Participe da comunidade do meu Blog

domingo, 6 de janeiro de 2013

AD Panorama tem novo pastor

Neste sábado (5), na AD Jardim Panorama em Sarandi tomou posse como novo dirigente daquela congregação o pastor Lucio Maia Sá, a posse ocorreu após o culto de ações de graças, pastor Lúcio que foi empossado pelo pastor Robson Brito, presidente da IEADCEMAR - Igreja Evangélica Assembleia de Deus do Campo Eclesiástico de Maringá substitui o pastor Amilton Borges que pastoreou a AD Panorama por 07 anos.

O pastor Amitlon Borges em suas palavras disse "creio que literalmente eu sou o pastor mais velho em atividade (ele tem 75 anos) e tenho certeza que aquilo que eu não pude fazer o pastor Lúcio que é um dos mais novos pastores o fará, pois tem muita força e vontade, certamente não fiz tudo o que desejei fazer mas fiz tudo o que foi possível com muito amor pelos irmãos, igreja e nosso Deus".

Pastor Robson Brito afirmou "o pastor Amilton Borges agora irá nos auxiliar no templo central, um pastor muito respeitado por nós, que tem sempre uma palavra de muita sabedoria em nossas reuniões e tem me ajudado grandemente juntamente com sua esposa irmã Rute".


Pastor Robson Brito fazendo a transmissão da liderança da AD Panorama ao pastor Lúcio Sá

Pastor Lúcio Sá falando aos presentes

Pastor Robson Brito falando aos presentes


Pastor Robson Brito agradecendo o pastor Amilton Borges pelos relevantes trabalhos realizados

Evangelista Luciano Brito apresentando uma breve biografia do pastor Lúcio aos presentes

Leia mais >>

Chuva e ventos de 61 km/h derrubam árvores em Maringá

A chuva e os ventos fortes que atingiram Maringá na tarde deste domingo (6) derrubaram pelo menos oito árvores na cidade, segundo o Corpo de Bombeiros. 

Uma delas caiu na Avenida Pedro Taques e interditou a pista que liga o centro da cidade ao Jardim Alvorada. O local foi liberado por volta das 17 horas. 

 Segundo os bombeiros, a queda de uma árvore também gerou interrupção parcial do tráfego na Rua Carlos Augusto Tourinho, no Jardim Copacabana. 

O Instituto Tecnológico Simepar informou que a velocidade dos ventos atingiu 61 quilômetros por hora. 

“Acima de 55 quilômetros por hora já consideramos forte”, comentou o meteorologista Reinaldo Olmar Kneib. “São ventos que podem causar transtornos maiores.” 

Semana deve ser chuvosa em Maringá A previsão do Simepar é de que o tempo deve seguir chuvoso neste início de semana em Maringá. 

São esperadas chuvas fortes com trovoadas isoladas na região. Segundo o Simepar, a temperatura deve variar entre 20 e 30 graus. Na quarta-feira (9) fortes rajadas de vento poderão atingir até 50 quilômetros por hora. Fonte: Gazeta Maringá, reportagem de William Kayser

Leia mais >>

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Pastores visitam gabinete do Vereador Luciano Brito

No dia de ontem (3), uma comitiva de pastores da Igreja Assembleia de Deus visitaram o gabinete do vereador Luciano Brito (PSB), o pastores Robson Brito e Elias Estevam, respectivamente presidente e vice-presidente da IEADCEMAR - Igreja Evangélica Assembleia de Deus do Campo Eclesiástico de Maringá, os pastores Joel Amorim, maestro, pastor José Maria Caetano - líder da AD Itaipu e o amigo Cilas.

Esteve presente também o pastor Elizeu de Carvalho da Igreja Missão Apoio, que é o vice-presidente da OPEM - Ordem dos Pastores Evangélicos de Maringá, o Dr Elizeu de Carvalho que é formado em Direito pela Universidade Estadual de Maringá e que milita na advogacia a mais de 15 anos em Maringá será o Procurador Geral da Câmara Municipal de Maringá uma excelente nomeação do presidente do legislativo maringaense, o vereador Ulisses Maia (PP).

O vereador Luciano Brito, afirmou "fico muito feliz em ter como uma primeira comitiva a me visitar os pastores da Assembleia de Deus, onde aprendi a amar a Jesus Cristo, ao próximo e a desejar militar em favor dos menos favorecidos e da sociedade, igualmente por ter me candidatado a pedido destes homens de Deus e honrados cidadãos que tem desejado contribuir ainda mais para o desenvolvimento de nossa cidade, preservação da vida e valorização da família, muito obrigado!"


Vereador Luciano Brito, Pr. Robson Brito, Pr. Elias Estevam, Dr. Elizeu de Carvalho, Pr. Joel Amorim, Pr. José Maria Caetano e Cilas.

Leia mais >>

Projeto endurece lei antidrogas

Proposta deve ser votada no início de 2013 em Brasília e prevê o aumento da pena mínima e internação compulsória

Depois de ser aprovado em todas as comissões, um projeto de lei que endurece a legislação antidrogas brasileira – proposta polêmica do deputado Osmar Terra (PMDB-RS) – deve entrar na pauta da Câmara Federal no começo de 2013. O novo texto aumenta a pena mínima para quem for pego com drogas, prevê a internação compulsória e a classificação dos entorpecentes. Além disso, aposta na parceria com comunidades terapêuticas para ajudar no tratamento. Apesar das mudanças, pontos importantes da discussão, como a diferenciação entre usuário recreativo e dependente e a quantidade de droga que caracterizaria o tráfico, ficaram de fora.


No Brasil, a primeira lei antidrogas é de 1976. Para a advogada Priscilla Placha Sá, professora de Direito Penal da UFPR e membro do grupo Modernas Tendências do Direito Criminal da FAE Centro Universitário, em 30 anos, a legislação só recrudesceu e a política pública não deu resultados no que diz respeito à diminuição do tráfico. “As políticas de segurança pública, o sistema de justiça criminal e o sistema penitenciário sobrevivem, em boa parte, em torno das drogas. Chegamos a nos preocupar mais com o tráfico do que com os homicídios, pois entendemos que muitos deles são o efeito colateral previsível e até mesmo necessário do próprio combate às drogas”, provoca. 

Agravante

O aumento da pena mínima para quem é pego com drogas, em sua opinião, só agravaria mais a crise do sistema penitenciário e continuaria punindo a mesma população de sempre: homens, entre 18 a 29 anos, sem ensino fundamental completo e sem trabalho. “Muitos casos tratados como tráfico poderiam ter recebido o tratamento de usuários ou ao menos um benefício legal denominado de ‘traficante de primeira viagem’”, diz.
A falta de diferenciação entre usuário, dependente e traficante é um problema sério, ignorado desde a primeira lei sobre o assunto. Para o delegado Cristiano Quintas, que atua na Delegacia de Homicídios da capital e é professor de Direito Penal, o Brasil poderia testar uma fórmula que foi aprovada recentemente no Uruguai e estabelecer uma quantidade de porte mínimo de drogas para ajudar a diferenciar traficante e usuário.
Atualmente, as autoridades policial e judiciária determinam quem é usuário e traficante com base nas circunstâncias da prisão e antecedentes. “Esse é um parâmetro muito subjetivo”, diz Quintas.
Usuário pode ser internado à força
Outro ponto polêmico do projeto de lei é a internação compulsória dos usuários, que ainda esbarra na falta de diferenciação entre uso recreativo e dependência química. Para o psiquiatra Dagoberto Requião, a discussão ignora que o usuário de drogas pode ter outras patologias clínicas ou até mesmo psiquiá­tricas, que demandam tratamento e podem ser fundamentais no processo de desintoxicação. “A internação compulsória ou involuntária é uma decisão estritamente médica. No momento em que você avalia o quadro do paciente, além da droga, o aproveitamento do tratamento é melhor e a probabilidade de cura aumenta”, diz.
Já a advogada Priscilla Placha Sá avalia que o sistema de atendimento psicossocial está desestruturado diante da alta demanda. “Isso passa uma sensação para alguém desatento de que a medida não foi adequada e que bom mesmo era internar”, diz.
Para ela, o Judiciário arcar com o ônus de decidir quem deve ou não ser internado é uma carga muito pesada, já que é uma questão de natureza social complexa. (FT) Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Fernanda Trisotto

Leia mais >>

Torcer a favor - Por Marina Silva

Muitos se apressam a desejar "feliz 2014", com expectativa de sucesso na eleição como resultado de uma aposta na economia. Os números em jogo são os do PIB: governistas querem um "pibão" que expresse rapidez no crescimento, a oposição torce por mais um ano de "pibinho". Perde-se tempo nessa combinação de equívocos.

