desocupados, e disse-lhes: Ide vós também para a vinha, e vos darei o que for justo" (Mt 20.3-4).

3 – Quando se abateram as terríveis trevas sobre toda a terra? À hora sexta (às doze horas): "Chegada a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra, até a hora nona" (Mc 15.33). E quando os trabalhadores seguintes foram chamados para a vinha, ou seja, quando foram novamente chamados outros à posteridade no reino dos céus? À hora sexta (ao meio-dia): "Tendo saído outra vez perto da hora sexta..., procedeu da mesma forma" (Mt 20.5).

4 – Quando o Senhor Jesus Cristo deu o Seu grito abalador?. À hora nona (às três horas da tarde): "À hora nona clamou Jesus em alta voz: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mc 15.34). E quando foram enviados mais trabalhadores para a vinha, isto é, chamados ainda mais pessoas para a posteridade no reino dos céus? À hora nona (às três horas da tarde): "Tendo saído outra vez perto da hora... nona, procedeu da mesma forma" (Mt 20.5).

5 – Quando Jesus Cristo foi sepultado? Antes do anoitecer no dia anterior ao sábado (aproximadamente às cinco horas da tarde): "Ao cair da tarde, por ser o dia da preparação, isto é, a véspera do sábado, vindo José de Arimatéia, ilustre membro do Sinédrio, que também esperava o reino de Deus, dirigiu-se resolutamente a Pilatos e pediu o corpo de Jesus... Este, baixando o corpo da cruz, envolveu-o em um lençol que comprara, e o depositou em um túmulo que tinha sido aberto numa rocha; e rolou uma pedra para a entrada do túmulo" (Mc 15.42-43,46). E exatamente ao mesmo tempo, às dezessete horas, à hora undécima, na parábola foram novamente enviados trabalhadores para a vinha, ou seja, chamadas outras pessoas à posteridade no reino dos céus: "...e, saindo por volta da hora undécima, encontrou outros que estavam desocupados, e perguntou-lhes: Por que estivestes aqui desocupados o dia todo? Responderam-lhe: Porque ninguém nos contratou. Então lhes disse ele: Ide também vós para a vinha" (Mt 20.6-7).

Essa comparação alegórica entre a morte de Jesus e a parábola dos trabalhadores na vinha nos mostra como através dos sofrimentos de Jesus na cruz, que ficavam cada vez mais intensos, a redenção se aproximava cada vez mais. Quanto mais se agravava Seu caminho de morte, mais resplandecia a verdade de que assim estava sendo preparado o caminho ao reino dos céus para a Humanidade.

Resumindo: cedo pela manhã começou o caminho da cruz de Jesus – e de madrugada vieram os primeiros trabalhadores para a vinha do dono da casa. À terceira hora (9 horas) Jesus foi crucificado – e à terceira hora foram chamados os trabalhadores seguintes para a vinha. À hora sexta (12 horas) se abateram as trevas sobre toda a terra – e à hora sexta foram chamados mais trabalhadores. À hora nona (15 horas) Jesus gritou Seu abalador "Por quê?" – e exatamente nessa hora foram novamente chamados trabalhadores na parábola. E à undécima hora (17 horas) Jesus Cristo foi sepultado; na parábola dos trabalhadores na vinha na mesma hora foram chamados mais uma vez trabalhadores. Aqui vemos claramente o que o profeta Isaías profetizou: "Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma, e ficará satisfeito; o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniqüidades deles levará sobre si" (Is 53.11).

Ao vermos tudo isso novamente hoje – essa maravilhosa obra do Calvário com seus grandiosos efeitos –, impõe-se a pergunta: o Senhor Jesus fez tanto por nós – mas o que podemos fazer por Ele?



