Um comboio com dez carros com apoio de 40 homens do Serviço de Operações Especiais saiu por volta das 6 horas da Penitenciária Bangu 1 com o traficante Nem e três integrantes de sua facção criminosa
O traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem, acusado de chefiar o tráfico de drogas na Favela da Rocinha, localizada entre os bairros da Gávea e São Conrado, na zona sul carioca, foi transferido na manhã deste sábado (19) para o presídio federal de segurança máxima de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.
Um comboio com dez carros com apoio de 40 homens do Serviço de Operações Especiais (SOE) da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap), saiu por volta das 6 horas da Penitenciária Bangu 1 com o traficante NEM e três integrantes de sua facção criminosa.
Eles foram presos pelas forças de segurança do estado, quando tentavam deixar a comunidade, após o anúncio do governo sobre a ocupação da Rocinha para a implantação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPP), que compreende ainda as comunidades do Vidigal e Chácara do Céu.
Nem e seus comparsas, Anderson Rosa Mendonça, o Coelho; Valquir Garcia dos Santos, o Carré; e o ex-policial militar Flávio Melo dos Santos, seguiram em um avião da Polícia Federal, pouco depois das 8 horas, sob forte esquema policial, para a penitenciária de Mato Grosso do Sul, onde ficará à disposição da Justiça. Fonte: Agência Brasil
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sábado, 19 de novembro de 2011
Traficante Nem é transferido para presídio federal em Mato Grosso do Sul
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Programa anticrack é ameaçado com cortes
Promessa de campanha de Dilma, área deve ter verba reduzida pela metade
Previsão de orçamento federal até 2015 para secretaria antidrogas caiu de R$ 400 milhões para R$ 200 milhões
Um corte pela metade das verbas previstas para a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) ameaça o programa de combate ao crack do governo federal, uma das prioridades do governo Dilma Rousseff e tema da campanha eleitoral. O alerta foi dado pela própria titular da pasta, Paulina Duarte, durante audiência pública no Congresso. Ela alertou que a diminuição da verba coloca em risco os programas de prevenção e tratamento.
A previsão era de que a secretaria deveria receber, até 2015, R$ 100 milhões por ano para alcançar as metas, ou R$ 400 milhões no total. A tendência, no entanto, é que a fatia prevista no Plano Plurianual para a Senad seja de R$ 200 milhões no período, segundo o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), da Comissão Especial de Políticas Públicas de Combate às Drogas, presente na audiência. O Plano Plurianual será apresentado no Congresso pelo governo até fim de agosto.
No encontro no Congresso, Paulina avisou: sem recursos, a secretaria não terá como cumprir compromissos apresentados ano passado, durante a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva.
Reação. A notícia de ameaça aos R$ 400 milhões para a área provocou uma rápida resposta entre integrantes do Conselho Federal de Medicina (CFM). "Isso demonstra uma incoerência com compromissos assumidos durante a campanha. Como justificar um corte tão significativo para uma área dita prioritária?", questionou o vice-presidente do CFM, Carlos Vital Lima.
Lima lembrou que o tratamento dos dependentes tem de ser feito de forma sistematizada, por uma rede integrada de assistência. "Pacientes não podem esperar", ressaltou.
O deputado Reginaldo Lopes ouviu de Paulina que a redução colocaria em risco a instalação de parte dos 65 centros regionais sob a coordenação de instituição de ensino superior para capacitação de profissionais de saúde e para realização de pesquisas. "É uma espécie de centro de inteligência, onde vários estudos sobre o assunto seriam realizados", explicou.
No entanto, Lopes disse acreditar que cortes para ações contra crack não serão generalizados. "Atualmente, verbas para medidas de combate e prevenção da droga estão pulverizadas em várias áreas do governo. Temos recursos no Ministério da Saúde, no MEC (Ministério da Educação). Não significa que toda a verba do crack será reduzida pela metade", ponderou.
Demanda. Integrante da Comissão de Assuntos Sociais do CFM, o médico Ricardo Paiva diz que hoje há um déficit de 7,5 mil leitos para atendimento de pacientes dependentes do crack que estão em fase de desintoxicação. "Existem atualmente 2,5 mil. E o próprio Ministério da Saúde afirma ser necessário 10 mil", contou Paiva.