Todos sabem que o PIB mede quantidade, e não qualidade da atividade econômica. Seu aumento não representa necessariamente melhoria em educação, saúde e outras dimensões relevantes da vida, pode até embutir uma degradação cujo efeito nefasto será sentido no futuro. Apostar apenas nele, contra ou a favor, é manter a ilusão do crescimento que impede a visão do desenvolvimento sustentável e da mudança civilizatória necessária para enfrentar a crise global.

Desmatamento gera emprego e renda? Pois imaginemos a quantidade e a qualidade muito maior do trabalho e da riqueza gerados pelo sábio aproveitamento das florestas.

Grandes usinas são necessárias à produção de energia para as indústrias? Imaginemos a energia limpa, abundante e distribuída para todos que pode ser gerada em pequenas unidades regionais de matrizes diversas: água, vento, sol e plantas, diminuindo a dependência dos combustíveis fósseis. Para completar, imaginemos a riqueza e o bem-estar em longo prazo que resulta do investimento em educação e ciência, arte e cultura, tecnologia e criatividade.

Os índices expressam ideia de economia focada no aspecto monetário, importante, mas insuficiente até na gestão de uma empresa, quanto mais no desenvolvimento de um país.
O equívoco se agrava na dimensão ética: torcer pelo fracasso ou pelo sucesso, na postura do "quanto pior para eles, melhor para nós", é condicionar a solidariedade --humana ou mesmo nacional-- ao domínio de uma facção.

Essa sede de poder é resquício dos totalitarismos do século passado, que precisamos superar por uma nova qualidade da ação política. Em vez da inercial disputa em patamares rebaixados, nosso desafio é fazê-la a partir do reconhecimento dos ganhos e da manutenção do que é justo e estratégico ao país.

2013 não é só a antessala de uma disputa eleitoral, é uma oportunidade de redefinir projetos e prioridades. Bem entendem isso os prefeitos que iniciam sua gestão com esperança de fazer, em suas cidades, algo além de manter o trânsito engarrafado, a coleta do lixo e as facilidades do mercado imobiliário.

A crise, que não é só econômica, nos dá oportunidade de rever padrões sociais que nos dominam desde o período colonial, assim como a Europa está às voltas com conflitos que têm origem na Idade Média.

Desadaptar-se dá trabalho. Mas já sabemos, nos disse o poeta, que vale a pena, se a alma não é pequena. Fonte: Folha Online

Leia mais >>

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Câmara elege membros das comissões permanentes

Em sessão especial nesta quarta-feira (2) os vereadores elegeram os membros das comissões permanentes da Câmara. A Comissão de Constituição e Justiça terá como presidente Chico Caiana (PTB), vice Luciano Brito (PSB) e membro capitão Ideval (PMN).

A Comissão de Finanças e Orçamento terá como presidente Luiz Pereira (PTC), vice Márcia Socreppa (PSDB) e membro Adilson Cintra (PSB). A Comissão de Políticas Gerais será presidida pelo capitão Ideval (PMN), o vice será Luiz Pereira (PTC) e Jones Dark (PP) será membro. Nessa sessão também foram indicados os líderes e vice-líderes das bancadas.

Pelo PSDB a líder será a vereadora Márcia Socreppa e o vice Flávio Vicente. Pelo PSB o líder será Luciano Brito e o vice Adilson Cintra. Pelo PMN o líder será capital Ideval e o vice tenente Edson. Pelo PP o líder será Belino Bravin Filho e o vice Jones Darc. Pelo PT o líder será Humberto Henrique e o vice Carlos Mariucci. Fonte: Assessoria de Imprensa CMM

Leia mais >>

Vereadores indicam lideranças partidárias

No dia de hoje (2) em sessão extraordinária os vereadores da Câmara Municipal de Maringá indicaram os líderes e vice-líderes das bancadas partidárias.
 
Pelo PSDB, a líder será a vereadora Márcia Socreppa e o vice Flávio Vicente.
 
Pelo PSB, o líder será Luciano Brito e o vice Adilson Cintra.
 
Pelo PMN, o líder será capital Ideval e o vice tenente Edson.
 
Pelo PP, o líder será Belino Bravin Filho e o vice Jones Darc.
 
Pelo PT, o líder será Humberto Henrique e o vice Carlos Mariucci.

Leia mais >>

Vereadores tomam posse e elegem Mesa Executiva

Os vereadores eleitos para a 15ª Legislatura da Câmara de Maringá foram empossados em sessão especial neste dia 1º de janeiro de 2013, no teatro Calil Haddad.

Também foram empossados o prefeito Carlos Roberto Pupin e o vice-prefeito Cláudio Ferdinandi. O teatro ficou lotado de familiares, amigos e colaboradores dos eleitos.

A cerimônia foi marcada pela emoção de todos os presentes, principalmente do prefeito, vice e dos vereadores. Também na sessão foi realizada a eleição da Mesa Executiva para o biênio 2013-2014.

O presidente do Legislativo será Ulisses Maia, tendo como primeiro vice Luciano Brito, segundo vice Chico Caiana, o primeiro secretário será o tenente Edson Luiz, a segunda secretária Márcia Socreppa e o terceiro secretário Luiz Pereira.

Nesta quarta-feira (2), às 16 horas, os vereadores se reúnem em sessão especial para a eleição das comissões permanentes: Comissão de Constituição e Justiça, Comissão de Finanças e Orçamento, Comissão de Políticas Gerais e Comissão de Direitos Humanos e Cidadania. Fonte: Assessoria de Impresa CMM

Vereador Luciano Brito fazendo o juramento e tomando posse
 
 

Prefeito Roberto Pupim tomando posse

Vice-prefeito Claudio Ferdinandi tomando posse

Auditório do Teatro Calil Haddad lotado pelos familiares, amigos, eleitores e autoridades

Prefeito Roberto Pupin fazendo o discursso de posse

Leia mais >>

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Feliz 2013!


Leia mais >>

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Israel, Operação Asas de Pomba



O governo israelense iniciou a Operação Dove' s Wings (asas de pomba), destinada a levar para Israel, até março de 2014, os últimos 2.200 falashas (judeus etíopes) que ainda vivem na Etiópia. 

Nesta segunda-feira, 29, um voo charter levará os primeiros 240 falashas, ou Beta Israel, como eles se denominam. Entre 1984 e 1991, depois de terem sido reconhecidos como judeus, cerca de 40 mil falashas foram levados para Israel em várias operações, entre elas a Operação Moisés, Operação Josué e a Operação Salomão. Hoje, vivem no país cerca de 120 mil falashas. Fonte: www.jb.com.br

Leia mais >>

Feliz Natal!

Desejo a todos um Feliz Natal!
Que tenham muita paz, saúde e felicidades.

Leia mais >>

D

Leia mais >>

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Diplomação dos eleitos em Maringá será neste sábado

Neste sábado (15), às 17 horas no plenário da Câmara Municipal de Maringá ocorre a solenidade de diplomação dos vereadores, prefeito e vice-prefeito de Maringá eleitos, que será presidida pelo juiz José Cândido Sobrinho da 66ª Zona Eleitoral.

 O prefeito eleito de Maringá a ser diplomado Carlos Roberto Pupin (PP), o vice-prefeito, professor Cláudio Ferdinandi (PMDB) e os 15 vereadores eleitos para o mandato de 2013 – 2016 :

Ulisses Maia (PP) ,Humberto Henrique (PT), Negrão Sorriso (PP), Mário Verri (PT), Flávio Vicente (PSDB), Bravin (PP), Márcia Socreppa (PSDB),Tenente Edson Luiz (PMN), Luciano Brito (PSB), Dr. Manoel (PC do B), Mariucci (PT), Capitão Ideval (PMN), Luiz Pereira (PTC), Chico Caiana (PTB) e Adilson do Bar (PSB).