O que podemos Lhe dar?
Oh! na verdade, nada! Pois conhecemos a nós mesmos e sabemos quão rapidamente novos propósitos e promessas são esquecidos. Apesar disso, devemos dar uma resposta ao Senhor! Talvez um acontecimento da vida de Pedro possa nos ajudar nesse sentido. Em certa ocasião, ele estava em Jope, na casa de um curtidor chamado Simão. Seu lugar de oração era sobre o eirado (terraço) da casa. Lemos em Atos 10.9: "No dia seguinte..., subiu Pedro ao eirado, por volta da hora sexta". Se bem que esse texto na verdade não tem nada a ver com o Calvário, interessam as palavras "por volta da hora sexta". Portanto, Pedro subiu ao eirado ao meio-dia (12 horas) para orar. E quando começaram as três piores horas para o Senhor Jesus na cruz? Igualmente à hora sexta: "Chegada a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra, até a hora nona" (Mc 15.33). É comovente o fato de que Pedro – consciente ou inconscientemente – tenha feito da pior hora de seu Senhor na cruz sua hora de oração diária! Pois podemos supor que não se tratou de uma oração única, ao acaso, mas de um costume regular. Como quer que seja, de qualquer modo, Pedro estava orando ao Seu Senhor na hora em que Jesus tinha passado pelos maiores tormentos na cruz. A pergunta é: o que podemos fazer pelo nosso Senhor Jesus; o que podemos Lhe dar? – na verdade, a minha e a sua resposta deveria ser bem clara: recomeçar uma vida de oração intensiva, baseando-nos a partir de agora conscientemente na morte de nosso Redentor! Em outras palavras: nunca mais oremos sem antes pensar porque podemos orar; sem que tenhamos completa clareza de porque temos o privilégio de orar; e sem estarmos plenamente convictos de que temos que orar! Pois: Jesus Cristo nos deu – através de Seus sofrimentos inomináveis e de Sua morte na cruz – a filiação pela qual podemos exclamar em oração: "Aba, Pai!" Sim, é o que está escrito: "E, porque vós sois filhos, enviou Deus aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai" (Gl 4.6). Amém. (Marcel Malgo - http://www.chamada.com.br). Autor: Marcel Malgo; Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, março de 1997.

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O Poder da Ressureição de Cristo - Por Dave Hunt


A oração de Paulo pelos crentes efésios é muito específica. Ele pede a Deus que lhes dê um entendimento e conhecimento mais profundo acerca de Cristo, e seria bom se buscássemos o mesmo para a nossa vida. Isso não é algo que se possa aprender num seminário ou mesmo num estudo bíblico ou na leitura de livros devocionais. O desejo de Paulo era que eles recebessem de Deus, voluntariamente, o “espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele” (Ef 1.17-23).

Especificamente, Paulo ora para que eles conheçam a “suprema grandeza” do poder que Deus queria demonstrar na vida deles. A explicação de Paulo sobre esse assunto é muito esclarecedora. Paulo nos fala sobre esse poder em Filipenses 3. Esse poder era, de fato, o que ele tanto desejava para si mesmo. Ele o chama de “o poder da sua ressurreição” e declarou: “Para o conhecer, e o poder (dynamis) da sua ressurreição, e a comunhão dos seus sofrimentos, conformando-me com ele na sua morte; para, de algum modo, alcançar a ressurreição dentre os mortos. Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus” (Fp 3.10-12).

Será que Paulo estava em dúvida quanto à sua salvação, achando que talvez não estivesse qualificado para a ressurreição dos crentes no Arrebatamento? Dificilmente! Ele está nos dizendo que a Ressurreição não é apenas um evento histórico do qual nos lembramos com satisfação e alegria, mas também o maior acontecimento da história (passada, presente e futura) de todo o cosmos! O maior evento de todos os tempos no universo é também um dos mais difíceis de entender. Nós falamos sobre esse acontecimento de uma forma extremamente trivial, mas ele é o pivô em torno do qual toda a história se articula e que a dividiu para sempre em duas partes. A divisão do tempo não deveria ser apenas a.C. (antes de Cristo) e d.C. (depois de Cristo); deveria ser a.R. (antes da Ressurreição) e d.R. (depois da Ressurreição).

Diante dos telescópios e dos meios tecnológicos de que dispomos hoje para aparentemente esquadrinhar os mais remotos cantos do universo, as palavras de Davi no Salmo 19 assumem um significado ainda mais profundo: “Os céus proclamam a glória de Deus [...]”. A Criação é a maior expressão visível de poder, e nós nos curvamos em espanto e adoração quando pensamos no Deus infinito que está por trás de tudo o que se pode ver. Mas Paulo diz que isso não é nada em comparação com o poder demonstrado na Ressurreição de Jesus Cristo, e esse é o grande poder que Paulo queria que os efésios experimentassem diariamente.