A oferta de centros de Atendimento Psicossocial (Caps) também está muito aquém do necessário. "O ideal seria ter um Caps para cada 70 mil habitantes. Claro que esse número está longe de ser alcançado." Para Paiva, a redução de recursos sinaliza uma tendência preocupante. "É preciso colocar todo o discurso em prática, transformar em ações aquilo que foi anunciado com tanta animação." Fonte: O Estado de S.Paulo, reportagem de Lígia Formenti
sábado, 23 de julho de 2011
Dia do Policial Rodoviário é hoje
Parabéns a todos os policias rodoviários que lutam para promover a segurança de nossas estradas e rodovias estaduais e federais, sucesso a todos. Luciano Brito
No dia 23 de julho é comemorado o Dia do Policial Rodoviário, para os profissionais estaduais e federais. “O trabalho dos policiais é fundamental para o nosso País. Nas estradas estaduais e federais, motoristas e condutores dependem da atuação desses valorosos homens para chegar ao destino em segurança”, diz a corporação em nota oficial.
Em 10 de janeiro de 1948 foi criado, pelo então governador do Estado de São Paulo, Ademar Pereira de Barros, o Grupo Especial de Polícia Rodoviária com um efetivo de 60 homens, ex-combatentes da Força Expedicionária Brasileira.
A partir de 16 de novembro de 1962, passou a constituir uma fração da Milícia Paulista (Força Pública), sob a denominação de Corpo de Policiamento Rodoviário, e em 4 de dezembro de 1973 teve sua denominação adequada à função especial que exercia, passando a denominar-se Batalhão de Policiamento Rodoviário.
Em 15 de dezembro de 1975, após nova adequação, foi denominado de 1º Batalhão de Polícia Rodoviária, com sede em São Bernardo do Campo (SP), do qual foram desmembrados, em 1977, o 2º Batalhão, com sede em Bauru, e em 1979 o 3º Batalhão, com sede em Rio Claro (que em 16 de novembro de 2007 mudou-se para Araraquara).
Em 10 de janeiro de 2005 foi criado o 4º Batalhão de Polícia Rodoviária, com sede em Jundiaí, e por último, em 27 de novembro de 2008, o 5º Batalhão de Polícia Rodoviária, com sede em Sorocaba. E em 30 de setembro de 1987 foi criado o Tático Ostensivo Rodoviário (TOR), cuja missão é atuar como Força Tática nas rodovias. Fonte: Fonte: CJNET via Blog do Capitão Assumção (íntegra) com imagem do Google
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Escutas mostram desvios durante ocupação no Complexo do Alemão
É o que mostram escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal na Operação Guilhotina, deflagrada na sexta-feira (11) contra esquema de corrupção nas polícias do Rio.
A Folha obteve áudios das escutas.
TV LED
Informante - Se achar ela, melhor ainda. Ela que é o boi, né. Ela sabe até de saco de dinheiro. Se achar ela... Olha só.
Policial - Hã
Informante - Se tu achar aquela televisão LED intocada, que tu falou. Tu entra na minha casa, como se fosse dar uma geral. Se quiser esquecer ela lá, eu te agradeço.
Policial - Tá vai ser agora de manhã.
Informante - Quando der.
Policial - Não esquenta não. Tem problema não.
PARES DE TÊNIS
PM 1 - Antes da Joaquim de Queiroz [uma das principais ruas do Alemão] tem um estacionamento.
PM 2 - Tem.
PM 1 - Entrei nele e subiu na laje e desci. Porra, tem uma laje que tem dois, quatro, sete pares de tênis zero. Tudo escondido atrás das coisas.
PM 2 - Tá. Pede para alguém. Alguém que tiver junto da galera toda. Descer na ponta aí, que eu vou começar a levar um lanche para vocês aí.
PM 1 - Tá pode descer com a viatura. Entra com a viatura no estacionamento.
PM 2 - Tá manero.
SERRA PELADA
Policial 1 - Fala, parceiro
Policial 2 - Aí irmão, beleza?
Policial 1 - Tranquilidade.
Policial 2 - Tranquilão. Tou aqui no Alemão. Operação aqui ontem. Hoje
Policial 1 - Também estou trabalhando hoje. Botei meu nome para ir aí. Só que eles não deixam a gente ir aí não.
Policial 2 - Pô que pica né. Todo mundo aqui, parceiro. Tudo que é viatura. Tudo que é batalhão rodando aqui, irmão.
Policial 1 - É.
Polcial 2 - Tentando a sorte todo mundo. Foda, maior desespero.
Policial 1 - Disseram que aí virou Serra Pelada. No topo do morro Serra Pelada.
Policial 2 - Ah?
Policial 1 - Em cima do topo do morro, Serra Pelada?
Policial 2 - Tem.
Policial 1 - Tem buraco para tudo quanto é lado. Para achar algumas coisas.
Policial 2 - Nego tá cavando aqui tudo, parceiro.
Policial 1 - É né.
Policial 2 - De vez em quando acha alguma coisa. Sem informação fica difícil. Casa de vagabundo tá tudo revirado já.