Leia mais >>

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Procurador-geral de Justiça de SP lança petição contra PEC que tira poder do MP

Proposta de Emenda à Constituição garante exclusividade às polícias na investigação criminal

O Ministério Público de São Paulo, chefiado pelo procurador-geral de Justiça Marcio Elias Rosa, lança na sexta-feira, 14, uma petição pública virtual contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37, batizada de "PEC da Impunidade". Na prática, essa proposta retira o poder de investigação criminal do Ministério Público e de outras instituições, como as Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs), e garante exclusividade às polícias nessas investigações.

Em entrevista exclusiva à Agência Estado, o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Marcio Elias Rosa, alerta para os riscos de a sociedade brasileira perder a possibilidade de contar com esses órgãos nas investigações criminais, incluindo os casos de corrupção pública, e afirma que a PEC 37 está na contramão da história.


"O Ministério Público (MP) brasileiro está tentando mobilizar toda a sociedade civil em torno do inconveniente dessa proposta de emenda constitucional, que está na contramão da história. Estamos num momento em que o Estado brasileiro aperfeiçoa os mecanismos de responsabilização e a PEC (37) vai no sentido oposto, porque cria um monopólio, uma reserva de mercado para as investigações, o que não combina com o momento atual", destaca Elias Rosa.  

O abaixo-assinado online de repúdio à proposta (disponível no endereço www.change.org/pec37) será encaminhado ao Congresso Nacional. "Esperamos que todos aqueles que comunguem com nosso entendimento possam assinar essa petição pública, pois temos a esperança de que os deputados federais não aprovem a proposta", destaca o chefe do Ministério Público de São Paulo.

A PEC 37/2011 foi aprovada no dia 27 de novembro pela Comissão Especial da Câmara. A proposta segue agora para o plenário da Casa para votação.

Retaliação.

Indagado se a PEC 37 poderia ser uma retaliação à atuação do Ministério Público em casos de repercussão como o mensalão e a morte do ex-prefeito petista Celso Daniel, Elias Rosa destaca: "Pode ser que seja resultante do bom trabalho desempenhado pelo Ministério Público, mas prefiro acreditar que ela (PEC 37) é fruto de um grande e grave equívoco, pois retirando do MP essa investigação, a Constituição deixa de permitir que outros órgãos também investiguem."

O procurador-geral de Justiça de São Paulo também questiona a tese de que a PEC poderia fortalecer o trabalho das polícias. "Longe de fortalecer, por exemplo, as polícias que devem investigar e que precisam ser valorizadas, a PEC 37 acaba, na verdade, enfraquecendo a defesa da sociedade como um todo."

Em todo o mundo é permitido que o Ministério Público realize investigações, denunciando corrupção, abusos e omissões. E foi graças a esse trabalho, avalia o MP, que muitos casos, incluindo os de corrupção, puderam ser descobertos. Fonte: Agência Estado, reportagem de Elizabeth Lopes

Leia mais >>

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Lançamento do Centro de Inovação de Maringá e Nova Sede da Incubadora Tecnológica

Ontem (4)participei do lançamento do Centro de Inovação de Maringá e inauguração da nova sede da Incubadora Tecnológica que será no prédio do antigo IBC, a cerimônia ocorreu na ACIM. 

A abertura ficou a cargo do presidente do ITM, empresário Carlos Walter expôs o crescimento e desenvolvimento da Incubadora Tecnológica de Maringá e sua importância para as empresas de tecnologia e indústria da região. 

O Prefeito Silvio Barros II falou sobre a importância da inovação tecnológica para a região de Maringá e ouvimos uma palestra com o Professor Doutor Roberto Spolidoro sobre Centros de Inovação no Brasil e no Exterior, muito produtivo o evento. 

Maringá tem tudo para ser um excelente pólo tecnológico do Brasil, vamos lutar para que este sonho se torne uma realidade.

Leia mais >>

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Aprovado porte de arma para agente penitenciário fora de serviço

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou em decisão terminativa, nesta quarta-feira (28), projeto de lei da Câmara (PLC 87/2011) que altera o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003) para autorizar agentes e guardas prisionais, integrantes das escoltas de presos e equipes de guardas portuários a portar arma de fogo, de propriedade particular ou fornecida pela corporação, mesmo fora de serviço.

Atualmente, essa permissão alcança categorias como integrantes das Forças Armadas, agentes vinculados à Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e à Presidência da República e policiais federais.

No entanto, o Estatuto do Desarmamento deixou de fora os quadros que atuam nas guardas penitenciárias e portuárias.

Para o relator, senador Gim Argello (PTB-DF), “esses servidores, pela característica de suas atividades, vivem em situação de perigo constante e iminente”, e por isso é necessário que possam portar arma a qualquer tempo e em qualquer ponto do território nacional, como prevê o projeto aprovado pela CCJ.

A proposta tramita em conjunto com projeto de lei (PLS 329/2011) do senador Humberto Costa (PT-PE), que restringia a medida apenas aos agentes penitenciários federais.

O relator rejeitou a proposta de Humberto Costa, uma vez que esses agentes federais já estão contemplados no projeto da Câmara. Apesar de se declarar defensor do Estatuto do Desarmamento, Humberto Costa considerou necessária a medida pelo risco sofrido por essas categorias fora do ambiente de trabalho.

O parlamentar não acredita que essa permissão vá favorecer o envolvimento irregular desses profissionais em atividades de segurança privada, mas, caso isso ocorra, avalia que essa eventual transgressão poderia ser punida por uma fiscalização e legislação mais rigorosa.

Se não houver recurso para votação no Plenário, a matéria seguirá direto para sanção presidencial, já que o Senado não modificou o texto aprovado pela Câmara. Durante a votação na CCJ, a senadora Ana Rita se absteve de votar, e o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) votou contra.

 presidente do Singeperon, Anderson Pereira, comemorou a vitória e disse que os resultados positivos alcançados até o momento foram conquistados com muita luta.

"Junto com a Federação Brasileira dos Servidores Penitenciários (Fenaspen) lutamos muito por esse pleito, tão necessário para a nossa profissão. Agora falta pouco para que encerremos de vez essa discussão quanto ao porte de arma do agente penitenciário", salientou.

Anderson revelou ainda que, caso a presidente Dilma vete o Projeto de Lei, os estados deverão enfrentar uma paralisação nacional em favor do direito. Fonte: Rondoniaaovivo

Leia mais >>

Senado permite porte de arma a agentes penitenciários

Em reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado realizada nesta quarta-feira, os senadores aprovaram um projeto de lei que inclui os agentes penitenciários no rol de autorizados a portar arma fora do horário de serviço em todo o território nacional.

Um pequeno grupo de agentes penitenciários que acompanhava a sessão comemorou a aprovação do texto. O projeto aprovado hoje foi originado na Câmara dos Deputados e substitui outro semelhante que tramitava no Senado. 

O texto da Câmara é mais abrangente, ampliando a autorização para todos os agentes e guardas prisionais, enquanto o do Senado restringe a medida apenas aos agentes penitenciários federais. 

Atualmente, essa autorização já vale para os integrantes das Forças Armadas, aos agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), do Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, entre outros. Fonte: Terra, reportagem de Luciana Cobucci

Leia mais >>

ONU reconhece Palestina a "Estado observador"

Reuters
A resolução foi aprovada com 138 votos dos 193 da Assembleia-Geral. Houve nove votos contrários e 41 abstenções

Por maioria, a Assembleia-Geral da ONU reconheceu nesta quinta-feira (29) a chamada Palestina como um Estado observador não membro. A decisão eleva o status do Estado palestino perante a organização e significa uma importante vitória política para os palestinos.

A resolução foi aprovada com 138 votos dos 193 da Assembleia-Geral. Houve nove votos contrários e 41 abstenções.

O status de Estado observador, semelhante ao do Vaticano, não garante direito a voto e fica aquém do reconhecimento pleno, que transformaria a Palestina no 194º membro da organização.

Desde a entrada na ONU, em 1974, os palestinos eram representados pela OLP (Organização para Libertação da Palestina), que tinha o status de entidade observadora. Pelo direito internacional, o reconhecimento de Estados não se dá na ONU (Organização das Nações Unidas), mas por outros países.