A Ressurreição não é apenas um evento histórico do qual nos lembramos com satisfação e alegria, mas também o maior acontecimento da história (passada, presente e futura) de todo o cosmos!
De fato, Paulo nos diz que a Ressurreição é a maior prova do poder de Deus jamais apresentada e cuja grandeza não pode ser superada. Precisamos entender o porquê dessa afirmação e por que Paulo orou daquela forma. Afinal de contas, “A vida estava nele [em Cristo]” (Jo 1.4). Jesus disse: “[...] tenho poder para a dar [minha vida] e poder para tornar a tomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai” (Jo 10.18, ARC). Então, por que foi necessário um poder tão grande para ressuscitar Cristo dentre os mortos?

Durante sua vida na terra, e antes de sua própria ressurreição, Cristo havia ressuscitado muitos dentre os mortos. Mas aqueles a quem ele ressuscitou, como Lázaro (Jo 11.1-43) e o filho da viúva de Naim (Lc 7.11-16), morreram novamente após alguns dias ou anos para aguardar a ressurreição de todos os crentes no Arrebatamento.

Como o Doador da vida, por intermédio de quem foram criadas todas as coisas (Jo 1.3), poderia ser morto? Temos aqui uma aparente contradição. Foi Cristo mesmo quem disse, a respeito de sua vida: “Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou” (Jo 10.18). Entretanto, Pedro acusa os judeus de terem matado Jesus: “vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos” (At 2.23). Dirigindo-se ao conselho rabínico, Estêvão usa uma linguagem ainda mais forte: “do qual vós agora vos tornastes traidores e assassinos [...]” (At 7.52).

O motivo pelo qual foi necessário usar o maior poder jamais aplicado a fim de ressuscitar a Cristo dentre os mortos só pode estar associado ao tipo de morte que Ele morreu. Deus havia declarado que a penalidade para o pecado é a morte, que é a eterna separação de Deus. Mas será que esse castigo não é forte demais? Adão e Eva foram expulsos do jardim paradisíaco por seu Criador (que os havia colocado ali) por causa de uma infração aparentemente pequena: comer um determinado fruto. Isso é motivo para um castigo eterno?

Nós tratamos o pecado com muito descaso, vendo apenas o ato em si e esquecendo contra quem ele é cometido. O pecado de Adão e Eva não foi apenas comer o fruto proibido. Foi desafiar e se rebelar deliberadamente contra Aquele que havia criado não só a eles, mas a todo o universo. Na nossa perspectiva, o pecado de Davi – adultério, assassinato e mentira – foi muito mais condenável. Mas Davi sabia o que era o pecado: “Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos” (Sl 51.4).

Em sua essência, o pecado é uma traição intencional, uma rebelião clara e desafiadora contra o Criador e Governador do universo. Precisamos nos lembrar desse fato. A maioria dos cristãos que, ao serem convencidos pela consciência, caem com o rosto em terra e confessam seus pecados, não está realmente confessando o horror do que fizeram. Não basta se arrepender dos atos praticados. É preciso confessar também que, não importa quão trivial nos pareça o ato que praticamos, o que nós fizemos foi repetir a traição de Adão e Eva contra o Senhor Deus. Se não reconhecermos isso com convicção profunda no coração, a confissão será incompleta.


O pecado tem uma dimensão moral e espiritual que Cristo teve que suportar por todo indivíduo, e nenhum outro poderia fazê-lo.
Agora, começamos a entender por que foi necessária “a suprema grandeza do seu poder” (Ef 1.19) para ressuscitar a Cristo dentre os mortos. O escritor de um hino disse com muita propriedade: “Foi o enorme fardo dos nossos pecados que te deitou no túmulo, ó Senhor da vida”. O que quer dizer isso? Como poderiam os nossos pecados ser lançados sobre o Cristo sem pecado? Isso certamente não foi feito quando Pilatos condenou a Cristo, nem quando os ímpios soldados romanos O açoitaram e O pregaram numa cruz. Contudo, foi isso que o filme antibíblico A Paixão de Cristo (de Mel Gibson) retratou – e o filme foi elogiado por milhares de evangélicos, entre eles centenas de líderes.