Policial 1 - Risos
Policial 2 - Tudo revirado, parceiro. Não sobre nada. Fonte: Folha Online, reportagem de Hudson Corrêa e Diana Brito
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Justiça proíbe tiro de advertência para Força Nacional, PF e PRF
Polícias Militar e Civil e guardas municipais podem aderir sem obrigatoriedade.

Pistola de ondas "T", modelo M-26, é uma das armas
não-letais adotadas pelo Ministério da Justiça (Foto:
Divulgação/Ministério da Justiça)

Gás de pimenta também é indicado para Polícia Militar
e Guarda Municipal (Foto: Divulgação/
Ministério da Justiça)

Bastão Tonfa pode ser usado em vários tipos de
ações policiais (Foto: Divulgação/ Ministério da Justiça)
O Ministério da Justiça e a Secretaria Direitos Humanos da Presidência da República editaram uma portaria interministerial com novas diretrizes sobre uso da força e de armas de fogo por parte das polícias da União, compostas pela Força Nacional de Segurança, Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e agentes penitenciários federais. A medida entrou em vigor nesta segunda-feira (3), quando foi publicada no Diário Oficial da União. O objetivo é tentar reduzir o número de mortes em ações policiais.
O documento não vale para as corporações estaduais e municipais, como as polícias civil e militar e as guardas civis. Segundo Isabel Figueiredo, assessora do Ministério da Justiça e integrante do grupo de trabalho que redigiu o texto da portaria, estas unidades de polícia receberam a sugestão de implementar as diretrizes. "As próprias forças policiais têm dúvidas sobre os tipos de armas a serem usados em determinadas situações inesperadas, que fazem parte da rotina deles. Quanto mais normatização do uso de arma, mais seguro o policial se sente."
Entre as principais mudanças na conduta policial está a proibição do tiro de advertência e de atirar contra pessoas que esteja em fuga e desarmada, mesmo que esteja de posse de arma de menor potencial de risco. O disparo de arma contra veículos que tenham furado um bloqueio policial e o ato de apontar arma durante uma abordagem também estão proibidos.
Atirar contra uma pessoa só será autorizado em caso de legítima defesa própria ou de terceiros. De acordo com o texto da portaria, o uso da força deverá obedecer aos princípios da legalidade, necessidade, proporcionalidade, moderação e conveniência.
Para isso, o uso de armas não-letais como gás de pimenta, bastões Tonfa, coletes à prova de bala e pistolas Taser (que emitem ondas T, semelhantes às ondas cerebrais) serão incentivadas no país.
Intercâmbio federal, estadual e municipal
"Representantes das polícias da União e de agentes de segurança dos municípios e dos estados participaram das consulta do grupo de trabalho realizado em um ano de pesquisa. Quatorze estados participaram da confecção do texto da diretriz. O que é importante é que o governo Federal não pode, por portaria, disciplinar os entes federados ou trazer uma obrigação para as polícias do estados e para as guardas municipais por meio de uma portaria. Isso só pode ser feito por força de uma lei", disse Isabel.
"O que a portaria traz, em seu artigo 3º, mecanismos para estimular e monitorar iniciativas que tenham o objetivo de implementar essas diretrizes. Como o texto foi feito com base na oitiva das polícias dos estados e das forças municipais, o Ministério da Justiça já percebe uma iniciativa de adesão desses agentes de segurança", afirmou a assessora do ministério. " A adesão dos estados e municípios pode ocorrer, sem obrigatoriedade, e isso será bem aceito", disse Isabel.
Padrão internacional
O texto foi baseado no Código de Conduta para Funcionários Responsáveis pela Aplicação das Leis, adotado pela Organização das Nações Unidas (ONU), de 1979, e também nos princípios do uso da força e de arma de fogo na prevenção do crime e tratamento de delinquentes, adotado no Congresso das Nações Unidas em Havana, em Cuba, em 1999.
A diretriz ainda obriga o agente de segurança pública a portar dois instrumentos de menor poder ofensivo e equipamentos de proteção, mesmo que não esteja portando arma de fogo. O texto também trata da conduta das forças de segurança caso seus próprios agentes ou terceiros sejam feridos. "A redução da letalidade em ações policiais é uma preocupação não só das polícias do Brasil, isso é uma realidade no mundo todo. Há uma preocupação não só com a letalidade dos civis, mas como dos agentes de segurança", disse Isabel.