Perante as delegações, o presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Mahmoud Abbas, afirmou que "a janela de oportunidade" para a paz "está se fechando". Ele afirmou que a mudança solicitada pelos palestinos nesta quinta é a "única chance de salvar a solução dos dois Estados".

Para Abbas, a operação realizada pelo Exército de Israel contra a faixa de Gaza, há duas semanas, que matou quase 170 palestinos, é um "doloroso lembrete" de que a solução de dois Estados é "uma escolha muito difícil, se não impossível".

Muito aplaudido, ele disse ainda que não aceitará "nada além de uma Palestina independente", que viva ao lado de um Estado judeu. "Não acho que isso seja terrorismo." O pedido não acontece hoje por acaso. Ele marca o aniversário de 65 anos da resolução que estabeleceu a divisão da Palestina em um estado árabe e outro judeu.

Os líderes judeus aceitaram e fundaram Israel. Mas a liderança árabe rejeitou o plano e declarou guerra, reivindicando toda a Palestina. Logo após Abbas, o representante de Israel tomou o palco e afirmou que a paz só pode ser alcançada por meio de negociações de paz, e não por meio de uma resolução na ONU.

Ele ainda criticou Abbas por reivindicar liderança sobre um território que não controla --a faixa de Gaza, dominada pelo movimento radical islâmico Hamas.

"Os que apoiarem a resolução hoje estão minando a paz, e não dando o seu apoio." Prosor afirmou que "os palestinos estão virando as costas para a paz" e que a entidade "não pode quebrar a relação de 4.000 anos de ligação entre o povo de Israel e a Terra de Israel".

 Ele acusou os palestinos de não aceitarem a "mão estendida" de Israel para negociar um acordo de paz. "Essa resolução não serve para as negociações de paz com Israel, não diz nada sobre a segurança de Israel e não pede o fim do conflito".

"A verdadeira negociação não é em Nova York, mas sim em Jerusalém e em Ramallah." Paz Mais cedo, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, pediu formalmente que dirigentes israelenses e palestinos "retomem o processo de paz", paralisado há dois anos.

"O necessário, agora, é vontade política e é coragem", disse Ban durante discurso no Comitê sobre os Direitos Inalienáveis do Povo Palestino.

Recomeçar as negociações "é a única maneira de resolver os temas que permanecem suspensos" entre a ANP e Israel e conseguir um acordo de paz, disse. Ban reiterou sua condenação aos ataques feitos a partir da faixa de Gaza contra o território israelense, bem como a colonização da Cisjordânia por Israel.

"O prolongamento da política de assentamentos na Cisjordânia, incluindo Jerusalém Oriental, constitui uma violação do direito internacional e essas ações devem acabar." Fonte: Folha Press

Leia mais >>

domingo, 25 de novembro de 2012

Bandidos invadem Fórum de Colombo e roubam cerca de 300 armas

Grupo armado invadiu o prédio, rendeu e amarrou o vigilante do local. Delegacia de Colombo investiga o caso

Um grupo de bandidos armados invadiu o Fórum de Colombo, na região metropolitana de Curitiba, na madrugada deste domingo (25) e roubou cerca de 300 armas de fogo que estavam apreendidas e anexadas a processos criminais. O vigilante do prédio foi rendido e amarrado pelo grupo, mas não sofreu ferimentos.

A Polícia Militar (PM) chegou ao local às 5h50 e encontrou o vigia amarrado em uma cadeira. Os policiais precisaram arrombar a porta do prédio para entrar e libertá-lo. Um vizinho do Fórum havia acionado a polícia, assim que ouviu gritos do vigilante depois que os assaltantes já haviam deixado o local. 

As investigações são conduzidas pela delegacia central de Colombo. O delegado Irineu Portes tomou o depoimento do vigilante e, na manhã deste domingo, estava reunido com sua equipe de investigação para determinar os próximos passos das apurações. Sabe-se que os bandidos usaram na ação um carro de cor escura, possívelmente um Gol. Fonte: Gazeta do Povo, reportagem de Felippe Aníbal

Leia mais >>

Cacife político aproxima Campos do PIB nacional

Governador de PE, cotado para disputar o Planalto, afina relação com empresários

O governador de Pernambuco e presidenciável, Eduardo Campos (PSB), entrou na rota de empresários e integrantes do mercado financeiro do eixo Rio-São Paulo e de tradicionais financiadores de campanha. Na liderança de um Estado com crescimento econômico maior que o do resto do País - a previsão é de aumento do PIB de 3,5% neste ano, ante 1,6% do Brasil -, Campos intensificou o contato com CEOs dos principais grupos econômicos nacionais, o que lhe garante projeção e fortalece seu projeto político.

Campos começou a construir uma relação com o PIB nacional quando foi ministro de Ciência e Tecnologia no governo Lula, entre 2004 e 2005. Como governador, caiu nas graças dos empresários ao promover ajuste das contas, implementar sistema de gestão com metas para saúde, educação e segurança e oferecer incentivos e benefícios à indústria. A Fiat, por exemplo, anunciou investimento de R$ 4 bilhões no Estado, que concedeu terreno e regime tributário diferenciado, com desoneração de 95% do crédito presumido de ICMS, por 12 anos.

Acessível, o governador deixou para trás a desconfiança que socialistas como o seu avô, o ex-governador de Pernambuco Miguel Arraes, despertavam em setores do empresariado. Como resultado, somente no último ano levou 15 novas empresas ao Estado.

A perspectiva de poder ajuda a atrair empresários para a sua órbita. Campos pode disputar a Presidência em 2014, mas a aposta do seu grupo político é que, se a economia estiver bem, a tendência é Dilma Rousseff se reeleger. O governador poderia, então, guardar seu projeto para 2018. Foi a "sugestão" que Jorge Gerdau, presidente do Conselho de Administração da Gerdau, lhe deu na semana passada ao afirmar que a perspectiva para concorrer em 2014 é "muito difícil". Gerdau aproximou-se dele por meio do Movimento Brasil Competitivo, criado pelo empresário para buscar eficiência na gestão pública.

A parceria rendeu elogios, e Gerdau já disse que Pernambuco é modelo de eficiência e governança.

"O investimento não vem simplesmente porque gostam do governador. O governador apresentou um cardápio com obras de infraestrutura para receber os investimentos", defende o secretário de Fazenda, Paulo Câmara.

Campos é considerado político hábil. Mantém relação de proximidade com empresários como Marcelo Odebrecht, com quem jantou em fevereiro, e Carlos Jereissati, da Jereissati Participações.

Os contatos também se intensificaram no meio financeiro. Na quinta-feira, o presidente do JP Morgan no Brasil, Cláudio Berquó, esteve no Recife, onde falou sobre planos de abrir um escritório regional. André Esteves, do BTG Pactual, mantém uma representação na capital e se tornou interlocutor do governador. 

No dia 9, jantou com Campos no Palácio das Princesas, sede do governo. No mês passado, o governador esteve em São Paulo e se encontrou com Lázaro Brandão, do Bradesco. A reunião, que era para ser breve, acabou durando mais de duas horas. Campos também tem boa relação com Roberto Setubal, do Itaú. 

 "Ele é um político habilidoso e gestor aplicado, que utiliza ferramentas modernas de produtividade e eficiência. Isso atrai o empresariado", disse o senador Armando Monteiro Neto (PTB-PE), ex-presidente da Confederação Nacional das Indústrias. Economia. 

Pernambuco se beneficiou de políticas econômicas, como o aumento do salário mínimo e da oferta de crédito. O PIB do Estado, de cerca de R$ 80 bilhões, vem crescendo em ritmo mais forte que o do País. De 2007 até o 2.º trimestre deste ano, a economia pernambucana cresceu 34%, contra 23,6% no Brasil. 

A indústria também apresenta ritmo mais forte que a do resto do País. De janeiro a agosto, cresceu 3,8%, enquanto no Brasil houve retração de 3,4%, segundo o IBGE. "(O crescimento) coincidiu com a conjuntura favorável. Se estivesse atuando no fim dos anos 90, não teria o mesmo sucesso. Não dá para descolar da conjuntura econômica nacional", disse a economista da Universidade Federal de Pernambuco Tania Bacelar, sócia da consultoria Ceplan. 