O que realmente aconteceu na Cruz não só não poderia ser retratado num filme como, ao ser omitido, foi negado por ele. Isaías escreveu: “Todavia, ao senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado” (Is 53.10). Claramente, o que os homens fizeram com Cristo não teve nada a ver com o Senhor moê-lo e fazer de Sua alma um sacrifício pelo pecado. O pecado tem uma dimensão moral e espiritual que Cristo teve que suportar por todo indivíduo, e nenhum outro poderia fazê-lo.

O nosso Salvador não tinha que ser apenas perfeitamente sem pecado para poder pagar pelos pecados dos outros – ele tinha que ser infinito. Ninguém, a não ser Deus, poderia satisfazer a justiça dessa forma. Mas a sentença havia sido pronunciada contra a humanidade. Portanto, Deus, apesar de infinito, não poderia pagar essa pena, a não ser que se tornasse totalmente homem sem deixar de ser Deus. Por isso a necessidade do primeiro e único nascimento virginal.

Os ateus alegam que seria injusto um inocente pagar pelos culpados. Isso seria verdade, não fosse por outra dimensão da Cruz. Para os que crêem, Deus considera a morte e a ressurreição de Cristo como se fosse a deles. Todo aquele que crê sofre uma milagrosa transformação interior que foi prometida por Cristo e que Ele chamou de “nascer de novo” (Jo 3.3-16). Isso não é um clichê, é a realidade.

Pilatos não tinha idéia do que estava dizendo quando apresentou Cristo à multidão agitada: “Eis o homem!” Aquele era o homem como Deus queria que fosse. Paulo o chamou de “o segundo homem” e de “o último Adão” (1 Co 15.45,47). Em outras palavras, desde Adão – criado pela mão de Deus no Jardim, sem contaminação – até Jesus, o último Adão – formado no útero de uma virgem, sem contaminação – não havia ninguém de quem se pudesse dizer: “Eis o homem como Deus queria que fosse”.

“O enorme fardo dos nossos pecados”, que teria mantido a humanidade no Lago de Fogo para sempre, poderia ser suportado pelo Ser infinito na Cruz, onde Ele se colocou entre Deus e o Homem. Se a Justiça Infinita não tivesse sido satisfeita através do pagamento integral dos nossos pecados efetuado por Cristo, Ele não poderia ter saído daquele sepulcro.


“Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem” (1 Coríntios 15.19-20).
A penalidade para o pecado é ser banido eternamente da presença de Deus e de todo o seu universo e lançado no exílio no Lago de Fogo. Esse é o castigo determinado pela Suprema Corte de Deus para a alta traição contra o Criador de todas as coisas. Um dos maiores horrores do Lago de Fogo será o fato de que mesmo naquele lugar de tormento os que odeiam a Deus não conseguirão escapar dEle. Ele estará lá, na consciência dos perdidos, consciências que não poderão mais se esconder atrás de nenhuma desculpa. Não haverá como fugir da verdade que eles rejeitaram e que os atormentará eternamente. Davi afirmou: “Se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás” (Sl 139.8).

Nenhum ser finito poderia pagar a penalidade exigida pela infinita justiça de Deus. Nenhum ser humano que tentasse pagar por seus próprios pecados poderia dizer finalmente, como exclamou Cristo em triunfo na Cruz: “Está consumado! A dívida foi paga”. Mas o preço tinha que ser pago integralmente. De que outro modo os portões da justiça se abririam?

No Livro de Jó, temos uma noção da verdadeira luta entre Satanás e Deus pelo domínio do Cosmo. “Num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles” (Jó 1.6). Essa narrativa espantosa nos dá uma idéia do que está envolvido na batalha entre Deus e Satanás. É um conflito de proporções cósmicas pelo controle do universo, e o homem é o prêmio que ambos os lados desejam. É uma batalha bem real, cujo objetivo é conquistar o coração e a afeição do homem. Mas é bom lembrar que não há nenhuma garantia de que Deus triunfará em cada caso individual. Com o dom do livre arbítrio, cabe a cada ser humano escolher de que lado ficará nessa batalha.