Para adequação das corporações, foi estipulado prazo de 90 dias para as polícias da União atualizarem os procedimentos operacionais e os processos de formação e treinamento. Além disso, elas terão 60 dias para normatizar e disciplinar o uso da força dos agentes. O monitoramento da letalidade será obrigatório. A portaria ainda estipulou prazo de 60 dias para que as corporações proponham medidas para implementação das diretrizes. Fonte: G1.com/Globo, reportagem de Glauco Araújo
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Delegado Protógenes será homenageado na Boca Maldita

Policial deverá ganhar um diploma de "delegado do povo" durante evento
O delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz será homenageado durante um café da manhã na Boca Maldita, em Curitiba, neste sábado (6) pelo Conselho de Segurança (Conseg) do bairro Água Verde. Protógenes, que ganhou popularidade ao prender o banqueiro Daniel Dantas durante a Operação Satiagraha, é réu em ação criminal por violação de sigilo funcional e fraude processual. Além disso, é investigado por é suposto envolvimento em ações de espionagem .
O presidente do Conseg Água Verde, José Gil de Almeida, diz que o evento é destinado aos apoiadores e amigos do delegado. “Vamos entregar o diploma ‘delegado do povo’ em praça pública”, antecipou Almeida. Protógenes também deve discursar no evento.
Bótons e panfletos de apoio ao delegado serão distribuídos. O Jornal Água Verde, cujo dono é Almeida, pede em seu site apoio ao “delegado que está sendo perseguido porque prendeu criminosos “do colarinho branco””.
Fonte:Gazeta do Povo
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Governo estadual quer repassar rodovias com pedágio à União
A manobra do governador foi motivada pela decisão do TRF da 4ª Região, que devolveu a fiscalização dos trechos federais das rodovias paranaenses à Polícia Rodoviária Federal
O governo do estado anunciou nesta segunda-feira (1º.) que pretende repassar à União a fiscalização das rodovias federais com pedágio. Por esse motivo, o governador Roberto Requião determinou que a Procuradoria Geral do Estado (PGE) analise a viabilidade da medida. A informação está na Agência Estadual de Notícia.
A manobra do governador foi motivada pela decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), que devolveu a fiscalização dos trechos federais das rodovias paranaenses à Polícia Rodoviária Federal, por entender que o estado não poderia ter o controle sobre rodovias federais.
Dessa forma, de acordo com o governador, se o estado não pode fiscalizar as rodovias federais e se elas são indelegávias, elas também não poderiam ter sido licitadas para a concessão do pedágio.
O procurador-geral do Estado, Carlos Frederico Marés, disse ainda que os contratos do pedágio podem ser afetados pela decisão do TRF-4, já que o governo estadual é o responsável pela fiscalização das concessionárias de pedágio. “Se a lei diz que não temos competência para fiscalizar, fica muito difícil ter um controle sobre as estradas pedagiadas. Por isso, o governador entende que nós devemos devolver as estradas ao Governo Federal para que a União faça a fiscalização sobre os pedágios”, explicou Marés em entrevista à Agência Estadual de Notícias (AEN).
Requião afirmou também que o estado pode ser beneficiado com a devolução das estradas à União. Isso porque os valores definidos pelo governo federal - nas últimas concessões realizadas no ano passado - são menores do que aqueles cobrados atualmente. Sobre a redução do preço do pedágio, o governador disse que a viagem até o Litoral que custa R$ 12 pela BR-277, poderia custar R$ 1 se a viagem fosse feita pela BR-376, que foi pedagiada no final do ano passado. “Não queremos o pedágio no Paraná e muito menos administrar um problema rigorosamente absurdo contra o qual não temos conseguido nada junto ao poder Judiciário brasileiro”, declarou Requião à AEN.
A proposta de devolução inclui 2,5 mil quilômetros de rodovias que foram pedagiadas no final da década de 90, durante a gestão de
De acordo com o secretário estadual dos Transportes, Rogério W. Tizzot, além de devolver os 1.865 quilômetros de estradas federais, a medida também tem o objetivo de federalizar 635 quilômetros de vias estaduais. "O repasse deve contemplar todos os trechos pedagiados, afirmou Tizzot à AEN.
Fonte: Portal RPC
sábado, 30 de maio de 2009
Segundo revista Época o aumento de evangélicos pode mudar o Brasil
A edição de aniversário da Revista Época, publicada em 25 de maio, apresenta uma série de matérias com previsões para o Brasil em 2020.
O crescimento evangélico é abordado em uma das matérias. Baseado em dados estatísticos do SEPAL (1) , estima-se que 50% da população brasileira poderá ser evangélica. E se a previsão se cumprir, o aumento no número de fiéis ajudará a mudar a “cara” do país. Uma das hipóteses para o crescimento dos evangélicos, segundo a matéria, é a flexibilização e adaptação à sociedade.
Para a revista, a influência evangélica em 2020 contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos, já que a família é prioridade para os evangélicos. No entanto, não se sabe se a violência deve continuar a acontecer.
Como isso pode acontecer sem infringir princípios básicos da fé, deve ser uma reflexão para os cristãos.
Fonte: Portas Abertas / Gospel+