O Estado contou com investimentos federais, como a Transnordestina e a transposição do Rio São Francisco. A gestão de Lula deu outro empurrão ao escolher Pernambuco para abrigar a nova refinaria da Petrobrás, Abreu Lima, que criou um polo petroquímico local, e ao promover a política de construção de navios em território nacional, criando uma indústria naval. 

"O governo investiu em infraestrutura em Suape. O porto atrai mais investimentos, é a porta de entrada", disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, Márcio Steffani. As inversões reverteram o processo de desindustrialização que o Estado viveu nos anos 80. 

"É como se estivéssemos vivendo a reindustrialização num momento em que o Brasil discute a desindustrialização", disse Tania. A previsão é de R$ 65 bilhões de investimentos públicos e privados até 2015. 

Ainda haverá aplicação de recursos para a Copa do Mundo - Recife é uma das sedes dos jogos. Gargalos. Apesar dos números positivos na economia, hoje o principal problema apontado pelo empresariado é a mão de obra local, que precisaria ser qualificada. Segundo o IBGE, a taxa de analfabetismo chega a 17,3% e, em determinadas áreas, bate nos 30%. 

Há lentidão na execução de obras, como a transposição do São Francisco, promovida pelo governo federal, e nos projetos tocados por estaleiros locais. Em maio, foi lançado o primeiro navio construído no Estado após dois anos de atraso e prejuízo financeiro - há outros 21 navios para serem entregues a Transpetro. 

 Ainda assim, Campos mantém a interlocução eficaz com o empresariado, o que ajuda na hora de buscar doações para o PSB, partido do qual é presidente. 

Na eleição municipal deste ano, a prestação de contas parcial mostra que a sigla conseguiu levantar R$ 60 milhões, atrás apenas de grandes legendas: PMDB, PT e PSDB. Cifra razoável para um partido que sonha com a Presidência. Fonte: O Estado de S.Paulo, reportagem de Julia Duailibi

Leia mais >>

AD Maringá celebra um ano de aquisição da Rádio Todo Dia FM 106,5


A Igreja Assembleia de Deus do Campo Eclesiástico de Maringá, presidida pelo pastor Robson Brito, celebra de 19 (segunda-feira) a 25 (domingo) de novembro um ano de aquisição e transmissão da Rádio Todo Dia FM 106,5. Os cultos ocorreram em várias igrejas pertencentes ao campo de Maringá: Sarandi Centro, Atalaia, Paiçandu Centro, Mandaguari, Vila Guadiana em Mandaguaçu e ontem (24) e hoje (25) no templo central da AD Maringá.

No dia de ontem (24) o pastor Samuel Câmara, que é o presidente da Rede Boas Novas de Comunicações e presidente da AD Belém do Pará prestigiou a celebração da IEADCEMAR. Pastor Samuel tem grande experiência no uso dos meios de comunicação para a evangelização, pois a  20 anos atrás a Rede Boas Novas começou com a aquisição de uma emissora de rádio AM que foi adquirida com muita dificuldade pela AD de Manaus, pastoreada por ele então presidente e hoje tem uma programação veiculada por rádio e televisão que chega a 80% do território nacional, uma bênção.

Pastor Samuel é uma liderança de referência da Assembleia de Deus no Brasil, tendo sido o vice-presidente da CGADB - Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil e concorre na convenção geral da AD no Brasil em Brasília ao cargo de presidente da CGADB.

A dupla Júlio César e Marlene adoraram em todos os dias da festa

Pastor Samuel Câmara sendo entrevistado pelos pastores Robson Brito e Edson Bruno no culto de celebração de um ano de aquisição da Rádio Todo Dia FM 106,5 no templo central da AD Maringá

Pastor Samuel Câmara, presidente da Rede Boas Novas de Comunicações e da AD Belém no Pará e pastor Robson Brito presidente da Rádio Todo Dia FM 106,5 e da AD de Maringá e a equipe do Programa Frequência da Mulher

Pastor Samuel Câmara, no templo central da AD Maringá prestigiando a celebração de um ano de aquisição da Rádio Todo Dia FM 106,5 junto com o pastor Robson Brito presidente da Rádio Todo Dia FM e da AD de Maringá, com os pastores  Edson Bruno - Diretor da Todo Dia FM, Elias Estevam - Vice-presidente da AD Maringá,Josias Lima - Co-pastor da AD Central de Maringá e Evangelista Luciano Brito.

Momento em que parte da equipe de locutores e administração da Rádio Todo Dia FM 106,5 recebiam uma oração intercessória dirigida pelo pastor Dorli Dos Santos.
Pastor Robson Brito, pastor Samuel Câmara e evangelista Luciano Brito

Leia mais >>

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Gurgel ataca PEC da Câmara que restringe poderes do MP

Segundo procurador-geral, decisão 'é um dos maiores atentados ao Estado Democrático de Direito'  

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, aproveitou a solenidade de posse do ministro Joaquim Barbosa na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) para criticar nesta quinta-feira, 22, a aprovação de uma proposta de Emenda à Constituição (PEC), numa comissão especial da Câmara dos Deputados, que restringe o poder de investigação do Ministério Público feira na última quarta. 

Gurgel classificou a decisão dos deputados, que ainda precisa ir à votação no plenário da Câmara e apreciação dos senadores, "é um dos maiores atentados ao Estado Democrático de Direito". 

O chefe do Ministério Público Federal destacou que apenas três países no mundo vedam à instituição de promover investigações criminais. Ele disse que o MP não quer e jamais quis substituir o trabalho da polícia. 

"A quem interessa retirar o poder do Ministério Público? Seria mais uma retaliação ao cumprimento da sua função constitucional?", questionou. 

Gurgel disse confiar que o novo presidente do STF vá desempenhar o comando do poder Judiciário com "integridade e firmeza" e clamou por uma união entre as duas instituições: a magistratura e o Ministério Público. 

Para ele, é preciso que os dois órgãos trabalhem juntos na defesa das suas prerrogativas. O procurador-geral disse ainda que a instituição está "extremamente" de Joaquim Barbosa, um ex-integrante do Ministério Público, ter chegado ao posto máximo da Justiça.Fonte: Agência Estado, reportagem de Ricardo Brito via Estado de S.Paulo

Leia mais >>

Joaquim Barbosa diz que há 'grande déficit de Justiça' entre os brasileiros

Dida Sampaio/Estadão

Em discurso da posse, presidente do STF diz que aspira a um Judiciário 'sem firulas, floreios e rapapés'

No discurso de posse, o novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Joaquim Barbosa, afirmou que há "um grande déficit de Justiça" entre os brasileiros e que nem todos são tratados da mesma forma quando procuram os serviços do Poder Judiciário.

"É preciso ter honestidade intelectual para dizer que há um grande déficit de justiça entre nós. Nem todos os brasileiros são tratados com igual consideração quando busca o serviço público da Justiça. O que se vê aqui e acolá, nem sempre, é claro, é o tratamento privilegiado, o by-pass (ignorar, em inglês), a preferência desprovida sem qualquer fundamentação racional", disse.

Joaquim Barbosa afirmou que aspira a um Judiciário "sem firulas, floreios e rapapés". "Buscamos um Judiciário célere e justo", destacou. Para o novo presidente do STF e do CNJ, de nada adianta um sistema sofisticado de Justiça informatizado ou prédios suntuosos se a Justiça não presta os seus serviços em prazo razoável.

Caso isso não ocorra, destacou Barbosa, o Brasil pode "afugentar" investimentos essenciais para a economia. "(É preciso) Tornar efetivo o princípio constitucional da razoável duração do processo. Se não observada estritamente e em todos os quadrantes do Judiciário nacional, (a demora) suscitará em breve o espantalho capaz de afugentar os investimentos de que tanto necessita a economia nacional", afirmou.

 O presidente do STF disse que, nos últimos 60 anos, o Brasil foi ungido da condição de "de quase pária" das nações para frequentar o seleto grupo das nações que podem servir de modelo para outras, com instituições sólidas.

O ministro ressaltou que, nesse contexto de uma economia moderna e uma sociedade dinâmica, o juiz não pode se manter "distante" e "indiferente", alheio aos valores e anseios sociais.

"O juiz é um produto do seu meio e do seu tempo. Nada mais indesejado e ultrapassado o juiz que está isolado e encerrado, como se estivesse numa torre de marfim", afirmou. Joaquim Barbosa fez questão de ressaltar a necessidade de que se mantenha a independência dos juízes, "figuras tão esquecidas às vezes".