Os cristãos têm um papel fundamental na derrota final de Satanás: “Eles, pois, o venceram [a antiga serpente, que se chama Diabo e Satanás – Ap 12.9] por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida” (Ap 12.11). Com o amor de Cristo em nosso coração, seguimos o exemplo que Ele mesmo deixou para nós: “Pois ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente” (1 Pe 2.21-25).

Satanás continua a entrar na presença de Deus desafiadoramente, como fazia na época de Jó. Como podemos ter certeza disso? Pelo fato de que ele ainda acusa os irmãos diante do trono de Deus dia e noite, e continuará fazendo isso até o fim (Ap 12.10). Como já dissemos certa vez, e sempre é bom repetir, Satanás é como um presidente no fim do mandato. Ele ainda pode andar livremente pelos corredores do poder e tem bastante influência por trás dos panos. Ele ainda não foi expulso do céu, mas esse dia está chegando:

“Houve peleja no céu. Miguel e os seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos; todavia, não prevaleceram; nem mais se achou no céu o lugar deles. E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo, sim, foi atirado para a terra, e, com ele, os seus anjos” (Ap 12.7-9).

Como Satanás será expulso no final? Existe um velho hino que expressa com simplicidade e beleza o que a Escritura retrata:

Em fraqueza, como um derrotado, Ele conquistou a coroa da vitória; Permitindo que pisassem nele, colocou todos os nossos inimigos sob seus pés. Ele abateu o poder de Satanás; Feito pecado, derrotou o pecado. Curvou-se ante o sepulcro, destruiu-o também; e, ao morrer, matou a morte.

Satanás não consegue entender como Cristo, com brandura e aparente fraqueza, pôde triunfar sobre ele. Ele fica confuso com tudo que diz respeito à Cruz. Primeiro, ele inspirou Pedro para impedir Cristo de ir para a Cruz: “Tem compaixão de ti, Senhor; isso de modo algum te acontecerá” (Mt 16.21-22). Sabemos que Satanás inspirou Pedro por causa da resposta de Cristo: “Arreda, Satanás!” Depois, ele inspirou Judas para entregar Jesus aos rabinos para que eles pudessem conseguir Sua crucificação: “Entrou nele Satanás” (Jo 13.27). Até hoje, Satanás não entendeu nada.


“Na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente” (Sl 16.11).
Na minha opinião, Satanás realmente acha que pode sair vencedor dessa batalha pelos corações e mentes da humanidade. E por que não? Ele oferece exatamente aquilo que treinou o homem para cobiçar: riqueza, bens, prazer hedonista, sexo livre, popularidade, fama, drogas e álcool em abundância, satisfação de todos os seus desejos sensuais. Mas, apesar disso, multidões preferem seguir a Cristo, embora Ele ofereça o ódio e a rejeição do mundo, com perseguição e sofrimento – mas também a eternidade em sua presença, onde há felicidade verdadeira: “Na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente” (Sl 16.11).

E o que acontece com os que fazem a escolha errada e preferem juntar-se a Satanás em sua traição? Deus não tem prazer em castigar os perversos (Ez 33.11), mas a punição de cada um é de acordo com seu crime. Quando lemos o que os líderes ateus dizem a respeito de Deus em flagrante e desafiadora rebeldia, temos certeza de que eles arrancariam Deus de Seu trono se pudessem. Eles odeiam a Deus. Sem dúvida, o tormento eterno no Lago de Fogo por causa de sua traição será a colheita daquilo que eles mesmos semearam.