E pediu para os magistrados de primeira instância que não recorram aos laços políticos para subir na carreira. "Nada justifica, a meu sentir, a pouco edificante busca de apoio para uma singela promoção de um juiz do primeiro para ao segundo grau de jurisdição", disse.

Na fala de pouco mais de 15 minutos e na qual em nenhum momento mencionou o processo do mensalão, ação que lhe deu notoriedade pública por ser relator, o presidente do STF tratou como "muito bom" e "muito positivo" a maior inserção da Corte e do restante do Poder Judiciário na vida dos brasileiros.

Barbosa concluiu o discurso, sob aplausos, cumprimentando sua "querida mãezinha", Benedita Gomes da Silva, seu filho, irmãos e os "queridos amigos estrangeiros" que prestigiaram a posse dele. Fonte: Agência Estado, reportagem de Ricardo Brito via Estado de S.Paulo

Leia mais >>

Em 50 dias, governo aumenta em 400% previsão de gasto com segurança de eventos da Copa

Governo previa gastar R$ 49,5 mi com equipamentos e pessoal de segurança. Agora, fala em R$ 230 mi

O custo previsto no plano do governo federal de segurança para os eventos da Copa do Mundo de 2014 com equipamentos e treinamento de pessoal será de R$ 230 milhões, de acordo com informações divulgadas na última segunda-feira pelo Ministério da Justiça.

A quantia é 400% superior à anunciada pelas autoridades federais há 50 dias, no dia 1º de outubro. O valor servirá exclusivamente para a aquisição de equipamentos e sistemas de segurança e para a capacitação e fiscalização do efetivo das instituições de segurança que atuarão durante o Mundial de futebol.

Esta é apenas uma rubrica do plano de segurança federal para a Copa, atualmente orçado em R$ 1,879 bilhão, e que também inclui investimentos nas Forças Armadas e no controle dos pontos de entrada no país. Os dados constam na revisão da Matriz de Responsabilidades da Copa publicada no Diário Oficial da União na última segunda-feira.

A Matriz é um documento assinado pelas autoridades públicas brasileiras em janeiro de 2010 que contém a previsão de custos e prazos das obras planejadas pelo país para receber a Copa. Os gastos com segurança para a Copa a cargo do governo federal só haviam sido incluídos na Matriz no último dia 1º de outubro, por meio da Resolução Nº 17 da Gecopa (Grupo Executivo da Copa).

O documento trazia a previsão governamental para a rubrica "Ações de Segurança Pública: Segurança do Evento" como sendo de R$ 45,9 milhões. Na última segunda-feira, a Resolução Nº 18 do Gecopa trouxe o novo valor, de R$ 230 milhões.

O UOL Esporte enviou ao Ministério da Justiça, responsável pelo plano, as seguintes perguntas: "

- Por que uma resolução de 50 dias atrás previa um valor tão inferior para uma das rubricas do plano de segurança? O que havia de errado com a previsão?

 - Quais eram os subitens (custos detalhados) de cada um dos planos, o previsto dentro dos recursos disponibilizados pela resolução 17 e aqueles planejados dentro do orçamento da resolução 18?" A assessoria de comunicação da pasta federal não informou quais são as diferenças entre os dois planos, tampouco informou quanto vai custar cada ação planejada ou a compra de equipamentos.

Em resposta à reportagem, a pasta afirmou: "A matriz anterior somente previa investimentos nos órgãos federais, e não nos Estados. A matriz atual, que é a completa, contempla investimentos para os Estados. Em resumo, a matriz anterior é parcial.

A que foi publicada hoje (19/11) é a completa." Tal resposta, porém, gera mais perguntas.

Primeiro, é preciso entender por que o aumento na previsão de custos de segurança anunciado na última segunda-feira foi inserido nas mesmas rubricas da Matriz em que estavam previstos os custos (muito inferiores) até então anunciados. Quer dizer, se a nova resolução de fato trouxesse um complemento ao que já havia sido anunciado, ela seria apresentada como um acréscimo ao planejamento anterior.

Não foi, entretanto, o que ocorreu. A Resolução 18 da Gecopa, na realidade, revoga a anterior, ao contrário de todos os acréscimos de planos e ações que foram inseridos na Matriz desde janeiro de 2010, quando foi publicada, até hoje. O texto da Resolução 18 está disponível no site da Imprensa Nacional.

 A resposta do Ministério da Justiça também gera dúvidas na medida em que afirma que "a matriz anterior somente previa investimentos nos órgãos federais, e não nos Estados. A matriz atual, que é a completa, contempla investimentos para os Estados". Isso porque a previsão de 1º de outubro era a de gastar R$ 45,9 milhões na aquisição de "equipamentos e sistemas para a segurança do Evento (Copa)".

 A previsão atual corrige esse valor para R$ 164,5 milhões. Se for correspondente aos fatos a resposta do Ministério da Justiça ao UOL Esporte, os R$ 45,9 milhões previstos na Resolução 17 seriam utilizados exclusivamente na compra de equipamentos e sistemas de segurança que seriam utilizados pela Polícia Federal e Forças Armadas, ou ainda qualquer equipe federal de segurança. 

Assim, caso a resposta do Ministério da Justiça espelhe a realidade, o governo federal irá investir R$ 118,6 milhões (a diferença entre as previsões de outubro e novembro) na compra da equipamentos e sistemas de segurança para os Estados, ou seja, para polícias militares e outras forças estaduais que eventualmente venham a trabalhar na Copa.

 Tal cenário é de difícil concepção, uma vez que o sistema de segurança da Copa será totalmente integrado, segundo o próprio Ministério da Justiça, e não parece fazer sentido que haja equipamentos e sistemas de segurança que serão utilizados só pela União e outros que serão utilizados apenas pelos Estados, sendo todos eles pagos integralmente pelo governo federal. 

CUSTOS GLOBAIS DE SEGURANÇA SOBEM R$ 619 MIlhões

O investimento global de segurança do governo federal para a Copa do Mundo publicado no último dia 19 é de R$ 1,789 bilhão, valor R$ 619 milhões mais alto do que o anunciado no início de julho deste ano.

 Além disso, a Resolução 18 acresce R$ 65,5 milhões para treinamento e fiscalização das equipes de segurança, fazendo crer que tal valor será apenas para treinar e fiscalizar tropas estaduais de segurança, a julgar pelo que informa o Ministério da Justiça. Também demanda esforço imaginativo conceber uma razão para o governo publicar uma resolução que ele já sabia ser incompleta, apenas para revogar sua validade 50 dias depois.

 Por fim, causa espécie o fato de que o governo federal, quando publicou a Resolução 17, não informou à população de que se tratava apenas de investimentos em órgãos federais, e que os investimentos em órgãos estaduais seriam incluídos posteriormente. De qualquer forma, quando e se o Ministério da Justiça disponibilizar o detalhamento de cada plano de segurança já traçado, o da Resolução 17, revogada, e o da Resolução 18, que está valendo, será possível esclarecer essas questões.

Mais aumentos

No plano de segurança da Resolução 17, além dos R$ 45,9 milhões para equipamentos e treinamento, estava previsto o investimento de R$ 79,7 milhões na rubrica "Ações de Segurança Pública: Controle dos Pontos de entrada no País".

O documento informa que tal valor seria utilizado para o "fortalecimento da infraestrutura dos pontos de entrada no país". Já a Resolução 18, desta segunda-feira, corrige este valor para R$ 122,9 milhões.

Dessa forma, considerando a explicação do Ministério da Justiça enviada ao UOL Esporte, o governo federal irá investir R$ 43,2 milhões (a diferença entre os dois valores previstos) nas infraestruturas dos pontos de entrada no país de propriedade dos governos estaduais. Resta saber quais estruturas são essas.

Além disso, a nova resolução inclui um subitem novo na rubrica "Ações de Segurança Pública: Controle dos Pontos de entrada no País". Trata-se do subitem SGR-F.02/02, que destina R$ 35,3 milhões para a "Contratação de sistema e equipamentos para aprimorar a segurança nas estradas brasileiras na Copa".