Veja o que disse Richard Dawkins, líder do movimento do Novo Ateísmo, num debate com John Lennox, um cristão fervoroso e também professor de Oxford, cientista com dois Ph.D.s e que, em seu comentário final, deu testemunho de sua fé em Cristo e na ressurreição de nosso Senhor:

“Sim, bem, esse pedacinho final” – disse Dawkins, com os lábios encurvados de desprezo, a voz gotejando veneno – “entrega o jogo todo, não? Toda aquela história de ciência e física... tudo isso é muito grandioso e maravilhoso, e então, de repente, voltamos à ressurreição de Jesus. Isso é tão insignificante, tão trivial, tão local, tão sem imaginação – tão indigno do universo”.

Mas, para Deus, a Ressurreição foi a maior demonstração de Sua majestade e poder. Que lamentável exibição do ódio mortal que corrói Dawkins! Esse pagão, que obviamente adora a criação ao invés do Criador (Rm 1.21-23), está espumando de raiva. Essa manifestação de seu ódio a Deus vai zombar dele eternamente (Pv 1.20-33), enquanto os céus ressoarão com o eterno mas sempre renovado hino de louvor a Deus e ao Cordeiro: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor”. (The Berean Call - http://www.chamada.com.br). Autor: Dave Hunt

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História do centenário das ADs é retratada em quadrinhos

Projeto foi desenvolvido por jovens profissionais assembleianos

Em junho, a Assembleia de Deus no Brasil completará cem anos. E a revista GeraçãoJC não poderia ficar de fora das comemorações: a próxima edição trará a história do centenário ilustrada em quadrinhos!

Produzida pelo artista gráfico Will Ferreira, e pelo roteirista Lucas Ricardo, ambos de 27 anos, o trabalho é resultado de extensa pesquisa textual e iconográfica para desenvolvimento de cenários, personagens e roteirização.

Segundo Will, o maior desafio foi compreender os personagens:"Fizemos uma pesquisa bastante ampla com a colaboração do Centro de Estudos do Movimento Pentecostal para entendermos o comportamento e o temperamento dos dois missionários. O objetivo era atingir o máximo de fidelidade aos personagens. Só então iniciamos o trabalho gráfico”.

Na história, que terá como título Belém Verde-Amarela, os leitores poderão ver, pelos olhos de Gunnar Vingren, o impacto causado pelo grande desafio missionário proposto à jovem dupla de missionários suecos.

"Além de muita pequisa, esta obra foi fruto de muito suor e lágrimas aos pés do Senhor Jesus. Devemos a Ele toda a inspiração para concluir as páginas da HQ do Centenário da AD no Brasil. Agradeço à editora da revista, Eveline Ventura, pela credibilidade e confiança neste projeto. A atuação dela foi fundamental para o bom andamento de Belém Verde-Amarela; do planejamento à execução”, conclui Lucas Ricardo.

Quer conhecer a revista GeraçãoJC e saber mais sobre os autores? Clique aqui
Fonte: CPAD News

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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Maringá ganha 69 policiais até o fim da Expoingá

Acontece às 18h30 desta quarta-feira (20) a formatura de 69 novos soldados da Polícia Militar (PM). Esse contingente deve integrar o 4º Batalhão da PM e atuará em Maringá até o fim da Expoingá, no dia 15 de maio.

O contingente será necessário para aumentar a segurança durante o evento. Após esse período, os policiais serão distribuídos entre os 24 municípios que integram o 4º Batalhão. "Um estudo está sendo realizado para verificar a necessidade de cada cidade. Após esse levantamento faremos o remanejamento", explica o responsável pela Comunicação Social do 4º BPM, tenente Alexandro Gomes.

Os novos soldados ingressaram nas escolas de formação de praças na metade do ano passado. Há 10 meses eles passam por um curso de aperfeiçoamento, com treinamento teórico e prático, ministrado pelo capitão França e tenente L. Moreira, no 4º Batalhão.

"Eles estão na rua já há algum tempo, acompanhados de policiais mais experientes, para cumprir o estágio probatório. Acredito que esse aumento de contigente irá ajudar a combater o crime e manter a segurança da sociedade", ressalta Gomes. A formatura dos 69 novos soldados acontece no pátio do 4º Batalhão da PM de Maringá.

Paraná

Em todo o Paraná se formaram 1,5 mil soldados. Só em Curitiba foram 562. Além destes policiais militares, outros 500 ainda estão em formação e serão entregues em meados deste ano.

Concurso

De acordo com o comandante-geral da PM do Paraná, coronel Marcos Teodoro Scheremeta, o concurso é válido por um ano a partir da data de lançamento e pode ser renovado por mais um, para aproveitamento dos candidatos.

"A validação deste edital será renovada pelo governador Beto Richa, que num esforço conjunto com o secretário da Segurança fará o possível para colocar a médio e longo prazo o policiamento necessário nas ruas de todo o Paraná, fazendo com que todos os municípios, todos os bairros tenham mais segurança", destaca Scheremeta. Fonte: O Diário, reportagem de Rubia Pimenta

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Jovem confessa trama para matar o policial Rambo

Preso ontem pela Polícia Civil no Centro de Maringá sob a acusação de tráfico de drogas, o desempregado Carlos Alexandre Xavier, 23 anos, morador de Sarandi, confessou que recebeu R$ 25 mil para localizar o soldado da Polícia Militar, Marcelo Frank, conhecido como Rambo, em Maringá, e repassar informações sobre o policial a pessoas interessadas em executá-lo.

De acordo com Xavier, que foi preso com 10 pedras de crack e uma porção de cocaína, uma pessoa que ele não quis identificar lhe deu o dinheiro adiantado para que seguisse e encontrasse o endereço do policial militar.

Rambo é conhecido em Maringá e em cidades da região por atitudes polêmicas. Na sua página no site de relacionamentos Orkut, o policial exibia fotografias com metralhadoras, fuzis, pistolas e outras armas pesadas e fazia comentários do tipo "Rambo chegou, os bandidos que se cuidem", "bandido bom é bandido morto", "em frente, Rambo, vamos acabar com a bandidagem".

Rafael SilvaMarcelo Frank de frente com Carlos Xavier na carceragem da 9ª SDP: plano para executar o policial

O homem já havia sido preso meses atrás por tentar matar o mesmo policial. Na época, ele disse ter recebido R$ 5 mil para cometer o assassinato. "Mas eu nunca matei ninguém não. Pode avisar os ‘manos’ lá em Sarandi para ficarem tranquilos que não vou entregar ninguém", disse o rapaz.

Ele não quis dizer se foram as mesmas pessoas que encomendaram o crime, apenas confirmou que estava perseguindo Rambo. "Eles queriam apenas informações sobre onde ele está morando. Pagaram adiantado. Eu ia levantar as informações, comprar passagem de avião e desaparecer", contou. Fonte: O Diário, reportagem de Edmundo Pacheco

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terça-feira, 19 de abril de 2011

Justiça concede habeas corpus a presos da operação Guilhotina

A 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro concedeu nesta terça-feira habeas corpus para pelo menos 40 pessoas --a maioria policiais-- presas durante a operação Guilhotina, desencadeada pela Polícia Federal em fevereiro.

Entre os presos que responderão as acusações em liberdade está o delegado da Polícia Civil Carlos Antônio Luiz de Oliveira. Ele foi preso no dia 11 de fevereiro, também durante a operação, suspeito de desviar armas do narcotráfico. Ele nega as acusações.

De acordo com a assessoria do tribunal, o pedido de habeas corpus foi aprovado por unanimidade pela 7ª câmara. Agora, a comunicação será encaminhada para 32ª Vara Criminal --que expediu as prisões.

Os suspeitos foram denunciados por formação de quadrilha, peculato, corrupção passiva, extorsão, violação de sigilo funcional e comércio ilegal de arma. De acordo com as investigações, um grupo fazia parte de milícia; dois eram ligados a traficantes e praticavam o "espólio de guerra" (desviavam armas, munição, drogas e objetos apreendidos em operações) e, alguns, atuavam na segurança de contraventores.

TURNOWSKI

A operação também resultou no indiciamento do ex-chefe da Polícia Civil Allan Turnowski, que deixou o cargo em fevereiro suspeito de passar informações sobre a Guilhotina a um inspetor investigado. Ele nega.

O telefone do inspetor estava grampeado e, com base nas escutas, a Polícia Federal indiciou Turnowski sob suspeita de vazamento de informação.