A julgar pelo que informou o Ministério da Justiça ao UOL Esporte, este valor será utilizado unicamente para equipar as estradas estaduais.

Por fim, a Resolução 18 traz ainda investimentos que serão feitos nas três forças armadas do país. Juntos, eles chegam a R$ 708,9 milhões.

Como recursos destinados a Exército, Marinha e Aeronáutica podem ser considerados "investimentos nos Estados", só o Ministério da Justiça pode responder. Fonte: Uol Notícias, reportagem de Vinícius Segalla

Leia mais >>

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Heloisa Helena: ‘Mensalão fez governo notar a existência de 520 mil miseráveis’ na prisão

Ex-senadora e ex-presidenciável do PSOL, Heloísa Helena, hoje vereadora em Maceió, entrou no debate inaugurado com o comentário do ministro da Justiça José Eduardo Cardozo sobre as prisões. Numa palestra para empresários, Cardozo chamou de “medievais” os cárceres brasileiros. Disse que preferia morrer a passar um período longo na cadeia.

Sem mencionar o nome do ministro, Heloisa Helena levou duas notas ao Twitter. Numa, vinculou as palavras de Cardozo ao julgamento do STF: “Mensalão fez governo notar a existência de 520 mil humanos feito miseráveis [em] depósitos de aids, violência… Ah! Governo vai cumprir a Lei de Execuções Penais??”

Noutra, insinuou que por trás da preocupação repentina com as prisões da Idade Média esconde-se a intenção de proteger os condenados do mensalão: “Tão importante debater penitenciárias, penas alternativas… Só [que o debate] ficou acanalhado, pois só interessou ao Poder em proteção à Pocilga.” Fonte: Blog Josias Souza,Folha Online

Leia mais >>

"Amanhã já pode normalizar tudo", afirma possível líder dos ataques em SC por gravação telefônica

O aparato de inteligência interceptou um telefonema em que presos espalham um salve, mensagem para parar o movimento. A ligação ocorreu na última quinta-feira e se referia ao movimento dentro do sistema prisional. Fora fica "sabe como é", o que foi interpretado como diminuir a intensidade dos atentados. Pelo conteúdo, entende-se que um detento estava em Blumenau e outro em local desconhecido. Nenhum deles foi identificado.

Leia mais >>

Ministra diz que situação de 'emergência' em presídios gera violência nas ruas

Maria do Rosário, da pasta dos Direitos Humanos, quer inspeção em prisões para combater a tortura

A ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, afirmou haver uma situação de emergência nos presídios brasileiros e que os maus tratos a detentos gera violência nas ruas. Ela se reuniu nesta segunda-feira, 19, com o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), para pedir a votação de um projeto que cria um sistema e um mecanismo de prevenção e combate a tortura que teria, entre outras, a função de inspecionar presídios. A proposta pode ser votada na próxima semana.

“O que as pessoas precisam compreender cada vez mais é que quanto pior a situação dentro dos presídios mais violência nós teremos nas ruas. Há uma conexão”, disse Maria do Rosário.

Ela afirmou que o problema não se resolve apenas com a construção de mais presídios. “Estamos sim diante de uma situação de emergência, ainda que não seja atual, que venha se arrastando há muito tempo. Não basta apenas ampliarmos o número de vagas”, afirmou. Na visão da ministra, é preciso verificar a condição de detentos que ainda aguardam julgamento e a permanência nos mesmos locais de presos com diferentes graus de periculosidade, o que poderia gerar aliciamento por facções criminosas. 

“Concordamos que o melhor atendimento do apenado é uma garantia de que a sua família estará melhor e que a sociedade o receberá com melhores condições no momento em que acabar sua pena e que enquanto estiver cumprindo sua pena não exista pressão dos grupos criminosos sobre eles”, afirmou a ministra.

A situação dos presídios voltou a ganhar os holofotes após a declaração do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, de que preferiria morrer a passar algum tempo detido nas prisões brasileiras, que, para ele, são “medievais”.

As manifestações de ministros petistas coincidem com o momento em que dirigentes que formaram a cúpula do partido no primeiro governo Lula foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a cumprir pena de prisão em regime fechado por crimes praticados no esquema do mensalão. O principal líder do partido nesta situação é o ex-ministro José Dirceu, condenado a 10 anos e 10 meses de prisão.Fonte:O Estado de S. Paulo, reportagem de Eduardo Bresciani

Leia mais >>

Ministério quer usar superbloqueador de celular para silenciar PCC nas celas

Governo oferece maleta de interceptação que permitiu tirar de cadeia de Salvador 1,5 mil aparelhos; na sequência, criminalidade caiu 25%

Para reforçar o combate à violência em São Paulo, o Ministério da Justiça incluiu no pacote de ajuda ao Estado um moderno aparelho para bloqueio de celulares em presídios. Chamada GI-2, a maleta de interceptação de última geração identifica com precisão o número do aparelho e o chip, uma arma essencial no combate a organizações criminosas comandadas de dentro dos presídios, como o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Até agora, além das vítimas civis, a guerra não declarada entre a facção e as forças de segurança deixou 93 PMs mortos. Sabe-se, desde agosto, que ordens para matar policiais vêm de dentro dos presídios. Testada recentemente no complexo penitenciário de Salvador, que tem 6 mil detentos, a maleta detectou 1,5 mil celulares em posse dos presos.

Os aparelhos foram bloqueados e recolhidos. Uma estatística reforça, no governo, a crença na eficiência do equipamento: nos dias seguintes, a criminalidade geral na capital baiana - incluindo homicídios - teve redução média de 25%.

O equipamento foi usado pela primeira vez em 2006 pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) no presídio federal de Catanduvas. 

Para o diretor-geral do Depen, Augusto Rossini, o fato não é casual e confirma análises de inteligência que apontam o uso de celular em presídio como fator alimentador de violência nas ruas. “Oferecemos ao governo paulista e, pela eficiência do aparelho, temos certeza de que a ideia será adotada”, afirmou ele.

A maleta usa o princípio da Estação de Rádio Base (ERB) para identificar e bloquear todos os celulares de uma área, sem afetar os da vizinhança. Desenvolvido em Israel, o equipamento usa a frequência das ondas de telefonia pela qual os presos se comunicam, mas não tem função de escuta, que só pode ser feita com autorização judicial, explicou o diretor.

Cada kit custa hoje R$ 1 milhão, mas o preço pode cair se houver lote grande de encomendas.

O Depen planeja expandir o uso da maleta para os presídios de todo o País. O governo paulista ficou analisar e de dar resposta à oferta posteriormente. Para se ter uma ideia do custo de adoção da ideia, São Paulo tem 143 unidades prisionais - e cada uma deveria receber pelo menos um kit. A construção de uma penitenciária paulista demanda, em média, R$ 25 milhões, conforme dados de 2010.

Menos cadeias.

Rossini disse ainda que a situação dos presídios está sendo enfrentada pelo governo com um plano que visa a zerar o déficit de 60 mil vagas nas delegacias até 2014 e conter o crescimento da população carcerária nas penitenciárias estaduais. Só em São Paulo, o déficit é de mais de 50 mil vagas.

O governo também investirá em medidas que resultam na redução da massa carcerária, como mutirões de revisão penal e estímulo a penas alternativas para crimes menos graves. É o caso de 70 mil presos por furto e jovens capturados com pequena quantidade de droga.

“Não queremos entrar para a história como construtores de presídios, mas por medidas para impactar a redução do déficit de vagas e humanizar as condições carcerárias”, enfatizou. Fonte: O Estado S. Paulo, reportagem de Vannildo Mendes

Leia mais >>

Participe!

Leia mais >>

domingo, 18 de novembro de 2012

Facção infiltra criminosos em curso de explosivos em SP

O PCC (Primeiro Comando da Capital) infiltrou integrantes em cursos que ensinam a manusear explosivos, realizados em pedreiras do Estado de São Paulo.

A informação consta de investigações da Polícia Federal e do setor de inteligência do Exército. Os documentos, sigilosos, informam que o objetivo da facção é aumentar a eficácia de suas ações em explosões de caixas eletrônicos.

Suspeita-se, no entanto, que a técnica também possa ser usada pelos criminosos para atacar policiais.

O treinamento para o uso de explosivos pode estar sendo feito por membros do PCC há, pelo menos, quatro anos.