A delegada da Polícia Civil Márcia Becker, ex-titular da 22ª Delegacia da Penha, zona norte do Rio, também foi indiciada. No dia da operação Guilhotina, Becker conversou ao telefone com um inspetor da 22ª DP, que estava com celular grampeado e era um dos investigados com mandado de prisão.

No telefone, o inspetor pede, segundo da PF, para Becker dizer aos agentes federais que ele estava de férias. A delegada teria concordado. A Folha não localizou a delegada. Fonte: Folha Online, reportagemd Diana Brito

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Alvaro e Gleisi batem boca no Senado. De novo

Virou costume: os paranaenses Alvaro Dias (PSDB) e Gleisi Hoffmann (PT) voltaram a se estranhar agora há pouco no plenário do Senado.

Tudo começou quando o tucano usou a tribuna para comentar uma reportagem da revista Veja sobre os bastidores da indicação do ministro do Superior Tribunal de Justiça César Asfor Rocha para o Supremo Tribunal Federal.

De acordo com o texto, Asfor Rocha teria sido preterido pelo ex-presidente Lula por estar envolvido em uma suposta denúncia de suborno.

Alvaro carregou nas tintas e falou que o Senado não poderia “ignorar um fato de tal gravidade”. Logo depois, foi interrompido pelos colegas Pedro Taques (PDT-MT) e, posteriormente, por Gleisi.

Alvaro se destemperou quando a petista disse que uma das suas maiores atribuições era “ler reportagens” e ironizou as tentativas da senadora de repassar “ensinamentos sábios” aos colegas.

Veja a íntegra da discussão:

Gleisi - Estou chegando à conclusão aqui, Senador Alvaro Dias, que uma das suas maiores atividades como Senador é ler os jornais e as revistas deste País, porque toda semana V.Exª vem a este plenário, sobe à tribuna...

Alvaro – Também isso.

Gleisi -...ou está nesta Bancada e sempre fala sobre uma reportagem. As suas denúncias bombásticas são baseadas nas reportagens a que o senhor se refere.

Alvaro – Não estou fazendo denúncia alguma, Senadora.

Gleisi – Sim.

Alvaro – V.Exª deve respeitar o seu interlocutor.

Gleisi – Eu estou respeitando.

Alvaro - V.Exª não venha com a pretensão de diminuir quem faz oposição nesta Casa com decência e com dignidade. Se V.Exª quer apartear, o faça, mas com o necessário respeito.

Gleisi - Eu estou fazendo com respeito. Se não respeitasse, não faria o aparte.

Alvaro – A voz de V.Exª é delicada, mas o teor que expõe através... Se V. Exª quiser apartear com respeito, V. Exª terá o aparte.

Gleisi - Estou aparteando e com muito respeito. Quero dizer a V. Exª que tudo o que o Senhor fez aqui, desde que iniciou a sua fala, foi um juízo de valores. V. Exª começou julgando o Presidente Lula, fazendo ilações sobre uma matéria que disse, que alguém disse, que outro disse. Não há qualquer prova no material que V. Exª leu. Por diversas vezes, V. Exª se dirige a este Plenário, a esta tribuna, para fazer denúncias sem provas concretas. V. Exª está lidando com a vida e com a honra das pessoas. Peço a V. Exª que tenha mais responsabilidade quanto a isso e o faça com muito respeito. V. Exª pare realmente de ter juízo de valores.

Alvaro – Quero agradecer aos ensinamentos sábios da Senadora Gleisi. Ela vem ao Senado para aconselhar os seus Colegas Senadores. Quero dizer que dispenso os seus conselhos. Obviamente, todos que estão prestando atenção na minha fala estão verificando que estou tendo o cuidado de repetir até que não estou fazendo juízo de valor. Agora, para ela, faço juízo de valor. É um problema dela. Não faço juízo de valor; apenas relato um fato que é público, notório, da responsabilidade das autoridades públicas deste País, que não pode ser ignorado não só pela Oposição, mas pela instituição Senado Federal. Aqui, Ministros são sabatinados. Temos a responsabilidade, sim, de esclarecer denúncias. Fonte: Blog Conexão Brasília via Gazeta do Povo

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