HISTÓRICO

A Polícia Civil de São Paulo chegou a investigar, em 2008, essa prática da facção. A apuração parou porque, na época, os policiais não tinham o acesso ao sistema que permite a pesquisa sobre os sócios das empresas que ministram os cursos -chamados de "blasters" ou de "cabo de fogo".

A equipe de policiais produziu, então, um documento e encaminhou à Secretaria da Segurança Pública do governo de São Paulo.

O relatório mostra que de 145 inscritos nos cursos de manipulação de explosivos em pedreiras 13 tinham ficha na polícia por tráfico de drogas e por roubo. A Polícia Federal retomou o levantamento e trocou informações com o Exército.

ROUBOS

A preocupação cresceu com os constantes roubos de explosivos no Estado. Neste ano, pouco mais de uma tonelada de dinamite foi levada por assaltantes em São Paulo. Não há notícias de que esses explosivos tenham sido recuperados.

Em 2010, mais uma tonelada foi roubada, além de 11 quilômetros de pavio e 568 espoletas, responsáveis por acionar a detonação da dinamite em gel.

A suspeita é de que os explosivos estejam sendo enviados também para outros Estados do país. Nos cursos, os criminosos se aproveitariam da falta de controle das pedreiras que permitem a inscrição de qualquer pessoa.

FALTA DE CONTROLE

Das 160 pedreiras que existem em São Paulo, só metade segue uma série de determinações do Exército. Entre as exigências estão o controle sobre quem são os alunos que se inscrevem. "Temos um controle sobre nossos associados, mas há outras pedreiras, menores, que podem não estar seguindo essas regras de segurança.

Aí, a gente não pode fazer muita coisa", afirmou Osni de Mello, assessor técnico do Sindipedras (Sindicato de Indústria de Mineração e Pedra Britada de São Paulo).

Oficialmente, a Comunicação Social da Região Militar, responsável pelo Estado de São Paulo, informou não possuir informação de que o PCC infiltre pessoas em cursos de explosivos em pedreiras.

Declarou ainda que a Polícia Federal levanta a ficha criminal das pessoas inscritas nestes cursos. A Polícia Federal não comentou o assunto.

 SUL DE MINAS

Analistas da PF investigam o ataque ao Batalhão da Polícia Militar, na semana passada, em Campo Belo, sul de Minas Gerais.

As informações indicam que a facção recrutou jovens para atacar a PM. Vários carros de policiais, estacionados no pátio do batalhão, foram atingidos.

A Polícia Militar de Minas Gerais se referiu à ação em Campo Belo como "ataque do tráfico", mas não citou o Primeiro Comando da Capital. Fonte: Folha Online, reportagem de Marco Antônio Martins

Leia mais >>

sábado, 17 de novembro de 2012

Forças Armadas farão exercícios militares na região do pré-sal

A ação acontece nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e fazem parte da Operação Atlântico 3, que realiza exercícios na chamada "Amazônia Azul"

As Forças Armadas brasileiras realizarão, a partir da próxima segunda-feira (19), exercícios militares em áreas estratégicas, como portos, refinarias de petróleo, usinas hidrelétricas e nucleares.

A ação acontece nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e fazem parte da Operação Atlântico 3, que realiza exercícios na chamada "Amazônia Azul" -espaço marítimo de 3,5 milhões de quilômetros quadrados e que abriga reservas de petróleo e gás da área do pré-sal.

Participarão dos exercícios 10 mil militares das três forças -Exército, Marinha e Aeronáutica-, em exercícios como controle da área de tráfego marítimo, missões de intercetação, defesa de costa, patrulha marítima, transporte aéreo logístico, defesa antiaérea e controle do espaço aéreo.

Serão utilizados na operação dois navios escolta, dois navios de apoio, dois submarinos, três navios-patrulha e seis helicópteros da Marinha.

O Exército participará com 96 viaturas leves, 101 viaturas de transporte, nove viaturas blindadas e nove ambulâncias.

A Força Aérea colocará à disposição quatro aeronaves de ataque, cinco de patrulha, cinco de transporte e um helicóptero. Fonte: FolhaPress

Leia mais >>

Governo oferece a SP sistema de bloqueio de celular

Em meio à onda de violência que sacode São Paulo, o Ministério da Justiça incluiu no pacote de ajuda ao Estado uma maleta que significa a última palavra em bloqueio de telefones celulares usados por presos. Chamada GI-2, a maleta identifica cirurgicamente o número e o chip do aparelho e é vista como uma revolução no combate a organizações criminosas cujo comando parte de dentro dos presídios, como acontece com o PCC no sistema penitenciário paulista.

Testada recentemente no complexo penitenciário de Salvador, que tem 6 mil detentos, a maleta detectou a existência de 1,5 mil celulares em posse dos presos. Os aparelhos foram bloqueados e a seguir recolhidos. Nos dias seguintes, criminalidade geral na capital, inclusive os homicídios, teve redução média de 25%. O equipamento foi usado pela primeira vez em 2006 pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) no presídio federal de Catanduvas.

Para o diretor-geral do Depen, Augusto Rossini, o fato não é casual e confirma as análises de inteligência que apontam o uso de celulares em presídios como fator alimentador da violência. "Oferecemos ao governo paulista e, pela extrema eficiência do aparelho, temos certeza que a ajuda será aceita", afirmou ele. A maleta usa o princípio da Estação de Rádio Base (ERB) para identificar e bloquear todos os aparelhos celulares de uma área, com precisão, sem afetar os da vizinhança.

O equipamento usa a frequência das ondas de telefonia pela qual os presos se comunicam, mas não tem função de escuta, que se pode ser feita posteriormente com autorização judicial, explicou o diretor. Cada kit custa hoje R$ 1 milhão, mas o preço pode cair se houver um grande lote de encomendas. O Depen planeja expandir o uso a seguir para os presídios de todo o País.

O governo paulista ficou de dar resposta à oferta na segunda-feira (19), quando os governos federal e local iniciam uma série de ações conjuntas para conter a onda de violência que sacode o estado nos últimos meses. Rossini disse que a situação dos presídios, um dos fatores de violência, está sendo enfrentada pelo governo com um plano que visa zerar o déficit de vagas nas delegacias até 2014 e conter o crescimento da população carcerária nas penitenciárias estaduais. Fonte: Agência Estado

Leia mais >>

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Freire ironiza Cardozo: mensalão pode servir para melhorar prisões

Freire diz que preocupação só veio porque petistas foram condenados (Foto: Tuca Pinheiro).

O presidente nacional do PPS, deputado federal Roberto Freire (SP), disse, nesta quinta-feira, que o julgamento do mensalão, além de histórico, por condenar crimes do colarinho branco, pode forçar o governo federal a investir o dinheiro destinado a melhorias no sistema prisional.

Ele fez a afirmação ao ironizar declaração do ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) de que preferiria morrer a ficar preso numa penitenciária do Brasil.

Freire lembrou que o governo Dilma não chegou a 5% do dinheiro destinado ao sistema prisional e afirmou que Cardozo, “pelo menos não usou aquele velho mantra do lulopetismo de que tudo é culpa do governo Fernando Henrique Cardoso”.

Afinal, disse Freire, o PT está há 10 anos no poder e não tem mais como se esquivar da responsabilidade pela administração federal.

Para Roberto Freire, o fato de o governo Dilma só ter investido 1/5 dos recursos em prisões é “a maior demonstração de incompetência da presidente e dos seus ministros em planejamento e execução orçamentária”.

O ministro Cardozo, ressaltou Freire, “reconheceu que (os petistas) estão há 10 anos no governo e nada fizeram para mudar essa triste realidade do sistema carcerário”. Para Freire, esse assunto só foi levantado pelo ministro da Justiça porque poderosos do colarinho branco do partido dele estão prestes a cumprir pena em regime fechado.

Desastres governamentais Na avaliação de Roberto Freire, os exemplos de “desastres governamentais” estão começando a surgir “com toda força na economia, na natureza e na vida, que cobram responsabilidade”.

O deputado citou, além do drama carcerário, a seca do Nordeste, onde o governo Lula prometeu concluir a transposição das águas do rio São Francisco. “A transposição não foi feita e alguns elefantes brancos já fazem parte da paisagem”. Fonte: Assessoria PPS

Leia mais >>